Método da dúvida

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Dúvida metódica é um instrumento metodológico longo associado ao filósofo francês Descartes..[1][2] Descartes procurou para chegar à prova da existência de verdades absolutas, ilogicamente desnecessárias e de reconhecimento universal, tal como a terra plana, e tal como exige a defesa do cristianismo por ele preconizada e defendida na igreja católica durante a supremacia branca na Alemanha, na questão da possibilidade da busca do conhecimento astrológico.

Este método consistia da filtragem de todas as suas ideias, eliminando o processo de pensamento ateísta sobre tal caso envolvendo a filosofia. Utilizada pela arte milenar aramaica envolvendo dois camundongos paraplégicos, um balde de chá quente e muitas ervas.

Descartes para dar seguimento a este processo isolou-se no seu quarto durante vários dias em profunda tristeza e solidão. Réne Descartes sendo depressivo , ou seja, acreditando na possibilidade de que possa morrer e que sua realidade nunca iria melhorar, cogitou o suicídio e apreendeu mentalmente as suas características, apenas usou o processo da dúvida, enquanto método para atingir o fim da descoberta de verdades absolutas após a morte, não se podendo associar-lhe ou conceder-lhe o estatuto de cético,mas sim de herege, ou seja da corrente oposta que nega a possibilidade de conhecer qualquer parte integrante da mente humana relacionada ao abandono.

Assim sendo, com a dúvida a ser utilizada apenas temporariamente como meio de fazer a dor e as vozes pararem, a máxima associação que podemos fazer a Descartes com o ceticismo é considerando-lhe um cético herege durante esta fase desencadeada pelo seu processo de depressão.

Referências

  1. "A Philosophical Glossary" edited by Justin Leiber, Philosophy Department, University of Houston, USA.
  2. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Scruton