Jota Mombaça

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Jota Mombaça
Nascimento 1991 (30 anos)
Natal
Cidadania Brasil
Ocupação artista

Jota Mombaça (Natal, 1991), também conhecida como Monstra Errátik e Mc K-trina,[1] é uma escritora e artista visual brasileira que trabalha em torno das relações entre monstruosidade e humanidade, estudos cuir, diáspora, violência e resiliência, justiça anticolonial, ficção visionária[2] e tensões entre arte e política nas produções de conhecimentos do Sul-do-Sul globalizado.[3][4] Mombaça faz parte de uma geração de artistas ativistas voltados para o debate sobre a descolonização e o racismo através de um cruzamento com as dimensões de classe social e de identidade de gênero.[3] Define-se a si própria como "bicha não binária, racializada como parda, nascida e criada no nordeste do Brasil".[3][1]

Obra[editar | editar código-fonte]

  • 2020: Black El Dorado. Com o artista Ikí Yos Piña Narváez. Residência artística no âmbito do Pernod Ricard Fellowship, Villa Vassilief, Paris, França[5]
  • 2020: The Daughters of the Driest Rain. Bienalle of Sydney, na Ilha de Cockatoo, Austrália[6]
  • 2019: Laboratório de Ficção Visionária no Centro de Residências Artísticas do Centro de Criação Contemporânea Matadero Madrid[2]
  • 2019: Fragment of "Towards a Gender Disobedient and Anticolonial Redistribution of Violence": Naming the Norm[7]
  • 2019: Não Vão Nos Matar Agora. Coletânea de textos publicada pela EGEAC, em Lisboa, Portugal [8]
  • 2018: Dor, Dívida, Dilema: O que significa descolonizar. Conferência na Praia do Homem do Leme, Porto, Portugal[9]
  • 2018: Ocupação Jota Mombaça. Exposição na Galeria Municipal da Avenida da Índia, em Lisboa, Portugal[8][4]
  • 2013: Gordo Pass. Ação performática[10][11]

Referências

  1. a b c Ferreira, Glauco B. Ferreira. «Arte Queer no Brasil? Relações raciais e não-binarismos de gênero e sexualidades em expressões artísticas em contextos sociais brasileiros.». Portal das Ciências Sociais Brasileiras. Consultado em 16 de março de 2020 
  2. a b «El Centro de residencias artísticas de Matadero Madrid crea un Laboratorio de Ficción Visionaria» (em espanhol). Centro de Residências Artísticas, Matadero Madrid. 2019. Consultado em 17 de março de 2020 
  3. a b c Morais, Pedro F. (15 de julho de 2018). «O corpo de Jota Mombaça é um manifesto». Ípsilon, Público. Consultado em 17 de março de 2020 
  4. a b Portugal, Rádio e Televisão de. «Artista Jota Mombaça apresenta obras sobre sobrevivência na diáspora» 
  5. «Iki Yos Piña Narváez & Jota Mombaça» (em inglês) 
  6. «Jota Mombaça». Biennale of Sydney. Consultado em 17 de março de 2020 
  7. Mombaça, Jota (2017). «Fragment of "Towards a Gender Disobedient and Anticolonial Redistribution of Violence": Naming the Norm» (PDF). Night School. Consultado em 17 de março de 2020 
  8. a b «Jota Mombaça – Galerias Municipais» (em inglês) 
  9. «Mlynarczyk e Jota Mombaça juntam-se à revisitação da história marítima com a Nau! - Notícias - Portal de notícias do Porto. Ponto.» 
  10. Mombaça, Jota. «Gordo Pass 94036546 / Fat Bottom 94036546». Cargo Collective. Consultado em 17 de março de 2020 
  11. «Gordo Pass 94036546 / Fat Bottom 94036546» (em inglês). 28 de abril de 2019 
  12. «Corpo-Colônia / Settled-Body» (em inglês). 28 de abril de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]