Luiz Alberto Rodrigues (empresário)

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Luiz Alberto Rodrigues (12 de outubro de 1958, Bauru, São Paulo) é um empresário e administrador de empresas, fundador e CEO da Eicon – Controles Inteligentes,[1] tendo desenvolvido metodologias voltadas às áreas da administração pública.[2] É autor de obras relacionadas ao tema.[3]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Formado em Administração de Empresas e Contabilidade pelo Centro Universitário Santo André, sua vida profissional iniciou-se na Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, na área de Fiscalização.

Luiz Alberto desenvolveu metodologias voltadas para a gestão da máquina pública e criou soluções no âmbito da Educação, Saúde, Orçamento e Contabilidade para aplicação na gestão pública, além de sistemas que melhoraram a arrecadação de tributos de municípios do Brasil.[4] Esses sistemas tem o objetivo de promover avanços nos processos de administração pública e de tornar os processos mais informatizados com um controle de dados mais seguro.

Fundador e CEO da Eicon[editar | editar código-fonte]

Em 1986, Luiz Alberto fundou a Eicon, empresa voltada para o desenvolvimento de sistemas de informação que visam gerir e organizar informações públicas ou privadas. Contando com diversas plataformas específicas para cada esfera, como Saúde e Educação, a Eicon cria soluções para atender às necessidades de cada setor e permitir um controle estrito dos processos e das ações executadas pelos profissionais.

Algumas das principais plataformas desenvolvidas pela Eicon são:

  • GissOnline: ferramenta de escrituração eletrônica com controle e gestão do I.S.S.Q.N. (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), com geração de Nota Fiscal Eletrônica (NFS) e com auditoria inteligente pelo próprio sistema.
  • SISS Saúde (Sistema Inteligente a Serviço da Saúde: solução de gerenciamento e monitoramento do Sistema Único de Saúde (SUS), integrando as redes básica, especializada, hospitalar e de pronto atendimento.
  • GIER (Gestão Inteligente da Educação Responsável): ferramenta completa de monitoramento e gestão escolar que visa promover a integração da comunidade escolar.
  • ACTO (Administração e Controle de Tarefas e Ordem de Serviço): ferramenta formada por diversos aplicativos que funcionam de forma colaborativa em diversos dispositivos, organizando e solucionando os problemas da gestão pública.

Livros publicados[editar | editar código-fonte]

Publicações Ano ISBN Resumo
Desvendando o Pregão Eletrônico 2002 9788571062633 Este livro explica e explora o pregão eletrônico utilizando uma linguagem objetiva e contando com o auxílio de ilustrações que ajudam a apresentar os conceitos e todo o processo de trabalho envolvido.[5]
Sistemas de Informação na Administração Pública 2004 9788571063095 Este livro explora os temas ligados à teoria da informação, relacionados particularmente ao ambiente da administração pública. A obra contém casos e exemplos presentes nos sistemas de informação que expõem conceitos e terminologias utilizadas nas operações rotineiras e no funcionamento das organizações públicas e privadas.[6]
Inteligência Pública Na Era do Conhecimento 2006 9788571063433 Este livro, voltado aos interessados na administração pública, oferece uma visão básica das técnicas e ferramentas sofisticadas capazes de extrair, analisar, descobrir e aplicar conhecimento baseado em dados, modernizando a “inteligência pública”.[7]
Inteligência disciplinadora dos procedimentos fiscais do I.S.S.Q.N. com a criação de um novo Modelo Fiscal, Metodologia Eletrônica e Terminologia x Livro digital Livro voltado à educação e orientação tributárias, oferecendo ideias de como construir um contexto tributariamente mais digno e eficiente.

CPEM[editar | editar código-fonte]

No fim da década de 90, Luiz Alberto Rodrigues foi envolvido em uma denúncia relacionada à alta cúpula do PT – Partido dos Trabalhadores e a contratação da CPEM – Consultoria Para Empresas e Municípios pela Prefeitura de São José dos Campos.[8] Na época, o executivo era responsável pela empresa, que prestou serviços para inúmeros municípios (superando mais de 300 municípios, e apenas 4 eram dirigidos pelo PT), e visava revisar o sistema tributário municipal e implementar ações de incremento de suas receitas.[9] O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo examinou a questão e considerou a contratação da CPEM lícita e necessária, e o resultado da apuração conduzida pelo PT foi a expulsão do próprio autor da denúncia, Paulo de Tarso Venceslau, da sigla.[10]

Referências

  1. «EICON - Nossa História». www.eiconbrasil.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  2. «Tecnologia inovadora difunde conceito de smart cities no interior de São Paulo». Obra24Horas 
  3. «Editora Revan». www.revan.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  4. «Redesimples estimula ambiente de negócios nos municípios». Jornal do Comércio. Uol 
  5. «DESVENDANDO O PREGÃO ELETRÔNICO - Editora Revan». www.revan.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  6. «SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Editora Revan». www.revan.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  7. «INTELIGENCIA PÚBLICA NA ERA DO CONHECIMENTO - Editora Revan». www.revan.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  8. «Folha de S.Paulo - Entenda o caso PT-Cpem - 27/6/1997». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 
  9. «Gestões do PT contratam empresa de pivô do 1º escândalo do partido - Diário do Grande ABC». Consultado em 4 de outubro de 2016 
  10. «Folha de S.Paulo - Saiba mais: Economista foi expulso depois de fazer denúncia - 05/04/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]