Living Things (álbum)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Living Things
Álbum de estúdio de Linkin Park
Lançamento 26 de junho de 2012[1][2]
(ver abaixo o histórico de lançamento)
Gravação 2011 - 2012 no NRG Studios
North Hollywood, Los Angeles
Gênero(s) Rock alternativo,[3] rap rock,[4] rock eletrônico[3]
Duração 36:59
Formato(s) CD, Download digital
Gravadora(s) Warner Bros.
Produção Rick Rubin, Mike Shinoda
Cronologia de Linkin Park
A Thousand Suns
(2010)
Recharged
(2013)
Singles de Living Things
  1. "Burn It Down"
    Lançamento: 16 de abril de 2012
  2. "Lost in the Echo"
    Lançamento: 19 de outubro de 2012
  3. "Powerless"
    Lançamento: 31 de outubro de 2012
  4. "Castle of Glass"
    Lançamento: 2 de fevereiro de 2013

Living Things é o quinto álbum da banda americana de rock Linkin Park. O álbum foi lançado em 26 de junho de 2012 pela Warner Bros. Records.[2] A produção do disco ficou a cargo do vocalista Mike Shinoda e de Rick Rubin, que também haviam co-produzido os dois álbuns anteriores do grupo, Minutes to Midnight (2007) e A Thousand Suns (2010).[5]

A banda anunciou, através de várias entrevistas, que o álbum anunciava uma nova era para o grupo, combinando o antigo nu metal e rap rock com sons mais eletrônicos de trabalhos recentes, numa tentativa de, segundo eles, criar um som mais original.[6] Ao fim de 2012, o Living Things já tinha vendido pelo menos 750 mil cópias nos Estados Unidos.[7]

Produção e gravação[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2011, Chester Bennington revelou a revista Kerrang! que o Linkin Park já havia começado a trabalhar em novo material para seu quinto álbum. Ele explicou dizendo que "nós estamos trabalhando no novo disco há quase 2 meses. A música está ótima e estamos a frente do que esperavamos. Não há muito barulho acontecendo, mas há várias canções boas."[8] Mike Shinoda, um dos vocalistas, e Rick Rubin serviram como produtores do álbum. "Tipicamente nós nos reunimos uma vez por semana para ouvir e falar de algumas canções que compomos. Muito cedo no projeto, elas são muito mais longe do que foram nos dois últimos álbuns que fizemos. No A Thousand Suns havia muito ferro e fogo. Nós sabiamos, 'Ok, não podemos ficar nisso pra sempre. Vamos deixar esta área e nós vamos voltar a isso quando recomeçarmos'", disse Rubin.[5] Bennington explicou que Rubin deu "espaço para sermos nós mesmos e trabalharmos a nossa maneira... Ele nos dá uma descrição clara e concisa do que ele gostou... Ele queria que nós tentássemos e nos esforçácemos a termos um som original novamente."[9] Ele também disse que Shinoda guiou a banda pelo processo de criação de cada canção e chamou a parceria de Shinoda e Rubin "nosso bilhete premiado".[9]

Em julho, Bennington falou a Rolling Stone que a banda planejava produzir o álbum em 18 meses e que ele ficaria chocado se o CD não fosse lançado ainda em 2012. Eles continuaram a trabalhar nas novas canções enquanto viajavam em turnê. Bennington comentou sobre a agenda do Linkin Park dizendo que "fazer turnê por dois anos é excruciante. Quando ficamos fazendo shows por dois anos até o membro mais resistente da banda, ao fim de tudo, se sentia terrivelmente cansado."[10] Ele elaborou melhor as ideias falando par a MTV que "nós começamos muito bem. Nós temos músicas ótimas, algumas ótimas idéias. A criatividade continuou a jorrar por nós nos ultimos anos, consistentemente."[11] Ele mais tarde contou em outra entrevista, em setembro de 2011, que a banda ainda estava no começo da produção do novo disco e disse: "Nós apenas começamos. Nós queremos continuar fluindo com a criatividade, então trabalhamos direto por muito tempo... Nós gostamos do caminho que tomamos."[12] Shinoda disse a revista Complex que eles ficaram quase um ano trabalhando no álbum,[13] elaborando seu som, e completou dizendo que: "O álbum não perde nada da criatividade dos nossos antigos trabalhos e traz deles a antiga energia. É uma espécie de um som abrangente. Eu acho que nós fomos capazes de nós fomos capazes de reunir tudo que aprendemos no caminho até aqui em nossas carreiras para colocar tudo junto em cada canção e ainda sim conseguimos ser originais e avançados."[13] Shinoda disse a HitFix que o processo de fazer o álbum "parecia como 'viajar nas drogas'... nós queriamos redefinir tudo".[14]

Mike voltou a comentar sobre Living Things ao Co.Create e falou sobre a arte da capa, dizendo que iria "enlouquecer os fãs... uma pessoa normal não será capaz de olhar para a capa e esquecer, eu entendo que é algo completamente novo, não somente a imagem mas mas o jeito como fizeram a imagem é algo completamente novo."[15] Em 9 de abril de 2012, a banda lançou um trailer do álbum no seu Tumblr oficial.[16][17] Então a gravadora Warner Bros. Records lançou em 16 de abril de 2012, a capa do álbum e o lançamento do primeiro single, "Burn It Down".[18]

Composição[editar | editar código-fonte]

Em uma entrevista concedida em 21 de março de 2012 para a revista Kerrang!, Chester Bennington falou que a banda retornaria a "um território familiar" neste álbum, dizendo que "neste [novo] álbum, nós incorporamos muitos sons de guitarra com grandes refrões e coisas mais eletrônicas para transmitir um som bem forte sem que soa muito como metal. Isso soará mais familiar para as pessoas do que o A Thousand Suns foi, onde nós ficamos tipo 'Dane-se, nós vamos ser malucos'". Bennington também comentou que as letras do novo álbum seriam mais pessoais e evitariam política, completando dizendo "Nós escrevemos bastante sobre relacionamentos".[19][20] Bennington e Shinoda deram declarações similares a revista Spin, comentando: "Nós sabemos que temos a habilidade e as ferramentas para pegar essas idéias e transforma-las em algo que nós estamos de fato procurando, ao invés de cair de cabeça nisso e descobrir que isso realmente soba como nu-metal. Isso sempre será nojento para nós, mas nós podemos pegar elementos dussi e reinventar a vibe, para torna-lo mais atual".[21] A banda anunciou então as novas canções e uma colaboração com o músico canadense Owen Pallett.[21] Mike e Chester também anuciaram que haviam adotado novas influências e assuntos para o disco, especialmente sobre pessoas.[21] Bennington disse a rádio Live 105 que a banda estava "abraçando tudo que eles haviam feito no passado", tirando o que "tinha de melhor" dos quatro álbuns anteriores e "combinando-os neste novo álbum".[9]

Shinoda então explicou para a revista NME que o novo álbum não soaria como nu metal, mas ele assegurou que eles "voltariam as origens e capturariam o sentimento que não sentiamos há anos".[22] Ele também falou algo similar que Chester Bennington havia comentado sobre combinar elementos dos álbuns anteriores, dizendo: "Nós aprendemos muito com os álbuns que fizemos, então nós pegaremos tudo que aprendemos e vamos por neste álbum".[23] Como nos primeiros dois álbuns da banda, a penúltima faixa ("Tinfoil") é um instrumental.[24]

A banda numerou várias influências e inspirações para criar o Living Things. Shinoda disse a revista Rolling Stone que as canções "Skin to Bone" e "Roads Untraveled" contém traços de folk music influênciado em Bob Dylan.[25] A sétima faixa "Victimized", a Rolling Stone descreveu como "a canção mais agressiva que a banda escreveu em anos",[26] citando influências de punk rock de bandas como Pennywise e Dirty Rotten Imbeciles.[27] Shinoda também notou e admitiu influências de punk rock nas canções como na curta faixa "Victimized"; o baixista Dave "Phoenix" Farrel notou que o título da canção "Battle Axe" que, para ele, descreve a canção. "No começo tem esse 'barulho' e então você sai."[27] O guitarrista Brad Delson contribuiu nos vocais da faixa "Until It Breaks", como ideia do próprio.[27]

Lançamento e divulgação[editar | editar código-fonte]

Para apoiar e divulgar o lançamento do novo álbum, a banda anunciou uma série de shows pelo mundo. Pela Europa, o grupo se apresentaria em alguns festivais como o Rock in Rio Lisboa em Portugal e no Rock Am Ring na Alemanha.[28] Nos Estados Unidos, o Linkin Park anunciou vários shows com as bandas Incubus e MuteMath como parte da Honda Civic Tour de 2012.[29] Como parte da turnê de divulgação do álbum, o Linkin Park fez quatro shows no Brasil em outubro de 2012 (São Paulo, Porto Alegre e dois no Rio de Janeiro).[30]

Canções[editar | editar código-fonte]

Em 28 de março de 2012, Mike Shinoda confirmou que o primeiro single do álbum seria a canção "Burn It Down" e que ela seria lançado em 16 de abril tanto nas rádios como por download pela internet.[18] Ele também avisou sobre o lançamento do videoclipe para a canção, lançado em 24 de maio,[31][32] que foi dirigido por Joe Hahn.[33]

Em 4 de junho de 2012, a banda liberou a canção "Lies Greed Misery".[34] No mesmo dia, a canção foi exibida no trailer do Video game Medal of Honor: Warfighter, da Electronic Arts no E3 2012.[35] A canção "Castle of Glass" também foi confirmada como parte da trilha sonora do jogo Medal of Honor: Warfighter.[36] Já a música "Powerless", a décima-segunda e última faixa do álbum, esteve nos créditos finais do filme Abraham Lincoln: Vampire Hunter.[37] O site Yahoo! liberou um trecho da canção com o trailer do filme.[38]

A canção "Lost in the Echo" foi confirmada oficialmente como o segundo single deste álbum e foi lançada em 5 de outubro de 2012.[39]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as letras escritas por Mike Shinoda e Chester Bennington, todas as músicas compostas por Linkin Park.

CD
N.º Título Duração
1. "Lost in the Echo"   3:25
2. "In My Remains"   3:20
3. "Burn It Down"   3:50
4. "Lies Greed Misery"   2:26
5. "I'll Be Gone"   3:31
6. "Castle of Glass"   3:25
7. "Victimized"   1:46
8. "Roads Untraveled"   3:49
9. "Skin to Bone"   2:48
10. "Until It Breaks"   3:43
11. "Tinfoil"   1:11
12. "Powerless"   3:44
Duração total:
36:59

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic (60/100)[40]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
About.com 2.5 de 5 estrelas.[4]
The A.V. Club C[41]
Bring The Noise 7/10[42]
Entertainment Weekly B[43]
The Guardian 4 de 5 estrelas.[44]
Loudwire 3 de 5 estrelas.[45]
Rolling Stone 3 de 5 estrelas.[46]
MusicReview 85/100[47]
NME 5/10[48]
Noisecreep (Favorável)[49]

Living Things recebeu criticas variadas dos especialistas com um tom positivo e agregou no site Metacritic uma nota total de 60 de 100, baseado na resenha de 15 críticos profissionais.[40] Sergio Pereira da MusicReview deu ao álbum um parecer positivo, dando uma nota de 85 de 100. Ele disse que com este disco a banda "realmente retornou as suas origens com grande participação das guitarras, refrões grandes e a ótima voz louca de Chester Bennington, enquanto o eletrônico aparecia para acentuar as canções."[47] Chad Childers da Loudwire deu a Living Things 4 de 5 estrelas, dizendo que o "álbum continua a expansão deles para o mundo que apresentaram em A Thousand Suns, mas também mostra mais da raiva que estava presente no primeiro álbum do grupo, Hybrid Theory."[45] Chris Epting do site Noisecreep descreveu Living Things como "uma coleção definitiva brilhante que representa uma banda no seu auge - novamente."[50] Rick Florino da Artistdirect disse que o álbum era "o melhor que a banda já lançou e um marco paro o rock em geral."[51]

The Guardian deu ao álbum 3 de 5 estrelas, dizendo que "Living Things é mais pessoal que A Thousand Suns, com temas subjacentes de se recuperar de experiências traumáticas. A exceção, "Burn It Down", mostra sentimentos antiguerra ao estilo Depeche Mode com uma pegada eletrônica, enquanto as similaridades continuam em "Roads Untraveled" é uma balada estranha confessional",[44] e concluiu que "o disco teria se beneficiado mais por esse caminho, mas parece que a banda ainda esta se regozijando desta 'segunda vida'".[44] The Observer also gave Living Things 3 out of 5 stars in their review of the album.[52]

Tim Grierson da About.com deu um parecer menos favorável ao álbum, dando uma nota de 2.5 de 5 estrelas, dizendo que Living Things é "uma coleção que tem muito da força deles em rap-rock, e embora seja muito 'ouvivel', essas 12 canções não tem muito impacto comulativo. Como resultado, o álbum acaba sendo uma experiência dispersa ao invés de prender o ouvinte."[4]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

O Living Things estreou na primeira posição na Billboard 200, a principal parada de sucesso americana, vendendo 223 000 cópias na sua primeira semana de vendas, segundo a Nielsen SoundScan.[53] O álbum também ficou no topo das paradas de vários países, incluindo Alemanha e Nova Zelândia, e rapidamente recebeu a certificação de disco de ouro na Austrália após vender mais de 35 000 cópias naquele país.[54] No Reino Unido, foram mais de 41 000 cópias vendidas na estreia, garantindo assim o primeiro lugar nas paradas britânicas.[55] No Canadá o álbum também foi um sucesso comercial estreando no topo da lista dos mais vendidos com pelo menos 20 000 CDs encomendados em menos de uma semana.[56]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Formato Gravadora
 Japão 20 de junho de 2012[82] CD, Download digital Warner Bros.
 Alemanha 22 de junho de 2012[83]
 Noruega
 Austrália
 Nova Zelândia
 Áustria
Suíça
 Polônia 25 de junho de 2012[84][85][86]
 Reino Unido
Portugal Portugal
 Estados Unidos 26 de junho de 2012[1][2][87]
 Brasil

Referências

  1. a b «LIVING THINGS by Linkin Park - Preorder LIVING THINGS on iTunes». Apple Inc. (em inglês). iTunes. Consultado em 19 de maio de 2012 
  2. a b c «Rolling Stone Spring Album Previews: Linkin Park». Rolling Stone. 28 de março de 2012. Consultado em 16 de abril de 2012 
  3. a b «Review: Linkin Park – LIVING THINGS». MusicReview. Consultado em 20 de junho de 2012 
  4. a b c Grierson, Tim (24 de junho de 2012). «Linkin Park - 'Living Things' Review». About.com. Consultado em 26 de junho de 2012 
  5. a b «Rick Rubin on New Chili Peppers & Metallica Albums, Why Adele's Hot Streak Is 'Just Beginning'». 20 de junho de 2011. Consultado em 16 de abril de 2012 
  6. «Exclusive New Album Details: Chester Talks to Kerrang! Magazine; Full Interview». Linkin Park Association/Kerrang!. 21 de março de 2012. Consultado em 16 de abril de 2012 
  7. «Grammy Nominations Shut-Outs». Billboardbiz. 6 de dezembro de 2012. Consultado em 15 de novembro de 2013 
  8. «Linkin Park: 'Our next album will polarize people'». 15 de junho de 2011. Consultado em 27 de junho de 2011 
  9. a b c Miles the DJ (12 de abril de 2012). «Audio: Linkin Park Tells Us About Their New Music; LIVE 105 To World Premiere The New Single On Monday, April 16th». Live 105. Consultado em 27 de junho de 2012 
  10. «Linkin Park Planning Album for Early Next Year». Rolling Stone. 26 de junho de 2011. Consultado em 27 de junho de 2011 
  11. Montgomery, James (24 de junho de 2011). «Linkin Park Talk Next Album From Moscow's Red Square». MTV.com. MTV. Consultado em 20 de dezembro de 2011 
  12. Montgomery, James (2 de setembro de 2011). «Linkin Park 'Getting The Wheels Rolling' On Next Album». MTV.com. MTV. Consultado em 20 de dezembro de 2011 
  13. a b «Interview: Mike Shinoda Talks New Linkin Park Album And Ranks His Top 5 Rappers». Complex. 30 de abril de 2012. Consultado em 14 de maio de 2012 
  14. Newman, Melinda (2 de maio de 2012). «In the studio with Linkin Park's Mike Shinoda for new album 'Living Things'». HitFix. Consultado em 16 de junho de 2012 
  15. Karpel, Ari (2 de abril de 2012). «Linkin Park's Mike Shinoda On Scoring "The Raid: Redemption," And How it Will Shape the Band's next album». Co.Create. Consultado em 2 de abril de 2012 
  16. «Could This Be Something?». Tumblr. 9 de abril de 2012. Consultado em 9 de abril de 2012 
  17. Shinoda, Mike (10 de abril de 2012). «Mike Shinoda tweet». Twitter. Consultado em 9 de abril de 2012 
  18. a b «16.04.: Neue Single, Album-Artwork». Warner Music Germany. Warner Bros. Records. 11 de abril de 2012. Consultado em 11 de abril de 2012 
  19. «Kerrang! Magazine 21/03/12, Highlights.». Kerrang.com. Consultado em 28 de março de 2012 
  20. «Linkin Park: 'Our last album was bonkers' | News | NME.COM». 21 de março de 2012. Consultado em 28 de março de 2012 
  21. a b c Martins, Chris (12 de abril de 2012). «Linkin Park Open Up About Hybrid Vibe of June Album». Spin. Consultado em 16 de maio de 2012 
  22. «Linkin Park promise to 'get back to their roots' on 'Living Things'». NME. 18 de abril de 2012. Consultado em 16 de maio de 2012 
  23. «Linkin Park: 'We finally feel comfortable in our own skin'». NME. 19 de abril de 2012. Consultado em 16 de maio de 2012 
  24. Florino, Rick (12 de maio de 2012). «Rick Florino tweet». Twitter. Consultado em 19 de maio de 2012 
  25. Diehl, Matt (Junho de 2012). «Linkin Park Rage Again on New LP». Rolling Stone (1157). We looked not just to Bob Dylan, but the music that inspired Dylan," says the singer. "Having a driving beat with this country-folk melody is weird - but it's totally Linkin Park. 
  26. Diehl, Matt (Junho de 2012). «Linkin Park Rage Again on New LP». Rolling Stone (1157). ... the brutal headbanger "Victimized" is the band's most aggressive track in years. 
  27. a b c «Linkin Park : interview Living Things avec Mike et Phoenix». Musique Mag. 15 de junho de 2012. Consultado em 27 de junho de 2012 
  28. «Linkin Park Tour dates». LinkinPark.com. Consultado em 19 de abril de 2012 
  29. «Linkin Park and Incubus - Honda Civic Tour». Linkinpark.com. Consultado em 15 de abril de 2012 
  30. «Linkin Park Returning to Brazil». LinkinPark.com. Consultado em 19 de julho de 2012 
  31. Shinoda, Mike (28 de março de 2012). «Mike Shinoda tweet». Twitter. Twitter.com. Consultado em 29 de março de 2012 
  32. «Video at Viddy.com: Mike Shinoda announces New Single "Burn It Down"». Consultado em 28 de março de 2012 
  33. Farrell, Dave (27 de março de 2012). «Dave "Phoenix" Farrell tweet». Twitter. Twitter.com. Consultado em 25 de março de 2012 
  34. Ruehmer, Adam (4 de junho de 2012). «"LIES GREED MISERY" Official Lyric Video». Linkinpark.com. Consultado em 27 de junho de 2012 
  35. «Check out the new Medal of Honor Warfighter trailer featuring "LIES GREED MISERY"». Twitter. 4 de junho de 2012. Consultado em 27 de junho de 2012 
  36. «"Medal Of Honor" Trailer: Video». Warner Music Germany. Warner Music Group. 8 de junho de 2012. Consultado em 14 de junho de 2012 
  37. Gallo, Phil (13 de junho de 2012). «Linkin Park Score 'Abe Lincoln' End Credits». Billboard. Consultado em 27 de junho de 2012 
  38. «Linkin Park & Abraham Lincoln: Vampire Hunter Exclusive». Yahoo!. 16 de junho de 2012. Consultado em 27 de junho de 2012 
  39. «Future UK Single Releases». Chart Central. Music Mania. Consultado em 31 de agosto de 2012 
  40. a b «Living Things». Metacritic. Consultado em 26 de junho de 2012 
  41. Rytlewski, Evan (26 de junho de 2012). «Linkin Park: Living Things». The A.V. Club. Consultado em 26 de junho de 2012 
  42. Rose, Jessie (24 de junho de 2012). «ALBUM REVIEW: Linkin Park – Living Things». Bring The Noise. Consultado em 26 de junho de 2012 
  43. Anderson, Kyle (22 de junho de 2012). «LIVING THINGS». Entertainment Weekly. Consultado em 26 de junho de 2012 
  44. a b c Simpson, Dave (21 de junho de 2012). «Linkin Park: Living Things - review». guardian.co.uk. The Guardian. Consultado em 26 de junho de 2012 
  45. a b Childers, Chad (25 de junho de 2012). «LINKIN PARK, 'LIVING THINGS' – ALBUM REVIEW». Loudwire. Consultado em 26 de junho de 2012 
  46. Catucci, Nick (26 de junho de 2012). «Living Things - Album Review». Rolling Stone. Consultado em 26 de junho de 2012 
  47. a b Pereira, Sergio (20 de junho de 2012). «Review: Linkin Park – LIVING THINGS». MusicReview. Consultado em 26 de junho de 2012 
  48. MacBain, Hamish (22 de junho de 2012). «Linkin Park - 'Living Things'». NME. Consultado em 26 de junho de 2012 
  49. «"Linkin Park, 'LIVING THINGS': Early Album Review Exclusive"»  Acessado em 26 de junho de 2012.
  50. Epting, Chris (11 de maio de 2012). «Linkin Park, 'LIVING THINGS': Early Album Review Exclusive». Noisecreep. Consultado em 24 de maio de 2012 
  51. Florino, Rick (10 de maio de 2012). «Linkin Park Make a Landmark Rock Record With "LIVING THINGS" Exclusive Preview». ARTISTdirect. Consultado em 24 de maio de 2012 
  52. Mongredien, Phil (24 de junho de 2012). «Linkin Park: Living Things - review». guardian.co.uk. The Observer. Consultado em 26 de junho de 2012 
  53. a b «Linkin Park Squeaks By Maroon 5, Hits No. 1 on Billboard 200». Billboard. Consultado em 5 de julho de 2012 
  54. a b «ARIA Top 50 Album Chart». ARIA. Consultado em 2 de julho de 2012 
  55. «Linkin Park, Will.i.am Score No. 1s on U.K. Charts». Billboard magazine. Consultado em 4 de julho de 2012 
  56. Marianne Dowling, QMI Agency. «Linkin Park kicks Bieber from No. 1». CANOE: JAM! Music. Consultado em 5 de julho de 2012 
  57. «German Albums Chart» (em alemão). Media Control. Consultado em 4 de julho de 2012 
  58. «ARIA Charts». ARIA Charts. Consultado em 1 de julho de 2012 
  59. «Longplay Charts Woche 26 / 2012» (em inglês). oe3.orf.at. Consultado em 4 de julho de 2012 
  60. «Ultratop Belgium (VL): Linkin Park - Living Things» (em holandês). Hung Medien. Consultado em 29 de junho de 2012 
  61. «Ultratop Belgium (WA): Linkin Park - Living Things» (em francês). Hung Medien. Consultado em 29 de junho de 2012 
  62. «Canada: ALBUMS : Top 100». Nielsen SoundScan Charts. Consultado em 5 de julho de 2012 
  63. «Czech Albums Top 50» (em checo). IFPI. Consultado em 3 de julho de 2012 
  64. «GFK Chart-Track». GfK. Chart Track. Consultado em 28 de junho de 2012 
  65. «Artisti - Classifica settimanale dal 18/06/2012 al 24/06/2012» (em italiano). Federation of the Italian Music Industry. Consultado em 28 de junho de 2012 
  66. «Dutch Albums Chart» (em holandês). Hung Medien / hitparade.ch. Consultado em 29 de junho de 2012 
  67. «リヴィング・シングスリンキン・パーク» (em Japanês). Oricon. Consultado em 30 de junho de 2012 
  68. «Norwegian Albums Chart». Consultado em 2 de julho de 2012 
  69. «2012 Top 40 Official NZ Albums». Consultado em 2 de julho de 2012 
  70. «TOP 100 Albumes» (em espanhol). promusicae.es. Consultado em 4 de julho de 2012 
  71. «Linkin Park – Living Things – swisscharts.com». Hung Medien. Consultado em 4 de julho de 2012 
  72. «Western Weekly Top 20, Week 25, 2012» (em chinês). G-Music.com. Consultado em 3 de julho de 2012 
  73. «GFK Chart-Track». GfK. Chart Track. Consultado em 28 de junho de 2012 
  74. a b c «Linkin Park - Living Things». Billboard. Consultado em 6 de julho de 2012 
  75. «Gold-/Platin-Datenbank (Linkin Park; 'Living Things')». Bundesverband Musikindustrie. Consultado em 12 de julho de 2012 
  76. «Austrian album certifications – Linkin Park – Living Things». IFPI - Austria. Consultado em 12 de julho de 2012 
  77. «"French album certifications – Linkin Park – Living Things"». Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 3 de março de 2014 
  78. «Japanese album certifications – Linkin Park – Living Things». Recording Industry Association of Japan. Consultado em 12 de julho de 2012 
  79. «New Zealand album certifications – Linkin Park – Living Things». Recording Industry Association of New Zealand. Consultado em 12 de julho de 2012 
  80. «British album certifications – Linkin Park – Living Things». British Phonographic Industry. Consultado em 31 de agosto de 2012 
  81. «American album certifications – Linkin Park – Living Things». Recording Industry Association of America. Consultado em 19 de julho de 2013 
  82. «"Living Things LINKIN PARK [CD]"»  CDJapan.co.jp. Acessado em 23 de abril de 2012.
  83. «iTunes Germany Spring». iTunes. 16 de abril de 2012. Consultado em 24 de abril de 2012 
  84. «iTunes Poland Spring». iTunes. 16 de abril de 2012. Consultado em 17 de abril de 2012 
  85. Eames, Tom (16 de abril de 2012). «Linkin Park release new single, confirm album release date - listen». Digital Spy. Consultado em 2 de maio de 2012 
  86. «LIVING THINGS de Linkin Park - Pré-encomende LIVING THINGS no iTunes». Apple Inc. iTunes. Consultado em 17 de maio de 2012 
  87. «LIVING THINGS por Linkin Park - Peça em pré-venda LIVING THINGS no iTunes». Apple Inc. iTunes. Consultado em 17 de maio de 2012