Ménage à trois

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Disambig grey.svg Nota: Para o filme estadunidense de 1994, veja Threesome (filme).
Cartão postal, c. 1910.
French erotic painting Warsaw.JPG

Ménage à trois, ou simplesmente ménage, é uma expressão de origem francesa cujo significado originalmente denominava um domicílio habitado por três pessoas em vez de um casal. Sua tradução literal é "moradia a três". Atualmente é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas.

O mènage feminino (um homem e duas mulheres) tambem acontece, mas hoje alguns casais também convidam homens para compartilhar momentos de prazer, alguns até chamando um número bem maior de homens, sendo assim uma orgia.[1] O ménage feminino é mais divulgado e aceito.[carece de fontes?]

Casos históricos[editar | editar código-fonte]

Alguns exemplos históricos conhecidos de Ménage à trois são:

  • Sir William Hamilton (embaixador britânico em Nápoles), sua esposa Emma Hamilton, e seu amante, o herói naval Almirante Lord Horatio Nelson, a partir de 1799 até a morte de Nelson, em 1805.[2]
  • A intelectual alemã Dorothea von Rodde-Schlözer, seu marido Mattheus Rodde e o filósofo francês Charles de Villers desde 1794 até a morte de seu marido, em 1810.[3]
  • O escritor Aldous Huxley e sua primeira esposa Maria, com Maria Hutchinson uma amiga de Clive Bell.[4]
  • A autora Edith Nesbit vivia com o marido Hubert Bland e sua amante Alice Hoatson, criando seus filhos como se fossem seus.[5]
  • Erwin Schrödinger, sua esposa, Annemarie Bertel e sua amante Hilde March.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Wright, Susan. The Learning Annex Guide to Driving Your Woman Wild in Bed. Kensington Publishing Corporation, 1992. pp. 75. ISBN 0806513314
  2. Constantine, David (2001). Fields of Fire: a life of Sir William Hamilton (em inglês) (Londres: Wiedenfeld and Nicholson). p. 242 et seq. ISBN 1-84212-581-8. 
  3. Poulet, Anne L. (2003). «Dorothea von Rodde-Schlözer (1770–1825)». Jean-Antoine Houdon: Sculptor of the Enlightenment (em inglês) University of Chicago Press [S.l.] p. 319. ISBN 0-226-67647-1. 
  4. Mars-Jones, Adam (06 de abril de 2002). «Aldous and His Women» (em inglês). The Observer. Consultado em 24 de janeiro de 2014. «Aldous era tímido e pouco prático, não é o tipo de homem que poderia gerir adultério sem a ajuda de sua esposa. A correspondência com Mary Hutchinson deixa claro que Maria não era apenas cúmplice, mas ativamente 'onipotente', a emprestar esplêndidas palavra de seu marido para a bissexualidade.» 
  5. Perrin, Noel (2003). A Child's Delight (em inglês) University Press of New England [S.l.] p. 106. ISBN 1-58465-352-3. 
  6. Moore, Walter J. (1992). Schrödinger: Life and Thought (em inglês) (Cambridge: Cambridge University Press). ISBN 0-521-43767-9. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Barbara Foster, Michael Foster, Letha Hadady. Three in Love: Ménages à trois from Ancient to Modern Times. ISBN 0-595-00807-0.
  • Vicki Vantoch. The Threesome Handbook: A Practical Guide to sleeping with three. ISBN 1-56858-333-8.
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