Le Réquisitionnaire

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Le Réquisitionnaire
Autor(es) Honoré de Balzac
Idioma Francês
País  França
Série Études philosophiques
Editora La Revue de Paris
Lançamento 1831
Cronologia
Les Marana
El Verdugo

Le Réquisitionnaire (em português, O conscrito[1]) é uma novela de Honoré de Balzac publicada em 1831 na Revue de Paris. Foi publicada no mesmo ano em volume por Gosselin, depois em 1832 nos Contos filosóficos pelo mesmo editor. Editada por Werdet em 1835 na série dos Estudos filosóficos, depois na edição Furne da Comédia Humana em 1846, ela aparece novamente no Le Constitutionnel em 1847.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Em 1793, na cidade de Carentan, na Baixa Normandia, os frequentadores do salão da condessa de Dey encontram suas portas fechadas um certo dia, o que se repete por outros. Esse comportamento não habitual de uma mulher refinada que mantém sua assembleia quotidiana levanta a curiosidade dos habitantes, que se perdem em conjecturas. As verdadeiras razões do comportamento de Madame de Dey são dadas mais adiante: a condessa recebeu uma mensagem dizendo que seu filho Auguste, que participou da expedição realista de Granville e que foi feito prisioneiro, vai tentar escapar. Ele deverá chegar em casa nos três dias seguintes. Na última noite, a condessa decide, enfim, abrir suas portas e organizar a recepção normalmente. Tem certeza de que seu filho está a caminho e que se apresentará a ela naquela noite. O maire da cidade dá a um jovem soldado (que se pensa ser o filho da condessa) um bilhete de alojamento na casa de Dey.

Infelizmente, quando o conscrito se apresenta, a condessa percebe que não é seu filho. Ela morre, como por um efeito de telepatia, no mesmo momento em que Auguste é fusilado em Morbihan[2].

Referências

  1. Honoré de Balzac. A comédia humana. Org. Paulo Rónai. Porto Alegre: Editora Globo, 1954. Volume XVI
  2. Balzac gostava particularmente deste tipo de fenômeno sobrenatural. Vide Ursule Mirouët e Séraphîta, por exemplo.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]