Linha Marginal do Douro

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Linha Marginal do Douro
Estação Ferroviária de Mosteirô, em 2006
Área de operação Portugal
Bitola Ibérica
Linha Marginal do Douro
Unknown route-map component "exCONT2" Unknown route-map component "exSTRc3"
L. S. P. CovaRio Tinto / Porto (proj. abd)
Unknown route-map component "exSTRc1" Unknown route-map component "exABZ4+2f" Unknown route-map component "exSTRc3"
2,500
Unknown route-map component "exSTR" + Unknown route-map component "exSTRc1"
Unknown route-map component "exCONT4"
L. S. P. Cova→ Minas S. P. da Cova (proj. abd)
Unknown route-map component "exBHF"
Gondomar
Unknown route-map component "exBHF"
Entre-os-Rios
Unknown route-map component "exABZgl"
Unknown route-map component "exSTR+r" + Unknown route-map component "CONTgg"
L. DouroErmesinde
Unknown route-map component "exLSTR" Station on track
Mosteirô
Unknown route-map component "exSTRl"
Unknown route-map component "exSTR+r" + Unknown route-map component "LSTR"
Station on track
Aregos
Continuation forward
'''L.ª Douro'''Pocinho

A Linha Marginal do Douro foi uma ligação ferroviária projectada, mas nunca construída, que uniria a cidade do Porto à Linha do Douro, em Portugal.

História[editar | editar código-fonte]

Desde finais do Século XIX que se procurou construir um ramal de via estreita para servir as minas de São Pedro da Cova, partindo da cidade do Porto[1] ou de Rio Tinto, na Linha do Minho.[2] Em 15 de Fevereiro de 1900, foi publicado o Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego, que modificou este projecto; o ramal devia ser de via larga, e constituir parte de uma linha chamada Marginal do Douro, que ligaria directamente a cidade do Porto às estações de Mosteirô ou Aregos, passando por Gondomar e Entre-os-Rios.[3] O propósito desta linha seria melhor as comunicações nas localidades ao longo da margem do Rio Douro que não tinham acesso ferroviário, e aliviar a Linha do Douro, que sofria de um tráfego intenso entre o Porto e Penafiel.[3] A Linha Marginal do Douro devia sair do quilómetro 2,500 da Linha de São Pedro da Cova.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Há 50 anos» (PDF). Lisboa. Gazeta dos Caminhos de Ferro. 61 (1466). 112 páginas. 16 de Janeiro de 1949. Consultado em 12 de Novembro de 2014. 
  2. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1218). 16 de Setembro de 1938. 428 páginas. Consultado em 12 de Novembro de 2014. 
  3. a b c «Há 50 anos» (PDF). Lisboa. Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1493). 854 páginas. 1 de Março de 1950. Consultado em 12 de Novembro de 2014.