Louise Glück

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Louise Glück Medalha Nobel
Nascimento 22 de abril de 1943 (79 anos)
Nova Iorque
Cidadania Estados Unidos
Etnia judeus
Cônjuge John Dranow
Filho(s) Noah Dranow
Alma mater
Ocupação escritora, poetisa, ensaísta
Prêmios
  • Bolsa Guggenheim (1975, 1987)
  • Prémio Bollingen (2001)
  • Prémio Pulitzer de Poesia (The Wild Iris, 1993)
  • PEN New England Award (2007)
  • United States Poet Laureate (2003, –2004)
  • Eunice Tietjens Memorial Prize
  • National Endowment for the Arts Fellowship (1970)
  • National Book Award for Poetry (2014)
  • Medalha Nacional de Humanidades (2015)
  • Nobel de Literatura (for her unmistakable poetic voice that with austere beauty makes individual existence universal, 2020)
  • National Endowment for the Arts Fellowship (1979–1980)
  • National Endowment for the Arts Fellowship (1988–1989)
  • Lannan Literary Awards (1999)
  • Tomas Tranströmer prize (2020)
Empregador Universidade Yale, Universidade de Boston, Williams College, Universidade de Iowa
Obras destacadas Averno, Meadowlands, The Wild Iris, Faithful and Virtuous Night

Louise Elisabeth Glück ( /ɡlɪk/; Nova Iorque, 22 de abril de 1943) é uma poetisa e ensaísta estadunidense. Ela ganhou muitos prêmios literários importantes nos Estados Unidos, incluindo a Medalha Nacional de Humanidades, o Prêmio Pulitzer, o Prêmio Nacional do Livro, o Prêmio National Book Critics Circle Award e o Prêmio Bollingen, entre outros.

Em 2020, ela foi laureada com o Prêmio Nobel de Literatura "por sua inconfundível voz poética que com austera beleza torna universal a existência individual".[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Glück nasceu na cidade de Nova Iorque e foi criada em Long Island, em Nova Iorque. Ela é descendente de judeus húngaros que imigraram para os Estados Unidos décadas antes de seu nascimento.[2] Ela começou a sofrer de anorexia nervosa enquanto estava no colégio e mais tarde superou a doença. Ela teve aulas na Sarah Lawrence College e na Universidade Columbia, mas não obteve um diploma.

Além da carreira de literária, iniciada em 1968,[2] fez carreira na academia como professora de poesia em diversas instituições. No seu trabalho, Glück concentrou-se em iluminar aspectos do trauma, desejo e natureza. Ao explorar esses temas amplos, sua poesia tornou-se conhecida por suas expressões francas de tristeza e isolamento. Os estudiosos também se concentraram na construção de personas poéticas e na relação, em seus poemas, entre a autobiografia e o mito clássico.

De 2003 a 2004, foi laureada como a Poetisa dos Estados Unidos.[carece de fontes?] Glück é frequentemente descrita como uma poetisa autobiográfica; seu trabalho é conhecido por sua intensidade emocional e por frequentemente se basear em mitos, história ou natureza para meditar sobre experiências pessoais e a vida moderna.

Atualmente, Glück é professora adjunta e escritora residente da Rosenkranz na Universidade Yale. Ela mora em Cambridge, Massachusetts.[3]

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

Chapbooks[editar | editar código-fonte]

Prosa[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «The Nobel Prize in Literature 2020» (em inglês). Nobel Prize. Consultado em 8 de outubro de 2020 
  2. a b «Por que o Prêmio Nobel de Literatura costuma surpreender». Nexo Jornal. Consultado em 18 de fevereiro de 2022 
  3. «Louise Glück | Authors | Macmillan». US Macmillan (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
Peter Handke
Nobel de Literatura
2020
Sucedido por
Abdulrazak Gurnah


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