Método Delphi

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O Método Delphi é baseado no princípio que as previsões por um grupo estruturado de especialistas são mais precisas se comparadas às provenientes de grupos não estruturados ou individuais. A técnica pode ser adaptada para uso em encontros presenciais, sendo então denominada de mini-Delphi ou Estimate-Talk-Estimate (ETE). O método Delphi tem sido largamente utilizado para previsões empresariais e tem certas vantagens sobre outras abordagens de previsões estruturadas em mercados preditivos. A técnica de Delphi é frequentemente citada em manuais de gerenciamento de riscos em projetos.

Técnica de Delphi em gerenciamento de projetos:

Trata-se de uma técnica que pode ser usada para obter consenso a respeito dos riscos de um projeto. Note que a técnica de Delphi pode ser usada para obter qualquer tipo de consenso entre pessoas.

Esta técnica prevê que rodadas sucessivas de questionários sejam enviadas a um grupo seleto de especialistas que deverão responder aos questionamentos baseados em seus próprios conhecimentos e experiência. Após cada rodada de respostas, os integrantes tomam conhecimento (mesmo que apenas de forma estatística) das respostas fornecidas pelos demais, de maneira que podem reconsiderar suas opiniões com base nas informações mais diversificadas obtidas do conhecimento das respostas alheias. Assim, cada rodada passa a enriquecer e influenciar as respostas de todos na rodada seguinte.[1]

Parecida com o brainstorming, a técnica Delphi difere desta somente porque os participantes não se conhecem, mas são especialistas no assunto e cooperam com ideias, sugestões ou opiniões, contribuindo para a solução dos problemas e a criação de novas estratégias, produtos ou serviços.

Referências

  1. Carlos Alberto Debastiani. Definindo Escopo em Projetos de Software. São Paulo: Novatec, 2015. ISBN 978-85-7522-429-8
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