Lobão (músico)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Lobão
Informação geral
Nome completo João Luís Woerdenbag Filho
Nascimento 11 de outubro de 1957 (64 anos)
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Nacionalidade brasileiro
Gênero(s) Rock alternativo, Post-punk, Rock progressivo, New wave
Ocupação(ões) Cantor, compositor, músico e escritor
Cônjuge Regina Lopes Woerdenbag
Instrumento(s) vocais, violão, guitarra, bateria e tamborim
Período em atividade 1974 - presente
Afiliação(ões) Lobão e os Ronaldos, Vímana, Blitz, Cazuza, Gang 90 e as Absurdettes
Página oficial lobao.com.br

Lobão, nome artístico de João Luiz Woerdenbag Filho (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1957), é um cantor, compositor, músico e escritor brasileiro.

Um dos grandes nomes da cena do rock nacional,[1] compôs sucessos como "Me Chama" (canção muito famosa na voz de vários intérpretes, que ficou na 47ª posição das maiores músicas brasileiras, segundo a Rolling stone),[2] "Vida Louca Vida" (regravada por Cazuza), Corações Psicodélicos, Canos Silenciosos e Essa Noite Não.

Apesar de ter surgido e conseguido sucesso no ambiente marginal e underground do rock brasileiro nos anos 1980, Lobão dialogou com diversos gêneros, como o samba e a MPB, ao longo de sua carreira.[3] Em 1988, por exemplo, o disco Cuidado! contou com a participação da percussão da Estação Primeira de Mangueira.

Em 2018 lançou o disco Guia Politicamente Incorreto Dos Anos 80 Pelo Rock, em paralelo ao livro, com músicas de bandas que marcaram a década de 80.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e adolescência[editar | editar código-fonte]

João Luiz Woerdenbag Filho nasceu no hospital Casa de Saúde São José, filho de João Luiz Woerdenbag, um mecânico de automóveis que trabalhava para a Rede Globo, e de Ruth Araújo de Mattos, uma professora de inglês do Instituto de educação do Rio de janeiro. Pelo lado paterno Lobão é descendente de holandeses.[4] Também tem uma irmã caçula que mora na Holanda.[4]

O seu interesse pela música surgiu cedo e aos três anos de idade Lobão começou a tocar bateria.[5] Aos seis anos ganhou dos pais uma bateria de brinquedo e aos treze sua primeira bateria profissional. Aos quinze começou a tocar violão clássico.

Lobão cresceu na Zona Sul do Rio de Janeiro e estudou no Colégio São Vicente de Paulo.[5] Recebeu o apelido "Lobão" na escola, pelo fato de se vestir com um macacão de jardineiro preso por um alça só, que lembrava o Lobão, personagem da Disney.

Aos dezenove anos de idade foi expulso de casa pelo pai. Levou um cruzado na cara e rebateu com o violão, despedaçando-o inteiro em cima do pai (“...Só sosseguei quando não havia mais violão para continuar batendo.”).

Carreira[editar | editar código-fonte]

Vímana e Blitz[editar | editar código-fonte]

Sua carreira começou aos dezessete anos, depois de sair de casa para se tornar músico profissional. Em seguida, entrou para a banda Vímana, da qual também faziam parte Lulu Santos e Ritchie.[6] Sua primeira apresentação pública com a banda foi realizada em um teatro em São Paulo, no qual acompanharam Marília Pêra. Após outras apresentações, Lobão gravou com o Vímana, em 1975, duas músicas. Em 1977, essas duas composições foram lançadas no compacto simples "Zebra / Masquerade". No mesmo ano, gravaram um LP, que foi não foi lançado pela gravadora.

Três anos depois, com o fim do grupo, Lobão seguiu sua carreira de baterista, tocando com Luiz Melodia, Walter Franco, Gang 90 e as Absurdettes e Marina Lima.[6]

Fundou a banda Blitz com Evandro Mesquita e Fernanda Abreu e outros, mas por diferenças artísticas, saiu do grupo antes mesmo do sucesso comercial. Foi Lobão quem deu o nome à banda, às vésperas de um show, após uma indecisão do grupo. "A Blitz vem um pouquinho depois da Gang 90 (grupo de seu amigo Júlio Barroso), e se tornou uma banda infanto-juvenil quando não era. Era pervertida. Foi higienizada quando assinaram contrato com a EMI", afirmou em 2011.[7]

Carreira solo[editar | editar código-fonte]

Lobão em entrevista para a TV Cultura.

Lobão já havia decidido sair da Blitz. Porém, precisava, de algum modo, abrir caminho pra sua carreira solo. Ficou sabendo que a banda seria entrevistada por uma revista de grande circulação. Então fingiu que continuaria como baterista da Blitz só para sair na capa. A entrevista já estava agendada, ele falou pelos cotovelos, chamou a maior atenção. Em seguida, com a revista debaixo do braço e a fita de "Cena de Cinema" nas mãos, foi bater à porta da gravadora. Vinte minutos depois, já tinha assinado contrato para a carreira solo. Saiu chamuscado da Blitz — e riscado da capa do disco da banda. Em retaliação, desenharam, no lugar dele, a cara do Lobo Mau.[8]

Lobão, começa então sua carreira solo com o lançamento de Cena de Cinema, em 1982.

Em seguida forma a banda Lobão e os Ronaldos (que tinha na sua formação a cantora e tecladista holandesa Alice Pink Pank, ex-Gang 90 e as Absurdettes, além de Guto Barros, guitarrista e um dos fundadores da Blitz), que lança Ronaldo Foi Pra Guerra.

Lobão apareceu no cinema atuando e cantando com a banda em Areias Escaldantes (1985), mas o filme foi lançado apenas em alguns poucos cinemas no Rio de Janeiro. Apesar do sucesso de "Me Chama", a banda tem uma vida curta, e após o lançamento do single "Decadence Avec Elegance" (1985) Lobão segue carreira solo mantendo alta rotatividade na mídia e lança o álbum O Rock Errou (1986), do qual "Revanche" se torna o carro-chefe. Logo após seu lançamento, Lobão é preso por porte de drogas em 1987, passando três meses na cadeia. Uma manifestação na Lagoa Rodrigo de Freitas foi feita em prol da sua libertação.[9] Ali desenvolve o disco Vida Bandida, voltando aos holofotes.

Ainda em 87, gravou junto com Nélson Gonçalves a canção "A Deusa do Amor", que está presente no álbum de Nélson Nós.

Depois de um flerte com o samba-rock e participações no Hollywood Rock (1990) e no Rock in Rio II (1991; quando recebeu uma vaia histórica), Lobão passa um período fora da mídia. Retorna ao Hollywood Rock em 1996, como convidado de Gilberto Gil, que anos mais tarde seria um dos seus alvos de crítica.

Por volta de 1998 começa a se interessar por música eletrônica, em especial pelas composições de Trent Reznor, do Nine Inch Nails, lançando o disco Noite no mesmo ano.

Suas atitudes polêmicas voltariam a ter evidência em 1999 depois de seu rompimento com as gravadoras e o lançamento de A Vida É Doce num esquema inédito, com distribuição pela Internet, bancas de jornais e lojas de departamento. Após o sucesso da vendagem e de crítica com seus discos independentes A Vida É Doce (1999) e 2001: Uma Odisséia no Universo Paralelo (2001), lançou a revista Outracoisa, através da qual lança bandas e músicos de maneira independente, tais como Cachorro Grande, BNegão, Mombojó e Arnaldo Baptista.

Seu próximo disco de estúdio, Canções Dentro da Noite Escura, lançado em 2005, foi também lançado pela revista com tiragem inicial de 21 mil cópias.

Em abril de 2007 lançou o álbum Acústico MTV, que foi premiado com o prêmio Grammy Latino na categoria melhor disco de rock, e como o próprio Lobão caracterizou, foi uma seleção "parcial" de sucessos do músico, contando, inclusive, com a participação especial do grupo Cachorro Grande, lançado pela Outracoisa.

O ENEM de 2009 utilizou a música "Para o Mano Caetano", do álbum 2001: Uma Odisseia no Universo Paralelo, em uma questão.[10] Nesse mesmo ano Caetano Veloso lançou o álbum Zii e Zie, que contém a faixa "Lobão Tem Razão", feita em resposta a "Para o Mano Caetano", que por sua vez era resposta a "Rock ‘n Raul", lançada em 2000, onde Veloso fez uma leve citação a Lobão.[11][12]

No final de 2010, o cantor lançou sua biografia, 50 Anos a Mil, com o jornalista Claudio Tognolli. O livro conta histórias inéditas e conhecidas sobre a vida do músico, além das letras de duas canções, Song for Sampa, em homenagem a São Paulo, e Das Tripas, Coração, em homenagem a Júlio Barroso (1953 - 1984), Cazuza (1958 - 1990) e a Ezequiel Neves (1935 - 2010). Junto com seu livro, Lobão, em parceria com a Sony Music, montou um box com três CDs mais o DVD do Acústico MTV, contendo as canções mais significativas dos 10 primeiros anos de sua carreira, todas as músicas escolhidas por ele e remasterizadas pelo produtor americano Roy Cicala. Em meados de 2011, prestes a completar um ano de lançamento, 50 Anos a Mil chegou a marca de 100 mil exemplares vendidos.[13] No mesmo ano, Lobão excursionou com a turnê "Elétrico 2011", que gerou o CD e DVD Lobão Elétrico: Lino, Sexy & Brutal (Ao Vivo em SP), gravado em outubro de 2011, no Citibank Hall,[14] em São Paulo. O registro foi lançado e distribuído pela Deckdisc no final de 2012.

Em 2013 participou da Virada Cultural, evento organizado pela Prefeitura de São Paulo, onde levou um bom público.[15][16]

Em 2015, gravou seu primeiro álbum de inéditas em 10 anos, intitulado O Rigor e a Misericórdia. Lançado em janeiro do ano seguinte, Lobão executou todos os instrumentos e produziu o disco. O projeto, realizado via crowdfunding, deu origem ao livro Em Busca do Rigor e da Misericórdia - Reflexões de um Ermitão Urbano, publicado pela Editora Record também em 2015.[17]

No final de 2016, o músico anunciou uma turnê de quatros shows ao lado da banda Sepultura, intitulada A Chamada.[18]

Em 2018, lançou o álbum Antologia politicamente incorreta dos anos 80 pelo rock – inspirado pelo quase homônimo livro, Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock (2017). O lançamento foi feito nos formatos de CD duplo, de LP duplo, de pen drive e em edição digital. O artista buscou recursos via financiamento coletivo para finalizar o 18º álbum.[19] Antologia politicamente incorreta dos anos 80 pelo rock é o primeiro disco de Lobão como intérprete. Foi formatado em estúdio com a banda Os Eremitas da Montanha, formada pelos músicos Armando Cardoso (bateria), Augusto Passos (baixo e voz), Christian Dias (guitarra) e Felipe Faraco (teclados).

Em 2020, ano da pandemia do Coronavírus, o músico produziu em seu estúdio uma série de músicas que marcaram em sua formação musical, intitulada Canções de Quarentena. Além de outras, Pedaço de Mim (Chico Buarque), Canteiros (Fagner e Cecília Meireles), Hoje Ainda É Dia de Rock (José Rodrigues Trindade) e Hora do Almoço (Belchior) estão incluídas.

Editor[editar | editar código-fonte]

Em 2003, Lobão lançou a revista cultural Outracoisa, com a parceria da L&C Editora. Essa revista reunia participações de músicos e pensadores do Brasil, entre eles José Celso Martinez Corrêa, Angeli, Laerte, Adão Iturrusgarai, Marta Medeiros e outros.

Em 2010, lançou sua autobiografia 50 Anos a Mil,[20] que conta desde suas histórias da juventude, até suas mais loucas experiências como músico. O livro é coassinado por Claudio Tognolli. Lobão insiste que sem a "documentação" de Cláudio, as pessoas não acreditariam nas histórias.

Em 2012, começou a escrever um novo livro, intitulado Manifesto do Nada na Terra do Nunca, lançado em 2013.[21]

Em 2015, publicou Em Busca do Rigor e da Misericórdia - Reflexões de um Ermitão Urbano, pela editora Record, e em 2017, lançou o Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock, pela editora LeYa.[22]

Em 2020, Lobão escreveu a segunda parte de sua autobiografia, 60 Anos a Mil.[23]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Lobão se apresentando no Circo Voador no Rio de Janeiro em 2011.

A partir de 2005, Lobão começa a trabalhar com televisão. Nesta época, apresentou o programa Saca Rolha, na PlayTV, junto com Marcelo Tas e a modelo Mariana Weickert. Os três recebiam todos os dias convidados para juntos debaterem temas nacionais e internacionais.

Trabalhou de junho de 2007 a dezembro de 2010 como apresentador na MTV Brasil. Apresentou 4 programas, entre eles, o MTV Debate, durante todo seu período como VJ, Código MTV, em 2008, o Lobotomia, em 2010, e Lobão ao Mar durante o verões de 2009 e de 2010.

Em 2007 participou do Som Brasil, homenageando Raul Seixas.

Fez uma participação como jurado no Astros do SBT, em 2008.

Em novembro de 2011, assinou com a Rede Bandeirantes para apresentar o programa A Liga, no lugar do humorista Rafinha Bastos.[24] Três meses após o início das gravações, Lobão deixou a atração por problemas com a produção do programa, além de, na época, estar envolvido com a produção do novo CD e livro.[25][26]

Já foi entrevistado em programas como o Roda Viva, The Noite, Agora é Tarde, De Frente com Gabi, Programa do Jô, Passando a Limpo, Provocações, Jô Soares Onze e Meia. Tocou na década de 80, entre outros, no Globo de Ouro e no Cassino do Chacrinha, importantes programas da Rede Globo.

Seus 60 anos foram homenageados na coluna de Nelson Motta, no Jornal da Globo, em 3 de novembro de 2017. Nela, o colunista afirmou o considerar como um dos maiores compositores da sua geração.[1]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Em 1985, atuou no filme Areias Escaldantes, um filme musical brasileiro.[27]

Em 2013, o Canal Bis exibiu o documentário Universo Lobão, que conta sobre sua carreira.[28]

O livro 50 Anos a Mil iria para as telas de cinema em 2016, porém o cantor cancelou o projeto.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Parentes[editar | editar código-fonte]

Sua mãe era cardiopata e suicidou-se em 1984.[29] Ela deixou uma carta responsabilizando-o por sua morte.[30][8] Vinte anos depois, seu pai também cometeu suicídio.[30]

Relações e casamentos[editar | editar código-fonte]

Lobão foi casado com a atriz e compositora Daniele Daumerie, que faleceu em 2014, muito tempo depois da separação. Nesse casamento ele teve uma filha, Julia.[31]

O artista carioca mora na cidade de São Paulo desde 2002, com Regina Lopes, com quem é casado desde 1991.

Lobão era um dos melhores amigos do cantor e compositor Cazuza (1958-1990).

Visões políticas[editar | editar código-fonte]

Em 1989, ao voltar de uma temporada nos Estados Unidos, Lobão votou em Lula, pedindo voto ao vivo para ele no Domingão do Faustão.[32][33]

Atualmente, é um dos artistas brasileiros apontados como de vertente conservadora.[34] Foi favorável ao impeachment de Dilma, inclusive tocando em palco de manifestação pró-impeachment.[35]

Quando interrogado sobre a possibilidade de ingressar na carreira política, respondeu:[36]

Eu não tenho o menor gabarito para isso! Se eu pudesse, faria uma legislação estabelecendo que, para ser político, é preciso ter mais de 50 anos, muito dinheiro, falar seis idiomas, ter curso de política internacional, economia e direito. Você vê o Michael Bloomberg (empresário bilionário e ex-prefeito de Nova Iorque) doar 50 milhões de dólares para a municipalidade. O Brasil é um país de gatunos, de pessoas que vão para a política para resolver sua situação financeira, quando deveria ser o contrário. Apartamento funcional deveria ser pequenininho, para o cara ficar lá, labutando, não para ser um parasita. Política não é para ganhar dinheiro.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Lobão

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Lobão completa 60 anos com uma obra musical de qualidade e originalidade». Jornal da Globo. 3 de novembro de 2017. Consultado em 4 de novembro de 2017 
  2. «As 100 Maiores Músicas Brasileiras». UOL - Rolling Stone. Consultado em 30 de outubro de 2017. Arquivado do original em 5 de novembro de 2017 
  3. Diniz, André (2006), Almanaque do Samba, Jorge Zahar, p. 232 .
  4. a b Marsiglia, I. (2000). Lobão - Entrevista concedida em Fevereiro de 2000. Playboy.
  5. a b Após Vímana, Blitz e os Ronaldos, Lobão vira estrela do rock de língua afiada. Acervo O Globo, 9 de outubro de 2017. Consultado em 22 de setembro de 2019
  6. a b «Após Vímana, Blitz e os Ronaldos, Lobão vira estrela do rock de língua afiada». O Globo. 9 de outubro de 2017. Consultado em 30 de outubro de 2017 
  7. Sanches, Pedro Alexandre. «Leia entrevista com o cantor de 53 anos que repassa a vida e a obra em autobiografia». iG. Consultado em 21 de fevereiro de 2012. Arquivado do original em 29 de janeiro de 2022 
  8. a b Albuquerque, Teresa (17 de dezembro de 2010), «Lobão chega hoje a Brasília para lançar autobiografia e fazer dois concertos», Correio brasiliense, arquivado do original em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda)  Parâmetro desconhecido |dataarquivo= ignorado (ajuda); Parâmetro desconhecido |dataacceso= ignorado (|acessodata=) sugerido (ajuda).
  9. Globo, Acervo-Jornal O. «A trajetória de Lobão». Acervo. Consultado em 31 de janeiro de 2022 
  10. ENEM 2009 - QUESTÃO 98. educacao.globo.com. Consultado em 14/01/2017
  11. Fernando Luna e Ivan Marsiglia (01/07/2001). «CAETANO VELOSO X LOBÃO». Revista Trip, Edição 91. revistatrip.uol.com. Consultado em 14/01/2017.
  12. Renata Mendonça. «''Estou entrando na velhice'': Caetano Veloso, que lança novo CD, fala sobre idade, mas afirma que sua arte está renovada». terra.com. Consultado em 14/01/2017.
  13. Lobão se apresenta em SP com grande festa para comemorar 100 mil cópias de seu livro, Reduto do Rock, 12 de setembro de 2011 .
  14. «Lobão anuncia gravação de DVD no Citibank Hall, em São Paulo», XPG, Visto livre .
  15. David Shalom (18 de maio de 2013). «Lobão se apresenta na Virada Cultural e oferece música ao Racionais MC's». Consultado em 14/01/2017.
  16. Thiago Ney (18/05/2013). «Lobão faz show pesado na abertura da Virada Cultural 2013». ultimosegundo.ig.com. Consultado em 14/01/2017.
  17. «'Em Busca do Rigor e da Misericórdia' relata processo criativo do novo disco de Lobão». Folha. Consultado em 15 de junho de 2016 
  18. Aline Macedo (26/10/2016). «'A única saída é ser ousado. E se unir', diz Lobão sobre shows com Sepultura». oglobo.globo.com. Consultado em 14/01/2017.
  19. Ferreira, Mauro. «Com 24 faixas em ordem cronológica, antologia de Lobão passa para 2018 | G1 Música Blog do Mauro Ferreira». Consultado em 29 de janeiro de 2022 
  20. Potascheff, Alexandre (4 de fevereiro de 2011). «Lobão - Trip FM». Trip. Consultado em 1 de fevereiro de 2022 
  21. Novo livro do Lobão chega às livrarias em março, Território da música 
  22. «Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 Pelo Rock». Livraria da Folha. Consultado em 18 de junho de 2017 
  23. «Cantor Lobão é entrevistado ao vivo nesta terça, às 11h». economia.uol.com.br. Consultado em 11 de junho de 2022 
  24. «Lobão será o novo apresentador de 'A Liga'», O Estado de S. Paulo, Estadão .
  25. Lobão está fora do programa 'A Liga', diz jornal, Globo, 2012 .
  26. «Gostaria de avisar a quem interessar possa…», Lobão elétrico news (nota oficial), Tumblr .
  27. «Areias Escaldantes». Meu Cinema Brasileiro. Consultado em 14 de agosto de 2012 
  28. Documentário - Universo Lobão Arquivado em 29 de maio de 2016, no Wayback Machine. (29/07/2013). lobao.com. Consultado em 14/01/2017.
  29. Lobão fala sobre tentativas de suicídio em congresso de psiquiatria, no Sul. Extra Globo, 7 de novembro de 2015. Consultado em 25 de setembro de 2019
  30. a b Davi Lemos (11/09/2015). «Cantor Lobão fala de depressão e suicídio em evento». atarde.uol.com. Consultado em 14/01/2017.
  31. Bárbara Vieira e Luciana Tecidio (27 de agosto de 2014). «Morre compositora Daniele Daumerie, ex-mulher do músico Lobão». ego.globo.com. Consultado em 10 de fevereiro de 2017.
  32. com convidados - BATE-PAPO COM Lobão - 23/07/1999
  33. 1989 – A Maior Eleição da História - Em 1989, Lobão queria Lula lá!
  34. «'Eu adorava ir à missa', diz Lobão sobre juventude», Brasil: Terra, Tas ao vivo, consultado em 27 de novembro de 2013, cópia arquivada em 23 de outubro de 2014 
  35. «Lobão toca hino nacional em protesto na Paulista». oglobo.globo.com. Consultado em 14/01/2017.
  36. Lobão: "O pai disso tudo é o Lula". Mariana Barros, Revista Veja, 12 de Março de 2015. Acessado em 13/03/2015.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Lobão (músico)