Ir para o conteúdo

José Carlos Coelho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Zé Carlos Coelho
Informações pessoais
Nome completo José Carlos Coelho
Data de nasc. 9 de janeiro de 1936
Local de nasc. Batatais, São Paulo
Morto em 21 de outubro de 2017 (81 anos)
Local da morte Bauru, São Paulo
Apelido Zé Carlos
Informações profissionais
Posição meia-atacante
Função treinador
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1955–1960
1957
1960–1967
1967–1968
1968
1970
Portuguesa
Londrina (emp.)
Noroeste
Juventus-SP
Araçatuba FC (emp.)
Garça
0064 000(22)

0286 00(129)



Times/clubes que treinou

José Carlos Coelho (Batatais, 9 de janeiro de 1936Bauru, 21 de outubro de 2017), mais conhecido como Zé Carlos, foi um futebolista brasileiro que atuava como meia-atacante.[1]

É o maior artilheiro da história do Noroeste, com 129 gols.[2][3]

Em 1955, vindo do Vasquinho da Vila Matilde, time da várzea paulistana, ingressou na Portuguesa de Desportos, seu primeiro time profissional.[1] Na Lusa, atuou ao lado de grandes craques como Djalma Santos e Brandãozinho.[1][2][4] No total, disputou 64 partidas e marcou 22 gols pelo clube.[5]

Teve uma curta passagem pelo futebol paranaense em 1957, quando foi emprestado ao Londrina, e em meados de 1960 transferiu-se para o Noroeste de Bauru.[1]

Jogou pelo Noroeste entre 1960 e 1967, onde disputou 286 partidas e marcar 129 gols pelo clube, um recorde histórico.[2] Fez história ao ser o primeiro jogador a marcar no estádio Alfredo de Castilho,[4][6] em 5 de junho de 1960, na vitória do Noroeste sobre o Palmeiras, em jogo amistoso, por 3 a 2.[2]

Em 1967, o meia-atacante, retornou a São Paulo para defender o Juventus.[1][2]

Em 1968, o meia foi emprestado ao Araçatuba, onde disputou, sem sucesso, as finais da Segunda Divisão do Paulistão daquele ano.[1]

Em 1970, encerrou a carreira no Garça, onde iniciou a carreira de treinador.[2]

Em 2010, foi eleito na seleção de todos os tempos do Noroeste,[4] promovida pela rádio 94FM.[7]

Fora dos campos

[editar | editar código]

Foi treinador do Sãocarlense, a Santacruzense e do próprio Noroeste,[2] onde ficou conhecido como "o eterno interino".[1] Quase decolou na carreira em 1972, quando foi efetivado no time bauruense, mas não teve sequência na carreira de treinador.[4]

Comandou por três vezes o Garça.[1]

Após deixar os campos, foi funcionário da Semel - Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Bauru.[2][4]

Zé Carlos faleceu no dia 21 de outubro de 2017, aos 81 anos, na Vila Alpina, Bauru, vítima de câncer.[1][2][4]

Referências

[editar | editar código]
  1. a b c d e f g h i «Zé Carlos Coelho - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 19 de agosto de 2025 
  2. a b c d e f g h i www.imira.com.br, Imira Web Design Desenvolvimento de Websites-. «Futebol Bauru». Futebol Bauru. Consultado em 19 de agosto de 2025 
  3. www.imira.com.br, Imira Web Design Desenvolvimento de Websites-. «Futebol Bauru». Futebol Bauru. Consultado em 19 de agosto de 2025 
  4. a b c d e f DevRocket <devrocket.com.br>, Futebol Interior <futebolinterior com br> | (21 de outubro de 2017). «Luto! Morre em Bauru Zé Carlos Coelho, um dos maiores ídolos do Noroeste». Consultado em 19 de agosto de 2025 
  5. Érico Faria Loreto; Márcio Monteiro Alencar; Rafael Ribeiro Emiliano; Thiago Teixeira de Azevedo (2007). Almanaque da Lusa. [S.l.]: Fundação Cásper Líbero 
  6. «Com Pelé e Jairzinho entre personagens de sua história, Noroeste completa 111 anos». ge. 1 de setembro de 2021. Consultado em 19 de agosto de 2025 
  7. Beagá, Fernando (8 de julho de 2010). «Noroeste de todos os tempos». CANHOTA 10. Consultado em 19 de agosto de 2025 
Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre um futebolista brasileiro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.