Leonardo Quintão

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Leonardo Quintão
Deputado Federal de Minas Gerais Bandeira de Minas Gerais.svg
Período 1 de janeiro de 2007
em exercício
Vida
Nascimento 1 de abril de 1975 (41 anos),
Taguatinga, DF, Brasil Brasil
Dados pessoais
Partido PMDB
Religião Presbiterianismo[1]
Profissão Político - deputado federal

Leonardo Lemos Barros Quintão (Taguatinga, DF, 1 de abril de 1975) é um político brasileiro, atual deputado federal pelo PMDB de Minas Gerais.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 2000, foi eleito vereador de Belo Horizonte com 9.887 votos. Em 2002, foi eleito deputado estadual em Minas Gerais com 60.528 votos.[3] Em 2006, foi eleito deputado federal por Minas Gerais com 135.306 votos e em 2010, foi reeleito deputado federal com 141.737 votos. Em 2008, concorreu ao cargo de prefeito de Belo Horizonte. Nessa eleição, foi para segundo turno e recebeu 530.560 votos, o equivalente a 40,88% dos votos contra 59,12% de Márcio Lacerda (PSB).[2] É presidente do PMDB de Belo Horizonte e 1º vice-presidente do PMDB de Minas Gerais. Ele também foi o redator do novo código de leis da mineração.[4] Código esse que foi criado em um laptop do escritório Pinheiro Neto, que tem como clientes mineradoras como Vale e BHP, e modificado em pelo menos cem trechos por um de seus sócios, o advogado Carlos Vilhena. [5] Em sua candidatura à reeleição em 2014, Quintão recebeu R$ 1,8 milhão de empresas de mineração, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor corresponde a 37% do total arrecadado pelo parlamentar. Em 2010, ele recebeu R$ 379,7 mil de empresas da área. [6]

Em dezembro de 2015, foi escolhido para liderar o PMDB, maior bancada na Câmara, com o apoio do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que enfrenta acusação de quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados [7] , após os deputados destituírem o então líder Leonardo Picciani (RJ), por discordarem dos nomes que o então líder indicou para as vagas que o partido tem direito no conselho que analisará o processo de impeachment contra Dilma Rousseff.[8]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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