Linha 9 da CPTM

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Linha 9–Esmeralda
Mapa das estações
Mapa das estações
Inauguração:1957 (62 anos) Como Linha Sul da Estrada de Ferro Sorocabana
1971 (48 anos) Repassada para FEPASA
1996 (23 anos) Repassada à CPTM como Linha C–Celeste
2008 (11 anos) Mudança de nome para Linha 9–Esmeralda
Estações:18
Comprimento:32,8 km
Bitola:Bitola larga
Estado:Em Serviço
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Para Itapevi (Linha 8)
Unknown route-map component "KBHFa-L" Unknown route-map component "BHF-R"
Osasco Acesso à Linha 8cinza.png
Unknown route-map component "SBRÜCKEa" Unknown route-map component "SBRÜCKEe"
Viaduto Dona Ignês Coutinho
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Viaduto Guerino Spitaletti
Unknown route-map component "BHF-L" Unknown route-map component "BHF-R"
Presidente Altino Acesso à Linha 8cinza.png
Unknown route-map component "SBRÜCKEa" Unknown route-map component "SBRÜCKEe"
Viaduto Único Galfrio
Unknown route-map component "STR+GRZq" Unknown route-map component "STR+GRZq"
Divisa entre Osasco e São Paulo
Unknown route-map component "SKRZ-Ao" Unknown route-map component "SKRZ-Ao"
Marginal Pinheiros
Unknown route-map component "hKRZWae" Unknown route-map component "hKRZWae"
Ponte Nova Fepasa sobre o Rio Pinheiros
Unknown route-map component "SKRZ-Ao" Unknown route-map component "SKRZ-Ao"
Marginal Pinheiros
Unknown route-map component "eABZg+l" Unknown route-map component "CONTl+g"
Para Júlio Prestes (Linha 8)
Station on track
Ceasa
Underbridge
Ponte Jaguaré
Station on track
Villa Lobos–Jaguaré
Station on track
Cidade Universitária
Underbridge
Ponte Cidade Universitária
Straight track Unknown route-map component "utCONT1+f"
Para Luz (Linha 4)
Unknown route-map component "XBHF-L" + Unknown route-map component "HUBaq"
Unknown route-map component "utXBHF-R" + Unknown route-map component "HUBeq"
Pinheiros Acesso à Linha 4yellow.png
Unknown route-map component "utSTR+l" Unknown route-map component "mKRZt" Unknown route-map component "utSTRr"
Passagem sobre a Linha 4
Unknown route-map component "utCONT3+g" Straight track
Para São Paulo–Morumbi (Linha 4)
Underbridge
Ponte Bernardo Goldfarb
Underbridge
Ponte Eusébio Matoso
Station on track
Hebraica–Rebouças
Station on track
Cidade Jardim
Underbridge
Ponte Engº Roberto R. Zuccolo
Station on track
Vila Olímpia
Underbridge
Ponte Engº Ari Torres
Station on track
Berrini
Underbridge
Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira
Straight track Unknown route-map component "uexhCONT1+f"
Para Congonhas/Jd. Aeroporto (Linha 17)
Unknown route-map component "uexhSTR+l" Unknown route-map component "emKRZh" Unknown route-map component "uexhSTRr"
Elevado sob a Linha 17
Unknown route-map component "uexhSTR" Underbridge
Ponte do Morumbi
Unknown route-map component "uexhSTR" Underbridge
Ponte Nova do Morumbi
Unknown route-map component "uexhKBHFe" + Unknown route-map component "HUBaq"
Station on track + Unknown route-map component "HUBeq"
Morumbi Futuro acesso à Linha 17gold.png
Station on track
Granja Julieta
Underbridge
Ponte Laguna
Underbridge
Ponte Edson de Godoy Bueno
Underbridge
Ponte João Dias
Underbridge
Ponte Transamérica
Straight track Unknown route-map component "uhCONT1+f"
Para Chácara Klabin (Linha 5)
Unknown route-map component "uhSTR+l" Unknown route-map component "mKRZh" Unknown route-map component "uhSTRr"
Elevado sob a Linha 5
Unknown route-map component "uhBHF" + Unknown route-map component "HUBaq"
Station on track + Unknown route-map component "HUBeq"
Santo Amaro Acesso à Linha 5roxo.png
Unknown route-map component "uhCONT3+g" Straight track
Para Capão Redondo (Linha 5)
Station on track
Socorro
Underbridge
Ponte do Socorro
Station on track
Jurubatuba
Underbridge
Ponte do Jurubatuba
Unknown route-map component "hKRZWae"
Ponte sobre o Rio Pinheiros
Station on track
Autódromo
Station on track
Primavera–Interlagos
Unknown route-map component "SKRZ-Ao"
Ponte sobre a Av Dna Belmira Marin
Station on track
Grajaú
Unknown route-map component "exBHF"
Futura estação Mendes–Vila Natal
Unknown route-map component "exSKRZ-Ao"
Ponte sobre a Estrada dos Mendes
Unknown route-map component "exBHF"
Futura estação Varginha
Unknown route-map component "exSBRÜCKE"
Ponte Paulo Guiuger Reimberg
Unknown route-map component "exENDEe"

A Linha 9–Esmeralda da CPTM compreende o trecho da rede metropolitana definida entre as estações OsascoGrajaú. Foi criada sobre o antigo ramal de Jurubatuba da Estrada de Ferro Sorocabana, posteriormente a Linha Sul da Fepasa. Até outubro de 2007, chamava-se Linha C–Celeste, mudando depois o nome para Linha C–Esmeralda, nome que conservou até março de 2008.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Interior de uma composição da série 7000

A linha 9 estende-se por 32,8 quilômetros de Osasco a Grajaú, passando por dezoito estações. Faz a ligação da região sul do município de São Paulo com o município de Osasco, percorrendo quase toda a extensão da marginal do rio Pinheiros.

A linha foi inaugurada, já eletrificada, em 1957 pela Estrada de Ferro Sorocabana como forma de encurtar a distância entre o centro da Capital e a descida da serra feita pela linha Mairinque-Santos daquela ferrovia. Os serviços de subúrbio se iniciaram na mesma época, partindo da estação Júlio Prestes e atingindo, em algumas épocas, a longínqua estação Evangelista de Souza, no extremo sul do Município de São Paulo, quase à beira da Serra do Mar. Os trens circulavam em via única de bitola métrica e a maioria de suas estações não passavam de estruturas precárias.

Em 1971 foi incorporada à Ferrovia Paulista S.A. – FEPASA, que passou a chamá-la de Linha Sul. No final da década, a Fepasa interrompeu os serviços suburbanos para a duplicação da via e o alargamento da bitola para 1,60 metro. Em 1981, os serviços foram reinaugurados, agora partindo de Osasco até Pinheiros, atingindo novamente a estação Jurubatuba a partir de 1987.

Em 1992, foi inaugurada uma extensão operacional de Jurubatuba até Varginha, que circulou até 2001. Este trecho ainda utilizava os trilhos em bitola métrica originais da Sorocabana, mantido pela FEPASA.

A partir de 1996, a linha passou a ser administrada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), sendo a Linha C-Celeste. Baseado em projeto originado ainda sob a administração da FEPASA, denominado "Dinamização da Linha Sul", a CPTM, em 1998, iniciou a re-estruturação da linha, construindo mais sete estações, seis delas entre a longa distância existente entre Pinheiros e Santo Amaro, caracterizando-a com o padrão de metrô de superfície. Planejava-se então incorporá-la efetivamente à malha metroviária, passando a ser a Linha 9.

Trem passando pelos bairros Vila Cordeiro e Brooklin.

Desde outubro de 2007, a linha passou a se chamar "Linha Esmeralda" por decreto do governador José Serra, ao ser entregue juntamente com a Estação Autódromo, e passou a ser administrada de maneira conjunta pelo Metrô e pela CPTM.[1]

Em 21 de abril de 2008, como parte do projeto de expansão da linha Esmeralda para o extremo sul da capital paulista, foram inauguradas a estação Primavera-Interlagos e a estação Grajaú, além de mais 8,5 km de vias novas, reaproveitando o leito da antiga linha Sul da Fepasa. A estação Grajaú conta com um terminal de ônibus integrado, construído simultaneamente pela prefeitura.

A linha recebeu doze trens novos de quatro carros cada, que estão em operação desde novembro de 2008. Em 2010 e 2011 recebeu mais trens de oito carros cada (dezesseis de quatro carros), devido à previsão de um grande aumento na demanda com a inauguração da Linha 4 do Metrô de São Paulo e a integração entre as duas linhas na Estação Pinheiros, aberta em junho de 2011.

Em 2013, a CPTM começou a construção de mais duas estações, a Estação Mendes-Vila Natal e a Estação Varginha, além de mais 4,5 km de vias novas em direção ao extremo sul. Quando concluído o novo trecho, a CPTM alcançará na totalidade o trajeto da antiga extensão operacional até Varginha, iniciada em 1992 pela FEPASA, pelos trilhos originais da Sorocabana.

Extensão da linha[editar | editar código-fonte]

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou em 29 de junho de 2011 a compra de mais oito trens até 2012. Alckmin também declarou que estavam sendo licitadas mais duas estações da Linha Esmeralda: Mendes–Vila Natal e Varginha. "A Linha 9 vai receber ainda neste ano mais quatro trens, que são 32 carros, e no ano que vem mais quatro. São oito trens no total, que são 64 carros a mais. E a linha ganhará mais duas estações e seis quilômetros a mais de ferrovias. Estamos licitando agora o projeto executivo, e a obra começará no ano que vem. Então teremos as estações Mendes e Varginha", declarou. Na sequência, o trecho Grajaú - Varginha entrou em obras de construção, com previsão inicial de entrega para 2017[2], mais tarde revista para 2018.[3]

Há ainda um pedido de expansão futura dos trem metropolitanos da CPTM até o bairro de Parelheiros[4], sendo que a Empresa chegou a procurar um estudo de viabilidade de extensão e operação da Linha 9 até lá em 2013[4]. Porém, tal projeto foi momentaneamente engavetado, muito devido ao fato da população local não ser tão grande, e , por conseguinte, não haver uma demanda tão crítica por transporte de massa, como nos bairros atendidos pela Linha atualmente.[4]

Percurso[editar | editar código-fonte]

A linha tem seu início localizado no entroncamento com a Linha 8 da CPTM no município de Osasco, onde possui duas estações: Osasco e Presidente Altino. Daí em diante, as demais estações estão na capital paulista.

Após a ponte Nova Fepasa sobre a Marginal Pinheiros e o Rio Pinheiros, a linha margeia o rio praticamente em todo o seu percurso, (de Ceasa até Santo Amaro) e o Rio Jurubatuba (entre Santo Amaro e Jurubatuba), afastando-se do mesmo a partir do momento em que realiza o contorno ao lado do Aterro Sanitário Piratininga para acessar a ponte que atravessa o Rio Jurubatuba.

Após cruzar o rio, a linha prossegue em direção ao sul pelo antigo leito da ferrovia que chegava até o Litoral de São Paulo, via estação Evangelista de Souza. Neste trecho a linha atinge o bairro do Grajaú, onde se localiza o ponto final da linha no Terminal Intermodal Grajaú. Após a conclusão das obras de extensão, o final da linha passará para a estação Varginha, 4,5 km ao sul.

Características[editar | editar código-fonte]

Osasco ↔ Grajaú
Extensão 32,8 km
Média de passageiros transportados/dia[5] 613 000
Intervalo entre trens (pico) 5 min
Quantidade de estações 18
Trens (hora pico) 20 (4 trens extras) = 24
Tempo de percurso 53 min (aproximadamente)
Distância média entre estações 1 929 m
Oferta de lugares no pico 9 345
Velocidade média operacional 36 km/h
Passagens em nível 0

Estações[editar | editar código-fonte]

Identificação visual anterior da linha
Trem da série 8000
Interior de trem da série 8000
Sigla Estação Município Observações MDU (08/2018)[6]
OSA Osasco Osasco Integração gratuita com a Linha 8 da CPTM e com terminal de ônibus municipal de Osasco (Urubupungá), (Viação Osasco) e EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) 54 182
PAL Presidente Altino Osasco Integração gratuita com a Linha 8 da CPTM. 11 401
CEA Ceasa São Paulo Ceasa de São Paulo. 6 257
JAG Vila Lobos–Jaguaré São Paulo Parque Villa Lobos. 12 529
USP Cidade Universitária São Paulo Universidade de São Paulo e terminal urbano da SPTrans. 6 825
PIN Pinheiros São Paulo Integração gratuita com a Linha 4-Amarela do Metrô e com o Terminal Pinheiros da SPTrans. 142 523
HBR Hebraica–Rebouças São Paulo Integração com o ônibus urbano da SPTrans e EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). 14 303
CJD Cidade Jardim São Paulo 14 218
VOL Vila Olímpia São Paulo 32 352
BRR Berrini São Paulo Integração com o corredor de ônibus Diadema–Brooklin, da EMTU. 21 471
MRB Morumbi São Paulo Futura integração com a Linha 17-Ouro do Metrô 29 501
GJT Granja Julieta São Paulo 16 281
SAM Santo Amaro São Paulo Integração gratuita com a Linha 5-Lilás do Metrô e com o Terminal Guido Caloi da SPTrans. 80 458
SOC Socorro São Paulo 14 348
JUR Jurubatuba São Paulo Integração com o ônibus urbano da SPTrans. 14 556
AUT Autódromo São Paulo Autódromo de Interlagos. 8 945
INT Primavera–Interlagos São Paulo Chamava-se apenas Interlagos até 2007. 14 397
GRA Grajaú São Paulo Integração com o Terminal Grajaú da SPTrans. 62 955
MVN Mendes–Vila Natal São Paulo em construção N/D
VAR Varginha São Paulo Em construção e integração com o futuro Terminal Nova Varginha da SPTrans. N/D

MDU = média de passageiros embarcados por dia útil em cada estação, desde o início do ano. Nas estações com duas ou mais linhas o MDU representa a totalidade de passageiros embarcados na estação, sem levar em conta qual linha será utilizada pelo usuário.

Obras e projetos[editar | editar código-fonte]

Integração entre o metrô Pinheiros e o trem da Linha Esmeralda

Concessão das linhas 8 e 9[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2016, a empresa Triunfo Participações e Investimentos S/A (TPI) apresentou uma Manifestação de Interesse Privado para uma PPP (parceria público-privada) envolvendo a concessão das linhas 8 e 9.[7] [8]

Em fevereiro de 2019, o Governo do Estado esperava iniciar o processo de concessão em maio.[9]

Estações[editar | editar código-fonte]

CPTM icon.svg João Dias
Uso atual Bahn aus Zusatzzeichen 1024-15.svg Estação de trens metropolitanos (projeto)
Proprietário Bandeira do estado de São Paulo.svg Governo do Estado de São Paulo
Administração CPTM icon.svg CPTM (projeto)
Linha 9greenturquoise.png Esmeralda
Posição Superfície
Localização
João Dias está localizado em: São Paulo (cidade)
João Dias

23° 38' 26" S 46° 43' 24" O
Endereço Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros), 17007 - Santo Amaro, São Paulo
Próxima estação
Sentido Osasco 9greenturquoise.png Sentido Grajaú
Granja Julieta Santo Amaro
João Dias

Ao longo dos anos surgiram projetos para duas novas estações na Linha 9: João Dias e Pedreira.

A Estação João Dias é um projeto surgido na década de 1980 durante o plano de remodelação do trem de metropolitano da FEPASA. Após a execução do plano na virada do Século XX para o XXI, a estação João Dias não foi construída. Em 2010, o projeto surgiu no Plano Diretor da CPTM (2010), prevista para ser construída no horizonte 2025, com média diária de usuários (MDU) de 8119.[10]

Recentemente a construtora Brookfield Brasil erigiu um conjunto de edifícios empresariais chamado 17007 Nações, que abrigarão 10 mil pessoas, às margens da Linha 9 e da Marginal Pinheiros. Como contrapartida de impacto no tráfego por ser considerado um pólo gerador de tráfego, a Brookfield propôs a construção da estação João Dias, deixando uma área no terreno do empreendimento 17007 Nações para a construção do edifício do mezanino da futura estação. Em 1 de março de 2019, foi assinado um convênio entre a CPTM e a Brookfield (por meio de sua subsidiária Tegra) prevendo a doação do projeto da estação e de áreas necessárias para a mesma. O projeto prevê a implantação da Estação João Dias entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro.[11]

A Estação Pedreira é um projeto surgido no Plano Diretor da CPTM (2010), prevista para ser construída no horizonte 2025, com média diária de usuários (MDU) de 4 229.[10] O projeto prevê a localização da Estação Pedreira entre as estações Jurubatuba e Autódromo, às margens da Ponte Jurubatuba, com o mezanino sendo construído em sua margem leste. Para ampliar o número de passageiros, o projeto prevê a implantação de um terminal de ônibus integrado à estação, ao lado da Avenida Interlagos (importante eixo viário da região). Ao contrário da Estação João Dias, a Estação Pedreira não tem nenhuma movimentação no momento para ser implantada.[12][13]

Pátios[editar | editar código-fonte]

A CPTM projeta um crescimento de demanda que obrigará a uma ampliação da frota da Linha 9. Atualmente, as linhas 8 e 9 dividem o Pátio Presidente Altino. Em 2013, foi apresentado o projeto de construção do Pátio Presidente Altino II. Com 30 mil m² de área e a um custo de 165 milhões de reais, o pátio terá blocos de oficinas, laboratório eletrônico, almoxarifados, tratamento de esgoto e resíduos industriais e blocos administrativos. As obras foram iniciadas em janeiro de 2013 e encontram-se paralisadas por falta de recursos. O Governo do Estado espera conceder as linhas 8 e 9 e que a futura concessionária retome as obras como contrapartida contratual.[14][8]

Outro pátio projetado para a Linha 9 é o Pátio Ceasa, cujas obras dependem da futura concessão das linhas 8 e 9.[8]

Sinalização[editar | editar código-fonte]

Em 2009, a CPTM contratou junto às empresas Alstom e Ansaldo STS a implantação do sistema de sinalização Automatic Train Operation para reduzir os intervalos da linha para até três minutos. Orçado em 169,9 milhões de reais, o projeto encontra-se paralisado por falta de recursos, embora 103,9 milhões (equivalentes a 61% do contrato) já tenham sido pagos pela CPTM.[15]

Energia[editar | editar código-fonte]

A ampliação da frota requer ampliação da potência instalada. Para isso, a CPTM projetou duas novas subestações, próximas das estações Socorro e Cidade Jardim.[16] No entanto, as obras nem sequer saíram do papel (apesar de um grande canteiro ter sido montado ao lado da Estação Socorro). O Governo do Estado espera conceder as linhas 8 e 9 e que a futura concessionária retome as obras como contrapartida contratual.[17][8]

Imagens das obras[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Galeria de imagens da CPTM

Referências

  1. «NOVA LINHA ESMERALDA INAUGURA METRÔ DE SUPERFÍCIE EM SP». cptm.sp.gov.br. 19 de outubro de 2007. Consultado em 25 de maio de 2014. Arquivado do original em 23 de outubro de 2007 
  2. «Governo de SP não cumpre prazos e obras do Metrô e da CPTM atrasam». G1. 26 de maio de 2015. Consultado em 14 de novembro de 2016 
  3. Fabio Leite (30 de setembro de 2016). «Extensão da linha 9 da CPTM atrasa e fica para 2018». Estadão. Consultado em 14 de novembro de 2016 
  4. a b c Renato Lobo (27 de abril de 2013). «CPTM estuda atendimento ao distrito de Parelheiros». Via Trólebus 
  5. «A companhia». CPTM. Consultado em 24 de julho de 2019 
  6. «Tabela Novos Negocios Agosto 2018» (PDF). CPTM. Consultado em 8 de agosto de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 18 de julho de 2018 
  7. Adamo Bazani (16 de abril de 2016). «Iniciativa privada interessada em assumir linhas 8 e 9 da CPTM». Diário do Transporte. Consultado em 4 de março de 2019 
  8. a b c d Fernando Galfo (8 de maio de 2018). «Edital de concessão das linhas 8 e 9 da CPTM entra na reta final». MetrôCPTM. Consultado em 4 de março de 2019 
  9. Estadão Conteúdo (25 de fevereiro de 2019). «Governo de SP quer finalizar modelagem para concessão de linhas 8 e 9 da CPTM». O Estado de Minas. Consultado em 4 de março de 2019 
  10. a b EPIFAN, Alberto Epifan;NETO, Pedro Taddei (2010). Plano Diretor de Inserção Urbana da CPTM. [S.l.]: CPTM/FUPAM. 350 páginas 
  11. CPTM/Tegra (1 de março de 2019). «AVISO PÚBLICO DE DOAÇÃO» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo Volume 129, Número 41, página 124. Consultado em 4 de março de 2019 
  12. Fernando Galfo (4 de janeiro de 2019). «O futuro da CPTM em imagens e promessa de PSD». Ferroviando. Consultado em 4 de março de 2019 
  13. Marcel Martin Baptista de Faria, Gabriel Feriancic e Alvaro Mateo Murillo Ivanovich (15 de junho de 2015). «Estudo mercadológico e projeto funcional de novas estações da CPTM» (PDF). Associação Nacional dos Transportes Públicos. Consultado em 3 de março de 2019 
  14. Portal do Governo (24 de janeiro de 2019). «Alckmin dá início às obras do Complexo Presidente Altino e entrega oito trens da CPTM». Governo de São Paulo. Consultado em 4 de março de 2019 
  15. CPTM (16 de agosto de 2017). «CONTROLE DOS CONTRATOS» (PDF). Assembléia Legislativa de São Paulo. Consultado em 4 de março de 2019 
  16. meutransportecptm.blogspot.com/2013/06/futura-subestacao-socorro-ampliara.html
  17. Philipe Guedes (9 de janeiro de 2018). «Sete obras para melhoria da rede da CPTM estão paradas em São Paulo». G1-SP. Consultado em 4 de março de 2019 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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