Lila (hinduísmo)

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Lila (em sânscrito: लीला, IAST līlā), ou Leela é um conceito originado na tradição do Hinduísmo que pode significar literalmente "passado", "esporte" ou "jogo". É um termo comum as tradições dualistas e não dualistas da filosofia Hindu. Dentro do não-dualismo, Lila é uma maneira de descrever o cosmos como uma forma de jogo criativo do absoluto divino. Na escola dualística do Vaishnavism, Lila se refere as atividades do Deus e de seus seguidores, como diferentes daquelas comuns, o karma.

Implicações[editar | editar código-fonte]

Os hindus tem diferentes denominações para definir como um ser humano deve reagir a consciência de Lila. Karma Yoga sugere um abraço alegre em todos os aspectos da vida, uma "aceitação intencional", mantendo distinção do Supremo; Bhakti Yoga e Jnana Yoga defendem a união com o Supremo. Lila é uma idéia importante no culto tradicional de Krishna (como um brincalhão) e Shiva (como dançarina) e tem sido usado por escritores modernos como Stephen Nachmanovitch, Fritjof Capra, Alan Watts e Robert M. Pirsig. Lila pode ser comparável ao pandeismo da teologia ocidental, que descreve a formação do Universo através de um Deus tomando uma forma física, a fim de experimentar a interação entre os elementos do universo.

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referencias[editar | editar código-fonte]

inglês
  • The Ramayan, Maharshi Valmiki
  • The Mahabharat, Ved Vyas
  • Philosophies of India, Heinrich Zimmer and Joseph Campbell, Princeton University Press, 1969.
  • The Integral Advaitism of Sri Aurobindo, Ram Shanker Misra, Motilal Banarsidass Publishers Pvt Ltd, Delhi, 1998.
  • The Domain of Constant Excess: Plural Worship at the Munnesvaram Temples in Sri Lanka, Rohan Bastin, Berghahn Books, 2002.
  • Purifying the Earthly Body of God: Religion and Ecology in Hindu Indi, Lance E. Nelson, State University of New York Press, 1998.
  • The Gods at Play: Lila in South Asia, William Sturman Sax, ed., Oxford University Press, 1995, ISBN 0-19-509102-7.
  • "Playing", Richard Schechner, Play & Culture, 1988, Vol. 1, pp. 3–19.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]