Levy Fidelix

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Levy Fidelix
1.° Presidente Nacional do PRTB
Período 27 de novembro de 1994
até a atualidade
Antecessor(a) Cargo criado
Dados pessoais
Nome completo José Levy Fidelix da Cruz
Nascimento 27 de novembro de 1951 (65 anos)
Mutum, MG
Progenitores Mãe: Lecy Araújo
Pai: Jarbas Fidelix
Alma mater UFF
Partido PL (1986–1988)
PTR (1988–1993)
PTRB (1993–1994)
PRTB (1994–presente)
Profissão Empresário, jornalista, publicitário e político

José Levy Fidelix da Cruz (Mutum, 27 de dezembro de 1951) é um político, empresário, jornalista e publicitário brasileiro, fundador do PRTB. Levy Fidelix reclama a autoria de diversos projetos, entre eles o aerotrem, um projeto de trem-bala entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de um comerciante da área de transporte em Mutum, Jarbas Fidelix, e da educadora Lecy Araújo,[2] Levy Fidelix foi ainda jovem para a cidade do Rio de Janeiro, que na época ainda era a Capital Federal, onde cursou Comunicação Social, na UFF. Mesmo não tendo completado nenhuma das graduações, acabou se tornando jornalista e publicitário.[3]

Com apenas 24 anos de idade, fundou a Staff Publicidade, tendo também sido diretor de criação nas agências de publicidade Art&Som e Vogue Publicidade, trabalhou nos jornais Correio da Manhã e Última Hora[3], onde foi redator da Coluna Contato, sendo revisor no Diário Oficial da União.

Na área governamental, Levy Fidelix atuou como assessor de comunicação, elaborando o primeiro boletim nacional de agricultura, com o nome de Agricultura Urgente, onde lançou a primeira Campanha Ecológica nacional do Brasil a convite do Governo Federal, recebendo medalha presidencial. Foi um dos fundadores da revista empresarial Governo e Empresa e também da revista política O Poder.[3] Por volta do ano de 1976 foi trabalhar  como chefe de comunicação da Estanave – Estaleiros da Amazônia, empresa vinculada a Petrobrás.

Em 1982, fundou a Revista Interface, que foi a primeira revista especializada em informática do Brasil. Em 1983, transferiu-se para São Paulo, onde durante dois anos foi o âncora do programa televisivo TV Informátika na Rede Bandeirantes e no SBT (entre 1984 e 1985), apresentando o primeiro programa nacional de informática[3], onde entrevistava especialistas da área e políticos, discutindo os impactos e necessidades que o desenvolvimento da informática traria para o país nos próximos anos.

Carreira politica[editar | editar código-fonte]

Fidelix em campanha eleitoral em Goiânia, Goiás.

Em 1984, atendendo ao convite de Álvaro Valle, foi um dos fundadores do PL, disputando sua primeira eleição como candidato à Deputado Estadual por São Paulo, em 1986, recebendo apenas 735 votos. Transferiu-se depois para o PTR, onde disputou sua segunda eleição, agora como candidato a Deputado Federal.[3] Recebeu novamente uma votação irrisória: 541 no total.

Nos anos de 1989 e 1990, foi um dos assessores de comunicação da campanha à Presidência da República de Fernando Collor de Mello. Finalmente em 1992, fundou o PTRB, que antecedeu o atual PRTB, constituído em 1994, onde pela primeira vez tentou disputar uma eleição majoritária para Presidência da República, sem contudo poder registrar-se, devido à legislação eleitoral da época. Em 1996 candidatou-se para prefeito da cidade de São Paulo, obtendo 3.608 votos (0,068% do total). Em 1998 disputou o cargo de Governador do Estado de São Paulo em 2000, conquistando 14.406 sufrágios. Em 2000, postulou a Vice-Prefeitura da capital de SP, na chapa do ex-presidente Collor, que foi anulada na reta final da campanh. Em 2002 foi candidato ao governo do estado de São Paulo[4], recebendo 8.654 votos, e em 2004 concorreu para Vereador na Capital e em 2006 para Deputado Federal pelo Estado de São Paulo. Em ambas, obteve 3.382 e 5.518 sufrágios, respectivamente

Em 2008 foi candidato a prefeito de São Paulo e recebeu 5.518 votos (0,09% dos votos válidos) no primeiro turno e decidiu apoiar a candidata Marta Suplicy (PT).[5] Em 2010, foi candidato a presidente da república pela primeira vez pelo PRTB. Porém, ficou em 7º lugar entre os 9 candidatos e recebeu 57.960 votos (0,06%).[6] No segundo turno, Fidélix apoiou Dilma Rousseff[7] Em 2011 anunciou a sua candidatura para prefeito de São Paulo em 2012. Na sua 12ª candidatura a um cargo público escolheu o retorno do "janismo" como mote de sua campanha.[8]

Nas eleições de 2014, Levy Fidélix novamente foi candidato à presidência[9] e se apresentou como um candidato de direita com discurso conservador.[10] Apesar de nunca ter sido eleito aos cargos que disputou (deputado, vereador, prefeito, governador e presidente), no primeiro turno das eleições Fidelix recebeu o voto de 446 878 pessoas em todo o Brasil, o que representa 0,43% do eleitorado brasileiro. O fundador do PRTB ficou em 7º lugar entre 11 candidatos, mas alcançou o melhor desempenho em uma eleição ao longo de sua carreira.[11] No segundo turno, Fidélix apoiou Aécio Neves.[12]

Aerotrem e jingle[editar | editar código-fonte]

Em todas as ocasiões em que Levy Fidelix aparecia no horário eleitoral gratuito, propôs-se a falar de seu projeto do aerotrem.[13] No passado, a campanha consistia em mostrar um filme do meio de transporte com a mesma música de fundo, sempre:

Vem, vem, vem
Vem que tem,
Levy Fidelix,
É o homem do Aerotrem.[14]

Críticas e controvérsias[editar | editar código-fonte]

Declarações sobre homossexuais[editar | editar código-fonte]

No debate eleitoral promovido pela Rede Record no dia 29 de setembro entre os presidenciáveis de 2014, ao ser questionado pela candidata Luciana Genro (PSOL) sobre por que a "defesa da família" não inclui aquelas formadas por pessoas do mesmo sexo,[15][16][17][18][19] Levy Fidelix proferiu uma fala direcionada contra os homossexuais e que foi classificada por diversas entidades, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como um discurso de ódio.[20][21][22][23]

Genro perguntou: "Por que as pessoas que defendem tanto a família se recusam a defender como família um casal do mesmo sexo?" Em resposta, Fidelix disse: "[...] Pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho. E digo mais, digo mais: desculpe, mas aparelho excretor não reproduz.[nota 1] É feio dizer isso. Mas não podemos jamais, gente – eu, que sou pai de família, um avô – deixar que tenhamos esses que aí estão achacando a gente no dia dia querendo escorar essa minoria a maioria do povo brasileiro [sic]. Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô, que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto."[24][25]

Ao prosseguir, Fidelix fez uma associação entre homossexualidade e pedofilia ao dizer: "Eu vi agora o padre, o santo padre, o papa expurgar – fez muito bem – do Vaticano um pedófilo. Está certo. Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar." Ao encerrar a declaração, disse para que os homossexuais "façam um bom proveito se querem continuar como estão", mas que jamais "estimularia" a união homoafetiva.[24]

Em sua tréplica, Levy Fidelix continuou a discorrer sobre o assunto ao classificar a homossexualidade como algo "contagioso", quando disse: "[...] o Brasil tem 200 milhões de habitantes? Se começarmos a estimular isso aí daqui a pouco vai reduzir pra 100. Vai pra Paulista e anda lá e vê. É feio o negócio, né?" O candidato do PRTB também afirmou que é preciso "ter coragem" e "enfrentar essa minoria". Na conclusão de sua fala, Fidelix ainda categorizou os homossexuais como doentes mentais ao dizer que aqueles que têm "esses problemas" devem ser "atendidos no plano psicológico e afetivo",[nota 2] mas desde que seja "bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá."[22][24]

Pouco tempo após o fim do debate eleitoral, ao ser questionado por um jornalista do Brasil Post se estaria preocupado que a má repercussão de suas declarações pudesse afetar a sua candidatura, Fidelix respondeu: "Me interessa o voto da família, das pessoas normais."[29] Ao ser questionado novamente no dia posterior, o político afirmou ser "vítima de conspiração" e negou ser homofóbico, mas manteve as declarações e recusou pedir desculpas para a comunidade LGBT por considerar que suas falas não ofenderam ninguém.[30]

Reações[editar | editar código-fonte]

Devido ao teor agressivo das declarações do candidato, houve forte comoção nas redes sociais sobre o assunto.[31] No Twitter, a hashtag #LevyVoceENojento chegou ao topo dos Trending Topics do Brasil.[32] Houve inclusive repercussão internacional, quando o jornal britânico The Guardian também criticou, em uma reportagem, as afirmações do candidato sobre os homossexuais durante o debate.[33][34]

Fora da internet, várias organizações sociais e de direitos LGBT, além de partidos políticos, também se manifestaram. A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), a maior rede LGBT da América Latina, afirmaram que pretendem entrar com uma representação contra as falas do candidato.[35] Em sua página no Facebook, o deputado federal Jean Wyllys condenou a declaração por "sua ofensa a uma coletividade e por estimular a violência contra esta". Wyllys comunicou que abrirá uma ação no Ministério Público Federal (MPF) e solicitará uma retração pública de Fidelix, enquanto que o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), do qual Wyllys é filiado, protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de exclusão imediata do candidato dos próximos debates entre os presidenciáveis e a aplicação de uma multa por “incitar a violência e a discriminação contra a população LGBT por meio de verdadeiro discurso de ódio e ofensa à coletividade LGBT”.[36]

Outras duas representações foram protocoladas no MPF pelo Partido Verde (PV) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para solicitar que seja aberto um inquérito contra Fidelix para apurar desrespeito à dignidade humana, incitação ao ódio e discriminação por orientação sexual.[37][22] A OAB também entrou com uma representação junto ao TSE para solicitar a cassação do registro da candidatura de Fidelix, além de pedir um direito de resposta pelas declarações do candidato.[38] A Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo divulgou nota na qual manifesta repúdio às declarações de Fidelix e pediu abertura de um processo administrativo contra o candidato ao fazer referência à Lei 10.948/01, uma legislação estadual que pune administrativamente a discriminação por orientação sexual cometida no estado de São Paulo (o debate foi realizado em território paulista).[39]

A candidata Marina Silva, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), classificou o discurso de Fidelix como "uma visão de completa intolerância com a diversidade social, cultural, que caracteriza o nosso País, com o respeito que se deve ter às pessoas, independente da condição social, cor e orientação sexual." Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), repudiou as declarações e classificou o episódio como "lamentável", além de defender que "todo tipo de discriminação é crime." Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), afirmou que "o Brasil já atingiu um patamar de civilidade suficientemente alto para não conviver mais com a discriminação que leve à violência" e disse que "a homofobia tem que ser criminalizada".[40]

Entretanto, apesar das várias críticas recebidas, Fidelix recebeu o apoio de personalidades assumidamente conservadoras, como o parlamentar Jair Bolsonaro (PP) e o pastor pentecostal Silas Malafaia.[41] Além disso, o político também obteve um importante aumento de sua popularidade. O número de seguidores de sua página oficial no Facebook, por exemplo, aumentou 1000% após o debate.[42] No primeiro turno das eleições de 2014, Fidelix ficou em 7º lugar entre os 11 candidatos ao cargo de presidente e recebeu o voto de apenas 0,43% do eleitorado brasileiro, mas alcançou a votação recorde de sua carreira política.[11]

Multa[editar | editar código-fonte]

Em 13 de março de 2015, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou Levy, em primeira instância, a pagar 1 milhão de reais de indenização por danos morais a movimentos LGBT em decorrência de suas declarações no debate presidencial transmitido em 29 de setembro de 2014.[43] A juíza declarou que Levy "agiu de forma irresponsável (...) ao propagar discurso de teor discriminatório".[44] Em maio de 2015, no entanto, a Justiça Eleitoral homologou o arquivamento de investigação. O juiz afirmou no texto da decisão que "No Brasil, por inércia do legislador federal, o Código Penal e o Código Eleitoral não tratam de crimes contra as minorias ou contra coletividades determinadas".[44]

Em 3 de fevereiro de 2017, a justiça do estado de São Paulo aceitou recurso de Levy Fidelix e suspendeu indenização de 1 milhão de reais pelos ataques contra gays. O TJ-SP entendeu que é necessário "privilegiar liberdade de expressão". A Defensoria Pública do Estado de São Paulo informou que vai recorrer da decisão.[45] Em 22 de fevereiro, no entanto, a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo manteve a multa contra Fidelix por ‘prática de discriminação homofóbica’. Fidelix deverá pagar 25.070 reais por ter feito declarações homofóbicas durante debate das eleições de 2014. A multa foi estipulada em 1.000 UFESPs. O valor da UFESP para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2017 é de 25,07 reais. A denúncia de discriminação homofóbica foi formulada pela Coordenação de Política para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, contra Levy Fidelix.[46]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Em referência ao ânus, que na verdade faz parte do aparelho digestivo.
  2. Atualmente, as principais organizações internacionais de saúde (incluindo a OMS e as especializadas em psicologia/psiquiatria) afirmam que ser homossexual ou bissexual são características compatíveis com uma saúde mental e um ajustamento social normais; tais instituições médicas também não recomendam que as pessoas tentem alterar a sua orientação sexual.[26][27][28]

Referências

  1. «Levy Fidelix diz que "seu aerotrem" saiu do papel». Veja. Abril. 13 de julho de 2010. Consultado em 21 de novembro de 2011 
  2. «Levy Fidelix 28». Folha de S.Paulo. UOL. 2014. Cópia arquivada em 2014 
  3. a b c d e «Levy Fidelix: quem é o candidato do PRTB à Presidência». Terra. 20 de julho de 2010 
  4. «Pré-candidatos aproveitam Natal para fazer campanha». Folha de S. Paulo. UOL. 3 de janeiro de 2004. Consultado em 21 de novembro de 2011 
  5. «PRTB de Levy Fidélix decide apoiar Marta no segundo turno em SP». Folha de S. Paulo. UOL. 9 de outubro de 2008. Consultado em 21 de novembro de 2011 
  6. «Estatísticas das Eleições 2010». TSE. Consultado em 21 de novembro de 2011 
  7. «Levy Fidelix quer discutir com Dilma espaço para PRTB». Exame/Estadão. 1 de dezembro de 2010 
  8. «Candidato do aerotrem, Fidelix quer reeditar 'janismo'». Folha de S. Paulo. UOL. 27 de setembro de 2011. Consultado em 21 de novembro de 2011 
  9. «PRTB oficializa candidatura de Levy Fidelix à Presidência da República». G1. Globo. 15 de junho de 2014 
  10. Balz, Guilherme (17 de junho de 2014). «Levy se assume como "candidato da direita" e promete defender ditadura». UOL 
  11. a b Yahoo! Notícias, ed. (7 de outubro de 2014). «Levy Fidelix tem votação recorde após discurso homofóbico». Consultado em 19 de outubro de 2014 
  12. Priscilla Mendes (15 de outubro de 2014). «Levy Fidelix anuncia apoio a Aécio Neves no segundo turno». Portal G1 
  13. Nardini, Rafael. «Candidato a presidente pela primeira vez, Levy Fidelix deixa aerotrem de lado». Terra 
  14. «Saiba quem é Levy Fidelix, candidato do PRTB». R7. Record. 3 de agosto de 2010 
  15. Deutsche Welle, ed. (29 de setembro de 2014). «Declarações de Levy Fidelix sobre gays geram indignação» 
  16. CartaCapital, ed. (29 de setembro de 2014). «Por que Levy Fidelix fala o que quer e nada acontece» 
  17. O Globo, ed. (29 de setembro de 2014). «Levy Fidelix ofende gays em debate e causa revolta nas redes sociais» 
  18. iG, ed. (29 de setembro de 2014). «Discurso agressivo de Levy Fidelix contra gays gera revolta nas redes sociais» 
  19. O Estado de S. Paulo, ed. (29 de setembro de 2014). «Levy Fidelix causa perplexidade com declarações homofóbicas». Consultado em 30 de setembro de 2014 
  20. Brasil Post, ed. (29 de setembro de 2014). «OAB quer cassar candidatura de Levy Fidélix por discurso de ódio» 
  21. Yahoo! Notícias, ed. (29 de setembro de 2014). «Levy Fidelix faz discurso homofóbico em debate na TV Record» 
  22. a b c Milly Lacombe (29 de setembro de 2014). Revista Tpm, ed. «Valeu, Levy!» 
  23. Estado de S. Paulo, ed. (30 de setembro de 2014). «Fidelix vai ser acusado de incitar o ódio». Consultado em 1 de outubro de 2014 
  24. a b c «Levy Fidelix em resposta a Luciana Genro sobre casamento gay». Record obra = R7. 28 de setembro de 2014. Consultado em 29 de setembro de 2014 
  25. CartaCapital, ed. (29 de setembro de 2014). «Assista à declaração homofóbica de Levy Fidelix no debate da Record» 
  26. «Just the Facts about Sexual Orientation & Youth». American Psychological Association. Consultado em 2 de abril de 2011 
  27. Statement of the American Psychological Association
  28. Correio Braziliense. «Há 20 anos, a OMS tirou a homossexualidade da relação de doenças mentais: Uma conquista celebrada por organizações sociais de todo o planeta». Consultado em 7 de dezembro de 2010 
  29. Thiago de Araújo (29 de setembro de 2014). Brasil Post, ed. «Dei a chance do Levy Fidelix se redimir. A resposta? "Só quero voto de pessoas normais"» 
  30. G1, ed. (30 de setembro de 2014). «Fidelix diz ser vítima de 'conspiração' e recusa pedir desculpas a gays». Consultado em 1 de outubro de 2014 
  31. G1, ed. (29 de setembro de 2014). «Comentários de Levy Fidelix sobre gays geram indignação nas redes» 
  32. El País, ed. (29 de setembro de 2014). «Ativistas vão à Justiça contra Levy Fidelix por fala homofóbica». Consultado em 29 de setembro de 2014 
  33. The Guardian, ed. (29 de setembro de 2014). «Brazil presidential candidate airs homophobic rant during TV debate» 
  34. Folha de S. Paulo, ed. (29 de setembro de 2014). «Site britânico destaca fala homofóbica de Levy Fidelix em debate» 
  35. Portal Terra, ed. (29 de setembro de 2014). «Entidade LGBT processará Levy Fidélix por declarações "criminosas"» 
  36. R7, ed. (29 de setembro de 2014). «PSOL e Jean Wyllys vão entrar com ação na Justiça contra Levy Fidelix por declarações homofóbicas» 
  37. Estado de Minas, ed. (29 de setembro de 2014). «PV entra com representação contra Fidelix por homofobia» 
  38. Ione Aguiar (29 de setembro de 2014). Brasil Post, ed. «OAB quer cassar candidatura de Levy Fidélix por discurso de ódio» 
  39. Yahoo! Notícias, ed. (30 de setembro de 2014). «Secretaria de SP pede processo contra Fidelix». Consultado em 1 de outubro de 2014 
  40. iG, ed. (29 de setembro de 2014). «Com atraso, presidenciáveis criticam declarações homofóbicas de Levy Fidelix» 
  41. Correio Braziliense, ed. (1 de outubro de 2014). «Levy Fidelix nega que tenha cometido homofobia e diz que agiu em defesa da família». Consultado em 19 de outubro de 2014 
  42. Portal Terra, ed. (30 de setembro de 2014). «Após declarações, curtidas em página de Levy aumentam 1.000%». Consultado em 19 de outubro de 2014 
  43. «Justiça condena Levy Fidelix por declarações sobre homossexuais». G1. 16 de março de 2015 
  44. a b Revista Exame, ed. (23 de maio de 2015). «Levy Fidelix se livra de processo eleitoral por ofender gays». Consultado em 11 de fevereiro de 2016 
  45. «Justiça de SP aceita recurso de Levy Fidelix e suspende indenização de R$ 1 milhão por comentários contra gays». G1 
  46. Julia Affonso e Fausto Macedo (22 de fevereiro de 2017). «Levy Fidelix é condenado em R$ 25 mil por declarações homofóbicas». O Estado de S. Paulo. Consultado em 22 de fevereiro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]