Linha 17 do Metrô de São Paulo

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Linha 17 - Ouro
Estações: 8 (em obras)
10 (em projeto)

Comprimento: 17,688  km
Estado: Parcialmente em obras
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São Paulo-Morumbi(Acesso à Linha 4yellow.png)
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Estádio Morumbi
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Américo Mourano
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Paraisópolis
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Panamby
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Em projeto
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Morumbi(Acesso à Linha 9greenturquoise.png)
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Chucri Zaidan
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Vila Cordeiro
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Campo Belo(Acesso à Linha 5roxo.png)
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Vereador José Diniz
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Brooklin Paulista
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Congonhas
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Jardim Aeroporto
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Ligação com o Pátio Agua Espraiada
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Em projeto
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Vila Paulista
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Vila Babilônia
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Cidade Leonor
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Hospital Sabóia
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Jabaquara(Acesso à Linha 1blue.png)

A futura Linha 17-Ouro será uma linha do Metrô de São Paulo que utilizará o Metroleve, um sistema de monotrilho. Essa linha ligará a estação Jabaquara, da Linha 1-Azul, à estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela. Essa linha terá como principal parada o aeroporto de Congonhas, passando também pela Linha 5-Lilás e pela Linha 9 da CPTM. Terá uma demanda aproximada de quinze mil passageiros por hora em cada sentido. O início de suas operações, inicialmente prometido para 2013, passou para 2014, depois para 2016 e 2017.[1] A linha fez parte do projeto que a cidade apresentou para ser sede da Copa do Mundo de 2014. Quando concluída, a linha terá 17,7 quilômetros.[2] [3] As obras foram interrompidas em outubro de 2015 e, em 18 de janeiro seguinte, o contrato foi rompido.[4] Em 21 de junho de 2016 (segundo o Governo de São Paulo), entretanto, após aproximadamente nove meses de paralisação, as obras da linha foram retomadas, com previsão de início das operações em 2018.[5] Quando estiver pronta e em operação, a linha partirá da Estação Morumbi (integrando-se com a Linha 9-Esmeralda da CPTM), passando pelas estações Chucri Zaidan, Vila Cordeiro e Campo Belo, até a Estação Congonhas, com uma demanda de oitenta mil passageiros por dia, sendo, assim, a primeira linha de Metrô a dar acesso ao aeroporto.

Projeto[editar | editar código-fonte]

O edital para construção deveria ser publicado em novembro de 2009, e o custo total do projeto está estimado em 3,17 bilhões de reais (sendo 1,082 bilhão de reais emprestados do BNDES, 1,5 bilhão de reais do governo estadual e o restante da prefeitura de São Paulo)[6], com previsão de 200 mil[7], 230 mil[8] ou 250 mil[9] passageiros transportados por dia quando completa. O traçado projetado tem 21,5 quilômetros de extensão e será entregue em três etapas.[8] A primeira delas tinha 3,8 quilômetros e o início das obras estava previsto para dezembro de 2010, ligando o aeroporto de Congonhas à estação São Judas, com uma demanda inicial de 18 mil passageiros por dia.[8] Essa etapa, entretanto, sofreu atraso e acabou engavetada no primeiro semestre de 2011, devido ao processo de tombamento do aeroporto, segundo o Metrô.[10] A primeira fase passou a ser, então. a ligação entre o aeroporto e a estação Morumbi, da CPTM, com previsão de demanda diária de 43 mil passageiros e início de operações no primeiro semestre de 2014.[10] Essa era originalmente parte da segunda etapa, que tinha previsão de demanda de cem mil usuários por dia e início de operações em 2013, com 10,8 quilômetros da Estação Morumbi à Estação Jabaquara, da Linha 1 do Metrô, com a linha para o aeroporto saindo em Y. A nova segunda fase passou a ser a ligação entre o aeroporto e a Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4 do Metrô, cuja previsão de operação passara para o primeiro semestre de 2015, com demanda prevista de 166 mil passageiros por dia.[10] Por fim, a terceira fase seria a ligação da linha com a Estação Jabaquara, também prevista para o primeiro semestre de 2015, elevando a demanda prevista para 252 mil passageiros diários.[10]

Para diminuir a quantidade de desapropriações, a ideia inicial é fazer um monotrilho suspenso por pilares, muitos nos canteiros centrais de grandes avenidas, com composições de tração elétrica sobre pneus.[8] A altura das estações deverá variar entre doze e quinze metros, e as plataformas deverão ter portas de vidro sincronizadas à abertura das portas dos trens, da mesma maneira que na Linha 4-Amarela.[8] Um arquiteto ouvido pelo Jornal da Tarde em outubro de 2009 preocupava-se com uma possível "agressão à paisagem urbana" causada pelo trecho elevado: "Pode-se resolver o problema do transporte e provocar um outro, urbanístico."[8] Já o secretário-adjunto dos Transportes Metropolitanos, João Paulo de Jesus Lopes, defendeu a ideia em junho de 2010: "A grande vantagem do monotrilho é que sua implantação é mais rápida, ele se integra bem com o meio urbano, evita muitas desapropriações e os trens serão entregues mais rápido por serem padronizados."[6]

Um estudo ambiental falava em agosto de 2010 de "redução na qualidade de vida da população" vizinha, citando o impacto visual do monotrilho e o aumento da circulação de pedestres como causas.[11] "O problema é que estão vendendo um novo modal, que não foi discutido com a sociedade, como se fosse o Metrô que conhecemos", protestou, em setembro de 2010, uma diretora da Associação de Segurança e Cidadania do Morumbi.[9] Para o governo estadual, entretanto, a linha representaria um ganho ambiental, pois tiraria 585 das 855 linhas de ônibus que servem as regiões do Ibirapuera e de Santo Amaro, o que geraria uma redução de 247 quilos de monóxido de carbono no ar por dia[11] e também teria custos menores de implantação[9], além de, segundo o Metrô, o impacto visual ser menor que o do Minhocão[12]. Moradores próximos ao trecho da futura linha no Morumbi e donos de casas sujeitas a desapropriação reclamaram do projeto em reunião com representantes do Metrô em 19 de agosto de 2010, mas o presidente da União dos Moradores de Paraisópolis disse ao JT que "o metrô [ali] é um sonho que a comunidade espera há muito tempo".[11] O presidente da União de Moradores de Paraisópolis, favorável ao monotrilho, também demonstrou preferir o metrô subterrâneo em setembro: "Precisamos de transporte público. Só abrimos mão do monotrilho se nos garantirem que vão construir o metrô aqui."[13]

Moradores das áreas mais valorizadas do bairro têm organizado abaixo-assinados e reuniões contra o projeto, que, segundo eles, será o "novo Minhocão de São Paulo".[12] Um condomínio do Morumbi entrou com uma representação em setembro de 2010 ao Ministério Público solicitando uma avaliação da linha e argumentando que ela poderia causar "degradação visual e sonora, ausência de privacidade, desvalorização imobiliária e aumento da criminalidade".[13] "Não acho justo que, em prol de uma comunidade onde a TV a cabo é roubada, a eletricidade é gato, a gente tenha de pagar o preço da obra", reclamou uma moradora do bairro ouvida pelo jornal Folha de S. Paulo, cuja casa avaliada em um milhão de reais deverá ser desapropriada.[14]

Quando a Fifa rejeitou o Estádio do Morumbi como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, a imprensa chegou a noticiar que a linha não seria mais uma prioridade do governo, mas isso foi negado quando o governador Alberto Goldman afirmou, em 30 de junho de 2010, que a linha ficaria pronta em 2013.[6] "Os empréstimos estão pedidos, estão acertados e esperamos que a liberação dos recursos aconteça logo", disse Goldman.[6] A previsão de duração das obras era de três anos.[9] Em dezembro de 2010 uma liminar atendeu pedido da Associação Sociedade dos Amigos de Vila Inah, suspendendo a assinatura de contrato e consequente homologação da licitação para elaboração do projeto, fabricação, fornecimento e implantação da linha.[15] A reclamação era da alteração da paisagem com a estrutura do monotrilho, que causaria desvalorização dos imóveis.[15] Para a associação, o projeto feriria a lei federal de licitações por não ter incluídos licença ambiental e projeto básico de construção no processo.[15]

Futuros vizinhos da linha também se preocupavam com o barulho e uma eventual "invasão de privacidade", já que ela passaria a poucos metros de piscinas e áreas de lazer de condomínios.[16] Essa insegurança, segundo eles, era causada pela falta de informações sobre a construção da linha.[17] O governo estadual rebatia dizendo que os trens seriam silenciosos e falava também em um sistema de escurecimento dos vidros das composições.[17] A opinião negativa de vizinhos sobre o monotrilho, contudo, não era unânime. Moradores também falavam em valorização da região em entrevista à Folha de S. Paulo em abril de 2012.[17]

Naquele mês o Metrô divulgou as primeiras imagens geradas por computador mostrando o impacto da obra nas regiões que ela atravessaria.[18] Na Marginal Pinheiros, por exemplo, o trem correrá a uma altura de dezoito metros.[18] Também seria feito um projeto paisagístico em que árvores com copas tão altas quanto as vigas de sustentação do monotrilho seriam plantadas ao longo de alguns trechos.[19] Apesar de um dos argumentos a favor do monotrilho ser o número mais baixo de desapropriações, nesse mesmo mês já havia 161 imóveis declarado de utilidade pública para a Linha 17, e esse número ainda poderia aumentar.[20] O Metrô alegava que para uma obra subterrânea o número de desapropriações seria ainda maior.[20] Muitos proprietários alegaram ter sido surpreendidos pelo primeiro decreto expropriatório, em 10 de junho de 2011.[21]

No mês seguinte cerca de cem moradores do Morumbi fizeram na Praça Roberto Gomes Pedrosa um protesto contra o monotrilho, a favor de uma linha subterrânea e até de uma mudança no traçado.[22] "Se fosse criado um trajeto que viesse da Avenida Giovani Gronchi, com certeza atenderia todas as comunidades que circundam o Morumbi", disse uma manifestante ao Jornal da Tarde.[22] Também foi passado um abaixo-assinado que seria entregue ao governo estadual.[22] Três semanas depois moradores de Paraisópolis fizeram um ato a favor do monotrilho no mesmo dia em que ocorreria uma audiência pública na Assembleia Legislativa sobre o assunto.[23] "Estamos em uma região carente de transportes e queremos cobrar o governo para que acelere a construção da linha", explicou um dos organizadores do ato. "Para nós, faz uma diferença enorme."[23] Na audiência houve discussão entre defensores e detratores do monotrilho.[24]

Dados sobre as novas estações que seriam construídas pelo Metrô, incluindo as da Linha 17, estavam no primeiro lote de informações repassadas por meio da Lei de Acesso à Informação.[25] Três das estações da linha (Estádio do Morumbi, Panamby e Vila Cordeiro) foram classificadas pelo jornal O Estado de S. Paulo como "miniestações, devido à demanda diária prevista de apenas cinco mil usuários.[25] O jornal lembrava que paradas menores de linhas mais antigas já estavam saturadas, citando como exemplo Anhangabaú (demanda prevista de vinte mil usuários por dia e em 2012 atendendo a noventa mil), São Joaquim e Conceição.[25]

Obras[editar | editar código-fonte]

Obras da Linha 17 na Avenida Jornalista Roberto Marinho

A Licença Ambiental de Instalação (LAI) da linha, última pendência para o início das obras[26], foi publicada em março de 2012 pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Com ela, Alckmin anunciou que o primeiro trecho ficaria pronto "até 2014".[26] Como a LAI naquele momento só permitia intervenções em parte do percurso da linha, as obras tiveram início, em 1 de abril[18], apenas em um trecho de quatrocentos metros da Avenida Jornalista Roberto Marinho, que teve a faixa da esquerda interditada no sentido Marginal Pinheiros, entre as ruas Constantino de Sousa e Princesa Isabel.[27] Nessa primeira etapa, seriam apenas remanejados elementos que poderiam interferir na execução da obra, como postes de iluminação.[27] Àquela altura, previa-se que o custo total da linha seria de 3,2 bilhões de reais.[27]

Obras do Monotrilho Linha 17-Ouro no trecho Aeroporto de Congonhas-Estação Morumbi, perto da Ponte Octávio Frias de Oliveira.

A linha ainda encontrava "forte resistência de moradores" de alguns dos bairros por onde ela passaria, preocupados com o "impacto urbanístico negativo".[26] Ela era apontada como um dos motivos, ao lado da violência, da redução do tamanho das famílias e do aumento do trânsito, para o aumento do número de imóveis à venda no bairro do Morumbi.[28] "Acredito que algumas pessoas estejam colocando suas casas à venda por causa da insegurança causada pela possibilidade de desapropriações e pela escolha desse modal desastroso", explicou ao JT uma moradora da região, que defendia uma linha subterrânea.[28] Diante da explicação do Metrô de que o monotrilho havia sido escolhido por ser uma obra mais rápida e mais barata, além de a região ter uma baixa demanda, o presidente do Conselho de Segurança do Portal do Morumbi destacou: "Ele pode ser mais barato, mas, ainda assim, é dinheiro jogado fora. Passa por áreas pouco povoadas, não favorece a grande massa."[28]

Com boa parte dos pilares de sustentação já erguida, em outubro de 2013, alguns moradores reclamaram de um "efeito Minhocão", em relação ao impacto visual e ao resultado urbanístico.[29] Está muito feio", reclamou, ao jornal Folha de S. Paulo, a presidente da Associação de Amigos do Brooklin Novo. "Há a promessa de que seja feito um paisagismo, mas, até agora, nada."[29] O Metrô, entretanto, informou ao jornal que "a obra [teria] tratamento paisagístico, com o objetivo de formar um conjunto visual leve e com ares futuristas".[29] Já o presidente da Associação Pro Campo Belo, também ouvido pela Folha, era mais otimista: "A promessa é que o monotrilho se pareça com o que existe em Miami. As estações serão modernas, com elevadores, e embaixo haverá um monte de árvores. Não será um 'Minhocão'."[29]

Em uma das vigas usadas na estrutura, foi detectado um risco de queda devido a "uma oscilação estrutural, identificada pelos próprios operários da obra", em novembro de 2013.[30] Durante a remoção da viga, feita por um guindaste, um dos sentidos da Avenida Jornalista Roberto Marinho teve o trânsito interrompido por cerca de seis horas.[30]

Datas-marco[editar | editar código-fonte]

  • 10 de junho de 2011 — Divulgado o primeiro decreto expropriatório, atingindo imóveis do Brooklin e Campo Belo.
  • 1 de abril de 2012 — Início da construção entre as estações Jardim Aeroporto e Morumbi.

Características[editar | editar código-fonte]

Estações[editar | editar código-fonte]

Sigla Estação Integração Distrito
JAB Jabaquara[31] Linha 1-Azul Jabaquara
? Hospital Saboia[11] - Jabaquara
? Cidade Leonor - Jabaquara
? Vila Babilônia - Jabaquara
? Vila Paulista - Jabaquara
? Jardim Aeroporto - Campo Belo
? Congonhas (Aeroporto) - Campo Belo
? Brooklin Paulista - Campo Belo
? Vereador José Diniz - Campo Belo
? Campo Belo Linha 5-Lilás Campo Belo
? Vila Cordeiro - Itaim Bibi
? Chucri Zaidan - Itaim Bibi
MRB Morumbi Linha 9-Esmeralda Santo Amaro
? Panamby - Vila Andrade
? Paraisópolis - Vila Andrade
? Américo Maurano - Morumbi
? Estádio do Morumbi - Morumbi
SPM São Paulo-Morumbi Linha 4-Amarela Morumbi

Referências

  1. «Metrô e monotrilho previstos para 2014 agora vão ficar para 2017». G1. 30 de março de 2015. Consultado em 17 de agosto de 2015 
  2. http://www.metro.sp.gov.br/noticias/acontecendo/governador-geraldo-alckmin-autorizou-o-inicio-das-obras-da-linha-17ouro-do-metro.fss
  3. "100% Fifa", Paulo Favero, Jornal da Tarde, 1/10/2009, pág. 7C
  4. «Metrô rompe contrato com empresas e obra da Linha 17 é suspensa em SP». São Paulo. Consultado em 19 de janeiro de 2016 
  5. Santiago, Tatiana (22 de junho de 2016). «Linha 6-Laranja do Metrô de SP será entregue com um ano de atraso». Linha 6-Laranja do Metrô de SP será entregue com um ano de atraso. Portal G1. Consultado em 9 de agosto de 2016 
  6. a b c d Marcela Spinosa (1 de julho de 2010). «Morumbi terá metrô até 2013». Jornal da Tarde (14 556). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 4A. ISSN 1516-294X. Consultado em 4 de julho de 2010 
  7. «Metrô diz que é barato e rápido fazer novo sistema». Jornal da Tarde (14 643). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. 27 de setembro de 2010. pp. 3A. ISSN 1516-294X 
  8. a b c d e f "Monotrilho ligará Congonhas ao metrô", Eduardo Reina, Jornal da Tarde, 3/10/2009, pág. 7A
  9. a b c d «Obra da Linha Ouro vai durar três anos, segundo Metrô». Jornal da Tarde (14 648). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. 1 de outubro de 2010. pp. 5A. ISSN 1516-294X 
  10. a b c d José Benedito da Silva e Alencar Izidoro (8 de abril de 2011). «Governo engaveta ligação rápida do aeroporto de Congonhas até metrô». Folha de S. Paulo (29 955). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. pp. C10. ISSN 1414-5723 
  11. a b c d Ana Bizzotto e Eduardo Reina (20 de agosto de 2010). «Nova linha do Metrô provoca protesto». Jornal da Tarde (14 606). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 5A. ISSN 1516-294X 
  12. a b Talita Bedinelli (3 de outubro de 2010). «Antigos moradores se mobilizam contra Morumbi 'popular'». Folha de S. Paulo (29 768). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. pp. C6. ISSN 1414-5723 
  13. a b Bruno Ribeiro e Tiago Dantas (27 de setembro de 2010). «Bairros tentam impedir 'novos minhocões' em SP». Jornal da Tarde (14 643). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 3A. ISSN 1516-294X 
  14. Talita Bedinelli (3 de outubro de 2010). «Grupo prepara protesto contra linha de monotrilho no bairro». Folha de S. Paulo (29 768). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. pp. C7. ISSN 1516-294X 
  15. a b c Eduardo Reina (3 de dezembro de 2010). «Justiça barra metrô». Jornal da Tarde (14 711). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 9A. ISSN 1414-5723 
  16. Eduardo Geraque (22 de abril de 2012). «Monotrilho deve gerar efeito 'Minhocão' na vizinhança». Folha de S. Paulo. São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. pp. C1. ISSN 1516-294X 
  17. a b c Eduardo Geraque (22 de abril de 2012). «Vizinhos temem invasão de privacidade». Folha de S. Paulo. São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. pp. C3. ISSN 1516-294X 
  18. a b c Adriana Ferraz (24 de abril de 2012). «Metrô a 18 metros de altura». Jornal da Tarde (15 219). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 4A. ISSN 1414-5723 
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  20. a b Caio do Valle (26 de abril de 2012). «Governo tem 161 imóveis na lista de desapropriações». Jornal da Tarde (15 221). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 4A. ISSN 1414-5723 
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  28. a b c Felipe Tau e Tiago Dantas (17 de abril de 2012). «Violência e trânsito fazem do Morumbi um bairro à venda». Jornal da Tarde (15 212). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. 3A. ISSN 1414-5723 
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  31. Metrô de S. Paulo. «Projeto Básico Linha 17» (PDF). Consultado em 19 de abril de 2011 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

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