Lúcio Licínio Murena

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Lúcio Licínio Murena (105 a.C.22 a.C.) foi um político romano que viveu no Século I a.C., tendo sido Cônsul em 62 a.C.

Biografia[editar | editar código-fonte]

No final da Primeira Guerra Mitridática, Murena foi deixado na Ásia por Lúcio Cornélio Sula no comando das duas legiões anteriormente controladas por Caio Flávio Fímbria. Obrigado a retornar à Itália, Sula permitiu que Mitrídates - também conhecido como Mitrídates, o Grande - mantivesse seu Reino do Ponto, mas Murena promoveu um ataque preventivo, alegando que o rei estava rearmando o país. O ataque desencadeou a Segunda Guerra Mitridática. Derrotado em uma batalha, no ano de 81 a.C., Murena recuou para se reagrupar. Foi quando Sula ordenou que a paz fosse restaurada.

Na Terceira Guerra Mitridática, ele serviu como legado de Lúcio Licínio Lúculo, no comando de uma legião romana.

Em 62 a.C., elegeu-se cônsul, mas antes de assumir foi acusado de corrupção por Sérvio Sulpício Rufo, um concorrente vencido, apoiado por Marco Pórcio Catão, o jovem, e Sérvio Sulpício Rufo, um jurista famoso e filho do acusador. Murena foi defendido por Marco Licínio Crasso (depois triúnviro), Quinto Hortênsio Hórtalo e Cícero, sendo absolvido (ainda que, provavelmente, fosse culpado).

Durante o seu consulado, fez aprovar a Lei Júnia Licínia, que conferia mais rigor à Lei Cecília Dídia.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Cicero. The correspondence of M. Tullius Cicero, Volume 1. Edition 2, 1885 (Google Books)
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