Márcio Canuto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Luiz Márcio Accioly Canuto (Maceió, 9 de abril de 1946) é um repórter brasileiro[1][2].


Márcio Canuto
Nome completo Luiz Márcio Accioly Canuto
Nascimento 9 de abril de 1946 (72 anos)
Maceió, AL
Ocupação Jornalista, Repórter
Cônjuge(s) Líbia Mafra
Filho(s) Mariana e Pedro Luiz
Nacionalidade Brasileiro
Atividade 1963 - atualmente
Trabalhos notáveis

Iniciou a sua carreira no extinto Diário de Alagoas, em 1963, com apenas 17 anos de idade. Atuou em diversos veículos, entre eles Gazeta de Alagoas, Jornal da Tarde (do qual foi correspondente na década de 1970), Rádio Gazeta e Rádio Difusora.

Em março de 1998, mudou-se para São Paulo[3], e foi trabalhar na TV Globo local. Com seu estilo irreverente, fez sucesso principalmente com a população nordestina da capital paulista, assumindo o título de “fiscal do povo” no telejornal SPTV.

Como editor de esportes da TV Gazeta de Maceió, promoveu o jogador Jacozinho, do CSA, que ganhou projeção nacional graças às reportagens de Canuto[4]. Em 1996 cobriu o assassinato do empresário PC Farias e de sua namorada, ocorrido na capital alagoana. Também integra o time de repórteres do Carnaval de São Paulo.

Referências

  1. Márcio Canuto. Terceiro Tempo
  2. «MARCIO CANUTO - PRÓ-TV». www.museudatv.com.br. Consultado em 31 de dezembro de 2017 
  3. Nassif, Túlio. «Márcio Canuto - Que fim levou? - Terceiro Tempo». Terceiro Tempo. Consultado em 31 de dezembro de 2017 
  4. Marcio Canuto, o Jacozão. Revista Placar nº 792, 26 de julho de 1985, pág. 33
Ícone de esboço Este artigo sobre um(a) jornalista é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.