Julião e Basilissa

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Santos Julião e Basilissa
Pintura de 1736 por Pompeo Batoni
Morte c. 304 em Antioquia, Turquia ou Antinoópolis, Egito
Veneração por Igreja Católica, Igreja Ortodoxa
Festa litúrgica 12 de fevereiro
Gloriole.svg Portal dos Santos
Disambig grey.svg Nota: Se procura outros significados de Julião, veja São Julião.

Julião e Basilissa (m. c. 304) foram um casal de esposos, mortos como mártires em Antioquia ou, mais provavelmente, em Antinoópolis, no Egito, durante o reinado de Diocleciano. São venerados como santos por diferentes confissões cristãs.[1]

Segundo a tradição, Julião, que havia feito voto de castidade, teria sido forçado por sua família a se casar com Basilissa, que também queria consagrar-se a Deus. Assim, acabaram se casando mas fizeram um acordo entre si, preservando a virgindade durante toda a vida.

Basilissa fundou um convento feminino, do qual foi superiora, e Julião reuniu um grupo de monges e fundou um mosteiro.

Julião e Basilissa transformaram sua casa em um hospital, onde chegaram a atender a mais de mil pessoas.

Basilissa morreu pacificamente, mas Julião foi decapitado durante as perseguições de Diocleciano. Preso por Marciano, um governador de Antioquia, com ele, foram martirizados Celso e Marcionila, filho e mãe, o sacerdote Antonio de Antioquia e o converso e neófito Anastácio de Antioquia. Diz-se também sete irmãos de Marcionila foram mortos.

Julião é o padroeiro de várias freguesias, como São Gião (concelho de Oliveira do Hospital).

Referências

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