José Gilton Pinto Garcia

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Gilton Garcia
Deputado estadual  Sergipe
Período 1963-1968
Deputado federal  Sergipe
Período 1983-1987
Governador  Amapá
Período 1990-1991
Antecessor(a) Jorge Nova da Costa
Sucessor(a) Aníbal Barcelos
Dados pessoais
Nascimento 5 de janeiro de 1941 (76 anos)
Aracaju, SE
Alma mater Universidade Federal de Sergipe
Cônjuge Maria Helena de Albuquerque Garcia
Partido ARENA, PDS, PPR
Profissão advogado, professor

José Gílton Pinto Garcia (Aracaju, 5 de janeiro de 1941) é um advogado, professor e político brasileiro que foi governador do Amapá, o último antes de sua passagem de território a estado.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Luíz Garcia e de Emília Marques Pinto Garcia. Em 1963 formou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual foi Professor Titular. Eleito deputado estadual pela ARENA em 1962, chegou à presidência da Assembleia Legislativa de Sergipe, sendo cassado pelo AI5 em 1968 e depois Anistiado em 17 de dezembro de 2008 por decisão da Comissão de Anistia. Por quatro anos presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (1975-1979) e foi Procurador do Tribunal de Contas do Estado e Procurador-Geral da Justiça (Chefe do Ministerio Público) (1979-1982)

Em 1982 foi eleito deputado federal pelo PDS,[1] votou favoravelmente à Emenda Dante de Oliveira (Eleições Diretas) e se absteve no Colégio Eleitoral que elegeu indiretamente o Presidente Tancredo Neves em 1985. No mesmo ano perdeu a eleição para Prefeito de Aracaju e não tentou a reeleição em 1986. Chefe da Assessoria Parlamentar do Palácio do Planalto no governo Fernando Collor (1990-1992). Afastou-se para exercer o cargo de governador do Amapá, o último do estado como território federal[2] criando a UNIFAP(Universidade Federal do Amapá), construindo o estádio ZERÃO, justamente na linha imaginária do Equador. Na sua administração fundou o BANAP(BAnco do Estado do Amapá), asfaltou ruas, investiu no setor sa saúde, da educação, da segunrança e do saneamento básico. Em apenas 7 meses deixou o governo com o indice de aprovação de 92% firmado pelo IBOPE. Em 1994 não conseguiu ser eleito como candidato a senador. No ano seguinte foi nomeado assessor da presidência do Senado na primeira gestão de José Sarney (1995-1997). Foi Secretário Chefe da Casa Civil do Estado de Sergipe em 1998 e por igual Secretário de Segurança Publica em 1999 no Governo Albano Franco. É Acadêmico da Academia Sergipana de Letras.

Referências

  1. Segundo o Almanaque Abril (1986; p. 93) obteve 27.550 votos.
  2. Governou de 25 de maio de 1990 a 1º de janeiro de 1991.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]