Língua gullah

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Língua gullah
Falado em: Estados Unidos
Total de falantes: Desconhecido (550 citados entre 1990 a 2010)[1]
Família: Crioulo de base inglesa
 Atlântico
  Leste
   Norte
    Língua gullah
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: ---

A língua gullah é uma língua crioula de base inglesa, com fortes influências de línguas da África Ocidental e Central, falada pelos povos gullah (também chamados de "geechees" dentro da comunidade), uma população afro-americano que vive nas Sea Islands e na região costeira dos estados norte-americanos da Carolina do Norte, Carolina do Sul, Geórgia e nordeste da Flórida.

Línguas relacionadas[editar | editar código-fonte]

O gullah se assemelha a outras línguas crioulas baseadas no inglês faladas na África Ocidental e na Bacia do Caribe. Estas incluem o krio de Serra Leoa, o crioulo das Bahamas, o patoá jamaicano, o crioulo bajan e o crioulo belizenho. Especula-se que essas línguas usam o inglês como base (seus vocabulários são derivadas em grande parte do inglês), e que a sua sintaxe (estruturas de frases) são fortemente influenciadas pelas línguas africanas; mas a pesquisa feita por Salikoko Mufwene e outros sugere que ingleses não-padrão também podem ter influenciado o gullah em características sintáticas (e outros crioulos).

O gullah é mais estreitamente relacionado com o crioulo afro-seminole, falado em dispersas comunidades de povos seminoles negros em Oklahoma, Texas, e norte do México. O antepassados ​​dos seminoles negros "eram gullahs que escaparam da escravidão no litoral da Carolina do Sul e Geórgia, nos séculos XVIII e XIX e fugiram para o deserto da Flórida. Eles emigraram da Flórida após a Segunda Guerra Seminole (1835-1842). Seus descendentes modernas do Ocidente falam uma forma conservadora de gullah assemelhando-a a língua dos escravos nas plantações do século XIX.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Gullah» (em inglês). Ethnologue. Consultado em 21 de março de 2015. 
  2. «Afro-Seminole Creole» (em inglês). Ethnologue. Consultado em 21 de março de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]