Luís Adriano Carlos

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Luís Adriano Carlos
Nome completo Luís Fernando Adriano Carlos
Nascimento 1959 (58 anos)
Prémios Grande Prémio de Ensaio Literário APE/PT (1999)
Magnum opus Fenomenologia do discurso poético: ensaio sobre Jorge de Sena

Luís Fernando Adriano Carlos (1959) é um poeta, ensaísta e professor universitário português, integrando os quadros da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Obteve o grau de Mestre em 1986 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto com uma dissertação sobre "Os Quatro Sonetos a Afrodite Anadiómena" de Jorge de Sena[1].

Ensaios[editar | editar código-fonte]

Entre os seus estudos de Crítica e História literárias, Poética, Retórica e Estética, destacam-se O Classicismo Modernista de José Régio (1991, reed. 1994) e Fenomenologia do Discurso Poético (1999), galardoados, respectivamente, com o Prémio de Ensaio José Régio e o Grande Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores, bem como Metamorfosis del Signo y una Supra-Metamorfosis de Jorge de Sena (1986), Poesia Moderna e Dissolução (1989), O Hipertexto Literário (1996), Fenomenologia da Expressão Literária (1996), Jorge de Sena, der Wortalchemist (1997), A Poesia de Sophia (2000), A Margem da Alegoria em Ruy Belo (2000), O Arco-Íris da Poesia (2002), A Geração dos «Cadernos de Poesia» (2002), «Presença» e a Poética Modernista (2003), Epístola aos Realistas Que se Ignoram (2004), Fisiologia do Gosto Literário (2004, reed. 2006 com o título A Estética do Feio como Desafio à Poesia do Nosso Tempo), e Três Ensaios sobre José Régio e o Modernismo (2005).

Organizou e prefaciou diversas obras de autores portugueses, nomeadamente Padre António Vieira, Bocage, Alberto de Oliveira, José Régio, Saúl Dias, Alberto de Serpa, Políbio Gomes dos Santos, Luís Veiga Leitão e Óscar Lopes, tendo difundido no nosso tempo, através de edições fac-simile, as revistas históricas Árvore e Cadernos de Poesia.

Poesia[editar | editar código-fonte]

É autor das obras de poesia A Mecânica do Sexxo XX (1983, reed. 2003), Invenção do Problema (1986, reed. 2006), Livro de Receitas (2000), O Suicida Aprendiz (2002) e A Mecânica do Sexxo XXI (2003).

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

É também pintor e compositor musical. As suas composições, assinadas pelo pseudónimo Aristoxen, têm sido difundidas internacionalmente por rádios de vários países.

Referências

  1. Revista COLÓQUIO/Letras n.º 102 (Março de 1988).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]