Klabin

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Klabin
Klabin.svg
Razão social Klabin S/A
empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: KLBN3, KLBN4, KLBN11
OTCQX: KLBAY
Atividade papel e celulose
Gênero sociedade anônima
Fundação 1899 (120 anos)
Fundador(es) Maurício Freeman Klabin
Salomão Klabin
Hessel Klabin
Miguel Lafer
Sede São Paulo, SP, Brasil
Locais 17 unidades industriais no Brasil, distribuídas por oito estados, e 1 na Argentina
Presidente Cristiano Cardoso Teixeira[1]
Produtos papel
manejo florestal
embalagens
sacos industriais
Acionistas Grupo Monteiro Aranha (59%)
Klabin Irmãos & Cia (20%)
Valor de mercado Aumento R$ 23,126 bilhões (Set/2015)[2]
Lucro Aumento R$ 730,3 milhões (2014)[3]
LAJIR Aumento R$ 2,243 bilhões (2014)
Faturamento Aumento R$ 4,894 bilhões (2014)[4]
Website oficial www.klabin.com.br

Klabin S/A é uma empresa brasileira, maior produtora e exportadora de papéis do país, com foco na produção de celulose, papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, além de comercializar madeira em toras. É controlada pela Klabin Irmãos & Cia, com participação acionária de 61%, e o Grupo Monteiro Aranha, com 9%, e organizada em quatro unidades de negócios (Florestal, Celulose, Papéis e Conversão) certificados pelo Forest Stewardship Council (FSC).[5]

Conta com 18 unidades industriais, sendo 17 no Brasil, distribuídas por oito estados, e uma na Argentina. Possui três unidades florestais, sendo no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo. Mantém também 14 escritórios distribuídos em várias regiões do Brasil.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Início e origens[editar | editar código-fonte]

A história da Klabin inicia-se com a chegada de duas famílias de imigrantes lituanos ao Brasil; os Klabin e os Lafer.[7] Maurício Freeman Klabin[8] desembarcou no país em 1889 e fundou, em 1890, a empresa M.F.Klabin & Irmão[9], uma tipografia. Os Lafer chegam ao pais em 1894 e a relação entre estas duas famílias, além de serem lituanos de nascimento, seria o fato de uma das irmãs de Maurício ser esposa de um dos Lafer. Assim, enraizados pelo país natal e familiarmente, em 1899, irmãos e primos da Lafer-Klabin, fundaram na cidade de São Paulo, a Kablin Irmãos & Cia. (KIC)[7], uma loja, oficina de fabricação e importadora de artigos de escritórios e tipografia.[10]

Em 1902, a KIC arrenda a Fábrica de Papel Paulista, em Itu, com o fim do contrato em 1907. Em 1909, a KIC constitui sua primeira fábrica, a Companhia Fabricadora de Papel, que começa a operar somente em 1914 e já na década de 1920, torna-se uma das maiores fabricantes do setor em solo brasileiro.[7] Em 1920 abre-se o escritório da Klabin Irmãos e Cia. no Rio de Janeiro, então capital do Brasil.[5]

Década de 1930 e 1940[editar | editar código-fonte]

Nos anos de 1930, o grupo passa a ser administrado pelos primos Wolff Kadischewitz Klabin (1880-1957), Horácio Lafer e Samuel Klabin[10] (segunda geração de gestores das famílias[11]) e é a partir deste período que ocorre a ascensão do grupo Klabin, com a expansão no setor papeleiro e a diversificação dos negócios, como o arrendamento da Manufatura Nacional de Porcelanas S/A, em 1931.[7][11][5]

Em 1934, foi fundado a Klabin do Paraná[7] (Indústrias Klabin do Paraná de Celulose[9]) e iniciada a instalação de uma fábrica na Fazenda Monte Alegre (localizada em Tibagi, nesta época), que era de propriedade de uma empresa francesa falida e esta repassou seus ativos para o Banco do Estado do Paraná, com a intenção de saldar suas dívidas. Com a ajuda do interventor do estado, Manuel Ribas (que era amigo de Wolf Klabin), o Grupo Klabin recebeu todo o apoio necessário para a construção da fábrica, com a intenção de produzir papel jornal (anos depois, produzirá também, papel kraft). Getúlio Vargas visitou as obras de construção da fábrica em 1943 e em 1946 a fábrica iniciou suas atividades.[10][11][5]

Década de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

O Grupo passou a investir na produção de raiom com a aquisição de parte da Rilsan Brasileira S/A[9], em 1951, e em novos setores industriais, como na aquisição da Companhia Universal de Fósforos,[9] em 1955, em São Paulo. Em 1953 foi inaugurado, com a presença do próprio presidente Getúlio vargas, a Usina Hidrelétrica Presidente Vargas, no Paraná, construído e administrado pela Klabin. No setor de transporte, inaugurou em 1959 o Bonde Aéreo.[5]

Em 1961 a Unidade Vila Anastácio, na época, passou a ter a capacidade de produção de papel ondulado considerada a maior da América Latina.[5] Em 1963 foi inaugurada a máquina de papel nº 6 (Projeto de Expansão III) da Unidade Monte Alegre, na ocasião, o presidente João Goulart, junto com demais autoridades, visitou a fábrica.[5]

Em 1969 foi dado início as atividades da fábrica de papel kraft e celulose de fibra longa Papel e Celulose Catarinense (PCC), em Lages (SC). A unidade foi pioneira no país em branqueamento de celulose por dióxido de cloro.[5]

Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Em 1973 foi dado início a produção da Papelão Ondulado do Nordeste (Ponsa), em Goiana (PE), pioneira na fabricação de celulose a partir do bagaço de cana.[5] Em Lages foi dado início a Celucat Artes Gráficas, para produção de sacos e envelopes.[5]

Em 1979 foi criado o Parque Ecológico Samuel Klabin, localizado na Fazenda Monte Alegre, com uma área de aproximadamente 11 mil hectares, sendo que 71% são formados de florestas naturais.[5]

Ainda em 1979, a empresa passou a adotar a profissionalização administrativa em suas empresas e logo após, cada família criou uma holding, que individualmente, determinava um integrante para representá-los no conselho geral. Foi estabelecido então o Conselho de Administração e a abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo.[5] Nos anos seguintes o Grupo adaptou-se e modernizou-se em relação a gestão administrativa, em face a expansão do seu poderio industrial, com a multiplicação de empresas em solo nacional e os diversos investimentos internacionais.[7][9][5]

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Em 14 de fevereiro de 1980 foi celebrado oficialmente a conclusão do Projeto IV, do programa de modernização e expansão da produção de papel das Indústrias Klabin do Paraná. Participaram da ocasião o presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo, o governador do Paraná Ney Braga, na companhia de demais autoridades federais, estaduais e municipais, em Telêmaco Borba.[5]

Em 1984 foi criado o Programa de Fitoterapia da Klabin, com o objetivo de produzir produtos fitoterápicos, utilizando-se de espécies botânicas nativas. O Programa foi o primeiro no mundo relacionado ao manejo de produtos florestais não madeireiros certificado pelo Forest Stewardship Council (FSC) em 1999. O acervo de flora local da empresa já contabilizou 2.249 exemplares de espécies confirmadas taxonomicamente, das quais 1.078 foram coletados somente na Fazenda Monte Alegre, de 150 famílias botânicas diferentes. No acervo, as espécies correspondem em 628 arbóreas, 939 arbustivas, 682 herbáceas e as demais em revisão. A origem das exsicatas provém de várias regiões da Fazenda Monte Alegre, de Telêmaco Borba (76%) e outros municípios do Paraná, e, em menor escala, de outros estados do Brasil. Em relação as exsicatas coletadas em Telêmaco Borba, 93% são da Fazenda Monte Alegre e 7% de outros locais do município.[5]

Em 1989 no Parque ecológico foi criado o Criadouro Científico, dedicado à conservação e ao estudo de comportamentos das espécies de fauna. Também o Centro de Interpretação da Natureza Frans Krajcberg, espaço destinado ao desenvolvimento de atividades dos projetos de educação ambiental, apresenta um acervo museológico, com peças zoológicas e botânicas para transmitir conhecimentos da biodiversidade da região.[5]

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 1995, a então denominada IKPC - Indústrias Klabin de Papel e Celulose S.A. adquiriu participação da Votorantim na KIV Participações S.A. (sociedade constituída pelas empresas Klabin S.A., Parisa Participações S.A. (Grupo Iochpe) e S.A. Indústrias Votorantim).[5]

Em 1997 em joint venture com a Kimberly-Clark, é criada a KCK Tissue S.A. , para a produção de papéis sanitários na Argentina. Nesse ano, acontece também a separação das Unidades de Negócio Embalagens e Descartáveis. Já em maio de 1998, a Klabin e a Kimberly Clark formaram uma joint venture denominada Klabin Tissue S.A., com participações iguais, atuando no mercado de papéis sanitários do Brasil. A Klabin liderava o mercado brasileiro com marcas tradicionais de papel higiênico, bem como de toalhas de cozinha, guardanapos e lenços de papel. A empresa se tornou a Klabin Kimberly S.A..[5]

Em 1998 é criado pela Portaria 182 do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) a RPPN Estadual Fazenda Monte Alegre, área de 3.852 hectares.[5] Ainda em 1998 as florestas da Klabin são certificadas pelo FSC, sendo a primeira empresa das Américas do setor de celulose e papel a receber a certificação. Já na Unidade de Piracicaba é inaugurada a máquina de reciclagem da TetraPak.[5]

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Em 2000, passou a deter, 99% das ações de Klabin Riocell S.A. (atualmente Klabin S.A.).[5] Em julho de 2000 adquiriu a fabricante brasileira de papéis e caixas de papelão Igaras (Igaras Papéis e Embalagens) por 918 milhões de reais, com três unidades: Otacílio Costa (SC), Ponte Nova (MG) e Angatuba (SP). Na época da aquisição a Klabin aumentou a sua participação no mercado de caixas papelão do brasileiro de 18% para 30%.[12] Em 2001 com a reestruturação aplicada na companhia, passa a adotar a marca Klabin S.A..[5]

Em 17 de outubro de 2002 foi criado o Herbário Klabin, com o objetivo de pesquisar e analisar espécies botânicas nas áreas florestais da empresa, bem como identificando, classificando e estudando as características morfoanatômicas das espécies.[13]

Em 2003 o grupo decide encerrar a produção de papel imprensa e no ano de 2008, é inaugurado o Projeto de Expansão MA - 1100, na Unidade Monte Alegre (PR).[5] A unidade passa a se posicionar entre as dez maiores fábricas de papel do mundo e a Klabin entre os seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens.[14]

Década de 2010 e atualidade[editar | editar código-fonte]

Em 2011 a Arauco Forest Brasil, subsidiária da Celulosa Arauco y Constitución, anunciou junto com a Klabin a compra de uma área de 107 mil hectares de terras no Paraná, sendo 63 mil hectares de florestas comerciais (reflorestamentos). A compra foi estimada em 473,5 milhões de dólares, onde adquiriram 100% do capital total da empresa Florestal Vale do Corisco Ltda. com sede em Jaguariaíva. A intermediação foi realizada pela Centaurus Holdings S.A., compreendendo uma participação de 51% da Klabin e 49% da Arauco.[15][16] Também em 2011 o grupo Klabin fez a aquisição de terras para construção de uma nova unidade de celulose no Paraná. A Klabin entrou em uma nova fase de expansão e investimentos, sendo então anunciado a compra de terras na localidade Campina dos Pupos, em Ortigueira, município vizinho de Telêmaco Borba. Em 2014 é dado início a construção da nova unidade industrial. Em 2014 foi criada a RPPN Estadual Complexo Serra da Farofa, em Santa Catarina, sendo a maior RPPN da Klabin. Com 4.987,16 hectares de área remanescente da Mata Atlântica, abrange os municípios de Bocaina do Sul, Painel, Rio Rufino, Urubici e Urupema. O local é abrigo de pelo menos 600 espécies da flora e 75 da fauna, com floresta de araucárias, campos de altitude e abrigando as nascentes dos rios Caveiras e Canoas.[17] Ainda em 2014, a Klabin integra, pela primeira vez, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.[18][5]

Em março de 2016, com o início das operações de sua nova fábrica, a Unidade Ortigueira, no Paraná, passou a fornecer simultaneamente ao mercado celulose de fibra curta (eucalipto), celulose de fibra longa (pínus) e celulose fluff (matéria-prima usada na fabricação de fraldas e absorventes que era apenas importada no país) a partir de uma única unidade industrial com um investimento de 8,5 bilhões de reais.[19][20] A inauguração do complexo industrial contou com várias autoridades e foi a primeira visita oficial do presidente Michel Temer. O nome oficialmente dado pela empresa à unidade em Ortigueira-PR é Unidade Puma.[21] Em outubro de 2016 o grupo anunciou a compra da Embalplan Indústria e Comércio de Embalagens, localizada no município de Rio Negro, no Paraná, além da compra da Hevi Embalagens, localizada em Manaus, no Amazonas.[22] Sendo assim, com as referentes aquisições, a companhia elevou em 10%, ou em 70 mil toneladas anuais, a capacidade de produção de caixas de papelão ondulado.[23]

Em junho de 2017 foi inaugurado o Centro de Tecnologia da Klabin, em Telêmaco Borba, com objetivo de criar novas tecnologias de alta complexidade e aplicações sustentáveis, que completa a integração das frentes de pesquisa e desenvolvimento das áreas de negócio da companhia. Os laboratórios produzem produtos de base florestal e realizam simulações das linhas de produção das fábricas, indo de encontro com um plano de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação do próprio grupo.[5][24] Em 2018 foi anunciado a aquisição de 12,5% da startup israelense Melodea Bio Based Solutions,[25] visando a tecnologia de extração de celulose nanocristalina (CNC).[26] Em julho de 2019 o grupo iniciou a expansão da Unidade Puma, em Ortigueira, com o projeto Puma II. No total, estimasse que o investimento será de 9,1 bilhões de reais na ampliação da fábrica com duas novas máquinas, sendo 2 bilhões de reais em investimentos somente em 2019. A perspectiva é gerar em torno de 11 a 12 mil empregos durante o período de construção.[27][28][29][30][31][32][33][34][35][36][37][38]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

A Klabin tornou-se uma das maiores empresas do Paraná e consolidou-se como uma das maiores da região Sul do Brasil, estando entre as dez maiores empresas. Sendo assim aparece no ranking como um dos maiores grupos empresarias do país.[39][40]

Em relação ao ano de 2015, a empresa teve um faturamento de 5,6 bilhões de reais e teve seu índice de Valor Ponderado de Grandeza (VPG) calculado em 4,8 bilhões de reais.[41][42]

Com as atividades desenvolvidas pela companhia em Telêmaco Borba, coloca o município como o maior produtor de madeira do Paraná e o quarto maior produtor do Brasil, com 158,4 mil hectares dedicados à atividade em 2015.[43] Já o município de Ortigueira, com maior parte das áreas florestais com propriedade da Klabin, possuía em 2015 uma área de 82,5 mil hectares dedicados a produção de madeira, tornando-se o nono maior município produtor de madeira do Brasil.[43]

Referências

  1. «Cristiano Teixeira será novo diretor-geral da Klabin». Revista Valor Econômico. 30 de março de 2017. Consultado em 31 de agosto de 2017 
  2. «KLBN3:BM&FBOVESPA Stock Quote - Klabin SA - Bloomberg Markets». Bloomberg. Consultado em 14 de abril de 2015 
  3. Stella Fontes (11 de fevereiro de 2015). «Lucro Klabin 2014». Valor Econômico. Consultado em 14 de abril de 2015 
  4. «Klabin SA» (PDF). Info Invest. Consultado em 14 de abril de 2015 
  5. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y «Linha do Tempo». Klabin. Consultado em 21 de fevereiro de 2019 
  6. «Unidades e Escritórios». Klabin. 2019. Consultado em 22 de agosto de 2019 
  7. a b c d e f Dweck, Denise. «Conheça a história dos empresários que fundaram a Fiesp#Horácio Lafer». Revista Exame - editora Abril 
  8. «O Klabin "pobre"». Gazeta Russa. Consultado em 17 de novembro de 2016. Arquivado do original em 9 de junho de 2012 
  9. a b c d e «Histórico». Site Relação com Investidores da Klabin 
  10. a b c «Lafer-Klabin - Wolf Klabin (1880-1957) e Horácio Lafer (1900-1965)». Pioneiros e Empreendedores - Fundação Edson Queiroz - Universidade de Fortaleza. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2015 
  11. a b c «os empresários, a empresa e as estratégias de construção da hegemonia (1930-1945) por Maurício Gonçalves Margalho» (PDF). Laboratório de História Econômica Social da Universidade Federal Fluminense 
  12. Fátima Fernandes. «Klabin compra Igaras por R$ 918 milhões». Folha de S.Paulo. Consultado em 25 de março de 2015 
  13. «Plano de Manejo Florestal - Resumo Público 2018» (PDF). Consultado em 21 de fevereiro de 2019 
  14. «PR: Klabin inaugura o Projeto de Expansão MA-1100». Página rural. 15 de setembro de 2008. Consultado em 3 de março de 2016 
  15. Agência EFE (4 de novembro de 2011). «Klabin e Arauco compram 107 mil hectares no Paraná». G1. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 
  16. Evandro Fade (4 de novembro de 2011). «Klabin e Arauco pagam R$ 840 mi por empresa de reflorestamento no PR». Estadão. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 
  17. «RPPN Complexo Serra da Farofa». RPPN Catarinense. Consultado em 21 de fevereiro de 2019 
  18. «Carteira-ISE-2014» (PDF). BMFBovespa. Consultado em 3 de março de 2016 
  19. «Klabin inaugura nova fábrica neste mês». repórter TB. 1 de março de 2016. Consultado em 3 de março de 2016. Arquivado do original em 9 de março de 2016 
  20. Katia Brembatti (10 de agosto de 2015). «Klabin constrói no Paraná uma das maiores fábricas de celulose do mundo». Gazeta do Povo. Consultado em 3 de março de 2016 
  21. «Klabin produz primeiro fardo de celulose em sua nova fábrica». diariodoscampos.com.br. Consultado em 13 de abril de 2016 
  22. «Klabin adquire empresas de Embalagens». A Rede. 26 de outubro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2016 
  23. «Klabin compra a paranaense Embalplan Embalagens». Revista Amanhã. 25 de outubro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2016 
  24. «Klabin inaugura seu Centro de Tecnologia no Paraná». Diário dos Campos. 28 de junho de 2017. Consultado em 21 de fevereiro de 2018 
  25. «Klabin adquire participação na startup israelense melodea Ltda.». Klabin. 7 de fevereiro de 2018. Consultado em 21 de fevereiro de 2018 
  26. «Klabin investe R$ 32 mi em área de pesquisa e inovação no Paraná». Exame. 12 de setembro de 2018. Consultado em 21 de fevereiro de 2018 
  27. «Paraná recebe investimento de R$ 9,1 bilhões da Klabin». Agência Estadual de Notícias. 16 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  28. «Klabin vai investir R$9,1 bi no projeto Puma II até 2023». Klabin. 16 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  29. «Klabin anuncia nova fábrica com investimento de R$ 9,1 bi». Klabin. 17 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  30. «Klabin anuncia o maior investimento da sua história». Klabin. 17 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  31. «Klabin vai investir R$ 9,1 bi no projeto Puma II até 2023». Diário Comércio Indústria & Serviços. 16 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  32. «Com expansão, Klabin volta a crescer em embalagens». Valor Econômico. 18 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  33. «12 mil empregos serão gerados nas obras da Klabin». O Petróleo. 19 de abril de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  34. «Em 2019, Klabin investirá R$ 2 bi em ciclo de expansão». Valor Econômico. 6 de maio de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  35. «Klabin define principais parceiros para expansão». A Rede. 16 de maio de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  36. «Obras de ampliação da Klabin iniciam em em Ortigueiraa». Diário dos Campos. 4 de julho de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  37. «Klabin inicia a construção de nova fábrica no PR». Klabin. 5 de julho de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  38. Katia Brembatti (2 de agosto de 2019). «Como concorrer a uma das 11 mil vagas de emprego previstas pela Klabin no Paraná». Gazeta do Povo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  39. «Copel confirma o posto de maior empresa paranaense». Bem Paraná. 10 de novembro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2016 
  40. Fernando Rogala (10 de novembro de 2016). «Região tem treze empresas entre as 500 maiores do Sul». A Rede. Consultado em 10 de novembro de 2016 
  41. Fernando Rogala (9 de novembro de 2016). «Klabin é a maior empresa da região». A Rede. Consultado em 10 de novembro de 2016 
  42. Fernando Jasper (9 de novembro de 2016). «Venda da GVT enfraquece Paraná na lista das maiores empresas do Sul». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de novembro de 2016 
  43. a b Fernando Rogala (8 de novembro de 2016). «Região se destaca como o 2° maior polo madeireiro». A Rede. Consultado em 10 de novembro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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