Libertação (livro)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde fevereiro de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Libertação
Autor(es) André Luiz/Chico Xavier
Idioma Português
País Brasil Brasil
Género Romance Espírita
Série André Luiz
Editora FEB
Lançamento 1949
Páginas 328
Cronologia
Agenda Cristã
Entre a Terra e o Céu

Libertação é um livro espírita, psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, com autoria atribuída ao espírito André Luiz. Publicado pela Federação Espírita Brasileira no ano de 1949.

Esta é a sexta obra da série do autor espiritual André Luiz, chamada de Série André Luiz composta de 16 livros. A Série André Luiz pode ser subdividida em duas partes: Coleção A Vida no Mundo Espiritual e Obras Complementares. Libertação é a sexta obra da Coleção A Vida no Mundo Espiritual.

Resumo[editar | editar código-fonte]

Nesse livro, André Luiz é designado a colaborar e assistir uma missão de auxílio a uma necessitada chamada Margarida, sob a orientação de seu novo instrutor, Gúbio.

Libertação conta a história de Margarida, uma mulher que esta sendo motivo central de uma rebelião de espíritos das trevas que estão tentando destrui-la. Esses espíritos obscuros agem sob a chefia de uma entidade coletiva chamada Dragões do Mal, chefiado por Gregório, seu antigo pai em sua prévia reencarnação.

No capítulo quatro, André Luiz e seu amigo estudante, Elói juntamente com Gúbio seu instrutor, vão diretamente às profundezas do Umbral. Para não chamarem a atenção eles vão disfarçados em missão, para se envolverem no caso de Margarida. André Luiz nos descreve o lugar obscuro sob uma densa atmosfera esfumada e escura, odores desagradáveis e energias perniciosas que diz-se empestear o lugar. Mas após peregrinarem longo tempo nesse lugar de sofrimento e escuridão eles encontraram o que estavam procurando, a sede dos Dragões. Os protagonistas penetram no lugar disfarçando suas vestes e maquiando sua aparência como espíritos comuns, próprios de um ambiente obscuro.

No quinto capítulo eles já estão infiltrados na sede dos Dragões e André Luiz descreve ao leitor um processo de julgamento, que é praticado de forma corriqueira e organizada. Gregório, se proclamando como um líder, age com grosseira arbitrariedade sendo intitulado como um verdadeiro Juiz das Trevas e juntamente com seus ajudantes, levam alguns dos espíritos sofredores, à força, para uma condenação coletiva coordenada de forma brutal e primitiva. O caso é examinado e é dado, um a um, uma condenação específica. Dos muitos espíritos que são sequestrados pela ordem dos Dragões, a primeira senhora a ser condenada teria em sua última encarnação, cometido duplo homicídio e suicídio. Sua condenação foi a Zoantropia, um fenômeno que ocorre quando o Perispírito se transmuta e toma a forma de um animal. Ao leitor e explicado, que por razões óbvias, semelhante julgamento é incorreto e injusto. E dito que os espíritos inferiores assim o fariam para esnobarem poder como faziam em vida, ou mesmo por pura inveja das verdadeiras Colônias Espirituais, semelhantes ao Nosso Lar.

O capítulo sete se torna um quadro doloroso, Gúbio dá ensinamentos a André Luiz sobre os Ovoides. Em uma excursão educativa que ele organizou pelo Umbral com seus dois aprendizes, ele ensinou algumas coisas sobre os mesmos Ovoides, dando o exemplo de uma senhora que se encontrava obesidiada por dois deles. Em sua última encarnação ela teria sido dona de escravos e teria descoberto que seu marido tinha um caso com uma de suas escravas. Ela a teria vendido e matado seu filho no tronco. Esses dois escravos, logo depois de desencarnarem, começarem a perseguição rumo a vingança.

A partir dos próximos capítulos, o trio de benfeitores segue ajudando Margarida em seu processo de libertação dos verdugos obsessores. Nisso eles fazem amizade com Saldanha, um dos obsessores, cujo tinha uma história sofrida. Sua esposa teria morrido e sua nora, cometido suicídio. Essas duas desencarnadas se tornaram obsessores de seu filho, Jorge, que por conta da constante influência e obsessão dessas duas desencarnadas, foi tido como louco e internado num manicômio. Gúbio, com uma demonstração de incrível amor fraternal, consegue salvar Jorge dessas duas obsessoras inconscientes, e ajudá-las também rumo a libertação. Saldanha, que já foi chefe da falange dos obsessores, agradecido pela enorme demonstração de amor de Gúbio, converteu-se ao bem e colaborou com a libertação de Margarida. Não só Saldanha mas também muitos outros espíritos das trevas, cansados de tanto ódio, foram orientados por Gúbio para a redenção e também muitos outros espíritos ignorantes, fazendo daquela simples missão uma verdadeira salvação de toda uma legião de espíritos perturbados e que viviam em profundo estado de Erraticidade.

Capítulos[editar | editar código-fonte]

  • CAPÍTULO 1 = Ouvindo elucidações
  • CAPÍTULO 2 = A palestra do Instrutor
  • CAPÍTULO 3 = Entendimento
  • CAPÍTULO 4 = Numa cidade estranha
  • CAPÍTULO 5 = Operações seletivas
  • CAPÍTULO 6 = Observações e novidades
  • CAPÍTULO 7 = Quadro doloroso
  • CAPÍTULO 8 = Inesperada intercessão
  • CAPÍTULO 9 = Perseguidores invisíveis
  • CAPÍTULO 10 = Em aprendizado
  • CAPÍTULO 11 = Valiosa experiência
  • CAPÍTULO 12 = Missão de amor
  • CAPÍTULO 13 = Convocação familiar
  • CAPÍTULO 14 = Singular episódio
  • CAPÍTULO 15 = Finalmente, o socorro
  • CAPÍTULO 16 = Encantamento pernicioso
  • CAPÍTULO 17 = Assistência fraternal
  • CAPÍTULO 18 = Palavras de benfeitora
  • CAPÍTULO 19 = Precioso entendimento
  • CAPÍTULO 20 = Reencontro

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre um livro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.