Laurindo Correia

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Laurindo Correia é um ativista pelo naturismo em Portugal, destacando-se pelo trabalho que desenvolveu nos anos de 2002 a 2008 no seio da Federação Portuguesa de Naturismo.

Presidência da FPN[editar | editar código-fonte]

Foi presidente da FPN de 2002 a 2008 e teve um papel decisivo em conquistas que o movimento naturista alcançou em Portugal [carece de fontes?]. Desde legalização de praias para a prática naturista (Praia dos Alteirinhos – Zambujeira do Mar, Praia do Salto – Porto Covo), passando pela ajuda à instalação de empreendimentos naturistas, sem deixar de referir todo o trabalho de divulgação social que a pouco e pouco está a dar os seus frutos. Durante os seus mandatos foram legalizadas 3 praias para a prática naturista (as já referidas e a Praia das Adegas em Odeceixe, esta com o apoio do CNA), abriram 2 novos parques de campismo totalmente naturistas e 2 pequenos turismos rurais. Laurindo Correia foi, ainda, o grande impulsionador da existência de um horário naturista numa piscina municipal em Lisboa e de outro horário em SPA/Health Club que se mantiveram em regular funcionamento durante o período dos seus mandatos na FPN e no CNC - Clube Naturista do Centro do qual foi seu co-fundador e presidente durante alguns anos. Foi, ainda, por sua iniciativa que a FPN, o CNC e a APANAT tiveram os seus primeiros websites e se lançou a JPN - Jovens pelo Naturismo que se constituiu numa forma de levar o naturismo a gerações mais novas. A inauguração da sede da FPN em Lisboa e o incentivo à criação de mais clubes e associações naturistas constituiu outras das vertentes da atividade desenvolvida durante os seus mandatos.[carece de fontes?] Marcou presença em vários Congressos Internacionais de Naturismo da INF - Federação Naturista Internacional (Alemanha em 2000, Croácia em 2004, Espanha em 2006 e Brasil em 2008), tendo chegado a ser eleito para o cargo de responsável pelo Fundo de Desenvolvimento em 2004. A sua adesão ao modo de vida naturista começou na sua juventude. Foi nessa altura que, fazendo parte do Secretariado Nacional da Juventude Socialista, se destacou na implementação de uma campanha nacional pela "legalização" do naturismo que, mesmo no pós 25 de Abril, continuava a ser perseguido pelas autoridades marítimas, tendo havido vários incidentes na zona do Meco e da Bela Vista, hoje praias oficialmente dedicadas à prática da nudez coletiva. A referida campanha reuniu o apoio e colaboração da própria FPN - Federação Portuguesa de Naturismo, presidida então pelo Dr. Moniz Botelho e da Associação Ecologista "Amigos da Terra" dirigida por Jofre Justino. Foram impressos milhares de folhetos e autocolantes e recolhidas assinaturas em abaixo-assinado que foram dirigidas à Assembleia da República. Mais tarde, através de iniciativas legislativas do PEV - Partido Ecologista "Os Verdes", apoiados pela esquerda parlamentar e alguns deputados do PSD, foi possível ver promulgadas leis que legalizam e regulamentam o naturismo. Para o desenvolvimento destas iniciativas legislativas teve papel de destaque o seu antecessor na presidência da FPN, Geraldes Cardoso, que dirigiu a federação durante 14 anos, tendo liderado o processo de legalização da Praia do Meco, da Praia da Bela Vista e da Praia do Barril (Ilha de Tavira).[carece de fontes?]

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