Luís Amaro

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Luís Amaro
Nascimento 5 de maio de 1923
Aljustrel
Morte 24 de agosto de 2018 (95 anos)
Lisboa
Cidadania Portugal
Ocupação poeta, editor, escritor, bibliófilo, pesquisador

Luís Amaro, (Aljustrel, 5 de maio de 1923Lisboa, 24 de agosto de 2018) foi um poeta, editor, bibliófilo e investigador português.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasce em 1923 em Aljustrel, e aos treze anos muda-se para Beja, para um “estágio gratuito” no Diário do Alentejo, seguido de um trabalho assalariado na Biblioteca Municipal. Três anos depois vai para Estremoz, para secretariar o jornal Brados do Alentejo, dirigido por Marques Crespo.

Após conhecer José Régio em 1954, edita a obra do poeta na Portugália Editora, tendo estado envolvido na revisão e edição de obras de escritores como Adolfo Casais Monteiro, Mário Beirão, Manuel Teixeira Gomes, entre outros.

Dádiva”, o seu primeiro livro surge publicado em 1949. O livro de poesia voltaria a ser reeditado em 1975, expandido com mais poemas e sob o título “Diário Íntimo”., quem tem uma segunda edição em 2006.

Juntamente com António Luís Moita, António Ramos Rosa, José Terra e Raúl de Carvalho, fez parte do grupo que dirigiu a revista Árvore entre 1951 e 1953. Colaborou noutras publicações como Seara Nova, Távola Redonda e Portucale, e foi diretor-adjunto e consultor editorial da revista Colóquio/Letras.[2][3][4][5]

Referências

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