Kit Covid

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Jair Bolsonaro segurando uma caixa de cloroquina em setembro de 2020.

O kit Covid, muitas vezes designado por tratamento precoce, é uma denominação pela qual ficou conhecida a defesa negacionista do uso de medicamentos comprovadamente sem eficácia contra a COVID-19[1][2][3][4] promovida pelo governo Jair Bolsonaro e seus adeptos.[5][6][7] Entre os principais fármacos defendidos por esse núcleo de pessoas estão cloroquina,[4][6][8] hidroxicloroquina,[4][6][9] ivermectina,[4][6][8][9][10] azitromicina,[4][6][9] bromexina,[6][10] nitazoxanida[4][6][10][11] e anticoagulantes.[6] Suplementos de zinco também foram associados ao tratamento precoce.[12][13]

Em março de 2020, logo no início da pandemia, o então presidente norte-americano Donald Trump aderiu à cloroquina e hidroxicloroquina, classificando-as como supostas drogas que poderiam "virar o jogo contra o vírus".[14] Jair Bolsonaro não tardou em adotar o discurso.[14][15][16] Nos meses seguintes, a defesa do governo brasileiro por esses medicamentos contribuiu para as saídas de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich do Ministério da Saúde,[17][18][19][20][21] além do aumento no número de infecções, hospitalizações e mortes.[22][23] O governo Bolsonaro também ordenou a produção,[16][24][25] coordenou a distribuição[26] e gastou por volta de 90 milhões de reais na compra de remédios ineficazes.[27] O Ministério da Saúde, sob a gestão de Eduardo Pazuello, ampliou o uso de azitromicina, cloroquina e hidroxicloroquina para casos leves.[28][29][30]

O kit Covid teve uma ampla repercussão negativa e foi criticado por entidades médicas e especialistas em saúde.[31][32][33] Em contrapartida, gerou confrontos de opiniões entre médicos e políticos.[34][35] Também foi pauta de judicializações e investigações de favorecimento entre agentes públicos e privados para obter lucros financeiros.[36][37]

Contexto[editar | editar código-fonte]

Empossado em janeiro de 2019, o presidente Bolsonaro sempre manteve esforços para se aproximar do então presidente norte-americano Donald Trump.[38][39] Ele elogiou Trump em várias oportunidades e se posicionou a favor de pautas de interesse dos Estados Unidos.[40][41][42][43] Em março de 2020, com o início da pandemia de COVID-19, Trump defendeu o uso da cloroquina, mencionando-a como a droga que poderia "virar o jogo contra o vírus".[14] O presidente norte-americano teria se baseado em dois estudos, sendo um deles publicado pelo instituto IHU-Méditerranée Infection. No entanto, diversos cientistas questionaram a metodologia e as diretrizes éticas do mesmo e apontaram conflitos de interesse dos autores.[14] Mais tarde, o diretor do instituto, Didier Raoult, foi denunciado pela Sociedade de Patologia Infecciosa de Língua Francesa (SPILF) por "promoção indevida de medicamento".[14] Em 29 de março de 2020, Bolsonaro afirmou: "Aquele remédio lá, hidroxicloroquina, está dando certo em tudo quanto é lugar, certo? Um estudo francês chegou para mim agora".[15]

O presidente Jair Bolsonaro e o então ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta durante uma coletiva em março de 2020.

No início da pandemia no Brasil, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta seguiu as orientações sanitárias da Organização Mundial da Saúde;[44][45] contudo, as divergências entre Bolsonaro e o ministro ficaram nítidas com o passar dos dias. O presidente defendeu publicamente o uso da cloroquina e hidroxicloroquina, além de se posicionar contra o distanciamento social.[46][47] Isto resultou na demissão de Mandetta em 16 de abril.[48] O oncologista Nelson Teich assumiu o cargo até 15 de maio de 2020,[49][50] quando solicitou demissão em decorrência do desejo do governo de ampliar o uso da cloroquina para tratar pacientes com a doença e de sua percepção de que não teria autonomia para atuar à frente da pasta.[51][52] Após a saída de Teich, o general de divisão Eduardo Pazuello assumiu o Ministério de forma interina,[53][54] sendo efetivado quatros meses depois.[55][56] A gestão de Pazuello não tardou para autorizar o uso da hidroxicloroquina para pacientes com casos leves de COVID-19.[57][58][59]

Em todo o ano de 2020, Bolsonaro e Pazuello defenderam a utilização de fármacos ineficazes.[60][61][62][63] O Governo Federal, junto do Exército Brasileiro[64][65] e do Itamaraty,[66] também coordenou a aquisição, produção e distribuição de hidroxicloroquina.[16][67][68] De acordo com a Agência Pública, o exército havia fabricado e distribuído 25 mil unidades somente no mês de março de 2020.[26] No total, foram 3,2 milhões de comprimidos produzidos naquele ano.[16]

Colapso sanitário de Manaus[editar | editar código-fonte]

Mayra Pinheiro prestando depoimento à CPI da COVID-19 em maio de 2021.

Em janeiro de 2021, com o agravamento da crise sanitária no estado do Amazonas, o Ministério da Saúde pressionou a prefeitura de Manaus para distribuir medicamentos do kit Covid.[69][70][71] De acordo com uma matéria da Folha de S.Paulo, o órgão emitiu um ofício assinado por Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, afirmando que a não utilização desses medicamentos seria "inadmissível" e solicitou autorização para visitar as Unidades Básicas de Saúde com o intuito de difundir o tratamento precoce no município.[69][72] A existência deste ofício foi originalmente negada por Pazuello, mas admitida pela própria Mayra Pinheiro.[73][74]

No mesmo período, o Ministério lançou um aplicativo de celular em caráter de teste, o "TrateCov",[75] que teria a função de auxiliar profissionais da saúde, mas acessível por qualquer pessoa.[76] O aplicativo, no entanto, sugeria a prescrição de vários medicamentos sem eficácia contra a COVID-19,[77] inclusive para recém-nascidos e animais.[78] O aplicativo saiu do ar no dia seguinte do lançamento.[79]

Em 21 de julho de 2021, o Jornal Nacional revelou a existência de documentos obtidos pela comissão parlamentar de inquérito da COVID-19 (CPI da COVID-19), que mostravam a pretensão do Ministério da Saúde em convencer médicos e doentes a usarem remédios do kit Covid.[80][81] De acordo com a reportagem, o órgão teria pago, em janeiro, a viagem de 11 médicos a Manaus para orientar os profissionais de saúde do estado para receitar remédios sem eficácia contra a COVID-19. Os enviados elaboraram relatórios que sugeriam a criação de "tendas de tratamento precoce" como uma forma de ampliar a oferta dos medicamentos e incentivar a automedicação do kit Covid.[80][81]

Gabinete paralelo[editar | editar código-fonte]

Após a instauração da CPI da COVID-19, em abril de 2021,[82][83] informações sobre a gestão do Governo Federal no combate à pandemia começaram a ser reveladas. Logo no primeiro depoimento, Mandetta revelou a existência de um "assessoramento paralelo", que mais tarde foi denominado de gabinete paralelo.[84] O objetivo deste grupo era aconselhar o Governo Federal contra a vacinação e a favor do tratamento precoce e da imunidade de rebanho.[85][86] O ex-ministro ainda alegou que sofria a concorrência, dentro do governo, de assessores, filhos do presidente e médicos que chegaram a propor um decreto para incluir na bula da cloroquina o tratamento para COVID-19,[87][88][89] relato confirmado pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.[90][91][92] Com o decorrer das investigações, os nomes do deputado federal Osmar Terra, do ex-assessor do governo Arthur Weintraub, da médica Nise Yamaguchi e do empresário Carlos Wizard foram mencionados pela comissão como possíveis integrantes do gabinete paralelo.[93][94] Documentos da Casa Civil mostraram que pessoas mencionadas como possíveis integrantes do gabinete paralelo participaram de ao menos 24 reuniões para tratar de estratégias do governo no combate à pandemia.[94]

Em 4 de junho de 2021, o sítio Metrópoles divulgou um vídeo de uma reunião de Bolsonaro com alguns profissionais da saúde, entre eles Osmar Terra, Nise Yamaguchi o virologista Paolo Zanotto.[95] Este último chegou a propor a criação de um "shadow cabinet" (gabinete das sombras em tradução literal) para aconselhar o governo sobre a pandemia.[96][97] Na reunião, os profissionais também apresentaram ao presidente opiniões contrárias às vacinas e favoráveis à hidroxicloroquina.[96]

Interferência política na Conitec e nota do Ministério da Saúde[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2021, o Ministério da Saúde, sob a gestão de Marcelo Queiroga, admitiu a ineficácia do kit Covid.[98][99][100] ​Esta decisão baseou-se numa análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), um órgão de assessoramento do Sistema Único de Saúde (SUS).[101] No entanto, Bolsonaro e outros integrantes do governo continuaram defendendo o uso do tratamento precoce.[102][103][104] Em 21 de setembro de 2021, o presidente usou a 76.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada em Nova Iorque, para defender o ineficaz tratamento precoce.[105][106][107][108]

Em outubro de 2021, a Conitec retirou de sua pauta a análise dum estudo contrário ao uso de cloroquina em pacientes de COVID-19.[109] O Ministério da Saúde justificou que o próprio grupo de especialistas decidiu retirar o documento de pauta para aprimorar o relatório; contudo, esse adiantamento causou surpresa nos integrantes do órgão e levantou suspeitas duma possível interferência política.[110][111] De acordo com informações da rádio CBN, Bolsonaro teria se irritado com as informações técnicas que constavam no documento e com a iminente posição da Conitec contrária ao “tratamento precoce”. Por conseguinte, Bolsonaro pressionou o Ministério da Saúde por mudanças no relatório.[111]

Em 7 de dezembro de 2021, a Conitec aprovou um parecer que não recomenda o uso da cloroquina, azitromicina, ivermectina e outros medicamentos sem eficácia como tratamento para a COVID-19.[112][113][114] Com a aprovação, o relatório foi encaminhado para a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;[115] contudo, barrado pelo secretário Hélio Angotti Neto.[116][117] Na ocasião, o Ministério da Saúde também emitiu uma nota que classificou falsamente a hidroxicloroquina como eficaz e a vacinação como ineficaz contra a COVID-19.[118][116]

A nota teve uma repercussão amplamente negativa, sendo repudiada por especialistas e entidades científicas.[119][120][121] Cinco dias depois, o Ministério retirou a tabela com informações falsas, mas manteve a decisão em rejeitar as diretrizes da Conitec.[117]

Os fármacos[editar | editar código-fonte]

Cloroquina e hidroxicloroquina[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Cloroquina e Hidroxicloroquina
Fórmulas estruturais de cloroquina (esquerda) e hidroxicloroquina (direita), fármacos sem eficácia contra a COVID-19.

Cloroquina e hidroxicloroquina são medicamentos usados em tratamento e profilaxia de malária,[122] além do tratamento de artrite reumatoide e lúpus eritematoso.[122] Os dois são medicamentos de administração oral.[122] A cloroquina apresenta efeitos adversos mais comuns, tais como problemas musculares, perda de apetite, diarreia e erupções cutâneas.[122] Entre outros efeitos adversos mais graves estão problemas com a visão, danos musculares, crises epilépticas e baixa concentração de células sanguíneas.[122] Já as reações adversas comuns da hidroxicloroquina são vômitos, dores de cabeça, alterações na visão e fraqueza muscular.[123] Os efeitos colaterais graves podem incluir reações alérgicas, problemas de visão e arritmia cardíaca.[123][124]

Os dois fármacos aumentam o pH endossomal e inibem a fusão do SARS-CoV-2 com as membranas das células hospedeiras.[4][125] A cloroquina também age inibindo a glicosilação da enzima conversora da angiotensina 2, que pode interferir na ligação do coronavírus ao receptor celular.[126] Estudos in vitro sugeriam que os medicamentos podem bloquear o transporte de SARS-CoV-2 dos endossomos iniciais para os endolisossomos, possivelmente impedindo a liberação do genoma viral.[127]

No entanto, apesar de demonstrar atividade antiviral em alguns sistemas in vitro, a hidroxicloroquina não reduziu as cargas virais do trato respiratório superior ou inferior e tampouco demonstrou eficácia clínica.[128] Dois ensaios clínicos randomizados realizados no Brasil e Reino Unido evidenciaram que os medicamentos não melhoraram os desfechos clínicos dos pacientes leve a moderado do que entre aqueles que receberam o tratamento padrão. O uso de hidroxicloroquina também não reduziu o risco de morte ou ventilação mecânica.[129][130]

Ivermectina[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Ivermectina
Fórmula estrutural da ivermectina.

A ivermectina é um fármaco usado no tratamento de vários tipos de infestações por parasitas.[131] Entre elas estão a infestação por piolhos, sarna, oncocercose, estrongiloidíase, tricuríase, ascaridíase e filaríase linfática.[131][132][133][134] Em infestações externas, pode ser administrada por via oral ou aplicada na pele.[131][135] O medicamento atua interferindo na função nervosa e muscular dos parasitas,[136][137] aumentando a permeabilidade da membrana celular do parasita, o que resulta na sua paralisia e morte.[137][131] Nos mamíferos, incluindo os humanos, a estrutura não permite que a droga ultrapassa a barreira hematoencefálica.[137] Os efeitos secundários mais comuns são olhos vermelhos, pele seca e sensação de queimadura.[131]

In vitro, a ivermectina apresentou efeitos antivirais contra vários vírus distintos de RNA de cadeia simples e senso positivo, incluindo o SARS-CoV-2.[138] Estudos subsequentes e preliminares demonstraram que a ivermectina poderia inibir a replicação de SARS-CoV-2 em cultura de células de rim de macaco, células genéricas;[139][140] contudo, atingir as concentrações plasmáticas necessárias para a eficácia antiviral detectada in vitro exigiria a administração de doses até 100 vezes maiores do que as aprovadas para uso em humanos.[141][142][143][144]

Os resultados de vários ensaios clínicos randomizados e estudos retrospectivos do uso de ivermectina em pacientes com COVID-19 não permitem uma conclusão. Alguns estudos clínicos não mostraram benefícios ou piora da doença após o uso,[145][146][147][148] enquanto outros indicaram menor tempo das manifestações da doença,[149][150][151][152] redução dos quadros inflamatórios,[150][151] menor tempo à depuração viral,[145][150] ou taxas de mortalidade mais baixas.[145][150][152] Apesar disso, a maioria desses estudos apresentava informações incompletas e limitações metodológicas significativas, que dificultam a exclusão de confusões por causas comuns.[153]

Azitromicina[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Azitromicina
Fórmula estrutural da azitromicina.

A azitromicina é um antibiótico usado no tratamento de infeções bacterianas.[154] Entre as indicações mais comuns estão o tratamento de otite média, faringite estreptocócica, pneumonia, diarreia do viajante e outras infeções intestinais.[154] Pode também ser usada no tratamento de várias infeções sexualmente transmissíveis, incluindo clamídia e gonorreia.[154] Em associação com outros fármacos, pode também ser usada no tratamento de malária.[154] Pode ser administrada por via oral ou intravenosa.[154] Os efeitos adversos mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia e indisposição no estômago.[154] Entre outros possíveis efeitos adversos, menos comuns, estão reações alérgicas, como anafilaxia, QT longo ou um tipo de diarreia causado por Clostridium difficile.[154]

O antibiótico começou a ser estudado em conjunto com outros medicamentos como alternativas de combate ao vírus da COVID-19.[155][156] Testes preliminares in vitro sugeriam alguma efetividade contra o vírus,[157][158] ​mas as evidências eram poucas e de baixa qualidade.[158][159] Testes clínicos controlados posteriores não confirmaram a presumida eficiência e um estudo mostrou que seu uso pode deteriorar a função renal em alguns pacientes.[160][161][162][163]

Distribuição e judicialização[editar | editar código-fonte]

Os medicamentos foram amplamente distribuídos e apoiados pelo governo federal.[26] O Exército Brasileiro, sob orientação do Ministério da Saúde, produziu em 2020 mais de 3,2 milhões de comprimidos de cloroquina[164] e distribuiu 2,9 milhões para estados, municípios e hospitais militares.[165] Segundo a jornalista e comentarista da GloboNews, Ana Flor, o valor de distribuição corresponde um aumento de 11 vezes em relação aos anos anteriores.[166] Em fevereiro de 2021, o ministro do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler, autorizou um ofício que exigia explicações sobre a distribuição de cloroquina por parte destes órgãos federais.[167][168][169]

O território brasileiro registrou casos de pressão e coação em benefício da adoção do kit Covid. Um levantamento da Frente Nacional de Prefeitos mostrou que os gestores sofreram pressões de Câmaras Municipais para adquirirem os medicamentos e projetos de lei chegaram a ser aprovados.[170][171] Empresas também foram responsáveis por distribuir o Kit Covid a funcionários.[172] No âmbito legal, a Justiça Federal determinou a interrupção das campanhas de incentivo ao uso do kit Covid por parte do governo federal.[173][174][175] Segundo a decisão da juíza Ana Lúcia Petri Betto, a Secretaria Especial de Comunicação Social foi obrigada a se abster de "patrocinar ações publicitárias, por qualquer meio que seja, que contenham referências, diretas ou indiretas, a medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19, especialmente com expressões como ‘tratamento precoce’ ou ‘kit-covid’ ou congêneres".[176] Já o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul proibiu a distribuição dessas drogas em Porto Alegre.[177][178]

Caso Prevent Senior[editar | editar código-fonte]

Na rede privada, o convênio de saúde Prevent Senior distribuiu o kit Covid de forma generalizada,[179] inclusive via correio.[180][181] No entanto, a empresa virou pivô de um dos maiores escândalos médicos após denúncias por condutas antiéticas e anticientíficas.[182][183] De acordo com um dossiê, a Prevent Senior obrigou médicos a receitar remédios sem eficácia contra a Covid-19[184][185][186] e ocultou mortes em um estudo sobre cloroquina divulgado e enaltecido pelo presidente Bolsonaro.[187][188] O estudo, formulado pela Prevent Senior em 2020 e com resultado inconclusivo, afirmou que o uso de hidroxicloroquina e azitromicina reduzia as internações em pacientes com suspeita de COVID-19, mas recebeu críticas negativas por conta de erros na amostragem e diversos problemas metodológicos.[189] Em abril de 2020, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) emitiu um parecer considerando o estudo da Prevent Senior como fraude científica.[190] De todo modo, os dados foram usados pelo presidente Jair Bolsonaro para celebrar a suposta eficácia do kit Covid.[187]

O dossiê elaborado de forma anônima por médicos e ex-médicos da empresa denunciou que a mesma ocultou mortes deste estudo e que administrava os medicamentos do kit Covid sem consultar pacientes e familiares.[191] Uma reportagem da GloboNews teve acesso à planilha com os nomes e as informações de todos os participantes do estudo. Nove deles morreram durante a pesquisa, mas os autores só mencionaram duas mortes.[187] Logo após a reportagem da GloboNews, os jornais O Estado de S. Paulo e O Globo divulgaram informações de que o Governo Federal, através do Gabinete Paralelo, tinha ciência dos acontecimentos da Prevent Senior.[192][193] Por conseguinte, a empresa começou a ser investigada pela CPI da COVID-19, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pelo Ministério Público de São Paulo e pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).[194][195]

Em 29 de novembro de 2021, o convênio assumiu a associados que a divulgação da eficácia do kit Covid não correspondia "efetivamente a uma pesquisa científica, limitando-se a dados obtidos internamente para fins estatísticos, sem qualquer tipo de viés científico". No mesmo comunicado, a Prevent Senior também assumiu que não obteve autorização do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa para realizar quaisquer estudos científicos.[196][197][198][199]

Caso Hapvida[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2021, a operadora Hapvida, um dos maiores convênios privados de saúde do país, foi acusada de pressionar médicos para cumprirem metas de prescrição do kit Covid.[200][201] De acordo com uma reportagem do jornal O Globo, a empresa orientou seus funcionários para "aumentar consideravelmente" a prescrição de cloroquina e "fazer o convencimento" dos pacientes de que esse era o melhor tratamento a ser adotado, mesmo com a sua ineficácia comprovada. Os médicos que se recusaram foram incluídos numa espécie de lista que envolvia punições como advertência e mudanças na escala de plantão.[202] Em nota, a Hapvida afirmou que, "no passado, havia um entendimento de que a hidroxicloroquina poderia trazer benefícios aos pacientes", negou que obrigava a prescrição do kit Covid e destacou que a adoção da hidroxicloroquina foi "sendo reduzida de forma constante e acentuada".[202]

No mesmo período, a jornalista d'Globo, Malu Gaspar, publicou em seu blogue uma reportagem de Johanns Eller informando que os médicos da Hapvida coagidos receberam um material em defesa da cloroquina atribuído à médica Nise Yamaguchi. O documento, formado por 33 slides, usou de argumentos falaciosos e estudos amplamente questionados pela comunidade científica para defender o tratamento precoce.[203]

Impactos[editar | editar código-fonte]

Na saúde[editar | editar código-fonte]

Os efeitos colaterais e o uso generalizado dessas drogas causaram lesões e danos em rins e fígado, além de arritmia cardiáca.[204] Os hospitais brasileiros começaram a identificar casos de hepatite medicamentosa,[205][206][207][208] o que resultou no aumento da fila de transplantes hepáticos.[209][210][211] O país também começou a registrar falecimentos em decorrência do uso de cloroquina e hidroxicloroquina,[212][213][214] sendo que em alguns casos a vítima foi tratada com os fármacos sem ciência ou autorização da família.[215][216][217]

De acordo com alguns especialistas, o Kit Covid ainda apresenta um efeito indireto ao gerar uma falsa sensação de segurança na população, provocando o relaxamento das medidas sanitárias realmente efetivas.[23][21] A falsa segurança também tende a retardar a procura por atendimento médico.[23][21] Já o uso generalizado de antibióticos, como a azitromicina, pode aumentar a resistência antimicrobiana.[218][219][220]

Notícias falsas[editar | editar código-fonte]

O Kit Covid também foi pauta de notícias falsas propagadas por perfis apoiadores do governo nas redes sociais.[221] Em geral, tais notícias tinham como objetivo desmentir a ineficácia comprovada dos medicamentos do Kit Covid.[221][222] O Brasil, inclusive, foi o país que mais registrou informações falsas sobre cloroquina em 2020.[221]

Por essa razão, inúmeros sítios e entidades publicaram esclarecimentos sobre tais informações, como o periódico Aos Fatos,[223] o portal G1,[224][225][226] o jornal da Universidade de São Paulo,[227] o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade,[228] e até mesmo a Fundação Oswaldo Cruz.[229]

Financeiro[editar | editar código-fonte]

O governo Bolsonaro foi responsável por coordenar compras, distribuições e propagandas do Kit Covid. De acordo com um levantamento da BBC Brasil, a aquisição desses fármacos custou quase 90 milhões de reais.[27][230] Já a distribuição de hidroxicloroquina e azitromicina em farmácias populares custou por volta de 250 milhões de reais.[231] O governo também gastou cerca de 23 milhões de reais em propagandas,[232][233] sendo 1,3 milhão usado para financiar influenciadores digitais.[234]

A comercialização desses medicamentos indicados para o tratamento precoce aumentou e alavancou o setor farmacêutico no Brasil.[235] A Anvisa informou que a comercialização de ivermectina cresceu 628% em 2020 na comparação com o ano anterior. Em 2019, o medicamento havia vendido cerca de sete mil embalagens; contudo, as desinformações durante a pandemia fez com que o número subisse para 56 mil embalagens.[236] Um levantamento do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), com base em dados da consultoria americana IQVIA, apontou que a venda da ivermectina teve um aumento de 829% em 2020, aumentando de 44,4 milhões de reais em 2019 para 409 milhões de reais em 2020.[237] No mesmo período, a venda de cloroquina subiu 47%,[236] o que resultou em um aumento na receita de 55 milhões para 91,6 milhões de reais.[237] Já as empresas farmacêuticas registraram um crescimento significativo no faturamento com as vendas de cloroquina.[238]

O impacto financeiro do Kit Covid resultou em suspeitas de favorecimento entre agentes públicos e privados com o objetivo de lucrar financeiramente com a pandemia da Covid-19.[36][37] A Vitamedic, uma das fabricantes do medicamento ivermectina no país, patrocinou um manifesto da associação Médicos pela Vida em defesa do tratamento precoce.[239][240][241][242]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Posicionamentos de entidades e especialistas[editar | editar código-fonte]

Sede da OMS em Genebra, Suíça.

As principais agências de saúde reprovaram ou desaconselharam o uso dos fármacos integrantes do Kit Covid. A Solidarity Therapeutics Trial, uma plataforma coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), concluiu a ineficácia da hidroxicloroquina no tratamento da doença. Os resultados foram obtidos após um dos maiores ensaios randomizados do mundo.[243][244][245] Em 2 de março de 2021, a OMS publicou uma diretriz na qual pede fortemente que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da COVID-19.[246][247][248][249] A agência também se manifestou recomendando que a ivermectina não seja usada em pacientes de COVID-19, salvo nos ensaios clínicos.[250][251] De acordo com a entidade, o estudo que revisou dados de dezesseis ensaios clínicos randomizados afirmou que os dados disponíveis não permitem concluir a eficácia do fármaco devido às limitações metodológicas.[250] Os fármacos também foram desaconselhados por outros órgãos e entidades de suma relevância, tais como: a Agência Europeia de Medicamentos,[252][253] a Food and Drug Administration[254][255] e a Anvisa.[256][257] Em fevereiro de 2021, a Merck Sharp and Dohme, farmacêutica que desenvolveu a ivermectina, publicou um comunicado oficial reforçando a tese de que não há evidências científicas da eficácia do fármaco no tratamento da COVID-19 em testes pré-clínicos.[258][259]

No Brasil, 81 entidades médicas divulgaram um documento no qual defendem que os medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19 devem ter sua utilização "banida".[260][261][262] A manifestação ocorreu em um boletim do Comitê Extraordinário de Monitoramento da Covid-19, grupo liderado pela Associação Médica Brasileira (AMB).[263][264] Em contrapartida, o Conselho Federal de Medicina autorizou a prescrição médica dos medicamentos do Kit Covid ainda em 2020.[265] Esta contradição entre a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina foi indicada pelo jornal O Estado de S. Paulo como um exemplo da influência da polarização promovida por Bolsonaro nas entidades de classe.[266]

"Para cloroquina e hidroxicloroquina, nós temos mais de 30 trabalhos feitos no padrão ouro que mostram que esses medicamentos não servem para covid-19. Para ivermectina, nós temos trabalhos também que demonstram que não serve e uma série de trabalhos que são muito malfeitos e muito inconclusivos."

Pasternak.[265]

Discorrendo sobre o assunto, a microbiologista Natalia Pasternak ressaltou que existem vários tipos de estudos científicos que têm sido reportados para tentar validar o uso do chamado Kit Covid ou tratamento precoce. Segundo ela, os melhores estudos nessa área mostram que vários componentes desse kit já foram desmentidos.[265] Já o cientista e médico Drauzio Varella considerou a prescrição de remédios sem eficácia comprovada "uma irresponsabilidade".[267] Ele também afirmou que essa discussão sobre tratamento precoce foi "armada para desviar a atenção" e uma estratégia de Bolsonaro para disseminar o vírus: "O que ele podia dizer? 'Pode ir à rua, não seja maricas, forme aglomerações. Mas se você ficar doente, pode ser que você não ache vaga na UTI'. Ele não poderia dizer isso, não é mesmo? Então qual foi a estratégia? Se você ficar doente e pegar o vírus, faça o tratamento precoce com cloroquina ou ivermectina."[268]

O cientista e médico Miguel Nicolelis criticou o presidente Bolsonaro por ofender de "canalhas" os opositores do tratamento precoce: "Enquanto mundo usa a ciência para escapar da pandemia, no Brasil os cientistas são tachados de canalhas", lamentou. Ele complementou: "são os cientistas canalhas que vão tirar o Brasil dessa crise infernal" e comparou o número de vítimas brasileiras pela doença com o número de vítimas da Batalha de Stalingrado.[269]

Na política[editar | editar código-fonte]

O Kit Covid foi considerado mais uma tentativa de Bolsonaro de minimizar a gravidade da pandemia e polarizar o assunto.[270] Esta ação foi bem sucedida já que resultou em embates na classe política que impactaram em estados e municípios,[271][272][35] além de dificultar a adoção de políticas públicas no combate à pandemia.[273] Bolsonaro, por sua vez, reiterou o incentivo por esses medicamentos[274] e chegou a ofender os opositores de "canalhas".[275][276][277]

Na política, líderes da oposição criticaram o discurso de Bolsonaro[278] e solicitaram investigações.[279][280] No Senado Brasileiro, o líder da oposição Randolfe Rodrigues, além dos senadores Renan Calheiros e Humberto Costa deixaram a sessão da CPI da Covid com os médicos infectologistas convidados para falar na comissão a favor do tratamento precoce.[281] Por outro lado, a base congressista de apoio ao governo defenderam o Kit Covid.[282] Os senadores Luis Carlos Heinze e Jorginho Mello citaram, respectivamente, os municípios de Rancho Queimado e Chapecó como exemplos positivos do tratamento precoce.[283][284] No entanto, as taxas de letalidade e internações nesses dois municípios continuaram dentro o padrão.[285][286][287]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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