Leonardo Quintão

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Leonardo Quintão
Deputado Federal de Minas Gerais
Período 1 de janeiro de 2007
em exercício
Dados pessoais
Nascimento 1 de abril de 1975 (42 anos)
Taguatinga, DF
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Helena Quintão [2]
Pai: Sebastião Quintão [2]
Partido PMDB
Religião Presbiterianismo[1]
Profissão Político - deputado federal

Leonardo Lemos Barros Quintão (Taguatinga, 1 de abril de 1975) é um político brasileiro, atual deputado federal pelo PMDB de Minas Gerais.[3] É filho do pastor evangélico [4] e também político Sebastião Quintão [2]

Biografia

Em 2000, foi eleito vereador de Belo Horizonte com 9.887 votos. Em 2002, foi eleito deputado estadual em Minas Gerais com 60.528 votos.[5] Em 2006, foi eleito deputado federal por Minas Gerais com 135.306 votos e em 2010, foi reeleito deputado federal com 141.737 votos. Em 2008, concorreu ao cargo de prefeito de Belo Horizonte. Nessa eleição, foi para segundo turno e recebeu 530.560 votos, o equivalente a 40,88% dos votos contra 59,12% de Márcio Lacerda (PSB).[3] É presidente do PMDB de Belo Horizonte e 1º vice-presidente do PMDB de Minas Gerais. Ele também foi o redator do novo código de leis da mineração.[6] Código esse que foi criado em um laptop do escritório Pinheiro Neto, que tem como clientes mineradoras como Vale e BHP, e modificado em pelo menos cem trechos por um de seus sócios, o advogado Carlos Vilhena. [7] Em sua candidatura à reeleição em 2014, Quintão recebeu R$ 1,8 milhão de empresas de mineração, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor corresponde a 37% do total arrecadado pelo parlamentar. Em 2010, ele recebeu R$ 379,7 mil de empresas da área. [8]

Em dezembro de 2015, foi escolhido para liderar o PMDB, maior bancada na Câmara, com o apoio do então presidente da Câmara Eduardo Cunha,[9] após os deputados destituírem o então líder Leonardo Picciani (RJ), por discordarem dos nomes que o então líder indicou para as vagas que o partido tinha direito no conselho que analisou o processo de impeachment contra Dilma Rousseff.[10] Ainda em 2015 foi noticiado que Quintão multiplicou seu patrimônio em 56 vezes: de R$ 315 mil para R$ 18 milhões. Em 2002, o economista Leonardo Quintão possuía R$ 315 mil em bens. Era eleito deputado estadual em Minas. Em 2006, R$ 983 mil. Em 2010, reeleito deputado federal, o valor tinha saltado para R$ 2,64 milhões. Em 2014, novo incremento: o novo líder do PMDB declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possuir R$ 17,9 milhões – entre os quais R$ 2,6 milhões (o total de 2010) em espécie.


Votou a favor do impeachment.[11] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[11] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista, que traz flexibilização para os patrões, como pagamento abaixo do salário mínimo mensal e prevalência do acordado sobre o legislado. [12][11] [13] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[11][14]

Em 25/10/2017, mais uma vez votou para barrar as investigações contra Michel Temer ao votar sim ao relatório que pedia o arquivamento da denúncia contra Temer pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa apresenta pela PGR.



Referências

Ligações externas

Ver também

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