José Pignatelli

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José Pignatelli ou Giuseppe Pignatelli em italiano (Zaragoza, 27 de Dezembro de 1737 - Roma, 15 de Novembro de 1811) foi um padre jesuíta santo italiano e um dos que mais contribuiu para a restauração da Companhia de Jesus.

Entrou na Companhia antes de sua remoção de Espanha e, que apoiado por muitos companheiros jesuítas quando foram expulsos e enviados para o exílio, preparou a sua restauração mundial que terá tido lugar três anos após a sua morte.

Foi canonizado por Pio XII, em 1954 e é liturgicamente comemorado no dia 15 de Novembro[1] .

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

De família napolitana, pertencia à nobreza mais antiga. Ele era filho de Antonio Pignatelli de Aragón, príncipe do Sacro Império Romano e Moncayo, e Francisca Fernández de Heredia.

Quando tinha 4 anos de idade, a sua mãe faleceu e ele passou a morar com a irmã, a condessa de AcerraS. José Pignatelli, presbítero, +1811, evangelizo.org, 14 de Novembro de 2014.

Com 16 anos de idade, em 1753, decidiu entrar na Companhia de Jesus espanhola, em Tarragona, depois aplicou-se aos estudos, primeiro em Manresa e a seguir nos colégios de Bilbau e de Saragoça. Ordenado sacerdote, dedicou-se ao ensino das letras e, com grande fruto, aos ministérios apostólicos[2] .

Entretanto fruto de perseguição internacional estruturada pela influencia da maçonaria que foi sujeita a mesma, por ordem do rei Carlos III da Espanha foi preso e expulso para a Córsega juntamente com outros jesuítas[3] .

Vendo essa ilha invadida pelos franceses, em 1767, refugiou-se em Ferrara, nos Estados Pontifícios, até que o próprio Clemente XIV, em 1773, suprimiu a ordem em todo o mundo.

Porém como essa sujeição não foi aceite na Rússia, após um longo período de reflexão e estudo deslocou-se para lá. E em 1803, ele foi nomeado provincial dos jesuítas na Itália. com o objectivo principal de reabilitar a sua ordem. Começando por estabelecer uma casa para noviços no ducado de Parma, onde foi reitor, com licença do Papa Pio VI. Em 1806, transfere-se para Roma onde é muito bem recebido pelo Sumo Pontífice[4] . Mais tarde, em Nápoles, viu esse ideal e esforço acontecer em 1808, mas morreu antes da restauração definitiva da Companhia de Jesus, realizada pelo Papa Pio VII, em 1814[5] .

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]