Kito Junqueira

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Heráclito Gomes Pizano, mais conhecido como Kito Junqueira (São Paulo, 15 de maio de 1948) ( 71 anos ) é um ator e político brasileiro. Cursou a Escola de Artes Dramáticas de São Paulo e a Universidade de Nova York. Convidado pelo Partido Verde, Kito Junqueira foi eleito deputado estadual de São Paulo nas eleições de 1994 como fenômeno de votos. Tem uma filha, Natalia Alvarez Pizano. Casou-se com Maria Santos Pizano, em 2016.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início da carreira e posterior vida profissional[editar | editar código-fonte]

Kito Junqueira começou a carreira na antiga TV Tupi de São Paulo, em 1973, atuando na novela "As Divinas... e Maravilhosas". Na mesma emissora ainda fez outros trabalhos como "Vila do Arco", em 1975, e "Tchan, a Grande Sacada", em 1976. Em 1977 foi para a TV Globo, onde atuou em "Espelho Mágico", e, em 1978, participou de "Te Contei?". Em 1979 retorna para Tupi e participa da última novela da emissora: "Como Salvar Meu Casamento".

Já na década de 1980 foi contratado pela TV Bandeirantes, onde atuou em "Cavalo Amarelo", em 1980; "Os Adolescentes", em 1981; "Ninho da Serpente" e "O Campeão", ambas de 1982. Ainda na TV Bandeirantes, em 1983, Kito também dirigiu a novela “Maçã do Amor”, supervisionado por Roberto Talma.

Após estes trabalhos seguidos na Tv Bandeirantes, Kito Junqueira trabalhou em várias emissoras, "Vereda Tropical", em 1984, pela TV Globo; "Jogo do Amor", em 1985, pelo SBT; "Tudo ou Nada", em 1986, pela TV Manchete, "Chapadão do Bugre", em 1988, pela TV Globo; e “Pantanal", em 1990, pela TV Manchete.

Cinema e teatro[editar | editar código-fonte]

No cinema, Kito Junqueira participou de filmes como "Eternamente Pagu", "La Lona", “Topografia de um Desnudo" e um documentário sobre a vida do jornalista Paulo Francis, seu amigo.

No Teatro, Kito atuou na peça "Bent" onde, por sua produção e atuação, Kito recebeu os prêmios Troféu APCA, Prêmio Molière e Troféu Mambembe, criado pelo Ministério da Cultura do Brasil. Ainda atuou, entre outras peças, em "O Encontro de Descartes" (Prêmio Revelação de Ator), "Falemos Sem Calça" (de Guilherme Gentile, sob a direção de Antonio Abujamra), "Não Explica Que Complica" (sob direção de Alexandre Tenório), "A Herdeira", "O Monta Cargas", "As Cinzas da Mamãe" e "O Último Encontro".[1]

Período pessoal difícil e a volta à carreira artística[editar | editar código-fonte]

Em 2003, o ator enfrentou problemas de depressão ao separar-se da esposa e viver um drama especial: a morte da ex-mulher, a advogada Lúcia Alvarez, mãe de sua filha Natália, que foi vítima de um sequestro relâmpago e assassinada em 23 de fevereiro de 2003; seis meses depois deste episódio, a publicitária Márcia Bini, com quem o ator estava casado havia 18 anos, pediu a separação. [2] Depois de um ano em depressão, Kito voltou ao trabalho em 2004, protagonizando a peça "O que Leva Bofetadas", dirigida por Antônio Abujamra.

Em 2006, depois de estar afastado da TV desde 1998, quando fez participações especiais no Você Decide e na novela "Por Amor", da Rede Globo, Kito Junqueira voltou ao vídeo no papel do político Laércio de "Cidadão Brasileiro", trama assinada por Lauro César Muniz, na TV Record. Ainda na Record, também fez participações especiais nas novelas "Vidas Opostas" e “Chamas da Vida” e apresentou o programa "Acredite se Quiser". Em 2009, Kito se destacou na série da Record, “A Lei e o Crime”, onde interpretou Ari, um inspetor policial sem escrúpulos.

Em 2008, Kito atuou na peça “Desencontros Clandestinos”, ao lado de Eliete Cigaarini.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Apresentador[editar | editar código-fonte]

Ator[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Kito Junqueira». Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. 23 de fevereiro de 2017. Consultado em 3 de agosto de 2018 
  2. «Superação em família». Revista IstoÉ Gente. 14 de agosto de 2006. Consultado em 3 de agosto de 2018 


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