Métodos de detecção de exoplanetas

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Qualquer planeta é uma fonte de luz extremamente tênue em comparação com sua estrela hospedeira. Por exemplo, uma estrela como o Sol é cerca de um bilhão de vezes mais brilhante que a luz refletida de qualquer exoplaneta. Além da dificuldade sumária de detectar uma fonte de luz tão tênue, o brilho da estrela hospedeira ofusca a luz emitido pelo planeta e dificulta ainda mais essa tarefa. Por essas razões, muito pouco dos planetas extrassolares conhecidos até abril de 2014 foram observados diretamente.[1]

Por isso, os astrônomos geralmente tiveram que recorrer a métodos indiretos para detectar planetas extrassolares. Até o ano de 2016, vários métodos indiretos diferentes obtiveram sucesso nessa empreitada.

Métodos de detecção estabelecidos[editar | editar código-fonte]

Os seguintes métodos têm sido usados com sucesso para descobrir um novo planeta ou detectar um planeta já descoberto.

Velocidade radial[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Velocidade radial e Espectroscopia Doppler

Trânsito[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Trânsito astronômico

Modulação orbital do brilho[editar | editar código-fonte]

Variações temporais[editar | editar código-fonte]

Lentes gravitacionais[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lente gravitacional

Detecção visual direta[editar | editar código-fonte]

Polarimetria[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Polarimetria

Astrometria[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Astrometria

Referências

  1. The Extrasolar Planets Encyclopedia (21 de fevereiro de 2014). «Interactive Extra-solar Planets Catalog». Consultado em 8 de novembro de 2016