Juramento de Fëanor

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É uma obra fictícia criada por J.R.R. Tolkien dentro da mitologia de O Senhor dos Anéis.

Após e roubo das Silmarilli e do assassinato de seu pai Finwë, Fëanor retorna do Círculo da Lei dos Valar á Calacirya e convoca os Noldor a comparecerem ao Palácio de seu Rei agora morto, no cúme de Túna. Seguido por elfos munidos de archotes e tochas, Fëanor foi seguido também por seus filhos, e aquele que era um mestre das palavras, instigou seu povo com um discurso do qual, mais tarde, muitos elfos lamentariam de tê-lo ouvido.

Usando de ódio e revolta, dirigidos a Morgoth, usou mentiras espalhadas pelo ex-Vala e encheu seu povo de revolta e loucura. Disse que os Valar não conseguiam defender nem a sí e ao seu reino, e que não poderiam ser capazes de defendê-los, nem vingá-los. Que seu povo não deveria ficar chorando impassíveis como um povo fantasma e que deveriam abandonar a terra dos Valar, que eram da mesma raça de seu Inimigo. Que deveriam seguír Morgoth e vingar a morte de seu amado rei, Finwë e tomar-lhe as Jóias roubadas. Que deveriam perseguir quem quer que fosse, o proprio Morgoth, servo Maia ou qualquer uma de suas crías. Assim deveria ser também com os Valar de Valinor, com seus Maia, Elfos, e Homens, e qualquer criatura ainda não nascida que pegasse e guardasse qualquer uma de suas Jóias e que não tivesse a mínima intenção de não lhe devolvê-las. Fez esse juramento e tendo Manwë e Varda como testemunhas, juraram em nome de Iluvatar. Muitos infortunios seguiriam os Noldor por terem ouvido e seguido Fëanor após aquele dia escuro em Valinor.


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