Ki-Adi-Mundi

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Ki-Adi-Mundi
Personagem fictícia de Star Wars
Morte 19 ABY, Mygeeto
Origem Cerea
Espécie Cereano
Cabelo Marrom quando jovem/Brancos
Olhos Pretos
Afiliações República Galáctica, Conselho Jedi
Armas Sabre de Luz Azul
Interpretado por Silas Carson
Espécie Cereano
Afiliações República Galáctica, Conselho Jedi


Ki-Adi-Mundi é um personagem da série Star Wars. Membro poderoso do Conselho Jedi, é famoso por agir com sabedoria e cautela a toda a prova. Tem uma relação íntima com a Força, devido as peculiaridades de sua raça. Participou da Batalha de Geonosis, onde lutou bravamente. Treinado por Yoda, Ki-Adi morreu durante a Grande Purgação Jedi.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Indubitavelmente, o cereano que alcançou maior notoriedade fora de seu planeta natal foi Ki-Adi-Mundi, membro do conselho Jedi e um dos mestres que estiveram presentes quando Qui-Gon Jinn apresentou Anakin Skywalker. Na realidade, Ki esteve em uma situação não muito diferente dessa na sua juventude. Cerea é um mundo muito distante em que os avanços tecnológicos existem em menor quantidade do que água em Tatooine, e as crianças não são submetidas a demasiadas provas em sua infância para averiguar se tem potencial de serem grandes usuários da Força. O pequeno Ki nasceu com esse potencial, mas, infelizmente ele não foi detectado ao nascer.

Sería a misteriosa Mestra Jedi conhecida como Dark Lady que identificou o potencial de Ki-Adi-Mundi, mas não antes dele completar 4 anos de idade. O Conselho inicialmente se opôs que se iniciasse o treinamento de Ki pois era muito velho, mas a Dark Lady logo conseguiu convencê-los, pois em geral essa era uma das regras que mais era quebrada.

O Conselho Jedi enviou um representante a Cerea para recrutar a Ki. A família direta de Ki se opunha a que ele deixasse o planeta, e só estavam dispostos a aceitar que ele estudasse na Cidade Tecava. Mas então apareceram os bandidos de Bin-Garda-Zon, um patife local que tinha o costume de atacar pequenos assentamentos e saqueá-los. O Jedi se ofereceu para combater Bin-Garda-Zon pelos cereanos, mas esse se negaram: Quando o Jedi se fosse os homens de Bin-Garda-Zon lhes fariam em pedaços para que servissem de exmplo. Então os pais de Ki compreenderam: Cerea precisava de seu próprio Jedi e esse sería Ki-Adi-Mundi.

O garoto abandonou seu planeta para iniciar seu treinamento com um dos maiores Mestres Jedi da história: Yoda. O Mestre Yoda treinou bem Ki durante os 21 anos seguintes, e lhe entregou seu primeiro sabre de luz que era da cor púrpura. Somente quando Yoda estava satisfeito, Ki-Adi-Mundi recebeu o título de Cavaleiro Jedi. Durante seu treinamento, Ki fabricou seu próprio sabre de luz, também púrpura.

O Cavaleiro Jedi Ki-Adi-Mundi viajou de novo para seu planeta natal para libertar os seus da tirania de Bin-Garda-Zon, que continuo cobrando tributo dos cereanos durante décadas. Ki rastreou alguns piratas de Bin-Garda-Zon e descobriu que seu inimigo havia se transformado em um velho rancoroso que havia sido derrotado em Khana por uma mulher mais jovem. Esta cereana, que até o momneto não foi identificada, que pos em segundo plano Bin-Garda-Zon colocando nele uma placa de limpador de estábulos. De todo momdo as circunstâncias não haviam mudado muito, e Bin-Garda-Zon ou não, Ki-Adi-Mundi deveria libertar seu povo dos bandidos. Ki e a líder do bando lutaram em khana e, mesmo que inicialmente Ki não tenha ido muito bem, mas tarde o Jedi conseguiria derrotar a cereana. Como resultado dessa situação o bando ofereceu a sua lealdade a Ki, que ordenou que eles largassem as suas atividades criminosas. Mas Bin-Garda-Zon ainda tinha algo a dizer. O velho estava desesperado ao ver como o seu controle desaparecia completamente e atacou o Jedi. Ki-Adi-Mundi defendeu o ataque de Bin-Garda-Zon facilmente e este se viu incapaz de manter sua influencia em seu bando e caiu em desgraça. Daremos agora um salto de 7 anos, dos quais não a registros das atividades exatas de Ki-Adi-Mundi(embora alguns crêem que foi Ki quem descobriu o Jedi Quinlan Vos). Encontramos um Ki com 1,98m de altura que havia contraído matrimonio com uma cereana chamada Shea e havia adotado depois outras quatro esposas de honra. Ki teve sete filhas e havia sido um líder da sua comunidade em Cerea.

O próximo que sabemos com segurança é que agora um experiente Cavaleiro Jedi havia obtido uma grande influencia entre as filas de Jedi. Ironicamente Ki descobriria que sua influencia quase havia desaparecido em seu mundo natal durante a crise tecnológica.

Como a maior parte dos anciões cereanso, Ki queria continuar sem tecnologia desnecessária, entretanto os mais jovens ansiavam pelas vantagens das naves e moto-jets, em boa parte devido a oratória de um humano chamado Bron. A própria filha de Ki, Sylvn, era uma das seguidoras de Bron, junto com seus amigos. Ki se opôs ao orador em um debate público durante o qual um dos jovens seguidores de Bron, Maj-Odo-Nomor, que era o namorado de Sylvn, que roubou o sabre de luz de Ki e, considerando-o uma interessante mostra de tecnologia, apertou um par de botões e matou a outro rapaz. Dadas as circunstancias, e posto que a ausência de tecnologia fazia quase impossível uma holograbación, Ki foi acusado de assassinato enquanto Maj fugia com Sylvn e o resto de seus amigos ajudados por Ephant Mon um traficante chevin que se via claramente beneficiado pela crise tecnológica. Ki-Adi-Mundi não foi preso, mas seu sabre de luz foi confiscado e o cereano tentou provar a sua própria inocência, mas Ephant Mon e Bron lhe enviaram um enorme droide mercenário chamado FLTCH R-1; o chevin achava que Ki estava chegando demasiadamente perto demais da verdade e o mais sensato era eliminá-lo. Sem seu sabre Ki não havia vencido a FLTCH R-1 mas então, no meio da batalha, chegou um mensageiro para devolver o seu sabre, enviado por um ancião, Nar-Somo-Dali¸ um dos poucos que ainda tinham confiança em Ki, e havia conseguido uma autorização para devolver o sabre através de um obscuro argumento legal da lei cereana.

Com a ajuda de Ydde, um ortolano que trabalhava para uma pequena firma de transporte, Ki-Adi-Mundi descobriu a implicância de Bron, Ephant Mon e a mesmíssima Federação do Comércio, assim como a de um ancião corrupto, Dorr-Femi-Bomi. Com medo, Ydde foi tão discreto quanto pode ao dar essa informação a Ki, mas mesmo assim foi assassinado. Enquanto isso, Sylvn observava como seu suspeito namorado Maj-Odo-Nomor volvia seu afeto a outra jovem cereana, Twin, e ela, Sylvn, começou a compreender a opinião de seu pai. Ephant tentou leva-los todos a Tatooine onde contariam com a ajuda de Jabba, o Hutt. Ki os perseguiu com a ajuda de vários dróides, incluindo G1M e o próprio FLTCH R-1 reprogramado pelo enviado da República Silais. Ki teve a oportunidade de intercepta-los no espaço, Ephant Mon e os seus homens conseguiram escapar depois que o chevin assassinou Maj a sangue frio como advertência.

Ki teve que abandonar sua busca Ephant Mon pos em perigo a vida de Sylvn e Twin, deixando-as desprotegidas durante uma tempestade de íons. Sem embargo, enquanto Ki as resgatava, G1M, baixou suas ordens e já tinha informações suficientes para responsabilizar a Federação do Comércio.

Quando Ki voltou a Cerea com as adolescentes, teve duas revelações bem vindas: que sua esposa Shea estava grávida(Ki desejava ter um filho homem, mas na realidade estva bem contente) e que o haviam nomeado para uma cadeira no Conselho Jedi, a que tinha ficado vaga após a morte do Mestre Micah Giett. Esta última não deixava de ser extraordinária pois os assentos do Conselho estão reservados apenas para os Mestres Jedi, e Ki ainda era só um Cavaleiro Jedi. Ao que parece sua sabedoria e tranqüilidade eram valorizadas por alguns dos membros que faziam parte do Conselho. Alem disso, Ki já havia sentado provisoriamente no Conselho em reuniões anteriores quando algum de seus membros estava ausente em uma missão.

Sua primeira missão para o Conselho foi viajar até Tatooine e localizar o Jedi Sharad Hett, chamado às vezes de O que Grita, O Investigador dos Mundos, O Campeão de Krmar, O Defensor de Kamparus, e O Némesis de Kimm. Hett havia desaparecido fazia mais de 15 anos, atormentado porque sua família havia sido assassinada enquanto ele salvava a galáxia junto a seu Mestre, Eeth Koth. O sabre de luz de Hett havia sido identificado na mão de um morador das areias que liderava os seus em um ataque a um assentamento humano.

O Conselho decidiu enviar a Ki-Adi-Mundi, o único que não tinha conhecido pessoalmente a Hett. A lógica atrás dessa ação era que, se Hett tivesse caído no Lado Negro, alguém que tivesse sido seu amigo, como Eeth Koth, talvez não fosse capaz de matá-lo.

Antes de partir para Tatooine, Ki foi visitado por sua antiga Mestra, a Dark Lady. Ela havia previsto perigos no futuro próximo de Ki, e decidiu advertir o cereano deles. Sem embargo, isso não alterou a resolução de Ki ir à busca de Hett.

Ki-Adi-Mundi encontrou Sharad Hett, convertido em um morador das areias, e a sua tribo nas Agulhas. Os moradores haviam ido até ali para o rito de iniciação de A’Sharad, no qual o garoto mataria seu dragão Krayt, neste caso uma fêmea. Colaboraram na caça o guerreiro tusken Rkk’tl’kt, o próprio Ki-Adi-Mundi e Sharad Hett. Ki logo ganhou a confiança dos moradores. Na realidade os moradores haviam sido manipulados por Jabba o Hutt que havia matado alguns tusken para provocar uma guerra entre tusken e humanos para vender aos humanos um excedente de armas obsoletas a preços abusivos. Ao mesmo tempo, Gardulla a Hutt, grande rival de Jabba, pretendia afundar esse plano fazendo uma mercenária contratada, Aurra Sing, matar o líder dos tusken.

As forças de Gardulla foram cercadas pelos tusken, mas Sharad Hett preparou uma nova formação e logo pos em xeque os planos da Hutt.

Mas Aurra Sing jogava com vários baralhos, e tinha contado a Jabba o plano de Gardulla, com o qual as forças deste ultimo apareceram para resgatar Gardulla, de modo que Jabba ficasse como um herói. Ao mesmo tempo Aurra Sing feria mortalmente a Sharad Hett quando este tentava atacar Gardulla. A’Sharad e Ki impediram que Aurra acabasse o trabalho, mas Sharad já estava condenado. Aurra foi embora sem levar seu cobiçado tesouro, o sabre de Sharad Hett.

A’Sharad explicou a seu agonizante pai que seu clã, e seu bantha, haviam morrido, e que ele havia decidido ir com Ki-Adi-Mundi a Coruscant, para aprender os caminhos da Força. Orgulhoso de seu filho Sharad lhe entregou o sabre de luz que ele havia construído quando era um aprendiz padawan de Eeth Koth, e depois morreu.

A’Sharad foi efetivamente o aprendiz padawan de Ki-Adi-Mundi, e lhe acompanhou na missão a Malastare que Ki compartilhou com outros cinco membros do Conselho: Mace Windu, Adi Gallia, Even Piell, Yaddle e Plo Koon. Ali A’Sharad demonstrou sua habilidade em combate. Ki esteve presente no Conselho quando o Mestre Jedi Qui-Gon-Jinn apresentou o jovem Anakin Skywalker para que fosse testado. Ki discutiu com os outros Mestres os prós e contras de aceitar o menino.

Nessa mesma reunião, Qui-Gon-Jinn sugeriu que os Sith possivelmente poderiam estar atrás do ataque contra ele. Ki-Adi-Mundi foi rápido em responder: o cereano acreditava firmemente que os Sith haviam se extinguido há um milênio atrás. Ki viajou para Naboo para o funeral de Jinn, que foi morto pelas mãos de um Sith. Sem embargo, as provas apresentadas posteriormente fizeram com que até ele tivesse que concordar: os Sith haviam voltado. Isso não impediria a Ki, de modo algum, de assistir o desfile de celebração da vitória. Ki-Adi-Mundi continuou o treinamento de A’Sharad nos caminhos da Força até que o garoto se sentiu atormentado pela hostilidade que sentia em seu interior e que segundo ele o aproximava muito do Lado Negro. A Dark Lady se ofereceu para treinar A’Sharad dali em diante, com a aprovação de Ki.

Durante a Crise Separatista que assolou a galáxia, Ki insistiu em manter-se obcecado em uma postura errada. Desta vez, não cria que o Conde Dooku estivesse por trás dos ataques separatistas. Segundo Ki, Dooku era um idealista político conhecedor das filosofias dos Jedi, pois tais atos estariam abaixo dele.

Ki-Adi-Mundi foi um dos Jedi enviados a Geonosis para libertar Obi-Wan Kenobi dos Separatistas e, se possível, discutir um acordo. Quando se desencadeou a Batalha de Geonosis, Ki teve que utilizar seu sabre de luz púrpura contra os geonosianos e suas forças robóticas. O valor e a habilidade que demonstrou Ki o transformaram em um dos poucos Jedi que sobreviveram à batalha até a chegada dos reforços clones. Mais ainda: quando estes apareceram, Ki saltou em uma canhoneira e esteve no comando das tropas clonicas durante a batalha, utilizando o soldado clone 6/298 como intermediário.

Mas inclusive um veterano Jedi como Ki-Adi-Mundi estava impressionado com o que havia visto. Em particular, o tanque aranha da Federação do Comércio que diante do impacto acabou por comentar: “É uma sorte que estas tropas clonicas não conheçam o medo”.

Com o começo das Guerras Clônicas, se fez necessário que os Mestres Jedi se transformassem em Generais do Exército da República. Ki aceitou esse cargo, e passou a tarefa de vigilante de Cerea a Tarr Seirr, um jovem Jedi cereano.

Três meses depois da Batalha de Geonosis, Ki-Adi-Mundi colaborou na defesa do planeta Lianna, onde morreu seu colega, o Mestre Duro Vookto, para salvar um pelotão de tropas. Mais tarde foram descobertas fabricas separatistas de dróides no planeta Hypori.

O Mestre Jedi Daakman Barrek e seu aprendiz padawan Sha’a Gi receberam ordens de destruí-las, acompanhados de um contingente de tropas clonicas. Mas Hypori estava protegido pelo General Grievous e uma série de defesas inesperadas que derrubaram os transportes. Só Barrek e Gi sobreviveram.

O Conselho, assustado, enviou uma equipe de Jedi para resgatar Barrek e Gi. Formariam essa equipe: Ki-Adi-Mundi, Shaak Ti, K’Kruhk, Aayla Secura e Tarr Seirr.

Mas Barrek já havia caído quando chegaram os Jedi. Grievous enviou então todos os seus superdróides de combate contra os Jedi recém chegados.

Gi logo se reuniu com o grupo de Jedi, Seirr e Ki se separaram, incapazes de resistir ao ataque de seus inimigos, e separados do resto. Ki compreendeu que diante da orla de ataques, seria impossível se reagrupar. Para sua surpresa, Grievous deteve o ataque de suas tropas. Estava tão convencido de sua vitória que deu vantagem a seus inimigos.

Ao reunir-se com o grupo, Ki tomou a liderança. K’Kruhk e Gi estavam desesperados e desejavam se render, e Ki se viu obrigado a tentar animá-los. Suas palavras começaram a fazer efeito quando as ameaças verbais de Grievous voltaram a assustá-los. Gi se desesperou, perdeu o controle e foi o primeiro a cair.

Mas caiu perante um solitário Grievous, que era provavelmente o mais poderoso inimigo que jamais haviam enfrentado. Os outros 4 Jedi atacaram ao mesmo tempo e o General Separatista logo os manteve na linha. Grievous compreendeu em seguida que Ki era seu inimigo mais perigoso, e centrou seus ataques mais poderosos nele.

Ki viu cair K’Kruhk diante do ataque de Grievous. Depois, Grievous matou Seirr e derrubou Secura. Só restavam os dois Mestres do Conselho, Ki-Adi-Mundi e Shaak Ti.

Nem mesmo atacando em conjunto conseguiram derrubar Grievous. Ao contrário, foi Grievous quem conseguiu derrubar Ki. Quando o cereano se recuperou, a togruta também havia sido derrotada. Ki tentou usar a Força para trazer a si seu sabre de luz, mas Grievous foi capaz de impedi-lo. Negando a se render, Ki pegou outro sabre de um de seus companheiros caídos e enfrentou novamente a Grievous.Curiosamente, Grievous e Ki sobreviveram a esta terrível batalha.

Ki seguiu comandando as suas tropas nas Guerras Clonicas, mas agora seu mundo estava sem vigilância. Por causa dos conflitos entre a República e os Separatistas por Cerea, muitos de seus compatriotas haviam morrido. Em particular, Ki havia perdido toda a sua família. Sem embargo, ao invés de atormentar-se, se agarra a isso para lutar com mais força ainda pela República.

Enquanto a base republicana de Jabiim passava a abastecer os Separatistas, que pagavam muito melhor, pesam as duvidas do Congresso de Jabiim. Como o planeta era demasiado pantanoso para a artilharia dezenas de Mestres Jedi e milhares de soldados clones foram enviados. Aparentemente, todos eles morreram pelas mãos dos rebeldes jabiimitas.

Um dos Mestres perdidos foi Obi-Wan Kenobi. Seu padawan, Anakin Skywalker, sobreviveu. Ki-Adi-Mundi decidiu continuar o treinamento de Skywalker, o qual o encheu de frustração em pouco tempo. Por outro lado, ironicamente, A’Sharad Hett havia terminado seu treinamento, alcançando o posto de Cavaleiro Jedi e tomando um aprendiz. Durante a batalha de Jabiim, A’Sharad havia tomado extra-oficialmente Skywalker mais como um amigo e protegido que como um segundo aprendiz, mas se dava extremamente bem com seu compatriota.

Ki-Adi-Mundi, Skywalker e a Mestra Bultar Swan seriam enviados a um planeta desértico de pouca importância chamado Aargonar, quando os Separatistas tentaram dominá-lo. As forças da República foram comandadas pelo extremante capaz A’Sharad Hett. Por desgraça, Hett foi gravemente ferido no combate, e o comando caiu automaticamente em Ki.

Ki teve que tomar uma difícil decisão: render-se ou seguir adiante. Temendo que a República sofresse outra perda como a de Jabiim decidiu continuar, mas com astúcia: as tropas deveriam aguardar dentro do Canhão Vondar durante uma tempestade de areia carregada de íons até que chegasse o momento de lançar a sua ofensiva. Assim, e com a ajuda de Skywalker, a maré bélica se voltou contra os Separatistas, e Aargonar foi salva.

Ki foi chamado a Coruscant para que informasse ao Governo o progresso da Guerra em uma reunião diante do Senado.

Na sua seguinte missão, Ki-Adi-Mundi e Skywalker deveriam se encarregar das atividades piratas no sistema Varonat. Sem embargo, enquanto chegavam ali, Skywalker sentiu a Força em seu antigo Mestre, Obi-Wan Kenobi, que continuava vivo. Segundo sua premonição Kenobi estava em Riflor. Ki-Adi-Mundi tentava em vão convencer Skywalker de que deveria se concentrar na tarefa presente, mas era tão inútil como frustrante. Finalmente Skywalker abandonou Ki para resgatar seu Mestre, convencido de que estava vivo.

Efetivamente, Kenobi havia sido capturado por Asajj Ventress e levado a Rattatak. Skywalker logo resgatou Kenobi. Ki expressou a sua alegria por voltar a ver o seu amigo, o qual acreditava estar morto, e também por livrar-se do complicado treinamento do jovem Skywalker. Ki-Adi-Mundi morreu tragicamente no planeta Mygeeto, ao ser traído por suas tropas clones durante a execução da Ordem 66.