Lei do selo

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A Lei do Selo foi aprovada pelo Parlamento Inglês em 1765, estabelecendo que todos os documentos em circulação na colônia americana deveriam receber selos provenientes da metrópole. A Lei do Selo determinava que todos os jornais, livros e documentos publicados nas colonias deveriam pagar uma taxa excedente ao valor do açúcar, o que implicava mais as despesas para os colonos. Foi revogada em 1766.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Sancionamento[editar | editar código-fonte]

Aviso da Lei do selo de 1765 num jornal

A lei do selo foi sancionada pelo governo de Londres em 22 de Março de 1765, com a aprovação do parlamento britânico, a fim de angariar fundos para saldar débitos e defender territórios conquistados pela França na Guerra dos Sete Anos.

Revogação[editar | editar código-fonte]

Percebendo que os custos do cumprimento da Lei do Selo excediam os ganhos nas colônias que se rebelavam, o governo de Londres decide pela revogação no ano que se sucedeu. Apesar disso, a lei acabou reforçando movimentos contra o governo britânico e a favor da independência. [2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Douglass, Adair (1953). «The Stamp Act in Contemporary English Cartoons». William and Mary Quarterly. Omohundro Institute of Early American History and Culture. pp. 538–542. Consultado em 28 de Março de 2016. 
  2. «Hoje na História: 1765 - Reino Unido adota a Lei do Selo». Opera Mundi. Consultado em 27 de Março de 2016. 
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