Língua garo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Garo (Mande)
Falado em: Índia e Bangladesh
Região: Meghalaya, Assam, Bangladesh
Total de falantes: 990.000

889.479 na Índia (2001); 102.000 em Bangladesh (1993)

Família: Sino-Tibetana
 (Tibeto-Birmanesas)
  Sal
   Bodo-Koch
    Garo
     Garo
Estatuto oficial
Língua oficial de: Meghalaya (Índia)
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: sit
ISO 639-3: grt

Garo (também transcrita como Garrow, ou ainda pelo próprio nome do povo que a fala, os Mande) é a língua da maioria das pessoas que vivem nas Colinas Garo no estado indiano de Meghalaya. Garo é também usado no estado de Assam, em Kamrup, Dhubri, Goalpara e no distrito Darrang.[1] Também falada em Bangladesh.Tem muita afinidade com a Língua Bodo, língua dominante nas comunidades no estado vizinho de Assam (Índia.

Dialetos[editar | editar código-fonte]

Os Dialetos são A'beng (A'bengya, Am'beng), A'chick (A'chik), A'we, Chisak, Dacca, Ganching, Kamrup, Matchi. O dialeto Achik predomina entre os demais e diversos dialetos inteligíveis. O dialeto A'beng é falado em Bangladesh, próximo a Koch.

Escrita[editar | editar código-fonte]

Listas simplificadas de palavras Garo foram compiladas por oficiais britânicos em 1800. A escrita latina foi implementada mais no fim do século XIX por missionários daIgreja Batista Americana, adaptação feita com base no dialeto do nordeste da língua Garo. Uma versão do Alfabeto bengali também é usada por vezes em Bangladesh.

O Alfabeto Latino usado pela língua Daro não tem as letras C, F, Q, V, X, Y, Z. Usam, porém:

  • o ch, as combinações ai, ao, ch, ng, ng'
  • as letras com diacríticos l', m',n'

Falantes[editar | editar código-fonte]

Os falantes de Garo são cerca de 575 mil na Índia (dados de 1997) e pouco mais de 100 mil em Bangladesh (1993).

O Departamento de Garo é o único de seu tipo em todo o mundo. Foi estabelecido por força de demanda popular em 1996, uma iniciativa da "North Eastern Hill University" de Shillong, Meghalaya, Índia. Tal Departamento documentou em áudio e em fitas de vídeo partes da poesia épica "Katta Agana" (em A'chick - Garo), a lenda de "Dikki & Bandi", algumas estórias folclóricas,músicas do folclore, poesia oral tradicional.[2] Há também publicções de jornais semanais, livros didáticos dicionários, livros religiosos,a Bíblia.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  • The Ethnologue, 13th Edition, Barbara F. Grimes, Editor, 1996, Summer Institute of Linguistics, Inc.
  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «Garo language», especificamente desta versão.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]