Loxocemus bicolor

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Loxocemus bicolor

Loxocemus bicolor
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Família: Loxocemidae
Cope, 1861
Género: Loxocemus
Cope, 1861
Espécie: L. bicolor
Nome binomial
Loxocemus bicolor
Cope, 1861
Sinónimos
  • Loxocemi - Cope, 1861
  • Loxocemina - Boulenger, 1879
  • Loxoceminae - Romer, 1956
  • Loxocemidae - McDowell, 1975[1]

  • Loxocemus - Cope, 1861
  • Plastoseryx - Jan, 1862[1]

  • L[oxocemus]. bicolor - Cope, 1861
  • Plastoseryx Bronni - Jan, 1862
  • Loxocemus Sumichrasti - Bocourt, 1876
  • Loxocemus Sumichrasti - Bocourt, 1876
  • Loxocemus bicolor - Boulenger, 1896
  • Loxocemus bicolor bicolor - Woodbury & Woodbury, 1944
  • Loxocemus bicolor sumichrasti - Woodbury & Woodbury, 1944[1]
Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Loxocemus bicolor
Nomes-comuns: pitão-mexicana,[2], pitão-escavadora-mexicana

Loxocemus bicolor[3] é o único membro da família monotípica Loxocemidae,[2] de répteis escamados da subordem Serpentes. Trata-se de uma serpente com aparência de pitão que habita a costa pacífica do México e da América Central. Não se reconhecem subespécies.[4]

Análises de ADN mostram que os parentes mais próximos de Loxocemus são Pythonidae e Xenopeltis.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Os indivíduos adultos atingem um comprimento máximo de 1.57 m,[5] com um comprimento médio de 91 cm. O corpo é robusto e muito musculado. O focinho tem forma de pá, a cabeça é estreita e os olhos pequenos para facilitar a que se enterre no solo. A espécie é descrita como sendo terrestre e semi-fossorial,[5] o que a torna de difícil observação e estudo. O padrão de cores é geralmente escuro com áreas de escamas brancas, embora ocasionalmente depois da muda desapareça toda a pigmentação, resultando uma serpente branca com uma mancha escura na cabeça.

Distribuição e habitat[editar | editar código-fonte]

Pode ser encontrada ao longo da costa do Pacífico mexicano em altitudes de baixas a moderadas nos estados de Nayarit, Jalisco, Colima, Michoacán, Morelos, Guerrero, Oaxaca, e Chiapas. Daí para sul pela Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, e Costa Rica. A localidade-tipo é "La Unión, San Salvador" (em El Salvador).[1]

Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]

Pode ser encontrada em vários habitats, incluindo florestas tropicais, húmidas e secas. Em Honduras e Guatemala, é também encontrada em vales interiores secos que drenam em direcção ao mar das Caraíbas.[1] Crê-se que a sua dieta consista de roedores e lagartos. Foram observadas comendo ovos de iguana. São ovíparas, pondo de dois a quatro ovos de cada vez.[5]

Referências

  1. a b c d e McDiarmid RW, Campbell JA, Touré T. 1999. Snake Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference, vol. 1. Herpetologists' League. 511 pp. ISBN 1-893777-00-6 (series). ISBN 1-893777-01-4 (volume).
  2. a b Loxocemidae (TSN 209605) (em inglês) . Integrated Taxonomic Information System (www.itis.gov)
  3. 'Loxocemus' (TSN 209606) (em inglês) . Integrated Taxonomic Information System (www.itis.gov)
  4. 'Loxocemus bicolor' (TSN 209607) (em inglês) . Integrated Taxonomic Information System (www.itis.gov)
  5. a b c «The Reptile Database - Loxocemidae». Consultado em 3 de novembro de 2008 

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

  • Noonan, B. P. & Chippindale, P. T. (2006): Dispersal and vicariance: The complex evolutionary history of boid snakes. - Molecular Phylogenetics and Evolution 40: 347–358.
  • Mattison, Chris (1999). Snake. [S.l.]: DK Publishing. ISBN 0-7894-4660-X 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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