Liga dos Campeões da UEFA

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UEFA Champions League
Liga dos Campeões da UEFA
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Logótipo da Liga dos Campeões da UEFA
Dados gerais
Organização UEFA
Edições 60
Outros nomes Copa dos Campeões da Europa
Local de disputa Europa
Sistema Grupos e Eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Liga dos Campeões da UEFA, oficialmente UEFA Champions League (UCL), sucessora da Taça dos Clubes Campeões Europeus (o mesmo nome atribuído ao troféu até aos dias atuais: Coupe des Clubs Champions Européens), é uma competição organizada pela UEFA desde a temporada 1955–56 (desde 1992–93 no seu atual formato) para os clubes de futebol que obtiverem as melhores classificações nos torneios domésticos. O prémio, a European Champion Clubs Cup (mais conhecida por European Cup), é o troféu mais prestigiado do futebol europeu.

O torneio consiste em várias rondas. Nos moldes atuais, a competição começa na segunda metade de julho, com três eliminatórias de qualificação (knockout). As 16 equipas sobreviventes juntam-se a outras 16, que estavam previamente qualificadas, formando assim oito grupos de quatro equipas cada. Os primeiros e segundos classificados entram na fase final de knockout, que acaba com a Final em maio, e os terceiros lugares entram na Liga Europa da UEFA.

No passado, apenas o campeão de cada liga nacional podia participar na competição; contudo, isto foi mudado em 1998 com o fim de deixar os seguintes classificados das ligas mais fortes participarem também.

O título já foi ganho por 22 clubes diferentes, sendo que 12 já venceram o título mais do que uma vez. A taça foi conquistada de forma invicta apenas 12 vezes, por 10 clubes diferentes. Destes 10, somente Benfica, Ajax , Liverpool e Manchester United conseguiram mais de 1 vez. O clube com mais títulos é o Real Madrid, que ganhou a competição por dez vezes.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Originalmente conhecida como Taça dos Clubes Campeões Europeus (em Portugal, já que no Brasil era conhecida como Copa dos Campeões da Europa), ou simplesmente como Taça Europeia, a competição começou em 1955/1956 (Em 1955, Santiago Bernabéu, presidente do Real Madrid, junto a Gusztáv Sebes, criaram um torneio com base na Copa Latina e na Mitropa.

Ao longo dos tempos, este torneio teve sucesso e tornou-se a Liga dos Campeões, hoje administrado pela UEFA), na forma de eliminatórias, com dois jogos, onde as equipas jogavam uma partida em casa e outra na casa do adversário.

A equipa que tivesse melhores resultados passava para a próxima eliminatória.

O formato e o nome foram mudados em 1992/1993.[1] Com a mudança e evolução radical do sistema ao longo dos anos, a competição atualmente consiste em três fases de classificação, um estágio com disputa em grupos (onde os clubes jogam um contra o outro, no sistema de "ida-e-volta") e então quatro fases de finais a eliminar. Todas as fases de classificação e disputas de eliminação consistem em dois jogos, exceto pela final, que é uma partida simples jogada num local predefinido.

A entrada nesta competição é limitada de acordo com o coeficiente da UEFA dos últimos 5 anos, sem contar o anterior [2] , sendo que cada confederação tem direito, pelo menos, a uma vaga na primeira ronda de classificação. Quanto melhor for o coeficiente, mais vagas abrirão; O Real Madrid CF lidera o ranking de conquistas da competição, com dez títulos. Depois dele, as equipas mais bem-sucedidas foram o AC Milan (sete títulos), o Liverpool FC, FC Bayern Munique, e o FC Barcelona (cinco títulos) e o Ajax Amsterdam (quatro títulos).

Classificação[editar | editar código-fonte]

A classificação para esta competição é decidida através das posições dos clubes nos respectivos países, através de um sistema de cotas. Os países com os campeonatos mais fortes têm mais vagas na competição.

Por exemplo, as três ligas nacionais mais fortes, pelos rankings da UEFA, o 1º e 2º classificado têm classificação direta e o 3º e 4º entram numa pré-eliminatória. As ligas mais fracas não têm acesso direto à fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo os seus campeões de competirem nas pré-eliminatórias.

Existe uma exceção a esta regra: o atual vencedor da Liga dos Campeões, normalmente tem acesso direto à fase de grupos.

Para a temporada de 2005/2006, o Liverpool conseguiu o direito de entrar na primeira eliminatória, já que foi campeão da temporada anterior, e apesar de ter ficado na quinta colocação na Liga Inglesa. Ao contrário do que aconteceu em 2000 (relato abaixo), o quarto colocado, Everton também se classificou para a competição (porém foi eliminado na fase pré-eliminatória). Por causa disso a Inglaterra teve 5 equipes na disputa.

A última vez que uma situação como essa havia acontecido foi em 2000, quando o Real Madrid conquistou o título, mas terminou o Campeonato Espanhol na sexta colocação. Por causa disso, o Real Zaragoza foi obrigado a disputar a Taça UEFA. Dois anos mais tarde, o Zaragoza foi rebaixado, numa infeliz reviravolta de acontecimentos que alguns fãs acreditaram ser uma consequência direta da perda de prestígio e renda monetária.

História[editar | editar código-fonte]

A História da Taça dos Clubes Campeões Europeus é longa e notável e teve o seu início inspirada no Sul-Americano de Clubes Campeões, que depois evoluiu para a Taça Libertadores da América.

O Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948, coberto pelo jornalista francês Jacques Ferran, e a Copa Rio de 1951, coberta pelo também jornalista francês Gabriel Hanot, teriam sido as inspirações dos mesmos para a Copa dos Campeões da Europa, através do jornal francês L'Equipe, ao que estavam associados estes dois jornalistas.[3] O documento da UEFA sobre a história da Copa dos Campeões da Europa confirma que Jacques Ferran e Gabriel Hanot, do L'Equipe (jornalistas e jornal franceses), foram os idealizadores da competição continental europeia.[4] Em entrevista à reportagem do Globo Esporte de 10/05/2015, Jacques Ferran confirmou que o Campeonato Sul-Americano de Campeões foi a inspiração da Copa dos Campeões da Europa: "como a Europa, que queria estar à frente do resto do mundo, não era capaz de realizar uma competição nos moldes do Campeonato Sul-Americano? Precisávamos seguir este exemplo.", disse Ferran à reportagem do Globo Esporte.[5]

Nos 50 anos de competições existem vencedores e perdedores em todas as partes da Europa.

Seguindo a história desde do inicio até agora, é possível ver os períodos em que as equipes ou países dominam a competição.

1955 a 1960: a primeira era Real Madrid[editar | editar código-fonte]

Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da Liga dos Campeões, na Escócia, Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7-3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision e com uma assistência de 135.000 espectadores, continua a ser a maior assistência de sempre numa final da Liga dos Campeões.

1961 a 1966: Benfica e rivais de Milão dominam, e Real Madrid vence pela sexta vez[editar | editar código-fonte]

O domínio do Real Madrid chega ao fim através de seu maior rival doméstico, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final nesse ano no Estádio Wankdorf em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica, capitaneado pelo avançado José Águas, de Angola, tendo como líder no meio-campo Mário Coluna e na baliza Costa Pereira, ambos de Moçambique. Juntamente com Eusébio, na época seguinte, defenderiam o troféu vencendo o Real Madrid 5x3 na final no Olympisch Stadion, Amesterdão, Países Baixos, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League; O Benfica, vindo de Portugal, país que ainda possuía à data uma vasta população devido às suas possessões coloniais, conseguiu supreender o mundo numa fantástica reconquista do título de campeão Europeu de clubes e tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.

O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em 1963, mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milan. Esta grandiosidade do Benfica evoluiu o futebol interno em Portugal, dando assim a seleção Portuguesa condições de chegar ao terceiro lugar na Taça do Mundo composta toda pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colónias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipa titular no Mundial de 66… Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival de Milão, Internazionale que venceria o troféu em 1964 e 1965 ganhando ao Real Madrid e ao Benfica, respectivamente. A semifinal de 1965 foi memorável devido a controvérsia entre a Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e o resultado combinado para a equipa italiana que a jogar em San Siro venceu por 3 a 0.

Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre a Inter na semifinal de 1966. O outro finalista foi o Partizan Belgrado que saiu derrotado por 2-1 no estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquista assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas Paco Gento jogou todas as finais.

1967 e 1968: Vitórias britânicas[editar | editar código-fonte]

Em 1967, o Celtic se tornou o primeiro time da Grã-Bretanha a vencer a competição, batendo a Internazionale no Estádio Nacional, em Lisboa, Portugal. O time, que passou a ser conhecido como os Leões de Lisboa, treinada por Jock Stein, tinha todos os jogadores nascidos num raio de 25 milhas do Celtic Park, em Glasgow, o que permanece incomum pela longa tradição do evento em atrair os melhores e mais cosmopolitanos jogadores de todo o planeta. Para comparar, enquanto o Real Madrid tinha vários espanhóis nos anos 1950, suas maiores estrelas eram de outros países - Alfredo di Stefano veio da Argentina, enquanto Ferenc Puskás veio da Hungria na Revolução Húngara de 1956.

Um ano depois, o Manchester United se tornou o primeiro time da Inglaterra a vencer a competição, batendo o Benfica por 4 a 1 na prorrogação no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra. Esse jogo foi incrivelmente equilibrado e apesar do Manchester ter feito três gols no tempo extra, o Benfica poderia ter ganhado o jogo no tempo normal quando Eusébio perdeu uma chance incrível nos segundos finais.

Apesar de se passarem dez anos do desastre aéreo de Munique, vários fãs de todo o continente ficaram muito felizes por Matt Busby (treinador do Manchester United por longo tempo), que depois foi tornado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido, por serviços ao futebol.

1969 a 1973: Holandeses dominam[editar | editar código-fonte]

A Taça dos Campeões Europeus passaria então uma década e meia propriedade de apenas três clubes - cada um vencendo pelo menos três finais, e surgindo regularmente nas últimas eliminatórias da competição.

O primeiro clube a dominar foi o Ajax, que primeiro perdeu a final de 1969 para o Milan e teve de ver os seus rivais do Feyenoord conquistarem o título em 1970. Depois deste episódio, o Futebol total de Johan Cruijff, Barry Hulshoff, Ruud Krol, Johan Neeskens, Arie Haan, Gerrie Mühren e Piet Keizer dominou por três confortáveis anos, despachando Panathinaikos de Atenas, Internazionale e Juventus de Turim em uma rápida sucessão.

Cada jogador podia se adaptar para jogar em qualquer número de posições e funções - artilheiros se revezando com defensores por conta própria, Krol criando tantas oportunidades quanto Mühren, Cruijff parando tanto quanto Hulshoff. Criado por Rinus Michels e refinado por Stefan Kovacs, o Ajax parecia imbatível até Cruijff optar por integrar o molde técnico Michels no Barcelona mais tarde, em 1973. Com isso, o rápido envelhecimento de vários jogadores e a posterior perda de Neeskens, o Ajax brigou na mais importante competição da Europa por 20 anos.

1974 a 1976: O domínio triplo do Bayern[editar | editar código-fonte]

O Bayern Munique foi o clube seguinte a dominar a competição, vencendo-a três vezes consecutivas na década de 1970.

Liderado por Franz Beckenbauer, com Sepp Maier, Gerd Müller, Uli Hoeneß e Paul Breitner, o Bayern continuou o Futebol total, acrescentando-lhe rigidez e organização, criando igualmente uma receita vencedora.

Derrotando primeiro o Atlético Madrid após um replay em 1974, o Bayern venceu então o Leeds United por 2 a 0 numa final com problemas com o público no Parc des Princes, Paris, França em 1975; e finalmente o Saint-Étienne, em Hampden Park, Glasgow, em 1976. Novamente, com o envelhecimento da equipa, o Bayern não teria mais vitórias na era da Taça Europeia.

1977 a 1984: Fabricado na Inglaterra[editar | editar código-fonte]

Em 1977, ao obter o título derrotando na final o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1 em Roma, o Liverpool iniciou uma época de supremacia dos clubes ingleses, que ganhariam seis títulos consecutivos, num total de sete títulos em oito anos. O próprio Liverpool, em 1978, foi campeão, ao ganhar do Club Brugge em Wembley.

O Liverpool perdeu na primeira fase do campeonato de 1979 para o também inglês Nottingham Forest, que acabou ganhando o torneio no que foi uma das mais impressionantes ascensões ao topo do futebol continental na história futebolística da Europa. O Nottingham derrotou a equipe sueca Malmö por 1 a 0 na final em Munique; e pelo mesmo placar derrotou o Hamburgo, no ano seguinte, na final em Madrid. O Liverpool voltou novamente a sagrar-se campeão em 1981 quando venceu o Real Madrid, em Paris, pelo placar de 1 a 0, conquistando assim seu terceiro troféu.

Mostrando a força do futebol inglês no período, o Aston Villa ganhou a competição em 1982 com uma vitória simples sobre o Bayern em Roterdão. Em 1983 o Hamburgo surpreendeu a Europa após vencer a Juventus de Michel Platini e se tornar Campeão europeu. No entanto, o Liverpool regressou à final do campeonato no ano seguinte para derrotar a Roma na cidade do adversário, após uma disputa de penaltis, ganhando o título pela quarta vez. O Liverpool voltaria a defender o título em Bruxelas, no ano seguinte, mas a derrota para a Juventus por 1 a 0 tornar-se-ia irrelevante frente à Tragédia de Heysel, onde 39 apoiantes da Juventus morreriam. Como punição, os clubes ingleses ficaram 5 anos impedidos de jogar na Liga, sendo o Liverpool impedido por 6 anos.

1986 a 1988: Steaua Bucareste, Porto e PSV[editar | editar código-fonte]

Com o banimento dos clubes ingleses das competições europeias por um período de 5 anos, o domínio inglês deu lugar a uma sequência de conquistas inéditas por parte de três clubes; Steaua Bucareste, Porto e PSV Eindhoven.

Tanto Steaua Bucareste, como PSV Eindhoven ganharam as suas finais através das penalidades, após um empate sem golos no tempo regulamentar e prorrogação.

O Steaua Bucareste derrotou o Barcelona por 2-0 em 1986 e o PSV Eindhoven derrotou o Benfica por 6-5 em 1988.

Em 1987, o Porto, depois de ter sido derrotado 3 anos antes pela Juventus na Final da Taça das Taças de 1984, iria vencer a sua primeira competição europeia.

Derrotou o Bayern Munique, na final da então Taça dos Campeões por 2-1, num jogo marcado pelo gol sui generis apontado de calcanhar pelo jogador Argelino do ano de 1987, Rabah Madjer.

1989 a 1991: AC Milan e Estrela Vermelha de Belgrado[editar | editar código-fonte]

O Milan conquistou o bicampeonato em 1989 e 1990. Porém, falhou na tentativa do tri quando foi derrotado ainda nas quartas-de-final para o Olympique de Marselha com um placar agregado de 4 - 1. Os 56.000 torcedores presentes no estádio Estádio San Nicola, em Bari, viram a equipe iuguslava do Estrela Vermelha vencer nos pênaltis os franceses do Olympique de Marselha, na final de 1991, após um jogo sem gols. Neste ano, os clubes ingleses já poderiam voltar a competir nas competições europeias, mas o Liverpool, que venceu o campeonato inglês tinha mais um ano para cumprir.

A esta altura o Benfica encararia a sua sétima final na Champions League, perdendo em 1990 para o Milan por 1-0. Esta foi a última vez que o Benfica chegou a uma final do torneio até hoje.

1992 a 1996: Domínio espanhol, francês, italiano e holandês[editar | editar código-fonte]

Clubes ingleses voltaram à Liga no início dos anos 1990, mas nenhum deles conseguiu chegar sequer às quartas de final. O Arsenal (1991-92), Leeds United (1992-93), Manchester United (1993-94 e 1994-95) e o Blackburn Rovers (1995-96) lutavam para fazer alguma diferença na Europa e eram frequentemente derrotados por equipes bem mais fracas. Isso acontecia em grande parte pela lei inglesa que só permitia que três jogadores fossem estrangeiros, fazendo com que as equipes não pudessem escalar seus melhores jogadores.

A coroa europeia, então, continuou na cabeça dos clubes continentais. Na final de 1992, jogada no estádio de Wembley, a vitória foi do Barcelona. O Olympique Marselha venceu a final de 1993, mas foram proibidos de defender o título no que foi apenas o início de um colapso que surgiu pelo descobertas de denúncias de partidas locais arranjadas por um de seus cartolas, Bernard Tapie. O clube eventualmente perdeu o status de clube da primeira divisão do campeonato francês quando foi descoberto que Tapie havia alterado a contabilidade do clube. Enquanto isso, a final de 1994 foi vencida com uma goleada do Milan sobre o Barcelona por 4 a 0. O Milan ainda chegou à final no ano de 1995, mas perdeu por 1-0 para um empolgante Ajax que possuía o jovem atacante Patrick Kluivert, autor do gol do título e até hoje, o jogador mais jovem a marcar um gol numa final do principal torneio de clubes do planeta, feito alcançado quando tinha apenas 18 anos, 10 meses e 23 dias de vida. O Ajax chegou novamente na final de 1996, mas não conseguiu defender o título contra a equipe da Juventus após decisão por pênaltis.

Nessa época, a Lei Bosman, que mudaria radicalmente o futebol europeu, já estava em vigor.

1997 e 1998: Muralha amarela e Os Galácticos[editar | editar código-fonte]

O Borussia Dortmund entrou na lista dos campeões da liga europeia em 1997 quando derrotou os então campeões da Juventus na final, depois de ter derrotado os campeões ingleses do Manchester United na semifinal. Mas a temporada de 1996-97 foi uma de progresso para o futebol inglês na liga europeia, porque o Manchester United era então a primeira equipe inglesa a chegar entre os oito melhores na era pós-Heysel.

Em 1997-98, os vice campeões de algumas ligas europeias foram autorizados a disputar o torneio. O título de 1998 foi para o Real Madrid, que levantou a taça pela sétima vez na história, sendo a primeira após 1966.

1999: Manchester United volta a levar o título[editar | editar código-fonte]

Numa final emocionante, o Manchester United conquistou o título de Campeão da Europa. O Manchester foi a primeira equipa inglesa a conquistar a "tríplice coroa": ganhou a Liga dos Campeões, o Campeonato Inglês e a Taça de Inglaterra.

A decisão, disputada em Barcelona (Espanha), é considerada a final mais emocionante de todos os tempos na Liga dos Campeões, já que o Manchester perdia por 1 a 0 para o Bayern de Munique até aos 45min do segundo tempo. Mas após uma virada espectacular com golos de Teddy Sheringham, aos 46min do segundo tempo, e Ole Gunnar Solskjær, um minuto depois, os "diabos vermelhos" conquistaram o título europeu.

2000 a 2005: Cinco campeões de cinco países diferentes[editar | editar código-fonte]

A última Liga Europeia do século XX foi vencida pelo Real Madrid, campeão espanhol, que venceu o também espanhol Valencia por 3-0. A temporada 1999-2000 também viu algumas ligas tradicionais, incluindo a liga inglesa, classificar três equipes para participar na liga milionária.

A Liga dos Campeões, nos primeiros cinco anos do 3º Milênio, foi conquistada pelos clubes das cinco maiores potências do futebol europeu da atualidade: Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Inglaterra. Dessas, 3 foram disputadas nos pênaltis.

O gigante alemão Bayern Munique ganhou a primeira do Século XXI, em 2001 sobre o Valencia. O jogo terminou 1 a 1, e o clube alemão venceu o espanhol nos penaltis por 5 a 4 . A partida foi disputada no San Siro, em Milão.

Em 2002, o Real Madrid foi campeão pela nona vez, vencendo o Bayer Leverkusen por 2 a 1, no Hampden Park em Glasgow, na Escócia. A partida ficou marcada pelo espetacular voleio do francês Zinedine Zidane, tornando-se um dos golos mais bonitos da história da Liga dos Campeões da UEFA.

A final de 2003 foi italiana, mas jogada em Inglaterra, e o vencedor foi o Milan, que venceu a Juventus nos penaltis por 3 a 2, após empate de 0 a 0 no tempo normal. A partida foi disputa em Old Trafford, estádio do Manchester United.

Em 2004, o Porto derrotou o Mónaco por 3-0 (Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev) no estádio Arena AufSchalke em Gelsenkirchen, na Alemanha. Depois de eliminar candidatos como Manchester United, Deportivo de La Coruña, Lyon, entre outros, a equipa de José Mourinho venceu a final contra o Mónaco, que por sua vez tinha eliminado equipas como Chelsea e Real Madrid. Vítor Baía foi considerado o melhor guarda-redes da Europa nessa época pela UEFA.

Em 2005, quando todos apontavam o Milan como favorito, o Liverpool de Luis García, Xabi Alonso e Steven Gerrard, surpreendeu a equipa italiana e levantou o troféu. Numa das finais mais emocionantes da história da Liga dos Campeões, o primeiro tempo terminou com uma vitória de 3 a 0 do Milan. A equipa inglesa conseguiu o empate nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Após o prolongamento sem golos, o Liverpool conquistou o seu quinto título europeu na disputa por penaltis.

2006 a 2008: Vitória catalã, revanche à milanesa e festa inglesa[editar | editar código-fonte]

Em 2006, o Arsenal, de Thierry Henry, da Inglaterra, e que nunca foi campeão europeu, chegou à final, depois de eliminar Real Madrid, Juventus e o surpreendente Villarreal. No entanto, precisava vencer em Paris o favorito FC Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho, Deco, Samuel Eto'o e Henrik Larsson. O clube inglês saiu na frente com um gol de cabeça de Sol Campbell, mas os catalães viraram o placar no segundo tempo com uma magnífica participação de Henrik Larsson, que havia entrado durante o jogo, nos dois gols (de Eto'o e Belletti) e conquistaram pela segunda vez a Liga dos Campeões, coroando uma nova grande fase no clube azulgrená.

Em 2007, o Milan consegue a revanche depois de 2 anos após vencer o Liverpool, vencendo o jogo por 2 a 1 com 2 gols do "iluminado" Filippo Inzaghi. Seus destaques na competição foram os meias Kaká (artilheiro da competição), Seedorf e Gattuso, além do capitão Paolo Maldini, que levantou a taça pela quinta vez, na sua sétima final. A equipa italiana eliminou nas fases decisivas Celtic, Bayern de Munique e Manchester United, enquanto os ingleses bateram FC Barcelona, PSV Eindhoven e Chelsea.

Na temporada 2007-2008, o Liverpool bateu o recorde da maior goleada no formato atual, quando bateu o clube turco Besiktas em Anfield Road, na cidade de Liverpool, por 8 a 0. O recorde pertencia à Juventus de Turim que em 2003 bateu o Olympiacos Piraeus da Grécia por 7 a 0 e também ao Arsenal, que também na temporada 2007-2008, venceu o Slavia de Praga por 7 a 0.

As semifinais da temporada 2007-2008 foram entre FC Barcelona contra Manchester United e Chelsea FC contra Liverpool FC. Os vencedores foram Chelsea e Manchester, que se enfrentaram na final. Pela terceira vez na história dois clubes do mesmo país se enfrentam na final da Champions League, e pela primeira vez, dois ingleses. A final foi no Estádio Luzhniki em Moscovo, Rússia, e terminou nos penaltis, após empate no tempo normal e prorrogação em 1 a 1. Cristiano Ronaldo (artilheiro da competição) e John Terry (capitão do Chelsea) falharam os seus penaltis, e o guarda-redes Edwin Van Der Sar garantiu o título dos Red Devils ao defender o remate de Anelka.

2009 e 2010: Barcelona outra vez e fim do tabu nerazzurri[editar | editar código-fonte]

Foi a 54ª edição do torneio Europeu de clubes de futebol e a 17ª edição com o atual formato. O grande favorito era a equipe inglesa do Chelsea FC, detentora de um elenco milionário, mas os ingleses foram derrotados nas semifinais diante do poderoso FC Barcelona, em casa, quando nos últimos minutos o Barcelona empatou o jogo, e classificou-se nos critérios de golos marcados fora de casa, já que havia empatado por 0 a 0 a primeira partida no Camp Nou. A partida final da competição foi disputada no Stadio Olimpico de Roma, no dia 27 de maio, entre FC Barcelona e Manchester United, com vitória do clube espanhol por 2 a 0, golos de Eto´o, aos 9 minutos do primeiro tempo e Messi, aos 24 do segundo tempo.

Com dois golos do argentino Diego Milito, o Internazionale bateu o Bayern de Munique por 2 a 0 no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, e foi campeão após 45 anos de jejum da equipa italiana, tendo eliminado na semifinal o atual campeão e favorito ao título FC Barcelona. Além disso, a equipa comandada pelo técnico José Mourinho fez história ao garantir uma inédita tríplice coroa em seu país. Antes de triunfar na Liga, o Inter já havia levantado os troféus do Campeonato Italiano e da Taça de Itália.

2011: Consagração azul e grená[editar | editar código-fonte]

A 56ª edição do torneio foi vencida pelo FC Barcelona, numa decisão contra o Manchester United, repetindo a final de 2009 em pleno Wembley Stadium, Londres. Com um golo de Lionel Messi, um de David Villa e outro de Pedro, contra um de Wayne Rooney, a equipe catalã venceu o Manchester United. Esta edição contou com uma semi-final envolvendo os grande times da Espanha, Real Madrid e Barcelona, com um duelo entre os então melhores jogadores em atividade Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Lionel Messi (Barcelona). O argentino se destacou mais que o português e levou a que foi considerada a melhor equipa que o Barcelona já formou à próxima etapa.

2012: Festa inglesa em Munique[editar | editar código-fonte]

Na edição de número 57, foi a vez do Chelsea vencer pela primeira vez na sua história o torneio. A decisão foi no estádio Allianz Arena, em Munique, casa do seu adversário, Bayern de Munique. De um lado vinha o Chelsea, cuja presença era dita como um milagre, já que não havia conseguido classificação para a liga da temporada seguinte pelo campeonato inglês e vinha de uma vitória inesperada contra o Barcelona (clube tido como favorito a ganhar a competição naquela oportunidade) nas semifinais; do outro o Bayern de Munique, que jogava em casa, após derrotar o Real Madrid na Espanha. No tempo regulamentar, o Bayern abriu o marcador depois do cruzamento feito por Toni Kroos, passando pela zaga do clube londrino que apenas assistiu Thomas Müller cabecear a bola que, após tocar no chão, confundiu o guarda-redes Petr Čech. O jogo estava praticamente definido, mas o Chelsea ainda tinha esperanças colocando Fernando Torres para jogar, que nos acrescimos do segundo tempo conseguiu um escanteio em jogada na linha de fundo. Juan Mata cruzou, conseguindo encontrar o jogador costa-marfinense Didier Drogba que colocou na rede após cabeçada fulminante em Manuel Neuer. Na prorrogação, Frank Ribéry foi derrubado por Drogba na área, porém a oportunidade foi desperdiçada pelo holandês Arjen Robben do Bayern de Munique. Na decisão por penaltis, embora o espanhol Juan Mata tenha falhado pelo Chelsea, Petr Čech defendeu a cobrança do croata Ivica Olić e Bastian Schweinsteiger do Bayern de Munique acertou a trave. Tranquilamente, o jogador que na prorrogação cometeu falta dentro da área, Didier Drogba, converteu a ultima cobrança, dando para o Chelsea seu primeiro troféu na competição. Fato interessante é que o guarda-redes bávaro Manuel Neuer também se mostrou eficaz em cobrança de penaltis além de ter sangue frio, cobrando o terceiro penalti do Bayern e convertendo, ao contrário dos seus companheiros de linha que desperdiçaram oportunidades.

2013: Final alemã em Wembley[editar | editar código-fonte]

Depois de 58 anos de competição, enfim ocorria uma final alemã na Liga dos Campeões. O tetracampeão Bayern de Munique, após eliminar Arsenal, Juventus e Barcelona (com 7-0 no agregado, incluindo uma acachapante vitória por 3-0 na casa do rival) enfrentava o também campeão Borussia Dortmund, mas que era a grande surpresa da competição. Após anos no calvário, a equipa amarela havia retornado ao torneio na temporada passada, mas decepcionou ao cair na fase de grupos. Com a faixa de campeão alemão (conquistado sobre o próprio Bayern), passaram em primeiro lugar no chamado "grupo da morte", com Real Madrid, Ajax e Manchester City. Nas oitavas e quartas, eliminaram as zebras Shakhtar Donetsk e Málaga. Para voltar a final, precisaram eliminar o Real Madrid novamente.

O palco do grande jogo era o lendário Wembley, em Londres. Ambas as torcidas fizeram um show nas arquibancadas, com destaque para a "muralha amarela". Após um primeiro tempo sem gols, o croata Mandzukic teve a honra de abrir o placar para os bávaros. O Borussia, que estava desfalcado de Mario Gotze, empatou em cobrança de pênalti de Ilkay Gundogan. E quando o jogo estava prestes a ir ao prolongamento, Arjen Robben recebeu passe de Franck Ribéry e tocou na saída do goleiro, para marcar o gol da 5ª conquista bávara da Liga dos Campeões. No duelo alemão, a festa ficou para o lado vermelho.

O Francês Franck Ribéry, campeão com o Bayern, foi eleito o melhor jogador da competição.

2014: Final madrilenha em Lisboa, com "La Décima" conquista merengue[editar | editar código-fonte]

12 anos depois da sua última conquista, a sonhada "La Décima" do Real Madrid finalmente aconteceu. Após uma fase de grupos espetacular, com 100% de aproveitamento, os merengues eliminaram três equipas alemãs para chegar à final, em Lisboa: Os rivais Schalke 04 e Borussia Dortmund e o atual campeão Bayern de Munique. O adversário no Estádio da Luz seria o rival local: O Atlético de Madrid, que estava apenas na sua segunda final. E quase que os colchoneros conseguem estragar a festa dos rivais: até os 48 minutos do segundo tempo, Godín dava a vitória para o Atlético, mas o também zagueiro Sergio Ramos empatou e levou o jogo a prolongamento. No tempo extra, não deu: Bale, Marcelo, e o artilheiro da competição Cristiano Ronaldo (que marcava o seu golo número 17, recorde num torneio) marcaram e deram a vitória de 4-1 e o sonhado décimo título para os merengues.

2015: O Pentacampeonato catalão.[editar | editar código-fonte]

Realizada no Estádio Olímpico de Berlim, a edição de 2015 daria a Tríplice Coroa ao seu vencedor, pois tanto a Juventus quanto o Barcelona tinham conquistado o campeonato e a taça nacional na temporada (Itália e Espanha, respetivamente). A Velha Senhora voltava a final da competição após 12 anos, e trazia o futebol italiano de volta a uma final 5 anos após o título da Internazionale. Já a equipa Blaugrana chegava à sua quarta final em nove anos.

Embalado pelo trio de ataque MSN, composto por Messi, Neymar e Suárez, o Barça eliminou o Manchester City, PSG e Bayern de Munique para chegar a Berlim (com direito a 11 golos do trio). Já a Juve, embalada por Tévez, Pirlo e Pogba, classificou-se em segundo no seu grupo e passou por Borussia Dortmund, Monaco e o atual campeão Real Madrid, na semifinal.

A grande final começou logo com um golo aos quatro minutos: Rakitić abriu o placar para o Barcelona. O clube italiano empatou no começo da segunda parte, golo de Morata. Mas o uruguaio Luis Suárez e o artilheiro da competição, Neymar, marcaram e sacramentaram o quinto título aos barcelonistas

Lista de finais e campeões[editar | editar código-fonte]

Como Taça dos Campeões[editar | editar código-fonte]

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1955-56
Detalhes
França Parc des Princes, Paris Espanha
Real Madrid
4 – 3 França
Stade Reims
Itália
Milan
Escócia
Hibernian
1956-57
Detalhes
Espanha Santiago Bernabéu, Madrid Espanha
Real Madrid
2 – 0 Itália
Fiorentina
Inglaterra
Manchester United
Jugoslávia
Estrela Vermelha
1957-58
Detalhes
Bélgica Heysel, Bruxelas Espanha
Real Madrid
3 – 2 (pro) Itália
Milan
Hungria
Vasas
Inglaterra
Manchester United
1958-59
Detalhes
Alemanha Ocidental Neckarstadion, Stuttgart Espanha
Real Madrid
2 – 0 França
Stade Reims
Espanha
Atlético de Madrid
Suíça
Young Boys
1959-60
Detalhes
Escócia Hampden Park, Glasgow Espanha
Real Madrid
7 – 3 Alemanha Ocidental
Eintracht Frankfurt
Espanha
Barcelona
Escócia
Rangers
1960-61
Detalhes
Suíça Wankdorf, Berna Portugal
Benfica
3 – 2 Espanha
Barcelona
Áustria
Rapid Viena
Alemanha Ocidental
Hamburgo
1961-62
Detalhes
Países Baixos Olímpico de Amsterdã, Amsterdã Portugal
Benfica
5 – 3 Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Tottenham
Bélgica
Standard Liège
1962-63
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Itália
Milan
2 – 1 Portugal
Benfica
Escócia
Dundee
Países Baixos
Feyenoord
1963-64
Detalhes
Áustria Praterstadion, Viena Itália
Internazionale
3 – 1 Espanha
Real Madrid
Alemanha Ocidental
Borussia Dortmund
Suíça
Zürich
1964-65
Detalhes
Itália Giuseppe Meazza, Milão Itália
Internazionale
1 – 0 Portugal
Benfica
Inglaterra
Liverpool
Hungria
Győri ETO
1965-66
Detalhes
Bélgica Heysel, Bruxelas Espanha
Real Madrid
2 – 1 Jugoslávia
Partizan
Itália
Internazionale
Inglaterra
Manchester United
1966-67
Detalhes
Portugal Nacional do Jamor, Lisboa Escócia
Celtic
2 – 1 Itália
Internazionale
Tchecoslováquia
Dukla Praga
Bulgária
CSKA Sófia
1967-68
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Inglaterra
Manchester United
4 – 1 (pro) Portugal
Benfica
Espanha
Real Madrid
Itália
Juventus
1968-69
Detalhes
Espanha Santiago Bernabéu, Madrid Itália
Milan
4 – 1 Países Baixos
Ajax
Inglaterra
Manchester United
Tchecoslováquia
Spartak Trnava
1969-70
Detalhes
Itália San Siro, Milão Países Baixos
Feyenoord
2 – 1 (pro) Escócia
Celtic
Polónia
Légia Varsóvia
Inglaterra
Leeds United
1970-71
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Países Baixos
Ajax
2 – 0 Grécia
Panathinaikos
Espanha
Atlético de Madrid
Jugoslávia
Estrela Vermelha
1971-72
Detalhes
Países Baixos De Kuip, Roterdã Países Baixos
Ajax
2 – 0 Itália
Internazionale
Portugal
Benfica
Escócia
Celtic
1972-73
Detalhes
Jugoslávia Estrela Vermelha, Belgrado Países Baixos
Ajax
1 – 0 Itália
Juventus
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Derby County
1973-74
Detalhes
Bélgica Heysel, Bruxelas Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
1 – 1 (pro)
4 – 0
Espanha
Atlético de Madrid
Hungria
Újpest
Escócia
Celtic
1974-75
Detalhes
França Parc des Princes, Paris Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
2 – 0 Inglaterra
Leeds United
França
Saint-Étienne
Espanha
Barcelona
1975-76
Detalhes
Escócia Hampden Park, Glasgow Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
1 – 0 França
Saint-Étienne
Espanha
Real Madrid
Países Baixos
PSV Eindhoven
1976-77
Detalhes
Itália Olímpico de Roma, Roma Inglaterra
Liverpool
3 – 1 Alemanha Ocidental
Borussia Mönchengladbach
Suíça
Zürich
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Dínamo de Kiev
1977-78
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Inglaterra
Liverpool
1 – 0 Bélgica
Club Brugge
Alemanha Ocidental
Borussia Mönchengladbach
Itália
Juventus
1978-79
Detalhes
Alemanha Ocidental Olímpico de Munique, Munique Inglaterra
Nottingham Forest
1 – 0 Suécia
Malmö
Alemanha Ocidental
Colônia
Áustria
Austria Viena
1979-80
Detalhes
Espanha Santiago Bernabéu, Madrid Inglaterra
Nottingham Forest
1 – 0 Alemanha Ocidental
Hamburgo
Países Baixos
Ajax
Espanha
Real Madrid
1980-81
Detalhes
França Parc des Princes, Paris Inglaterra
Liverpool
1 – 0 Espanha
Real Madrid
Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
Itália
Internazionale
1981-82
Detalhes
Países Baixos De Kuip, Roterdã Inglaterra
Aston Villa
1 – 0 Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
Bélgica
Anderlecht
Bulgária
CSKA Sófia
1982-83
Detalhes
Grécia Olímpico de Atenas, Atenas Alemanha Ocidental
Hamburgo
1 – 0 Itália
Juventus
Espanha
Real Sociedad
Polónia
Widzew Łódź
1983-84
Detalhes
Itália Olímpico de Roma, Roma Inglaterra
Liverpool
1 – 1
4 – 2 (pen)
Itália
Roma
Roménia
Dínamo de Bucareste
Escócia
Dundee United
1984-85
Detalhes
Bélgica Heysel, Bruxelas Itália
Juventus
1 – 0 Inglaterra
Liverpool
França
Bordeaux
Grécia
Panathinaikos
1985-86
Detalhes
Espanha Ramón Sánchez Pizjuán, Sevilla Roménia
Steaua Bucareste
0 – 0
2 – 0 (pen)
Espanha
Barcelona
Bélgica
Anderlecht
Suécia
IFK Göteborg
1986-87
Detalhes
Áustria Praterstadion, Viena Portugal
Porto
2 – 1 Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Dínamo de Kiev
Espanha
Real Madrid
1987-88
Detalhes
Alemanha Ocidental Neckarstadion, Stuttgart Países Baixos
PSV Eindhoven
0 – 0
6 – 5 (pen)
Portugal
Benfica
Espanha
Real Madrid
Roménia
Steaua Bucareste
1988-89
Detalhes
Espanha Camp Nou, Barcelona Itália
Milan
4 – 0 Roménia
Steaua Bucareste
Espanha
Real Madrid
Turquia
Galatasaray
1989-90
Detalhes
Áustria Praterstadion, Viena Itália
Milan
1 – 0 Portugal
Benfica
Alemanha Ocidental
Bayern de Munique
França
Olympique de Marselha
1990-91
Detalhes
Itália San Nicola, Bari Jugoslávia
Estrela Vermelha
0 – 0
5 – 3 (pen)
França
Olympique de Marselha
Alemanha
Bayern de Munique
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Spartak Moscou
1991-92
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Espanha
Barcelona
1 – 0 (pro) Itália
Sampdoria
Tchecoslováquia
Sparta Praga
Jugoslávia
Estrela Vermelha

Como Liga dos Campeões[editar | editar código-fonte]

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1992-93
Detalhes
Alemanha Olímpico de Munique, Munique França
Olympique de Marselha
1 – 0 Itália
Milan
Escócia
Rangers
Suécia
IFK Göteborg
1993-94
Detalhes
Grécia Olímpico de Atenas, Atenas Itália
Milan
4 – 0 Espanha
Barcelona
França
Monaco
Portugal
Porto
1994-95
Detalhes
Áustria Ernst-Happel, Viena Países Baixos
Ajax
1 – 0 Itália
Milan
Alemanha
Bayern de Munique
França
Paris Saint-Germain
1995-96
Detalhes
Itália Olímpico de Roma, Roma Itália
Juventus
1 – 1
4 – 2 (pen)
Países Baixos
Ajax
França
Nantes
Grécia
Panathinaikos
1996-97
Detalhes
Alemanha Olímpico de Munique, Munique Alemanha
Borussia Dortmund
3 – 1 Itália
Juventus
Inglaterra
Manchester United
Países Baixos
Ajax
1997-98
Detalhes
Países Baixos Amsterdam Arena, Amsterdã Espanha
Real Madrid
1 – 0 Itália
Juventus
Alemanha
Borussia Dortmund
França
Monaco
1998-99
Detalhes
Espanha Camp Nou, Barcelona Inglaterra
Manchester United
2 – 1 Alemanha
Bayern de Munique
Itália
Juventus
Ucrânia
Dínamo de Kiev
1999-00
Detalhes
França Stade de France, Paris Espanha
Real Madrid
3 – 0 Espanha
Valencia
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
2000-01
Detalhes
Itália San Siro, Milão Alemanha
Bayern de Munique
1 – 1
5 – 4 (pen)
Espanha
Valencia
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Leeds United
2001-02
Detalhes
Escócia Hampden Park, Glasgow Espanha
Real Madrid
2 – 1 Alemanha
Bayer Leverkusen
Espanha
Barcelona
Inglaterra
Manchester United
2002-03
Detalhes
Inglaterra Old Trafford, Manchester Itália
Milan
0 – 0
3 – 2 (pen)
Itália
Juventus
Itália
Internazionale
Espanha
Real Madrid
2003-04
Detalhes
Alemanha Arena AufSchalke, Gelsenkirchen Portugal
Porto
3 – 0 França
Monaco
Espanha
Deportivo La Coruña
Inglaterra
Chelsea
2004-05
Detalhes
Turquia Olímpico Atatürk, Istambul Inglaterra
Liverpool
3 – 3
3 – 2 (pen)
Itália
Milan
Países Baixos
PSV Eindhoven
Espanha
Real Madrid
2005-06
Detalhes
França Stade de France, Paris Espanha
Barcelona
2 – 1 Inglaterra
Arsenal
Itália
Milan
Espanha
Villarreal
2006-07
Detalhes
Grécia Olímpico de Atenas, Atenas Itália
Milan
2 – 1 Inglaterra
Liverpool
Inglaterra
Manchester United
Inglaterra
Chelsea
2007-08
Detalhes
Rússia Lujniki, Moscou Inglaterra
Manchester United
1 – 1
6 – 5 (pen)
Inglaterra
Chelsea
Espanha
Barcelona
Inglaterra
Liverpool
2008-09
Detalhes
Itália Olímpico de Roma, Roma Espanha
Barcelona
2 – 0 Inglaterra
Manchester United
Inglaterra
Chelsea
Inglaterra
Arsenal
2009-10
Detalhes
Espanha Santiago Bernabéu, Madrid Itália
Internazionale
2 – 0 Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
França
Lyon
2010-11
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Espanha
Barcelona
3 – 1 Inglaterra
Manchester United
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Schalke 04
2011-12
Detalhes
Alemanha Allianz Arena, Munique Inglaterra
Chelsea
1 – 1
4 – 2 (pen)
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
Espanha
Real Madrid
2012-13
Detalhes
Inglaterra Wembley, Londres Alemanha
Bayern de Munique
2 – 1 Alemanha
Borussia Dortmund
Espanha
Barcelona
Espanha
Real Madrid
2013-14
Detalhes
Portugal Estádio da Luz, Lisboa Espanha
Real Madrid
4 – 1 (pro) Espanha
Atlético de Madrid
Alemanha
Bayern de Munique
Inglaterra
Chelsea
2014-15
Detalhes
Alemanha Olímpico de Berlim, Berlim Espanha
Barcelona
3 – 1 Itália
Juventus
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Real Madrid
2015-16
Detalhes
Itália Estádio Giuseppe Meazza, Milão Espanha
Espanha
Alemanha
Bayern de Munique
Inglaterra
Manchester City

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por equipe[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos Vices Semifinais
Espanha Real Madrid 10 ( 1955–56, 1956–57, 1957–58, 1958–59, 1959–60, 1965–66, 1997–98, 1999–00, 2001–02 e 2013–14) 3 (1961–62, 1963–64 e 1980–81) 13 (1967–68, 1972–73, 1975–76, 1979–80, 1986–87, 1987–88, 1988–89, 2000–01, 2002–03, 2010–11, 2011–12, 2012–13 e 2014–15)
Itália AC Milan 7 (1962–63, 1968–69, 1988–89, 1989–90, 1993–94, 2002–03 e 2006–07) 4 (1957–58, 1992–93, 1994–95 e 2004–05) 2 (1955–56 e 2005–06)
Alemanha FC Bayern München 5 (1973–74, 1974–75, 1975–76, 2000–01 e 2012–13) 5 (1981–82, 1986–87, 1998–99, 2009–10 e 2011–12) 8 (1980–81, 1989–90, 1990–91, 1994–95, 1999–00, 2013–14, 2014–15 e 2015-16)
Espanha FC Barcelona 5 (1991–92, 2005–06, 2008–09, 2010–11 e 2014-15) 3 (1960–61, 1985–86 e 1993–94) 8 (1959–60, 1974–75, 1999–00, 2001–02, 2007–08, 2009–10, 2011–12 e 2012–13)
Inglaterra Liverpool FC 5 (1976–77, 1977–78, 1980–81, 1983–84 e 2004–05) 2 (1984–85 e 2006–07) 2 (1964–65 e 2007–08)
Países Baixos Ajax 4 (1970–71, 1971–72, 1972–73 e 1994–95) 2 (1968–69 e 1995–96) 1 (1996–97)
Inglaterra Manchester United 3 (1967–68, 1998–99 e 2007–08) 2 (2008-09 e 2010-11) 7 (1956-57, 1957-58, 1965-66, 1968-69, 1996-97, 2001-02 e 2006-07)
Itália Internazionale 3 (1963–64, 1964–65 e 2009–10) 2 (1966-67 e 1971-72) 3 (1965-66, 1980-81 e 2002-03)
Itália Juventus 2 (1984–85 e 1995–96) 6 (1972-73, 1982-83, 1996-97, 1997-98, 2002-03 e 2014-15) 3 (1967-68, 1977-78 e 1998-99)
Portugal Benfica 2 (1960–61 e 1961–62) 5 (1962-63, 1964-65, 1967-68, 1987-88 e 1989-90) 1 (1971-72)
Portugal Porto 2 (1986–87 e 2003-04) 0 1 (1993-94)
Inglaterra Nottingham Forest 2 (1978–79 e 1979–80) 0 0
Inglaterra Chelsea 1 (2011-12) 1 (2007-08) 5 (2003-04, 2004-05, 2006-07, 2008-09 e 2013-14)
Escócia Celtic 1 (1966–67) 1 (1969-70) 2 (1971-72, 1973-74)
Alemanha Borussia Dortmund 1 (1996–97) 1 (2012-13) 2 (1963-64, 1997-98)
Alemanha Hamburgo 1 (1982–83) 1 (1979-80) 1 (1960-61)
Roménia Steaua Bucareste 1 (1985–86) 1 (1988-89) 1 (1987-88)
França Olympique de Marselha 1 (1992–93) 1 (1990-91) 1 (1989-90)
Sérvia Estrela Vermelha 1 (1990–91) 0 3 (1956-57, 1971-72 e 1991-92)
Países Baixos PSV 1 (1987–88) 0 2 (1975-76 e 2004-05)
Países Baixos Feyenoord 1 (1969–70) 0 1 (1962-63)
Inglaterra Aston Villa 1 (1981-82) 0 0
Espanha Atlético de Madrid 0 2 (1973-74 e 2013-14) 2 (1958-59, 1970-71)
França Stade de Reims 0 2 (1955-56 e 1958-59) 0
Espanha Valencia 0 2 (1999-00 e 2000-01) 0
Grécia Panathinaikos 0 1 (1970-71) 2 (1984-85 e 1995-96)
Inglaterra Leeds United 0 1 (1974-75) 2 (1969-70 e 2000-01)
França Mônaco 0 1 (2003-04) 2 (1993-94 e 1997-98)
França Saint-Etienne 0 1 (1975-76) 1 (1974-75)
Alemanha Borussia Mönchengladbach 0 1 (1976-77) 1 (1977-78)
Inglaterra Arsenal 0 1 (2005-06) 1 (2008-09)
Itália Fiorentina 0 1 (1956-57) 0
Alemanha Eintracht Frankfurt 0 1 (1959-60) 0
Sérvia Partizan 0 1 (1965-66) 0
Bélgica Club Brugge 0 1 (1977-78) 0
Suécia Malmö 0 1 (1978-79) 0
Itália Roma 0 1 (1983-84) 0
Itália Sampdoria 0 1 (1991-92) 0
Alemanha Bayer Leverkusen 0 1 (2001-02) 0
Ucrânia Dínamo Kiev 0 0 3 (1976-77, 1986-87 e 1998-99)
Suíça Zurique 0 0 2 (1963-64 e 1976-77)
Bulgária CSKA Sófia 0 0 2 (1966-67 e 1981-82)
Escócia Dundee United 0 0 2 (1962-63 e 1983-84)
Bélgica Anderlecht 0 0 2 (1981-82 e 1985-86)
Escócia Rangers 0 0 2 (1959-60 e 1992-93)
Suécia IFK Göteborg 0 0 2 (1985-86 e 1992-93)
Escócia Hibernian 0 0 1 (1955-56)
Hungria Vasas 0 0 1 (1957-58)
Suíça Young Boys 0 0 1 (1958-59)
Áustria Rapid Viena 0 0 1 (1960-61)
Inglaterra Tottenham 0 0 1 (1961-62)
Bélgica Standard de Liège 0 0 1 (1961-62)
Hungria Győri ETO 0 0 1 (1964-65)
Tchecoslováquia Dukla Prague 0 0 1 (1966-67)
Tchecoslováquia Spartak Trnava 0 0 1 (1968-69)
Polónia Legia Varsóvia 0 0 1 (1969-70)
Inglaterra Derby County 0 0 1 (1972-73)
Hungria Újpest 0 0 1 (1973-74)
Áustria Áustria Viena 0 0 1 (1978-79)
Alemanha Colônia 0 0 1 (1978-79)
Espanha Real Sociedad 0 0 1 (1982-83)
Polónia Widzew Łódź 0 0 1 (1982-83)
Roménia Dínamo Bucareste 0 0 1 (1983-84)
França Bordeaux 0 0 1 (1984-85)
Tchecoslováquia Sparta Praga 0 0 1 (1991-92)
França Paris Saint-Germain 0 0 1 (1994-95)
França Nantes 0 0 1 (1995-96)
Espanha La Coruña 0 0 1 (2003-04)
Espanha Villarreal 0 0 1 (2005-06)
França Lyon 0 0 1 (2009-10)
Alemanha Schalke 04 0 0 1 (2010-11)
Inglaterra Manchester City 0 0 1 (2015-16)

Aproveitamento[editar | editar código-fonte]

Por Clube[editar | editar código-fonte]

Rank Clube Nº de Títulos Nº de Vice Aproveitamento
1 Espanha Real Madrid
10
3
76,92%
2 Itália AC Milan
7
4
63,6%
3 Alemanha Bayern München
5
5
50,0%
4 Espanha FC Barcelona
5
3
62,5%
5 Inglaterra Liverpool FC
5
2
71,4%
6 Países Baixos Ajax Amsterdam
4
2
66,6%
7 Itália Internazionale
3
2
60,0%
8 Inglaterra Manchester United
3
2
60,0%
9 Portugal SL Benfica
2
5
28,5%
10 Itália Juventus
2
6
25,0%
11 Inglaterra Nottingham Forest
2
0
100%
12 Portugal FC Porto
2
0
100%
13 Alemanha Borussia Dortmund
1
1
50,0%
14 Escócia Celtic Glasgow
1
1
50,0%
15 Inglaterra Chelsea FC
1
1
50,0%
16 Alemanha Hamburger SV
1
1
50,0%
17 Roménia Steaua Bucareste
1
1
50,0%
18 França Olympique de Marselha
1
1
50,0%
19 Sérvia Estrela Vermelha
1
0
100%
20 Países Baixos PSV Eindhoven
1
0
100%
21 Países Baixos Feyenoord Rotterdam
1
0
100%
22 Inglaterra Aston Villa
1
0
100%
23 Espanha Atlético de Madrid
0
2
0,0%
24 Espanha Valencia CF
0
2
0,0%
25 França Stade de Reims
0
2
0,0%
26 Inglaterra Arsenal
0
1
0,0%
27 França AS Monaco
0
1
0,0%
28 Alemanha Bayer Leverkusen
0
1
0,0%
29 Itália Sampdoria
0
1
0,0%
30 Itália AS Roma
0
1
0,0%
31 Bélgica Club Brugge
0
1
0,0%
32 Alemanha Borussia Mönchengladbach
0
1
0,0%
33 França AS Saint-Etienne
0
1
0,0%
34 Inglaterra Leeds United
0
1
0,0%
35 Grécia Panathinaikos
0
1
0,0%
36 Alemanha Eintracht Frankfurt
0
1
0,0%
37 Itália Fiorentina
0
1
0,0%
38 Suécia Malmö FF
0
1
0,0%
39 Sérvia Partizan Belgrado
0
1
0,0%

Por país[editar | editar código-fonte]

País
Nº de Títulos
Nº de Vices
Aproveitamento
Espanha Espanha
15
10
61,9%
Itália Itália
12
14
46,1%
Inglaterra Inglaterra
12
7
63,15%
Alemanha Alemanha
7
10
46,67%
Países Baixos Holanda
6
2
75,0%
Portugal Portugal
4
5
44,4%
França França
1
5
16,67%
Sérvia Sérvia
1
1
50%
Roménia Romênia
1
1
50%
Escócia Escócia
1
1
50%
Bélgica Bélgica
0
1
0,0%
Grécia Grécia
0
1
0,0%
Suécia Suécia
0
1
0,0%

Locais das Finais[editar | editar código-fonte]

País
Nº de Finais
Itália Itália
9
Inglaterra Inglaterra
8
Alemanha Alemanha
8
Espanha Espanha
7
França França
5
Bélgica Bélgica
4
Áustria Áustria
4
Países Baixos Holanda
4
Escócia Escócia
3
Grécia Grécia
3
Portugal Portugal
2
Jugoslávia Iugoslávia
1
Suíça Suíça
1
Turquia Turquia
1
Rússia Rússia
1


Por Jogador[editar | editar código-fonte]

Jogador Titulos Anos que venceu
Espanha Francisco Gento
6
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
Argentina Alfredo di Stéfano
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Héctor Rial
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Juan Alonso
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Juan Santisteban
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Marcos Alonso Imaz
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Rafael Lesmes
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha José María Zárraga
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Itália Paolo Maldini
5
1988-89, 1989-90, 1993–94, 2002-032006-07
Itália Alessandro Costacurta
5
1988-89, 1989-90, 1993–94, 2002-032006-07
Países Baixos Clarence Seedorf
4
1994-95, 1997-98, 2002-032006-07
Inglaterra Phil Neal
4
1976-77, 1977-78, 1980-811983-84
Uruguai José Santamaría
4
1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
Espanha Enrique Mateos
4
1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Espanha Joseíto
4
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59
Espanha Xavi
4
2005-2006,2008-2009,2010-2011,2014-2015
Argentina Lionel Messi
4
2005-2006,2008-2009,2010-2011,2014-2015
Espanha Andrés Iniesta
4
2005-06, 2008-09,2010-2011,2014-2015
Espanha Gerard Piqué
4
2007-08, 2008-09,2010-2011,2014-2015
Espanha Iker Casillas
3
1999-2000, 2001-2002, 2013-2014
Espanha Víctor Valdés
3
2005-06, 2008-09,2010-2011
Espanha Carles Puyol
3
2005-2006,2008-2009,2010-2011

Artilharia[editar | editar código-fonte]

Edição Jogador Clube Gols
1955-56
Jugoslávia Miloš Milutinović Partizan Belgrado
8
1956-57
Inglaterra Dennis Viollet Manchester United
9
1957-58
Argentina Flag of Spain (1945 - 1977).svg Alfredo Di Stéfano Real Madrid
10
1958-59
França Just Fontaine Stade Reims
10
1959-60
Hungria Flag of Spain (1945 - 1977).svg Ferenc Puskás Real Madrid
12
1960-61
Portugal José Águas Benfica
11
1961-62
Alemanha Heinz Strehl Nuremberg
8
1962-63
Brasil Itália José Altafini AC Milan
14
1963-64
Jugoslávia Vladica Kovačević / Itália Sandro Mazzola / Hungria Flag of Spain (1945 - 1977).svg Ferenc Puskás Partizan Belgrado / Internazionale / Real Madrid
7
1964-65
Portugal Eusébio / Portugal José Torres Benfica / Benfica
9
1965-66
Portugal Eusébio / Hungria Flórián Albert Benfica / Ferencváros
7
1966-67
Bélgica Paul van Himst / Alemanha Oriental Jürgen Piepenburg Anderlecht / Vorwärts Berlim
6
1967-68
Portugal Eusébio Benfica
6
1968-69
Escócia Denis Law Manchester United
9
1969-70
Inglaterra Mick Jones / Suécia Ove Kindvall Leeds United / Feyenoord
8
1970-71
Flag of Greece (1970-1975).svg Antonis Antoniadis Panathinaikos
10
1971-72
Países Baixos Johan Cruijff / Hungria Antal Dunai / Escócia Lou Macari / Jugoslávia Silvester Takač Ajax / Újpest / Celtic / Standard Liège
5
1972-73
Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
12
1973-74
Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
8
1974-75
Alemanha Gerd Müller / Flag of the Soviet Union (1955-1980).svg Edoward Markarov Bayern Munique / Ararat Erevan
5
1975-76
Alemanha Jupp Heynckes Borussia Mönchengladbach
6
1976-77
Itália Franco Cucinotta / Alemanha Gerd Müller Zurique / Bayern Munique
5
1977-78
Dinamarca Allan Simonsen Borussia Mönchengladbach
5
1978-79
Suíça Claudio Sulser Grasshopper
11
1979-80
Dinamarca Søren Lerby Ajax
10
1980-81
Alemanha Karl-Heinz Rummenigge / Inglaterra Terry McDermott / Escócia Graeme Souness Bayern Munique / Liverpool / Liverpool
6
1981-82
Alemanha Dieter Hoeneß Bayern Munique
7
1982-83
Itália Paolo Rossi Juventus
6
1983-84
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Viktor Sokol Dínamo Minsk
6
1984-85
França Michel Platini / Suécia Torbjörn Nilsson Juventus / IFK Göteborg
7
1985-86
Suécia Torbjörn Nilsson IFK Göteborg
6
1986-87
Jugoslávia Borislav Cvetković Estrela Vermelha
7
1987-88
Portugal Rui Águas/França Jean-Marc Ferreri/Escócia Ally McCoist / Espanha Míchel / Roménia Gheorghe Hagi / Argélia Rabah Madjer Benfica / Bordeaux / Glasgow Rangers / Real Madrid / Steaua Bucareste / Porto
4
1988-89
Países Baixos Marco van Basten AC Milan
10
1989-90
França Jean-Pierre Papin / Brasil Romário Olympique Marselha / PSV Eindhoven
6
1990-91
França Jean-Pierre Papin / Áustria Peter Pacult Olympique Marselha / Tirol Innsbruck
6
1991-92
França Jean-Pierre Papin / União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Ucrânia Rússia Serhiy Yuran Olympique Marselha / Benfica
7
1992-93
Brasil Romário PSV Eindhoven
7
1993-94
Países Baixos Ronald Koeman / Nova Zelândia Wynton Rufer Barcelona / Werder Bremen
8
1994-95
Libéria George Weah Paris Saint-Germain
8
1995-96
Finlândia Jari Litmanen Ajax
9
1996-97
Escócia Ally McCoist Glasgow Rangers
6
1997-98
Itália Alessandro del Piero Juventus
10
1998-99
Ucrânia Andriy Shevchenko / Trinidad e Tobago Dwight Yorke Dínamo Kiev / Manchester United
8
1999-00
Brasil Rivaldo / Brasil Jardel / Espanha Raúl / Ucrânia Serhiy Rebrov Barcelona / Porto / Real Madrid / Dínamo Kiev
10
2000-01
Brasil Jardel / Espanha Raúl Galatasaray / Real Madrid
7
2001-02
Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
10
2002-03
Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
12
2003-04
Espanha Fernando Morientes Monaco
9
2004-05
Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
8
2005-06
Ucrânia Andriy Shevchenko AC Milan
9
2006-07
Brasil Kaká AC Milan
10
2007-08
Portugal Cristiano Ronaldo Manchester United
8
2008-09
Argentina Lionel Messi Barcelona
9
2009-10
Argentina Lionel Messi Barcelona
8
2010-11
Argentina Lionel Messi Barcelona
12
2011-12
Argentina Lionel Messi Barcelona
14
2012-13
Portugal Cristiano Ronaldo Real Madrid
12
2013-14
Portugal Cristiano Ronaldo Real Madrid
17
2014-15
Portugal Cristiano Ronaldo / Argentina Lionel Messi / Brasil Neymar Real Madrid / Barcelona / Barcelona
10

Notas:

  • os ex-iugoslavos Milutinović, Kovačević e Katač são sérvios, assim como os times do Partizan e do Estrela Vermelha; Cvetković é croata.
  • dentre os ex-soviéticos, Markarov é azerbaijano de origem armênia que jogava em clube armênio (o Ararat Erevan); Sokal e seu clube (Dínamo Minsk) são bielorrussos; e Yuran, ucraniano (mas jogou pela Rússia), sendo que a URSS se desintegrou quando a edição em que foi artilheiro estava em andamento.

Transmissão no Brasil[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 1990, a TV Cultura transmitia a Liga dos Campeões em TV aberta para o Brasil.[carece de fontes?] Desde a temporada 2003/2004, os direitos de transmissão pertencem à empresa de marketing e mídia TopSports Ventures. As temporadas 2003/2004 e 2004/2005 foram transmitidas pela RedeTV!. Por causa de uma briga judicial envolvendo Topsports e RedeTV!, a temporada 2005/2006, por sua vez, foi transmitida pela Band. A Rede Record transmitiu as temporadas 2006/2007,2007/2008 e 2008/2009 juntamente com a outra emissora do grupo, a Record News.

Com realização de acordo histórico junto à UEFA, a Rede Globo adquiriu os direitos de transmissão para os jogos de quarta-feira para as temporada 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013, sem necessidade de veicular na programação as publicidades dos parceiros da entidade. Em 2011 a emissora renovou seu contrato até a temporada 2014/2015. Ela só transmitirá os jogos à partir das quartas de final, os outros ela repassará a Rede Bandeirantes. Os direitos desta temporada também foram comercializados com a TV Esporte Interativo para transmissão de um jogo de terça-feira, e para a ESPN no sistema de TV fechada. No dia 21 de novembro de 2014, foi anunciada a compra dos direitos para a TV fechada pelos canais Esporte Interativo, sendo anunciada também a transmissão de todos os jogos, seja na televisão como na internet até a temporada 2017/2018.

Transmissão em Portugal[editar | editar código-fonte]

Desde o lançamento do canal, os direitos de transmissão da Liga dos Campeões na televisão paga foram sempre pertencentes à Sport TV, embora Pais do Amaral (em 2011) e a BTV (em 2014) já tenham tentado tirar os direitos de transmissão, mas sem sucesso. Por sua vez, os direitos de transmissão em sinal aberto foram pertencentes à RTP desde a sua primeira edição até 2012, ano em que os direitos para o triénio 2012/2015 foram adquiridos pela TVI, tendo as transmissões começado com o jogo Braga x Udinese. Durante a sua exibição no canal de Queluz de Baixo, as transmissões foram extremamente criticadas por diversas razões, entre as quais a falta de imparcialidade dos comentadores e o facto do canal emitir os jogos em 4:3. No final de 2014, a estação pública recuperou os direitos da competição de forma controversa, principalmente pelo valor oferecido pela reaquisição dos direitos, o que causou a destituição de Alberto da Ponte. Por outro lado, a reaquisição dos direitos foi bem recebida pelos telespectadores, especialmente pelo facto dos jogos passarem a ser emitidos em 16:9 em sinal aberto e em HD nas plataformas pagas. As transmissões da Liga dos Campeões para o triénio 2015/2018 contam com transmissão em direto na RTP1, na Antena 1 e na RTP Play, tendo sido retomadas com o jogo Sporting x CSKA.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]