Le Bouclier arverne

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Le Bouclier arverne
Álbum da série Astérix
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País de origem  França
Língua de origem Francês
Editora(s) Hachette
Primeira edição 1968
Primeira publicação Revista Pilote números 399 (15 de junho de 1967) a 421 (16 novembro de 1967)
Género(s) humor, aventura
Argumento René Goscinny
Desenho Albert Uderzo
Personagens principais Astérix, Obélix, Abraracourcix
Título(s) em português Brasil: Astérix e o Escudo de Arverno
Portugal: Astérix e o Escudo de Arverne
Editora(s) lusófona(s) Brasil: Editora Record
Portugal: ASA
Savat
Títulos da série Astérix
Asterix Legionnaire
Astérix aux Jeux olympiques

Le Bouclier arverne (Astérix e o Escudo de Arverno (título no Brasil) ou Astérix e o Escudo de Arverne (título em Portugal)) é o décimo-primeiro álbum da série de banda desenhada franco-belga Astérix, escrito por René Goscinny e ilustrado por Albert Uderzo, publicado nas edições 399 (15 de junho de 1967) a 421 (16 novembro de 1967) da revista Pilote e republicado no formato álbum em 1968.

Argumento[editar | editar código-fonte]

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Abracurcix encontra-se doente e tem de fazer uma cura (acompanhado de Astérix e Obélix) nas termas da região de Arverne. Enquanto o chefe se encontra em tratamento, os dois heróis vão para Gergóvia (sede de uma batalha vencida pelos gauleses de Vercingetórix sobre as tropas romanas de Júlio César) onde conhecem o estalajadeiro Alambix e ficam instalados na sua casa. Os Arvernos apresentam um estranho sotaque: pronunciam o jota e o x como che.

Entretanto Júlio César tem informações de que os habitantes da região de Arverne têm comportamentos revoltosos, e decide que se encontre o escudo de Vercingetórix de modo a fazer uma entrada triunfal em Gergóvia.

Astérix tenta então impedir que os romanos encontrem primeiro que ele o escudo e juntamente com Obélix empreende uma busca que se revela infrutífera. Por sorte descobriram que o detentor do escudo era o próprio Abracurcix, e assim deste modo impediu-se mais um triunfo de Júlio César.

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Uma piada recorrente envolve gauleses se revoltando com a menção a Alésia - local da batalha em que Vercingetórix foi finalmente derrotado por César - e dizendo que ninguém sabe onde fica. A localização de Alésia realmente estava perdida, só sendo descoberta anos após a publicação da história.
  • A fábrica de rodas de Nemessos é referência à Michelin, que tem sede em Clermont-Ferrand. A cidade inclusive tem uma estátua de Vercingetórix no local que o livro retrata com uma estátua de César.
  • Tiragem original de 1 000 000 de exemplares.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]