Luís Miguel Rocha

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Luís Miguel Rocha
Nascimento fevereiro de 1976
Porto, Portugal
Morte 26 de março de 2015 (39 anos)
Mazarefes, Portugal
Nacionalidade Portugal Português
Ocupação Escritor
Magnum opus O Último Papa
Página oficial http://www.luismiguelrocha.com/

Luís Miguel Rocha (Porto, fevereiro de 1976 - Mazarefes, 26 de março de 2015) foi um escritor português que se tornou bestseller do New York Times em 2009 [1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi estudante de História na Faculdade de Letras do Porto 2012. Começou a sua vida profissional como técnico da produtora que era responsável pelas missas da TVI, aos vinte anos de idade. Supervisionou guiões para produtores ingleses e nacionais e foi tradutor de livros e contos já publicados. Depois dedicou-se apenas à escrita.

Obras[editar | editar código-fonte]

Os seus livros são sucessos internacionais. Em O Último Papa, expõe uma teoria sobre a misteriosa morte de Albino Luciani, o Papa João Paulo I, envolvendo a loja maçónica italiana Propaganda Due (Loja P2, Propaganda Dois) e outras agências secretas internacionais, como a CIA. A 1 de novembro, quatro anos depois da entrada da edição americana de O Último Papa para o prestigiado top do The New York Times, a Porto Editora reedita a obra que valeu ao autor português Luís Miguel Rocha o sucesso internacional.

O Último Papa vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo e chega agora novamente às livrarias portuguesas, precisamente 35 anos depois da morte do Papa João Paulo I. Também a edição inglesa de A Mentira Sagrada (2011), thriller publicado originalmente pela Porto Editora, atingiu um top que serve de referência ao mercado internacional, o da revista The Bookseller. As obras de Luís Miguel Rocha estão publicadas em mais de trinta países. A Filha do Papa, de 2013, é o mais recente romance do autor e um dos mais vendidos este ano em Portugal. Luís Miguel Rocha trabalha, atualmente, num novo thriller, intitulado A Resignação

29 de Setembro de 1978. O mundo acorda com a chocante notícia da morte do Papa João Paulo I, eleito há apenas trinta e três dias. O Vaticano declara que Sua Santidade morreu de causas desconhecidas e que o corpo será embalsamado dentro de vinte e quatro horas, impossibilitando qualquer autópsia. 2006. A jornalista Sarah Monteiro recebe na caixa de correio um envelope com uma lista de nomes que não conhece e uma mensagem codificada. Inicialmente, Sarah fica apenas confusa, mas depois de a sua casa ser assaltada percebe que aquela lista a coloca em perigo. O conteúdo do envelope revela um mundo de corrupção que a jornalista nunca imaginara e ajuda a descobrir a verdade sobre a misteriosa morte de João Paulo I. Arrastada para uma realidade em que mercenários implacáveis, políticos corruptos e membros da Igreja conspiram com o mesmo propósito, Sarah terá de escolher entre contar ao mundo a verdade ou salvar a sua própria vida. 

Aproveite ao máximo. Família é um prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

Na sequela deste livro, Bala Santa, Luís Miguel Rocha mostra uma outra tese, desta vez relacionada com o atentado a Karol Wojtyła, o Papa João Paulo II. Toda a trama desenrola-se no que esteve por de trás deste atentado, que pessoas da igreja estiveram envolvidas e qual o interesse em tal acontecimento. Que acontecimentos estiveram por detrás da tentativa de assassinato ao Papa na praça do Vaticano em 1981? Quem é, e o que sabia verdadeiramente Alia Agca, o turco que disparou contra João Paulo II? Que forças ocultas gerem os destinos da igreja católica e conseguem nomear e destronar Papas, ocultando impunemente as suas acções? Uma jornalista internacional, um ex-militar português, um muçulmano que vê a Virgem Maria, uma padre muito pouco ortodoxo que trabalha directamente sob as ordens do sumo-pontífice, vários agentes dos serviços secretos mais influentes do mundo e muitos outros personagens dos quatro cantos do globo, envolvem-se numa busca pela verdade e descobrem que ela nem sempre é útil. Pelo menos não o foi para João Paulo II.

No Livro a Mentira Sagrada, suscita duas questões: Será que Jesus foi mesmo crucificado? Terá tudo acontecido como a Bíblia descreve?

Na noite da sua eleição para o Trono de São Pedro, o Papa Bento XVI, como todos os seus antecessores, tem de ler um documento antigo que esconde o segredo mais bem guardado da História. Em Londres, um Evangelho misterioso na posse de um milionário israelita contém informações sobre esse segredo. Se cair nas mãos erradas pode revelar ao mundo uma verdade chocante. Rafael, um agente do Vaticano, é enviado para investigar o Evangelho… e descobre algo que pode abalar não só a sua fé mas também os pilares da Igreja Católica. Que segredos guardará o Papa? E que verdade esconde o misterioso Evangelho?

Já no Livro A Filha do Papa a sua História segue em torno da questão: Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?

Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

No Livro Curiosidades do Vaticano, Livro Postumo, editado pela Porto Editora com textos do Autor, reunidos pelo seu Irmão Nuno Rocha, curador da sua obra.

Mostra-nos Curiosidades como:

- As mulheres que influenciaram os papas

- O interior do Palácio Apostólico

- O Papa implacável que transformou Roma

- As forças de segurança do Vaticano

- Os papas assassinados

- A história do Conclave

E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.

A Virgem dá-nos conta do Portugal moribundo no tempo do Estado Novo, mais precisamente na década de trinta. Um país suspenso no tempo, deslumbrado com o estrangeiro, pobre em recursos e ideias. Centrado numa família privilegiada, outras famílias se lhe juntam. Assistimos aos seus ódios, amores, perdas e cumplicidades num enredo em que o trágico e o absurdo se cruzam. Numa intriga cheia de humor, através do olhar lúcido do narrador, são desmascaradas situações gritantes de injustiça e de exploração em que o abuso de poder de alguns grupos privilegiados se passeia livremente por um país sonâmbulo e decadente com a cumplicidade silenciosa da Igreja.

Existem outras obras que estão reunidas no espólio do autor que está na posse da família e do seu curador e que no futuro poderão ser mostradas ao mundo e aos seus leitores.

Luís Miguel Rocha faleceu de doença prolongada em 26 de março de 2015. Tinha 39 anos[1].

Obras[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Morreu o escritor Luís Miguel Rocha». Radio Renascença. 26 de Março de 2015. Consultado em 26 de Março de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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