Leonardo Quintão

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Leonardo Quintão
Deputado Federal de Minas Gerais
Período 1 de janeiro de 2015
31 de dezembro de 2018
Dados pessoais
Nome completo Leonardo Lemos Barros Quintão[1]
Nascimento 1 de abril de 1975 (42 anos)[1]
Taguatinga, DF[1]
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Helena Quintão
Pai: Sebastião Quintão
Partido PMDB
Religião Presbiterianismo[2]
Profissão Político - deputado federal

Leonardo Lemos Barros Quintão (Taguatinga, 1 de abril de 1975)[1][3] é um político brasileiro, atual deputado federal pelo PMDB de Minas Gerais.[4] É filho do pastor evangélico [5] e também político Sebastião Quintão[6].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 2000, foi eleito vereador de Belo Horizonte com 9.887 votos. Em 2002, foi eleito deputado estadual em Minas Gerais com 60.528 votos.[7] Em 2006, foi eleito deputado federal por Minas Gerais com 135.306 votos e em 2010, foi reeleito deputado federal com 141.737 votos. Em 2008, concorreu ao cargo de prefeito de Belo Horizonte. Nessa eleição, foi para segundo turno e recebeu 530.560 votos, o equivalente a 40,88% dos votos contra 59,12% de Márcio Lacerda (PSB).[4] É presidente do PMDB de Belo Horizonte e 1º vice-presidente do PMDB de Minas Gerais. Ele também foi o redator do novo código de leis da mineração.[8] Código esse que foi criado em um laptop do escritório Pinheiro Neto, que tem como clientes mineradoras como Vale e BHP, e modificado em pelo menos cem trechos por um de seus sócios, o advogado Carlos Vilhena. [9] Em sua candidatura à reeleição em 2014, Quintão recebeu R$ 1,8 milhão de empresas de mineração, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor corresponde a 37% do total arrecadado pelo parlamentar. Em 2010, ele recebeu R$ 379,7 mil de empresas da área. [10]

Em dezembro de 2015, foi escolhido para liderar o PMDB, maior bancada na Câmara, com o apoio do então presidente da Câmara Eduardo Cunha,[11] após os deputados destituírem o então líder Leonardo Picciani (RJ), por discordarem dos nomes que o então líder indicou para as vagas que o partido tinha direito no conselho que analisou o processo de impeachment contra Dilma Rousseff.[12] Ainda em 2015 foi noticiado que Quintão multiplicou seu patrimônio em 56 vezes: de R$ 315 mil para R$ 18 milhões. Em 2002, o economista Leonardo Quintão possuía R$ 315 mil em bens. Era eleito deputado estadual em Minas. Em 2006, R$ 983 mil. Em 2010, reeleito deputado federal, o valor tinha saltado para R$ 2,64 milhões. Em 2014, novo incremento: o novo líder do PMDB declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possuir R$ 17,9 milhões – entre os quais R$ 2,6 milhões (o total de 2010) em espécie.

Votou a favor do impeachment.[13] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[13] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista, que traz flexibilização para os patrões, como pagamento abaixo do salário mínimo mensal e prevalência do acordado sobre o legislado. [14][13] [15] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[13][16]

Em 25/10/2017, mais uma vez votou para barrar as investigações contra Michel Temer ao votar sim ao relatório que pedia o arquivamento da denúncia contra Temer pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa apresenta pela PGR.

Referências

  1. a b c d «Biografia de Leonardo». Câmara dos Deputados (Brasil). Dezembro de 2016. Consultado em 30 de dezembro de 2017 
  2. «Deputados evangélicos no Brasil». Consultado em 13 Out. 2016 
  3. Site oficial
  4. a b [1]
  5. http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/ctrl-c-ctrl-v-candidatos-a-prefeito-protocolam-mesmo-programa-de-governo-1.409909/sebasti%C3%A3o-quint%C3%A3o-1.409910
  6. http://www.plox.com.br/caderno/aconteceu/esposa-ex-prefeito-sebastiao-quintao-morre-belo-horizonte
  7. www.tse.jus.br
  8. Teia de interesses liga políticos a mineradoras em debate sobre novo Código
  9. Novo código da mineração apresentado pelo redator Leonardo Quintão foi escrito em computador de advogado de mineradoras
  10. «Quintão relatou Código de Mineração e admite ter sido financiado por mineradoras» 
  11. Presidente da Câmara Eduardo Cunha é denunciado no conselho de ética
  12. Leonardo Quintão é o novo líder do PMDB na Câmara
  13. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  14. Pragmatismo Político. «Reforma trabalhista é aprovada na Câmara; veja como votou cada deputado» 
  15. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  16. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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