Luiz Mattar

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Tenista Luiz Mattar
País  Brasil
Residência São Paulo, Brasil
Data de nasc. 18 de agosto de 1963 (52 anos)
Local de nasc. São Paulo  Brasil
Altura 1,83 m
Profissionalização 1985
Mão Destro
Prize money US$ 1,493,136
Simples
Vitórias-Derrotas 191–178
Títulos 7 ITF
Melhor ranking Nº 29 (1 de maio de 1989)
Resultados de Grand Slam
Open da Austrália 2R (1991, 1993)
Open da França 3R (1986)
Wimbledon 2R (1991)
U.S. Open 3R (1990, 1991)
Duplas
Vitórias-Derrotas 104–111
Títulos 5 ITF, 0 WTA
Melhor ranking Nº 55 (7 de janeiro de 1991)
Resultados de Grand Slam de Duplas
Última atualização em: 22 de setembro de 2015.

Luiz Mattar (São Paulo, 18 de agosto de 1963) é um empresário e ex-tenista profissional brasileiro. É considerado por diversos analistas esportivos, críticos de tênis e antigos tenistas como um dos dez maiores tenistas brasileiros da Era Aberta.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Em 1987, ele ainda era uma promessa quando chegou à final do ATP do Guarujá, que praticamente abria a temporada internacional. No piso sintético, mero 96º do mundo, surpreendeu o amigo e parceiro de treinos Cássio Motta, que vivia sua melhor fase e estava no 48º posto, muito mais experiente. Nico tirou de Cássio sua maior chance de ganhar um torneio de primeiro nível e iniciou ali a arrancada da carreira. Naquele mesmo 1987, ganhou de mais cinco top 50, entre eles o número 16 Emilio Sanchez, virou herói da ascensão brasileira ao Grupo Mundial da Copa Davis e foi ainda finalista dos GPs de São Paulo (para Jaime Yzaga) e de Itaparica (para Andre Agassi), terminando a temporada como 38º.

Mattar também foi o vencedor da outra final totalmente brasileira, ocorrida em São Paulo, novamente sobre piso sintético, desta vez em cima da revelação Jaime Oncins, também seu parceiro de treinos (Nico, Motta e Oncins eram todos treinados por Paulo Cleto em seus melhores momentos). Ao contrário de 1987, Nico estava agora praticamente reiniciando sua carreira, que sofrera grande abalo no ano anterior devido à morte trágica do irmão Ronald. Antes do título em São Paulo, ele venceu um challenger na Espanha (seu primeiro título internacional) e foi finalista em outro nos EUA, além de ter chegado à semi da Davis naquela história campanha em cima de Alemanha e Itália. Retornava assim ao top 50.

Por fim, Nico também estava presente no domingo histórico de 7 de março de 1994, quando dois brasileiros disputaram simultaneamente finais de ATP. Ele perdeu em Scottsdale diante de Andre Agassi - numa campanha notável, que incluiu vitórias sobre cinco top 90, dois top 35, entre eles MaliVai Washington -, enquanto o paulista Roberto Jábali surpreendeu todo mundo e decidiu na Cidade do México contra Thomas Muster, então 11 do mundo. Enquanto Nico aproveitaria a fase e ganharia logo depois o ATP de Coral Springs (o sétimo da carreira e o primeiro fora do Brasil), Jábali subiu para 162, chegou a 130 dois anos depois, mas nunca conseguiu explodir como se esperava dele, semifinalista juvenil de Roland Garros.

Torneios[editar | editar código-fonte]

Filho de Fuad Mattar, foi vencedor do Torneio de São Paulo de Tênis em 1992 e tricampeão (1987, 1988 e 1989) do também extinto Torneio do Guarujá de Tênis.

Em 1987 foi vice no extinto Torneio de Itaparica de Tênis, derrotado por Andre Agassi, que na época tinha apenas dezessete anos. Ainda perdeu para Agassi a final do Aberto de Las Vegas em 1994.

Ranking[editar | editar código-fonte]

A melhor posição de Luiz Mattar no ranking foi o 29º lugar em simples (em 1989), e número 55 em duplas (em 1991).

Vida pós-tênis[editar | editar código-fonte]

Após se aposentar, aos 32 anos, Mattar passou a dedicar-se à carreira de empresário[2] . Atualmente é presidente da empresa TIVIT Terceirização de Tecnologia e Serviços

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]