Lista de governadores-gerais do Brasil

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Esta é uma lista dos governadores-gerais e vice-reis do Brasil Colônia. O cargo de governador-geral foi criado pela primeira vez em 1549 em favor de Tomé de Sousa, que o assumiu na recém-fundada cidade de Salvador. A partir de 1640, alguns governadores-gerais tiveram o título de vice-rei. O cargo era o mesmo, apenas o título era diferente para condizer mais com a dignidade dos que foram escolhidos pelo rei de Portugal para ocupar a função. De 1720 em diante, todos os governadores-gerais passaram a ser chamados vice-reis, até que em 1808 o príncipe regente D. João VI chegou ao Rio de Janeiro e instalou aí sua corte, pondo fim à época dos governadores-gerais.[1][2]

Sobre as fontes utilizadas para a confecção da lista:

  • Para os períodos no cargo: Brazil - worldstatesmen.org
  • Para a lista dos governadores e seus títulos: Mapa - Memória da Administração Pública Brasileira
  • Para os daestaques do governo e notas: diversas, mas sobretudo a Enciclopédia Delta de História do Brasil
  • Outras fontes, que referenciam uma linha específica da tabela, se encontram na última coluna
  • A contagem na primeira coluna serve sobretudo para auxiliar a navegação, não pretendendo ser uma contagem oficial dos governantes
Nome Imagem Título Período no cargo Destaques do governo e notas Ref
1 Tomé de Sousa Tomedesousa.jpg governador 7 de julho de 1549
até
1 de maio de 1553
Primeiro governador-geral do Brasil. Chegou à Bahia trazendo colonos, jesuítas (entre eles Manuel da Nóbrega), funcionários e o Regimento. Fundou Salvador, capital da colônia. Construiu as edificações necessárias para o funcionamento da cidade. Visitou vilas da colônia. Mandou melhorar as fortificações de Ilhéus e São Vicente. [3]
[4]
2 Duarte da Costa Sin foto.svg governador 1 de maio de 1553
até
3 de janeiro de 1558
Desembarcou em Salvador junto de mais alguns jesuítas, como José de Anchieta. Teve de lidar com uma revolta indígena no recôncavo baiano contra a dominação. Em sua administração, invasores franceses ocuparam o Rio de Janeiro, e ele não possuía recursos para expulsá-los. Iniciaram-se as entradas para explorar o interior. [3]
3 Mem de Sá Mem de Sa - Manuel Víctor Filho.jpg governador 3 de janeiro de 1558
até
2 de março de 1572
Tentou apaziguar os conflitos relacionados à escravização dos índios e expulsou os franceses do Rio de Janeiro. Na luta, perdeu o sobrinho Estácio de Sá, fundador do que seria a cidade do Rio de Janeiro. Transferiu gente para onde hoje é a cidade de São Paulo. Lidou com a peste e a fome na Bahia e deu continuidade às entradas e bandeiras. [3]
[4]
Repartição do Brasil: divisão em dois governos-gerais, um ao norte na Bahia e outro ao sul no Rio de Janeiro (1572)
4 Luís de Brito e Almeida Sin foto.svg governador
(na Bahia)
10 de dezembro de 1572
até
12 de abril de 1578
Após um governo interino de Fernão da Silva, assumiu o cargo. Foi governador do Norte, a partir da capitania de Ilhéus. O Sul, cuja capital foi instalada no Rio de Janeiro, foi administrado por António Salema. Continuou a lidar com os franceses e indígenas, sem conseguir vencê-los definitivamente. [3]
Reunificação do governo-geral na Bahia (1578)
5 Lourenço da Veiga Sin foto.svg governador-geral 12 de abril de 1578
até
17 de junho de 1581
Primeiro governador-geral a ter oficialmente esse título. O governo voltou a ser unido na Bahia. Empreendeu algumas tentativas de conquistar a Paraíba dos índios, mas pouco fez além disso. Durante sua administração, teve início, em 1580, a União Ibérica: após a morte de dois reis portugueses, Filipe II, rei da Espanha, assumiu a coroa portuguesa. [3]
6 Manuel Teles Barreto Sin foto.svg governador-geral 11 de maio de 1582
até
9 de maio de 1587
Com a morte de Lourenço da Veiga, e após um breve governo interino da Câmara de Salvador e do ouvidor Cosme Rangel de Macedo, chegou à Bahia e assumiu o cargo. Foi o primeiro governador nomeado por Filipe (devido à União Ibérica). Conquistou a Paraíba. [3]
7 Francisco de Sousa Sin foto.svg governador-geral 9 de junho de 1590
até
1 de abril de 1602
Combateu diversos ataques de corsários, o mais notório dos quais sendo o do inglês Cavendish. Deu auxílio oficial às entradas ao interior, iniciadas por Mem de Sá. Conquistou-se o Rio Grande do Norte. Sergipe havia sido conquistado pouco antes, durante o governo interino de Cristóvão de Barros, que também combateu corsários. [3]
8 Diogo Botelho Sin foto.svg governador-geral 1 de abril de 1602
até
7 de janeiro 1608
Com o apoio de índios liderados por Zorobabé, reprimiu um quilombo em Itapicuru. Investiu contra os índios Aimorés. Instalou-se em Pernambuco para ficar mais próximo dos locais a serem conquistados durante o processo de conquista no Norte iniciado por seus antecessores, mas não foi bem-sucedido. [3]
[5]
Repartição do Brasil: divisão em dois governos-gerais, um ao norte na Bahia e outro ao sul no Rio de Janeiro (1608)
9 Diogo de Meneses Sin foto.svg governador-geral
(na Bahia)
1608
até
22 de agosto de 1612
Governou o Norte. O Sul foi governado por Francisco de Sousa. Antes de chegar à Bahia, passou por Pernambuco, onde melhorou fortificações. Na Bahia, uma de suas primeiras providências foi a instalação do Tribunal da Relação. [6]
Reunificação do governo-geral na Bahia (1612)
10 Gaspar de Sousa Sin foto.svg governador-geral 1613
até
1 de janeiro de 1617
Conseguiu finalmente conquistar o Norte ao lograr expulsar os franceses do Maranhão, em 1615, após árduas lutas. Partiu em seguida para a conquista do Pará. [3]
[7]
11 Luís de Sousa

Conde do Prado

Sin foto.svg governador-geral 1 de janeiro de 1617
até
12 de outubro de 1621
Durante sua administração houve uma expedição às minas do Caramuru [6]
Autonomização da Capitania do Maranhão, elevada à dignidade de Estado do Maranhão (1621)
12 Diogo de Mendonça Furtado Sin foto.svg governador-geral 12 de outubro de 1621
até
26 de julho de 1624
Prevendo um ataque dos holandeses, fortificou Salvador. De todo modo, acabou preso pelos holandeses.Conta-se que quis jogar fogo em barris de pólvora após os holandeses chegarem, mas foi convencido a desistir da ideia.O holandês Johan Van Dorth se tornou governador do Brasil. [8]
13 Francisco de Moura Rolim Sin foto.svg governador-geral 3 de dezembro de 1624
até
28 de dezembro de 1626
14 Diogo Luís de Oliveira Sin foto.svg governador-geral 28 de dezembro de 1626
até
11 de dezembro de 1635
15 Pedro da Silva
Conde de São Lourenço
Sin foto.svg governador-geral 11 de dezembro de 1635
até
20 de janeiro de 1639
Apelidado de O Duro. Viveu os últimos anos da sua vida retirado na sua casa de Odivelas (cidade de Portugal), onde veio a falecer completamente cego. [9]
16 Fernando de Mascarenhas
Conde da Torre
Sin foto.svg governador-geral 20 de janeiro de 1639
até
21 de outubro de 1639
Comandou uma grande esquadra para a expulsão dos holandeses do Brasil. A missão fracassou e a esquadra foi destruída. [10]
17 Jorge de Mascarenhas
Marquês de Montalvão
Sin foto.svg vice-rei 26 de maio de 1640
até
16 de agosto de 1642
Primeiro a ter título de vice-rei, outorgado por Filipe IV da Espanha. Lutou contra os holandeses, pressionando as tropas de Maurício de Nassau. Teve um governo curto. Após o fim da União Ibérica, foi chamado de volta a Portugal, acusado de traição, pois o novo rei de Portugal, João IV, era cético quanto à sua lealdade aos portugueses. [1]
[5]
18 António Teles da Silva Sin foto.svg governador-geral 26 de agosto de 1642
até
22 de dezembro de 1647
19 António Teles de Meneses
Conde de Vila Pouca de Aguiar
António Teles de Menezes, Conde de Vila Pouca de Aguiar (cropped).png governador-geral 22 de dezembro de 1647
até
10 de março de 1650
20 João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa
Conde de Castelo Melhor
Sin foto.svg governador-geral 10 de março de 1650
até
6 de janeiro de 1654
21 Jerónimo de Ataíde
Conde de Atouguia
JerónimoAtaíde.png governador-geral 6 de janeiro de 1654
até
20 de junho de 1657
22 Francisco Barreto de Meneses Autor não identificado - Francisco Barreto de Menezes.jpg governador-geral 20 de junho de 1657
até
24 de junho de 1663
23 Vasco de Mascarenhas
Conde de Óbidos
Vasco de Mascarenhas, 1.º Conde de Óbidos (cropped).jpg vice-rei 24 de junho de 1663
até
13 de junho de 1667
Segundo vice-rei, recebeu o cargo por ter ajudado a depor a rainha regente de Portugal Luísa de Gusmão. Tornou as capitanias hereditárias imediatamente sujeitas ao vice-rei, medida que reduziria os poderes dos donatários da capitanias, promovendo a centralização e fazendo o domínio de Portugal ser mais direto. [1]
24 Alexandre de Sousa Freire Sin foto.svg governador-geral 13 de junho de 1667
até
8 de maio de 1671
25 Afonso Furtado de Castro de Mendonça
Visconde de Barbacena
Sin foto.svg governador-geral 8 de maio de 1671
até
26 de novembro de 1675
26 Roque da Costa Barreto Sin foto.svg governador-geral 15 de março de 1678
até
3 de maio de 1682
27 Antônio de Sousa Meneses Sin foto.svg governador-geral 3 de maio de 1682
até
4 de junho de 1684
28 António Luís de Sousa Telo de Meneses
Marquês das Minas
Sin foto.svg governador-geral 4 de junho de 1684
até
4 de junho de 1687
29 Matias da Cunha Sin foto.svg governador-geral 4 de junho de 1687
até
24 de outubro de 1688
30 Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho Sin foto.svg governador-geral 11 de outubro de 1690
até
22 de maio de 1694
31 João de Lencastre Sin foto.svg governador-geral 22 de maio de 1694
até
3 de julho de 1702
32 Rodrigo da Costa Rodrigo da Costa (Archaeological Survey of India, Goa) (cropped).png governador-geral 3 de julho de 1702
até
8 de setembro de 1708
33 Luís César de Meneses Sin foto.svg governador-geral 8 de setembro de 1708
até
3 de maio de 1710
34 Lourenço de Almada
Conde de Avranches
Sin foto.svg governador-geral 3 de maio de 1710
até
14 de outubro de 1711
35 Pedro de Vasconcelos e Sousa Sin foto.svg governador-geral 14 de outubro de 1711
até
13 de julho de 1714
36 Pedro António de Meneses Noronha de Albuquerque
Marquês de Angeja
Sin foto.svg vice-rei 13 de julho de 1714
até
21 de agosto de 1718
Terceiro vice-rei, mandou reabrir as Casas da Moeda da Bahia, Rio e Minas Gerais, para que se cunhasse ouro. Estabeleceu imposto de 10% sobre artigos importados. Construiu e reformou fortes e deu impulso à construção naval, pois desejava que se construísse uma nau por ano. Fez também melhorias na capital, como reformas e novas construções. [1]
[5]
37 Sancho de Faro e Sousa
Conde de Vimieiro
Sancho de Faro, 4.º Conde do Vimieiro - Martin Archer Shee, engraved by Thomas Cheesman.png governador-geral 21 de agosto de 1718
até
13 de outubro de 1719
Impôs severo castigo a 48 piratas ingleses que tiveram seu navio apreendido na costa de Macaé, no Rio de Janeiro, e que lhe foram enviados para serem julgados na Bahia. Treze dos piratas fugiram e os restantes foram enforcados. Já viera doente de Portugal e morreu após um ano de governo. [1]
38 Vasco Fernandes César de Meneses
Conde de Sabugosa
Retrato de D. Vasco Fernandes Cesar de Meneses, 1.º Conde de Sabugosa (1673-1741) - ciclo de Pompeo Batoni).png vice-rei 23 de novembro de 1720
até
11 de maio de 1735
Tomou posse após breve governo provisório de uma junta. Criou a Academia dos Esquecidos, primeira sociedade literária da colônia. Impôs severo castigo aos envolvidos no motim do Terço Velho. Criou vilas, como a de Rio de Contas, para iniciar o povoamento das regiões que tinham ouro. A partir dele, todos os governadores-gerais seriam vice-reis. [1]
39 André de Melo e Castro
Conde das Galveias
Sin foto.svg vice-rei 11 de maio de 1735
até
17 de dezembro de 1749
40 Luís Pedro Peregrino de Carvalho e Ataíde
Conde de Atouguia
Sin foto.svg vice-rei 17 de dezembro de 1749
até
17 de agosto de 1754
41 Marcos José de Noronha e Brito
Conde dos Arcos
Sin foto.svg vice-rei 23 de dezembro de 1755
até
9 de janeiro de 1760
Auxiliou na reconstrução de Lisboa após o Sismo de Lisboa de 1755. Para esse fim, impôs tributo ao povo da colônia. Durante sua administração, emitiu-se a ordem de expulsão dos jesuítas de Portugal e das colônias, que ele cumpriu, novamente tentando agradar à corte portuguesa. [1]
42 António de Almeida Soares Portugal
Marquês do Lavradio
Sin foto.svg vice-rei 9 de janeiro de 1760
até
8 de julho de 1760
Último vice-rei da Bahia. Chegou ao Brasil incumbido de expulsar definitivamente os jesuítas, mas, como já chegara doente ao Brasil, morreu poucos meses depois, tendo feito nada de notório além de ter deportado 600 jesuítas, concluindo o trabalho do seu antecessor. [1]
[11]
Transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro (1763)
43 Antônio Álvares da Cunha
Conde da Cunha
Antônio Álvares da Cunha - Conde da Cunha.jpg vice-rei 27 de junho de 1763
até
31 de agosto de 1767
Primeiro vice-rei da nova capital, tratou de lidar com os conflitos com os espanhóis no sul do Brasil, que tentavam ocupar o atual Rio Grande do Sul. Construiu e reformou fortes, como o da Praia Vermelha, entre outras medidas. Foi impopular por ter executado a ordem da corte de proibir o ofício de ourives, para prevenir o contrabando do ouro. [1]
44 Antônio Rolim de Moura Tavares
Conde de Azambuja
Antônio Rolim de Moura Tavares.jpg 10º vice-rei 17 de novembro de 1767
até
4 de novembro de 1769
Foi governador de Mato Grosso e da Bahia antes de assumir o governo-geral. O conflito no Sul com os espanhóis já ameaçava atingir diretamente o Rio de Janeiro. Cuidou das defesas da capital, fortificando principalmente o litoral, e reorganizou militarmente a cidade. [1]
45 Luís de Almeida Portugal Soares Mascarenhas
Marquês do Lavradio e Conde de Avintes
Luís de Almeida Soares Portugal de Alarcão d'Eça e Melo Silva Mascarenhas.jpg 11º vice-rei 4 de novembro de 1769
até
30 de abril de 1778
Continuou a defender a colônia dos espanhóis. Portugal recuperou o Rio Grande do Sul, mas perdeu novamente a Colônia do Sacramento. No Rio, construiu o Forte do Leme (hoje Forte Duque de Caxias) e criou a Academia Científica, e introduziu-se o café na cidade. Favoreceu o desenvolvimento da lavoura, pois previa que o esgotamento do ouro seria desastroso para a economia. [1]
Extinção do Estado do Grão-Pará e Rio Negro e do Estado do Maranhão e Piauí, e sua incorporação ao Estado do Brasil (1775)
46 Luís de Vasconcelos e Sousa
Conde de Figueiró
LuisVasconcelosSousa-LeandroJoaquim-XVIII-MHN.jpg 12º vice-rei 30 de abril de 1778
até
9 de maio de 1790
Preocupações com a defesa do Rio deixaram temporariamente de ser a principal preocupação. Fez várias melhorias na capital. Concluiu o Passeio Público. Criou uma sociedade literária e a Casa dos Pássaros, que daria origem ao Museu Nacional. Foi em sua administração que se descobriu a Inconfidência Mineira. Mandou prender Tiradentes. [1]
47 José Luís de Castro
Conde de Resende
Retrato de D. José Luís de Castro, 2.º Conde de Resende (Museu Histórico Nacional).png 13º vice-rei 9 de maio de 1790
até
14 de outubro de 1801
Em sua administração, foram julgados os conspiradores e Tiradentes foi executado. De temperamento difícil, e desconfiado dos intelectuais e maçons, fechou a Sociedade Literária criada por Vasconcelos e mandou prender seus membros. Organizou um serviço de correios para o país. Em sua administração, denunciou-se a Conjuração Baiana, e, no último ano, reiniciou-se a luta contra os espanhóis. [1]
48 Fernando José de Portugal e Castro
Marquês de Aguiar
Pes 13656.jpg 14º vice-rei 14 de outubro de 1801
até
21 de agosto de 1806
Após ter sido governador da Bahia, assumiu o cargo no Rio de Janeiro. Atualizou o Regimento que fora trazido em 1667 pelo governador-geral Roque da Costa Barreto e que havia muito estava desatualizado. Fez críticas à administração colonial e deu sugestões para melhorias no governo. [1]
49 Marcos de Noronha e Brito
Conde dos Arcos
Marcos de Noronha e Brito, 8.º Conde dos Arcos.png 15º vice-rei 14 de outubro de 1806
até
22 de janeiro de 1808
Último vice-rei do Brasil. Realizou o embelezamento de várias cidades e preparou o Rio para receber a corte portuguesa, que viria para o Brasil para escapar de Napoleão. A corte se instalou em sua residência, o Paço dos Vice-Reis (hoje Paço Imperial). Com isso, teve fim a mais longa época da história do Brasil e iniciou-se o período monárquico. No ano seguinte, foi nomeado governador da Bahia. [1]
[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o «No Tempo dos Vice-Reis». Enciclopédia Delta de História do Brasil. [S.l.]: Editora Delta S/A. 1969. p. 1544—1553 
  2. «Governador-geral do Estado do Brasil». mapa.an.gov.br. MAPA - MEMÓRIA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA. 10 de novembro de 2016. Consultado em 27 de dezembro de 2020 
  3. a b c d e f g h i «Govêrno Geral». Enciclopédia Delta de História do Brasil. [S.l.]: Editora Delta S/A. 1969. p. 1467—1470 
  4. a b Fausto, Boris (1994). História do Brasil. [S.l.]: Edusp 
  5. a b c d Vainfas, Ronaldo (2000). Dicionário do Brasil colonial, 1500-1808. [S.l.]: Objetiva 
  6. a b VARNHAGEN, Francisco Adolfo de (1877). Historia Geral do Brazil. I. Rio de Janeiro: Eduardo e Henrique Laemmert. 604 páginas 
  7. Delta p. 1517
  8. Enciclopédia Delta, p. 1535
  9. «São Lourenço (Pedro da Silva, 1.º conde de).». www.arqnet.pt/dicionario/saolourenco1c.html Portugal - Dicionário Histórico. Consultado em 9 de setembro de 2013 
  10. Enciclopédia Delta p.1540
  11. Delta, p. 1547