Kamala Harris

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Kamala Harris
Retrato oficial como Senadora pela Califórnia
Senadora dos Estados Unidos
pela Califórnia
Período 3 de janeiro de 2017
até a atualidade
Antecessor(a) Barbara Boxer
32.ª Procuradora-geral da Califórnia
Período 3 de janeiro de 2011
até 3 de janeiro de 2017
Governador Jerry Brown
Antecessor(a) Jerry Brown
Sucessor(a) Xavier Becerra
27.ª Procuradora do distrito
de São Francisco
Período 4 de janeiro de 2004
até 3 de janeiro de 2011
Antecessor(a) Terence Hallinan
Sucessor(a) George Gascón
Dados pessoais
Nome completo Kamala Devi Harris
Nascimento 20 de outubro de 1964 (53 anos)
Oakland, Califórnia
Nacionalidade Americana
Alma mater Universidade Howard (BA)
Universidade da Califórnia em Hastings (JD)
Cônjuge Douglas Emhoff (desde 2014)
Partido Democrata
Religião Igreja Batista

Kamala Devi Harris (Oakland, Califórnia, 20 de outubro de 1964) é uma advogada e política estado-unidense, membro do Partido Democrata. É senadora dos Estados Unidos pela Califórnia, eleita a 8 de novembro de 2016, com tomada de posse a 3 de janeiro de 2017. Era desde 2011 a procuradora-geral da Califórnia, posição para que foi eleita em 2010 e 2014. Foi a primeira mulher, a primeira afro-americana, a primeira indo-americana e a primeira ásio-americana procuradora-geral na Califórnia.

Início de vida e carreira[editar | editar código-fonte]

Kamala Harris nasceu em 20 de outubro de 1964 em Oakland, Califórnia, sendo filha de Shyamala Gopalan Harris, uma indiana de origem tâmis, e de Donald Harris, um jamaicano.[1][2][3] Sua mãe era uma proeminente pesquisadora do câncer de mama que emigrou de Chennai, Índia, em 1960, e seu pai foi um professor de economia na Universidade de Stanford que emigrou da Jamaica em 1961 para estudar pós-graduação em economia na Universidade da Califórnia em Berkeley.[4][5][6][7] Kamala tem uma irmã mais nova, Maya, advogada também envolvida no mundo político.[8] Seu nome advém de Kamalā, que na língua sânscrita significa "flor de lótus."[9] Era extremamente próxima do avô materno, P.V. Gopalan, um diplomata indiano, e, na infância, visitou frequentemente sua família em Besant Nagar, em Chennai.[10][11]

A família Harris viveu em Berkeley, residindo em um bairro predominantemente afro-americano onde as meninas cantavam em um coro batista.[12][13] Shyamala e Donald apresentaram para as filhas os protestos pelos direitos civis, que eram comuns durante esse período em Berkeley.[12] Seus pais se divorciaram quando tinha sete anos e sua mãe recebeu a custódia das crianças por meio de um acordo judicial.[12] Após o divórcio, Shyamala mudou-se com as crianças para Montreal, Quebec, no Canadá, onde conseguiu um cargo no setor de pesquisa do Hospital Geral Judeu e lecionou na Universidade McGill.[14][15]

Depois de completar os estudos secundários no Colegial Westmount em Quebec, Harris estudou na Universidade Howard, em Washington, D.C., onde obteve majors em ciência política e economia.[16][17] Em Howard, foi eleita representante da turma de calouros no conselho de estudantes de artes liberais, integrou o time de debates, e juntou-se ao capítulo da irmandade Alpha Kappa Alpha.[16] Harris retornou para a Califórnia, concluindo um Juris Doctor (JD) pela Faculdade de Direito Hastings da Universidade da Califórnia em 1989.[18] Fracassou em sua primeira tentativa de ser aprovada na ordem dos advogados do estado, afirmando mais tarde: "não é uma medição de sua capacidade."[13] Em 1990, foi admitida na Ordem dos Advogados da Califórnia.[19]

Harris serviu como procuradora-geral adjunta do Condado de Alameda de 1990 a 1998.[20] Mais tarde, afirmou que buscou uma carreira ligada a aplicação da lei por querer estar "na mesa onde as decisões são tomadas."[13] Em 1993, começou a namorar o presidente da Assembleia do Estado da Califórnia, Willie Brown, que a apresentou a muitos indivíduos poderosos do establishment político e do gerenciamento de campanhas eleitorais da Califórnia.[21] Foi muito ativa na campanha de Brown à prefeitura de São Francisco em 1995 e foi apresentada publicamente como sua namorada, apesar de Brown estar casado. Duas semanas após a eleição, Brown rompeu o relacionamento. Depois de 1998, enquanto Brown era o prefeito de São Francisco, tornou-se advogada e gerente da Unidade de Criminosos Reincidentes do Escritório do Procurador do Distrito de São Francisco, uma pequena unidade formada por três pessoas.[22][23] Em 2000, a procuradora da cidade de São Francisco, Louise Renne, recrutou Harris para se juntar ao escritório dela, onde chefiou a Divisão da Comunidade e Bairros, que supervisionava assuntos relacionados a aplicação do código civil.[24]

Procuradora de São Francisco[editar | editar código-fonte]

Foto oficial de Harris como procuradora de São Francisco.
Harris com a representante Nancy Pelosi, de São Francisco, em março de 2004.

Em 2003, Harris concorreu ao cargo de procuradora da cidade e do condado de São Francisco. O procurador incumbente, Terence Hallinan, teve que lidar com o escândalo Fajitagate, relacionado a alegações de obstrução de justiça em uma investigação sobre um assalto.[25] Harris e Hallinan eram próximos ideologicamente, sendo ambos filiados ao Partido Democrata, e por isso a campanha abordou o desempenho de Hallinan como procurador e questões pessoais. Harris buscou retratá-lo como um procurador "ineficiente" que conseguiu baixos índices de condenação em processos criminais; a opinião de Hallinan prevaleceu em 52% dos casos que moveu em 2001. Hallinan criticou a suposta falta de ética de Harris, citando a relação que possuía com Brown. No primeiro turno, Hallinan recebeu mais votos, mas no segundo Harris derrotou-o por 56,5-43,5%.[26][27] Harris foi empossada procuradora em 4 de janeiro de 2004, tornando-se a primeira negra procuradora de um distrito na história da Califórnia.[28]

Em abril de 2004, o oficial Isaac Espinoza foi morto em serviço.[13] Três dias depois, Harris anunciou que não buscaria a pena de morte contra o assassino, enfurecendo a Associação dos Oficiais de Polícia de São Francisco.[13] No funeral de Espinoza, Dianne Feinstein, ex-prefeita de São Francisco e senadora, subiu ao púlpito para pedir que Harris, sentada na fileira da frente, pedisse a pena de morte, provocando uma ovação de pé dos dois mil policiais presentes.[13][29] Harris mesmo assim recusou-se, e o assassino de Espinoza foi condenado à prisão perpétua.[13] Pouco tempo depois, Harris despromoveu o veterano promotor de carreira Paul Cummins, assistente-chefe de seu antecessor e o responsável por uma unidade criminal formada por oitenta procuradores, para seu antigo cargo na Unidade de Criminosos Reincidentes, bem menos importante. Cummins era bastante respeitado pelo departamento de polícia, prejudicando ainda mais a relação que Harris possuía com os policiais.[22]

Como procuradora, Harris iniciou um programa que oferecia aos traficantes de drogas detidos uma única vez a oportunidade de concluir o ensino médio e conseguir um emprego.[13] O programa graduou cerca de trezentas pessoas, com os participantes alcançando uma taxa de reincidência muito baixa.[13] Em 2007, foi reeleita sem a oposição de nenhum candidato.[30][31] Em 2009, escreveu o livro Smart on Crime: A Career Prosecutor's Plan to Make Us Safer, no qual abordou a justiça criminal desde uma perspectiva econômica,[32][33] discutindo uma série de "mitos" em torno do sistema da justiça criminal e apresentando propostas para reduzir e prevenir o crime.[33] Tendo sido reconhecida pelo The Los Angeles Daily Journal como uma das cem melhores advogadas da Califórnia, integrou o conselho da Associação de Procuradores Distritais da Califórnia e foi vice-presidente da Associação Nacional de Procuradores Distritais.[34]

Harris defendeu a necessidade de inovação na segurança pública, especialmente no que se referia à redução da taxa de reincidência em São Francisco.[35] Um dos programas com esse objetivo que desenvolveu, "Back on Track", foi sancionado pelo governador republicano Arnold Schwarzenegger como um programa modelo para o estado.[36][37] Inicialmente, houve preocupações em relação a remoção de imigrantes ilegais do programa, como um incidente envolvendo Alexander Izaguirre, posteriormente preso por assalto.[38] O programa foi revisado para tratar deste problema, excluindo qualquer pessoa que não pudesse estar legalmente empregada nos Estados Unidos.[39] Harris também protegeu os informantes da gangue Nuestra Familia que se envolveram em atividades ilegais, incluindo tráfico de drogas e posse ilegal de armas.[40]

Harris criou uma unidade especial no escritório da Procuradoria de São Francisco para lidar com crimes de ódio. Harris concentrou-se em crimes de ódio contra crianças e adolescentes LGBT nas escolas. Também convocou uma conferência nacional para enfrentar uma estratégia legalmente utilizada em que justificava-se que as ações do réu derivavam de um pânico causado por gays e transexuais, sendo empregada para justificar crimes de ódio violentos, incluindo assassinatos.[41][42][43] Harris declarou apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e se opôs às preposições 22 (2000) e 8 (2008), que visavam impedir o casamento de casais do mesmo sexo.[44]

Crimes violentos, encarceramento e taxa de condenação[editar | editar código-fonte]

Harris discursando durante seu mandato como procuradora de São Francisco.

Enquanto Harris era a procuradora, a taxa geral de condenação pelo cometimento de crimes aumentou de 52% em 2003 para 67% em 2006, a maior em uma década; houve uma taxa de condenação de 85% em casos de homicídios e as condenações de traficantes de drogas aumentaram de 56% em 2003 para 74% em 2006.[45][46] Embora essas estatísticas representem apenas condenações de julgamentos, Harris também fechou muitos casos através de delações premiadas.[47] Quando assumiu o cargo, teve um interesse especial em buscar resolver a lista de casos de assassinatos da administração anterior. Harris alegou que os registros desses casos eram menos ideais em relação ao procurador anterior, mas que trabalhou para obter condenações quando era possível. Isto significou que, dos 73 casos de homicídios acumulados, 32 resultaram em acordos por menores acusações, como homicídio culposo ou outros crimes, como agressão ou roubo, enquanto as acusações por homicídio foram retiradas.[48]

No entanto, os críticos de Harris argumentaram que São Francisco enviava menos pessoas à prisão como resultado de detenções do que outros condados do estado. As taxas de encarceramento de São Francisco estavam entre as mais baixas em todo o estado da Califórnia—dez vezes mais baixa do que no condado de San Diego, por exemplo. De acordo com o San Francisco Chronicle, "aproximadamente quatro de cada cem detenções resultaram em prisões em São Francisco, em comparação com 12,8 de cem no condado de Alameda, 14,4 de cem no condado de Sacramento, 21 de cem nos condados de San Mateo e Santa Clara, 26,6 de cem no condado de Fresno, 38,7 de cem no condado de Los Angeles e 41 de cem no condado de San Diego."[49] A polícia observou que as sentenças lenientes proferidas pelos juízes de São Francisco também contribuíram para tal índice.[49]

Enquanto os oficiais do Departamento de Polícia de São Francisco creditaram Harris por endurecer as lacunas nas fianças e em programas de drogas que os réus haviam utilizado, eles também a acusaram de ser muito prudente nas acusações de suspeitos por homicídio.[50] Além disso, em 2009, os promotores de São Francisco obtiveram uma taxa de sucesso nos julgamentos de delitos criminais menores do que seus colegas procuradores distritais das dez maiores cidades da Califórnia; os oficiais de Sacramento, a sexta maior cidade, não forneceram os dados. Naquele ano, a opinião de Harris prevaleceu em 76% dos julgamentos por crimes, um recuo de 12%¨em relação ao ano anterior. Em contrapartida, a média mais recente registrada até então em todo o estado foi de 83%, conforme estatísticas do Conselho Judiciário da Califórnia.[47] Em uma pequena amostra, um relatório calculou que a taxa de condenação em julgamentos de crimes no condado de São Francisco nos primeiros três meses de 2010 foi de apenas 53%.[47] São Francisco historicamente teve uma das menores taxas de condenação no estado; o condado era reconhecido por ter um júri amigável aos réus.[47][51]

Procuradora-geral da Califórnia[editar | editar código-fonte]

Eleição de 2010[editar | editar código-fonte]

Harris discursando em evento de campanha das eleições de 2010, em 22 de outubro de 2010.

Em 12 de novembro de 2008, Harris anunciou sua candidatura ao cargo de procuradora-geral da Califórnia.[52] Ela recebeu o endosso de ambas as senadoras pela Califórnia, Dianne Feinstein e Barbara Boxer, bem como de Nancy Pelosi, a presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.[53] Na primária democrata, enfrentou Chris Kelly, ex-diretor de privacidade do Facebook, os deputados Alberto Torrico, Ted Lieu e Pedro Nava, além do procurador de Los Angeles, Rocky Delgadillo, e Mike Schmier.[54][55] Na primária democrata ocorrida em 8 de junho de 2010, Harris ganhou a indicação do partido ao receber 762 mil votos, ou 33,6 por cento dos votos. Seus concorrentes mais próximos, Torrico e Kelly, obtiveram 15,6 por cento e 15,5 por cento, respectivamente.[56][57]

Durante a campanha, Harris prometeu não defender judicialmente a Proposição 8, seguir o que a lei estabeleceu como casos cuja punição deva ser a pena de morte (apesar de não apoiar a medida), criar uma nova estratégia visando a redução da reincidência e a superlotação prisional, e proteger o meio ambiente e os direitos civis.[58][59][60] Seu principal concorrente foi Steve Cooley, o procurador distrital de Los Angeles que, de acordo com o Los Angeles Times, "goza de uma reputação como moderado, [e é visto] como a melhor esperança do GOP de ganhar um cargo principal na eleição de 2 de novembro."[61] Na noite da eleição, Cooley declarou sua vitória, mas com a continuação da apuração Harris passou a liderar por uma pequena margem.[62] Conforme a apuração avançou, a vantagem de Harris aumentava e, em 24 de novembro, Cooley reconheceu sua derrota.[63] Harris foi eleita com 4,4 milhões de votos, ou 46,1 por cento, sendo empossada procuradora-geral em 3 de janeiro de 2011.[64][65] Tornou-se, assim, a primeira mulher, africana-americana e índia-americana a ocupar este cargo.[66][67]

Primeiro mandato[editar | editar código-fonte]

Mandato[editar | editar código-fonte]

Habitação[editar | editar código-fonte]

Condições prisionais e reforma penal[editar | editar código-fonte]

Casos Larsen, Norsworthy e Richardson[editar | editar código-fonte]

Crimes financeiros[editar | editar código-fonte]

Má conduta de procuradores de condado[editar | editar código-fonte]

Outras iniciativas[editar | editar código-fonte]

Senadora dos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Eleição de 2016[editar | editar código-fonte]

Mandato[editar | editar código-fonte]

Comitês atribuídos[editar | editar código-fonte]

Participação em caucus[editar | editar código-fonte]

Posições políticas[editar | editar código-fonte]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]