José Rentes de Carvalho

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J. Rentes de Carvalho
Rentes de Carvalho na Feira do Livro de Lisboa de 2012
Nome completo José Rentes de Carvalho
Nascimento 1930 (89 anos)
Vila Nova de Gaia, Portugal Portugal
Residência Amesterdão, Trás-os-montes
Nacionalidade PortugalPaíses Baixos Luso-holandês
Prémios Grande Prémio de Literatura Biográfica (2011)

Prémio Autores de 2017

Género literário Romance, conto
Magnum opus Montedor
Página oficial
http://tempocontado.blogspot.pt/

José Rentes de Carvalho ComIH (Vila Nova de Gaia, 1930) é um escritor luso-holandês[1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de pais primos-irmãos vindos de Estevais de Mogadouro, Trás-os-Montes e Alto Douro, onde foi gerado, neto dum sapateiro e dum Guarda Fiscal em Vila Nova de Gaia, casados com duas irmãs, Rentes de Carvalho frequentou o Liceu Alexandre Herculano no Porto tendo prosseguido os estudos em Viana do Castelo e Vila Real.

Estudou Línguas Românicas e Direito na Faculdade de Letras e na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Devido a razões políticas foi obrigado a sair de Portugal e viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris. Trabalhou como jornalista para os jornais "O Estado de S. Paulo", o "Correio Paulistano" e "O Globo", e na revista "O Cruzeiro".

Mudou-se para Amesterdão, em 1956, para trabalhar na embaixada brasileira. Colaborou com o Diário Popular e depois com o semanário Expresso.

Fez um mestrado na Universidade de Amsterdão, apresentando uma tese intitulada "O povo na obra de Raul Brandão".

Após a reforma continuou a carreira de jornalista e romancista. Colaborou em várias publicações portuguesas, brasileiras, belgas, e holandesas.

A 10 de Junho de 1991 recebeu o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[2] Em 1992 a cidade de Vila Nova de Gaia atribui-lhe a medalha de ouro da cidade.

Desde 2008 que as suas obras estão a ser publicadas em Portugal, pela Quetzal Editores. Antes, alguns dos seus livros tinham sido publicados pela Editorial Escritor.

Em 2017, declarou o seu apoio ao candidato de extrema-direita Geert Wilders nas eleições holandesas[3][4].

Numa entrevista via email ao Observador[3], referiu o "extraordinário interesse pelo aquecimento do planeta, as energias limpas, a poluição" como sendo uma questão de opinião e um exemplo do que é "politicamente correto". Este académico acrescentou que é dada rara "oportunidade a que se façam ouvir os que defendem outros pontos de vista"[3].

É apologista da camaradagem entre os Presidentes Trump e Putin, dizendo que isso o faz "dormir descansado", apesar de dizer não estar interessado na política Norte Americana[3].

Algumas obras[editar | editar código-fonte]

  • Montedor, 1968 com prefácio de António José Saraiva[5]
  • O Rebate, 1971
  • Com os Holandeses, 1972
  • Portugal, a Flor e a Foice, 1975 (publicado na Holanda)
  • A Sétima Onda, 1984
  • La Coca, 1994
  • Ernestina, 1998
  • A Amante Holandesa, 2003
  • Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia, 2011
  • Tempo Contado [Grande Prémio de Literatura Autobiográfica da Associação Portuguesa de Escritores, 2012]
  • Mazagran [Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores, 2013]
  • Mentiras & Diamantes, 2013 
  • Pó, Cinza e Recordações, 2015    
  • O Meças, 2016    
  • A Ira de Deus Sobre a Europa, 2016    

Referências

  1. A informação biográfica tem como fonte o site da Editora Quetzal.
  2. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "José Rentes de Carvalho". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 24 de agosto de 2015 
  3. a b c d Pereira, Tiago. «Rentes de Carvalho vota Geert Wilders. E explica porquê». Observador. Consultado em 15 de março de 2017 
  4. RTP, RTP, Rádio e Televisão de Portugal -. «Rentes de Carvalho, emigrante na Holanda, vota Wilders» 
  5. Serafim Ferreira (8 de março de 1999). «J. Rentes De Carvalho - um Português no País da Tulipas». A Página da Educação. Consultado em 6 de abril de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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