Ir para o conteúdo

MS NOW

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de MSNBC)
MS NOW
TipoCanal de televisão por assinatura
PaísEstados Unidos
Área de transmissãoEstados Unidos e Canadá
Sede229 West 43rd Street, Nova Iorque
Programação
Idiomainglês
Formato de imagem1080i HDTV
reduzido para 480i SDTV em formato letterbox
Propriedade
ProprietárioVersant
Canais irmãosCNBC
CNBC World
E!
Golf Channel
Oxygen
USA Network
História
Lançamento15 de julho de 1996, como MSNBC
15 de novembro de 2025, como MS NOW
SubstituiuAmerica's Talking, 1994–1996
MSNBC Canada, 2001–2004 no Canadá
Nomes anterioresMSNBC, 1996–2025
Ligações
Websitehttps://www.ms.now/
A MSNBC comemorou seu décimo aniversário em 2006.
Redação principal do NBCNews.com em Redmond, Washington, em 2007.
Redação do NBCNews.com em Nova Iorque, em 2007.
Monitor na parede dos estúdios da MSNBC exibindo o msnbc.com.
Redação da MSNBC em Manhattan.

MS NOW, anteriormente MSNBC, é um canal de notícias por assinatura liberal dos Estados Unidos, pertencente à Versant. O canal transmite principalmente cobertura contínua de notícias e jornalismo de opinião. Seus estúdios ficam na sede mundial da Versant, em 229 West 43rd Street, Nova Iorque. Também mantém uma sucursal em Washington, D.C., junto à antiga divisão controladora NBC News, enquanto as operações técnicas são realizadas nos estúdios da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia.

Entre os canais de notícias por assinatura, a MS NOW ocupa o segundo lugar em audiência, bem atrás da Fox News, mas à frente da CNN. The Rachel Maddow Show, da MS NOW, ocupa o sétimo lugar entre os programas jornalísticos em número de telespectadores. Os seis primeiros são todos da Fox News.[1]

O canal foi criado em 1996 como MSNBC, um empreendimento conjunto entre a NBC News e a Microsoft. O nome combinava "MSN" e "NBC", e a operação abrangia o canal por assinatura e o portal de notícias MSNBC.com. A Microsoft vendeu sua participação no canal de televisão em 2005 e, em 2012, sua participação no site. O site foi então rebatizado como NBCNews.com, enquanto o MSNBC.com foi relançado para concentrar conteúdo editorial ligado aos apresentadores e programas da emissora.

Nos primeiros anos, a MSNBC dedicava-se à cobertura contínua de notícias, com reportagens longas, programas interativos e matérias produzidas pelos departamentos jornalísticos das afiliadas locais da NBC. No final da década de 2000, sua programação passou a se concentrar principalmente em jornalismo de opinião, com comentaristas liberais como Keith Olbermann, Chris Matthews, David Gregory, Ed Schultz e Rachel Maddow. Em 2010, a MSNBC superou a CNN pela primeira vez desde 2001 na audiência do horário nobre e na audiência total. Em meados da década de 2010, depois de uma queda de audiência, a MSNBC passou a dedicar mais espaço a notícias factuais e acrescentou programas com profissionais da NBC News.

Sob nova direção na década de 2020, a MSNBC começou a reduzir sua dependência de profissionais da NBC News e ampliou sua própria estrutura de reportagem. Em novembro de 2025, antes da cisão empresarial da Versant pela Comcast, a MSNBC separou-se do NBCUniversal Media Group e adotou o nome "MS NOW", um retroacrônimo de My Source [for] News, Opinion, [and the] World, "Minha fonte de notícias, opinião e do mundo".

A programação é transmitida simultaneamente pelo SiriusXM[2] e pelo TuneIn.[3] O conteúdo também é distribuído por um canal no YouTube[4] e por um serviço de streaming que oferece a transmissão ao vivo do canal.

História

[editar | editar código]

1996–2007

[editar | editar código]
Logotipo da MSNBC usado de 1996 a 2009. O "N" passou de vermelho para preto em 2002. Depois de 2006, esta versão ainda era usada ocasionalmente como logotipo alternativo horizontal.

A MSNBC foi criada em 1996 por meio de um empreendimento conjunto entre a NBC e a Microsoft, organizado por Tom Rogers.[5] James Kinsella, executivo da Microsoft, presidiu a operação online, MSNBC.com.[6] A Microsoft investiu US$ 221 milhões para obter 50% do canal por assinatura.[7]

A MSNBC foi lançada em 15 de julho de 1996. O primeiro programa foi apresentado por Jodi Applegate e continha notícias, entrevistas e textos de opinião.[8] As três primeiras notícias cobertas pela MSNBC foram o encontro de Boris Iéltsin com o então vice-presidente Al Gore, apesar das preocupações com a saúde de Iéltsin, uma atualização sobre a campanha presidencial de Bob Dole em 1996 e novas informações sobre o atentado às Torres Khobar.[9] Durante o dia, a cobertura prosseguia com The Contributors, que tinha a participação de Ann Coulter e Laura Ingraham, além de programas interativos coordenados por Applegate, John Gibson e John Seigenthaler Jr. As matérias costumavam ser mais longas e detalhadas que as da CNN. O canal também exibia reportagens e cobertura de notícias urgentes diretamente das afiliadas da NBC.[10]

A MSNBC e o site msnbc.com foram lançados ao mesmo tempo. Ao contrário do canal, o msnbc.com funcionava como o portal geral de notícias online da NBC News, em parceria com o MSN.com da Microsoft. Naquele período, o canal e o site tinham linhas editoriais separadas.[11]

Em julho de 1996, a MSNBC noticiou a queda do Voo TWA 800 alguns minutos antes da CNN, embora sua cobertura do acidente tenha sido vista como um desastre.[12][13]

Os dois programas originais do horário nobre eram The News with Brian Williams, apresentado por Brian Williams, e The Site, sobre internet e computadores, apresentado por Soledad O'Brien e por um personagem "ao vivo" gerado por computador chamado Dev Null, interpretado por Leo Laporte.[14] Outros programas que usavam a internet eram News Chat, com Mary Kathleen Flynn, e o programa retrospectivo Time & Again, apresentado por Jane Pauley.

O primeiro slogan do canal foi It's Time to Get Connected, "É hora de se conectar", e a emissora tentou integrar televisão e internet.[15][16]

No horário nobre, a MSNBC exibia Internight, um programa de entrevistas de uma hora com profissionais da NBC News,[17] seguido pelo principal telejornal da emissora. O programa tinha um rodízio de apresentadores conhecidos, entre eles Tom Brokaw, Katie Couric, Bob Costas, Bryant Gumbel e Bill Moyers.[18] O primeiro episódio de Internight, exibido em julho de 1996, trouxe uma entrevista com o presidente Bill Clinton, que respondeu a perguntas de pessoas por telefone e por e-mail.[19] Ed Gordon, apresentador da BET, também participou da nova emissora, comandando a edição de sábado de Internight.[20]

A partir de setembro de 1996, a MSNBC passou a transmitir simultaneamente o programa de rádio Imus in the Morning, por meio de um acordo com a emissora WFAN de Nova Iorque, então pertencente à Infinity Broadcasting.[21][22]

A MSNBC tinha seus estúdios em Fort Lee, Nova Jérsia. Em novembro de 1996, mudou-se para novos estúdios em Secaucus, também em Nova Jérsia.[23]

Keith Olbermann, apresentador do SportsCenter, deixou a ESPN depois de uma separação conturbada e entrou para a MSNBC em junho de 1997.[24][25] Às 20h, Internight foi substituído por The Big Show with Keith Olbermann.[26] Quando o escândalo Lewinsky começou, em 1998, The Big Show transformou-se em White House in Crisis. Olbermann ficou frustrado porque seu programa passou a ser dominado pelo caso Lewinsky. Deixou a MSNBC e ingressou na Fox Sports Networks.[27] Olbermann foi substituído por John Hockenberry, do Dateline NBC, cujo programa Edgewise ganhou popularidade.[28]

Em setembro de 1997, a MSNBC demitiu 20% de seus funcionários e cancelou um de seus primeiros programas, The Site, por causa da baixa audiência e das coberturas da morte de Diana, Princesa de Gales, e da morte de Madre Teresa de Calcutá, que haviam substituído o programa na grade.[29] O programa foi substituído por Headliners and Legends, sobre biografias, que passou a integrar regularmente a programação de fim de semana.[30]

Uma versão fictícia da MSNBC foi mostrada no filme Impacto Profundo, de 1998.[31][32]

Em 1999, Hardball with Chris Matthews passou para a MSNBC e substituiu Edgewise, de Hockenberry, às 20h. Antes disso, Chris Matthews apresentava Politics with Chris Matthews na America's Talking, antecessora da MSNBC. Hardball permaneceu no ar até março de 2020.[33]

Em janeiro de 2001, estreou um programa de Mike Barnicle, cancelado em junho do mesmo ano devido aos altos custos de produção.[34]

Também em janeiro de 2001, Mitch Albom começou a apresentar o programa de duas horas The Mitch Albom Show, uma experiência de transmissão entre diferentes meios que durou poucos meses. Como era produzido sobretudo para ouvintes de rádio, não se adaptava ao formato visual tradicional dos canais de notícias por assinatura.[35]

No início de 2001, Erik Sorenson foi nomeado presidente da MSNBC.[36] Ashleigh Banfield foi contratada como apresentadora para atrair telespectadores mais jovens.[37] Banfield estava presente quando o 7 World Trade Center desabou durante sua cobertura dos ataques de 11 de setembro.[38] Seu programa Region in Conflict exibiu entrevistas exclusivas realizadas no Afeganistão.[39]

A MSNBC começou a se apresentar como "America's NewsChannel" e contratou Alan Keyes, Phil Donahue, Pat Buchanan e Tucker Carlson.[40] A reformulação da marca, porém, foi seguida por uma queda de audiência.[41]

The News with Brian Williams foi transferido para a CNBC em 2002.[42]

Em dezembro de 2005, a NBC Universal anunciou a compra de outros 32% da MSNBC que pertenciam à Microsoft.[43] O site de notícias msnbc.com continuou sendo um empreendimento conjunto separado entre Microsoft e NBC até 2012.[44]

Dois anos depois, a NBC exerceu sua opção de compra dos 18% restantes da Microsoft na MSNBC.

Em junho de 2006, Rick Kaplan renunciou à presidência da MSNBC após dois anos no cargo.[45] Dan Abrams, que trabalhava havia nove anos na MSNBC e na NBC News, foi nomeado gerente-geral da MSNBC.[46] Phil Griffin, vice-presidente sênior da NBC News, supervisionava a MSNBC e continuava responsável pelo Today, enquanto Abrams respondia a Griffin. Naquele mês, Abrams anunciou uma reformulação dos horários do começo da noite e do horário nobre.[47]

Em julho de 2006, Tucker, antes chamado The Situation with Tucker Carlson, passou a ser exibido às 16h e às 18h no horário do leste dos Estados Unidos, ocupando o antigo horário de Abrams. Live & Direct, de Rita Cosby, foi cancelado. Cosby tornou-se a principal apresentadora de MSNBC Investigates, exibido às 22h e 23h, ocupando os horários anteriormente usados por Cosby e Carlson.[48]

Em agosto de 2006, Keith Olbermann começou a criticar e satirizar comentaristas de mídia conservadores, entre eles Bill O'Reilly, e políticos como George W. Bush em seu programa Countdown With Keith Olbermann. A abordagem atraiu telespectadores liberais, e a audiência do programa dobrou.[49]

Em setembro de 2007, Abrams anunciou que deixaria o cargo de gerente-geral para dedicar-se a seu programa das 21h, Live With Dan Abrams. A supervisão da MSNBC passou para Phil Griffin.[50]

Estúdio da MSNBC em Nova Iorque.
Estúdio da MSNBC.

Em outubro de 2007, a MSNBC e a NBC News começaram a transmitir a partir de novos estúdios no 30 Rockefeller Plaza, em Nova Iorque.[51] As grandes reformas dos estúdios permitiram que a NBC reunisse toda a sua operação jornalística em um único edifício. Todas as transmissões da MSNBC e o NBC Nightly News passaram a sair dos novos estúdios. A MSNBC também anunciou novos estúdios próximos ao terreno da Universal Studios.[52] O controle mestre da MSNBC não foi transferido para o 30 Rockefeller Plaza. Ele permaneceu na antiga sede em Secaucus até sua mudança, em 2007, para o NBC Universal Network Origination Center, dentro da sede mundial da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia. Em janeiro de 2009, a Major League Baseball começou a usar o antigo prédio da MSNBC em Secaucus para a MLB Network.[53]

2008–2015

[editar | editar código]
Logotipo da MSNBC usado de 2009 a 2015.

Entre meados de 2007 e meados de 2008, a MSNBC teve um grande aumento em seus índices de audiência da Nielsen.[54] A audiência do horário nobre cresceu 61%.[54]

O programa de Tucker Carlson foi cancelado em março de 2008 e substituído, às 18h, por Race for the White House, apresentado por David Gregory.[55] O programa passou a se chamar 1600 Pennsylvania Avenue em novembro, depois da eleição. Quando Gregory tornou-se apresentador permanente do Meet the Press, deixou o programa da MSNBC e David Shuster assumiu em caráter permanente.[56][57]

A morte de Tim Russert em junho de 2008 levou a um período de transição enquanto a NBC avaliava como substituí-lo.[58][59]

Em julho de 2008, Phil Griffin, ex-produtor da CNN, foi anunciado como presidente da MSNBC, substituindo Dan Abrams. Griffin trabalhava na NBC havia mais de 25 anos e estava na MSNBC desde seu lançamento.[60]

Durante a eleição presidencial de 2008, a cobertura da MSNBC foi comandada por Olbermann, Chris Matthews e David Gregory.[58] Nos três primeiros meses da campanha presidencial, a audiência da MSNBC cresceu 158%.[61] Olbermann e Matthews, porém, foram criticados por expressar opiniões de esquerda no canal. Os dois deixaram posteriormente os postos de âncora em coberturas políticas.[62] Antes da eleição de 2008, a audiência mais que dobrou em relação à eleição presidencial de 2004, e a emissora superou a CNN pela primeira vez nos três últimos meses da campanha entre telespectadores de 25 a 54 anos.[63][62]

Em setembro de 2008, a emissora contratou Rachel Maddow para apresentar The Rachel Maddow Show às 21h, no lugar de Verdict with Dan Abrams.[64] As críticas ao programa foram em sua maioria positivas.[65][66][67][61] A criação de um programa próprio para Maddow foi amplamente interpretada como uma decisão acertada para a audiência, que até então ficava atrás das concorrentes no cobiçado horário nobre.[61] O programa começou a superar regularmente Larry King Live, da CNN, e tornou a MSNBC competitiva naquele horário pela primeira vez em mais de uma década.[68][69][70]

Em março de 2009, a MSNBC ficou em segundo lugar no horário nobre, à frente da CNN pela primeira vez. Phil Griffin atribuiu o resultado à decisão de adotar uma orientação liberal com Olbermann e Maddow, somada a problemas enfrentados pela CNN.[71]

Em algumas datas de março de 2009, Ed Schultz substituiu David Shuster na apresentação de 1600 Pennsylvania Avenue.[72] Em abril, Schultz recebeu o horário das 18h com The Ed Show, substituindo 1600 Pennsylvania Avenue. Shuster passou a atuar como apresentador substituto de Olbermann em Countdown.[73][74]

Em junho de 2009, a MSNBC lançou o sinal simultâneo em 1080i e televisão de alta definição, MSNBC HD.[75]

Morning Meeting with Dylan Ratigan, programa jornalístico apresentado por Dylan Ratigan, estreou em junho de 2009 como parte de uma reformulação da programação diurna dos dias úteis, acompanhada por novas artes gráficas e pelo lançamento do sinal em alta definição.[76] Em janeiro de 2010, o programa foi relançado como The Dylan Ratigan Show. A mudança abriu espaço para The Daily Rundown, com Chuck Todd e Savannah Guthrie às 9h, dentro da proposta de dedicar a programação diurna a notícias factuais.[77] O programa de Ratigan concentrava-se em debates sobre política e economia. Ratigan frequentemente comentava os temas e contestava os convidados.

No primeiro trimestre de 2010, a MSNBC superou a CNN no horário nobre e na audiência total pela primeira vez desde 2001.[78] Morning Joe, The Ed Show, Hardball with Chris Matthews, Countdown with Keith Olbermann e The Rachel Maddow Show ficaram à frente dos concorrentes da CNN em seus respectivos horários.[78][79]

No terceiro trimestre de 2010, a MSNBC superou a CNN na audiência diária total entre adultos de 25 a 54 anos pela primeira vez desde o segundo trimestre de 2001.[80] A MSNBC também superou a CNN pelo quarto trimestre consecutivo, tanto no horário nobre quanto na audiência total, e foi o único canal de notícias por assinatura a registrar crescimento de audiência entre adultos de 25 a 54 anos no trimestre, com alta de 4%. A emissora também ficou em primeiro lugar no horário nobre entre telespectadores afro-americanos e hispânicos.[80]

Em abril de 2010, a MSNBC começou a transmitir pela XM Satellite Radio e pela Sirius Satellite Radio.[81][82] Era a segunda vez que a MSNBC estava disponível por rádio via satélite. O canal havia sido retirado da XM Radio em setembro de 2006.[83]

Lawrence O'Donnell começou a apresentar às 22h o programa The Last Word with Lawrence O'Donnell, que estreou em setembro de 2010, substituindo Countdown naquele horário.[84]

Em outubro de 2010, a MSNBC apresentou uma campanha de marketing de US$ 2 milhões intitulada "Lean Forward". Griffin via a campanha, planejada para dois anos, como uma forma de promover a emissora como concorrente progressista da conservadora Fox News Channel.[85][86]

Em janeiro de 2011, Olbermann anunciou que deixaria a MSNBC.[87][88][89][90] A MSNBC informou que havia encerrado o contrato com Olbermann, sem dar outras explicações. Olbermann levou o programa para a Current TV.[91]

Em julho de 2012, a Microsoft vendeu sua participação no MSNBC.com à NBCUniversal por US$ 300 milhões. O site passou a se chamar NBCNews.com, enquanto o MSNBC.com foi relançado como site próprio do canal.[44] Executivos da NBC News demonstraram preocupação com a possibilidade de confusão entre as duas propriedades, pois seus enfoques editoriais haviam se distanciado. O MSNBC.com continuava sendo um site jornalístico de interesse geral, enquanto o canal MSNBC se voltava cada vez mais aos comentários políticos.[92] Em 2013, o msnbc.com foi relançado como site do canal MSNBC.[93]

O NBCUniversal News Group foi criado em julho de 2012, sob a presidência de Pat Fili-Krushel, reunindo NBC News, CNBC e MSNBC.[94]

Em 2014, a audiência total da MSNBC entre pessoas de 25 a 54 anos caiu 20%, e o canal ficou em terceiro lugar, atrás da CNN. Mesmo assim, continuou à frente entre telespectadores hispânicos e afro-americanos.[95]

Em julho de 2014, o msnbc.com lançou msnbc2, marca usada por programas exclusivos para a internet apresentados por profissionais da MSNBC.[96] Em dezembro, msnbc2 foi rebatizado como shift, com programação menos centrada em política e voltada a um público mais jovem.[97] O serviço encerrou as atividades em 2015.

2015–2021

[editar | editar código]
Logotipo da MSNBC usado de 2015 a 2021.

Andrew Lack tornou-se presidente da NBC News e da MSNBC em 2015. Ele determinou que a emissora reduzisse a ênfase nos programas de opinião e se aproximasse mais da NBC News.[98][99]

Em 2015, Griffin anunciou a transição de uma programação opinativa de esquerda para uma grade com maior presença de notícias factuais. Quase todos os programas opinativos diurnos foram substituídos por programas jornalísticos mais genéricos. Ronan Farrow, Joy Reid, Krystal Ball, Touré, Abby Huntsman, Alex Wagner e Ed Schultz perderam seus programas. PoliticsNation, de Al Sharpton, foi transferido para os fins de semana. Programas apresentados por profissionais conhecidos da NBC News, entre eles o jornalista da Telemundo Jose Diaz-Balart, Chuck Todd, do Meet the Press, Kate Snow, Thomas Roberts e o ex-apresentador do NBC Nightly News Brian Williams, ocuparam os horários anteriores. Em fevereiro de 2015, depois de uma forte queda de audiência, MSNBC Live With Thomas Roberts substituiu Ronan Farrow Daily e The Reid Report entre 13h e 15h, com maior atenção às notícias urgentes.[100] A cobertura jornalística diurna era conduzida principalmente por Brian Williams, Stephanie Ruhle, Jose Diaz-Balart, Andrea Mitchell, Craig Melvin, Thomas Roberts e Kate Snow, além de jornalistas especializados distribuídos pela redação. Entre eles estavam o correspondente jurídico Ari Melber, o repórter político Steve Kornacki, a correspondente de negócios e finanças Olivia Sterns e o editor sênior Cal Perry.[101] O novo visual da emissora estreou no fim do verão de 2015 e trouxe um novo logotipo, uma faixa de notícias e um novo pacote gráfico.[102][103]

Em julho de 2016, a MSNBC lançou Dateline Extra, versão abreviada de Dateline NBC e mais uma etapa da aproximação entre MSNBC e NBC News. O programa era apresentado por Tamron Hall, do MSNBC Live.[104]

Em setembro de 2016, a MSNBC lançou The 11th Hour with Brian Williams, resumo noturno das notícias do dia e prévia das manchetes do dia seguinte. Era o primeiro novo programa de horário nobre da MSNBC em quase quatro anos.[105]

Em janeiro de 2017, a MSNBC estreou For the Record with Greta às 18h, apresentado pela ex-âncora da Fox News Channel Greta Van Susteren.[106] O programa ficou no ar durante seis meses e foi cancelado no fim de junho por causa da baixa audiência.[107] Ari Melber, correspondente jurídico da emissora, recebeu um programa às 18h, The Beat with Ari Melber.[108][109]

Em março de 2017, a MSNBC começou a usar com mais frequência a marca NBC News nos programas jornalísticos diurnos, numa tentativa de enfatizar a relação entre o canal e a divisão.[110] Campanhas promocionais com o slogan "This is who we are", "É assim que somos", começaram a ser exibidas no mesmo mês. Nelas, profissionais da emissora comparavam a política a atividades como os esportes.[111]

Em maio de 2017, a MSNBC apresentou Deadline: White House, programa do fim da tarde comandado pela analista política da NBC e ex-diretora de comunicações da Casa Branca Nicolle Wallace.[112] Naquele mês, durante a primeira presidência de Donald Trump, a MSNBC tornou-se pela primeira vez o canal de notícias por assinatura com maior audiência no horário nobre dos Estados Unidos. Superou Fox News e CNN durante a cobertura das acusações de interferência russa na eleição de 2016.[113][79]

Em abril de 2018, a MSNBC estreou Morning Joe First Look, substituindo Way Too Early. A emissora também retirou do ar sua faixa de notícias, dizendo que pretendia reduzir as distrações e "[colocar] nossa reportagem mais em primeiro plano".[114]

Em março de 2020, Chris Matthews deixou Hardball e a MSNBC em meio à controvérsia causada por comentários feitos durante a cobertura dos caucuses democratas de Nevada daquele ano, nos quais comparou a vitória de Bernie Sanders à Batalha da França.[115] O horário passou a ser apresentado por um rodízio de jornalistas até julho de 2020, quando a MSNBC estreou The ReidOut, com Joy Reid.[116]

Em 2021, Rashida Jones sucedeu Griffin como presidente.[117] Ela planejava ampliar os investimentos em programas no formato documental e nomeou vice-presidentes seniores distintos para a programação de notícias e para a de "perspectiva e análise".[118]

Em janeiro de 2021, depois do ataque de 6 de janeiro ao Capitólio dos Estados Unidos, a MSNBC teve a semana de maior audiência de sua trajetória e superou a Fox News pela primeira vez desde 2000.[119]

2021–2024

[editar | editar código]
Logotipo da MSNBC usado de 2021 a 2023.

Em março de 2021, a MSNBC apresentou uma versão atualizada do logotipo e da identidade visual. O bloco de notícias contínuas MSNBC Live passou a se chamar MSNBC Reports, e cada bloco recebeu o nome do apresentador, seguindo o modelo do programa diurno Andrea Mitchell Reports.[120][121] Sob Jones, a MSNBC começou a reduzir a integração com a NBC News. Alguns apresentadores e repórteres saíram do canal ou passaram a priorizar participações no canal de streaming NBC News Now.[122][123]

A MSNBC ampliou sua presença no serviço de streaming Peacock da NBCUniversal em julho de 2021, rebatizando o núcleo de streaming "The Choice" como "The Choice by MSNBC".[124] A programação continha notícias e opinião produzidas originalmente para o serviço, com profissionais como Mehdi Hasan, Zerlina Maxwell e Sam Seder.[125][126][127] Em março de 2022, o serviço foi substituído por uma área própria da MSNBC, com versões sob demanda, disponíveis no dia seguinte, de determinados programas, além de especiais e documentários.[128]

Brian Williams deixou a NBC News em dezembro de 2021, depois de 28 anos.[129][130][131][132]

Em janeiro de 2022, Stephanie Ruhle tornou-se a nova apresentadora de The 11th Hour. Seu horário em MSNBC Reports foi substituído, em abril de 2022, por uma quarta hora de Morning Joe.[133][134]

Como parte de seu novo contrato com a NBCUniversal, Rachel Maddow afastou-se por um período prolongado de seu programa para trabalhar em outros projetos de cinema e podcast. Apresentadores convidados ocuparam seu lugar. Quando voltou, em maio de 2022, Maddow passou a apresentar o programa somente às segundas-feiras, com convidados assumindo o restante da semana.[135][136] Os apresentadores convidados apareciam sob a marca MSNBC Prime até agosto de 2022, quando Alex Wagner assumiu permanentemente o horário com Alex Wagner Tonight.[137][138]

Em outubro de 2022, antes das eleições daquele ano nos Estados Unidos, The Last Word with Lawrence O'Donnell foi temporariamente substituído nas noites de sexta-feira por The Kornacki Countdown, série semanal apresentada pelo analista político Steve Kornacki.[139]

Em novembro de 2022, a MSNBC encerrou sua relação profissional com Tiffany Cross. Seu programa, The Cross Connection, foi temporariamente substituído por apresentadores convidados sob a marca MSNBC Reports.[122]

Em março de 2023, a MSNBC estreou o programa dominical matutino Inside with Jen Psaki, apresentado pela ex-secretária de imprensa da Casa Branca Jen Psaki.[140]

Entre fevereiro e setembro de 2023, a edição de segunda-feira de All in with Chris Hayes também teve apresentadores convidados em rodízio. Chris Hayes apresentava somente de terça a sexta-feira para dedicar-se a outros projetos. Em setembro de 2023, a edição de segunda-feira foi substituída por uma segunda exibição semanal de Inside with Jen Psaki.[141]

Em janeiro de 2024, a MSNBC reformulou a programação de fim de semana. O programa de Mehdi Hasan às 21h de domingo foi encerrado e estreou The Weekend, apresentado em conjunto por Alicia Menendez, Symone Sanders-Townsend e Michael Steele, das 8h às 10h nas manhãs de sábado e domingo. Yasmin Vossoughian Reports, Symone e American Voices foram cancelados. The Sunday/Saturday Show with Jonathan Capehart passou para as 18h, e The Katie Phang Show para o meio-dia aos sábados. Ayman passou a ter duas horas aos sábados e domingos, enquanto Alex Witt Reports assumiu três horas, das 13h às 16h, também nos dois dias.[142][143] O horário das 17h passou a ter os programas retrospectivos The Beat Weekend, aos sábados, e MSNBC Prime Weekend, aos domingos, com trechos da programação exibida durante a semana.[144]

2024–presente

[editar | editar código]
Logotipo da MSNBC usado de 2023 a 2025.

Cisão da NBCU e mudanças de pessoal

[editar | editar código]

Em novembro de 2024, a NBCUniversal anunciou que pretendia concluir a cisão empresarial da maior parte de seus canais por assinatura em favor dos acionistas da Comcast. A nova companhia de capital aberto, que posteriormente recebeu o nome Versant, incluiria a MSNBC.[145][146]

Entre janeiro e abril de 2025, The Rachel Maddow Show voltou a ser exibido nas noites dos dias úteis para cobrir os primeiros cem dias da segunda presidência de Donald Trump. Alex Wagner passou esse período em missão especial.[147]

Em janeiro de 2025, Rashida Jones renunciou à direção da MSNBC.[148][149] Depois de ocupar a presidência interinamente, Rebecca Kutler foi nomeada presidente da MSNBC em fevereiro de 2025.[150]

Em fevereiro de 2025, The ReidOut e Alex Wagner Tonight foram cancelados. Joy Reid deixou a emissora, e seu horário passou a ser ocupado provisoriamente por apresentadores em rodízio sob a marca MSNBC Prime.[151]

Em maio de 2025, a MSNBC estreou The Weeknight, apresentado por Alicia Menendez, Sanders-Townsend e Michael Steele, até então integrantes de The Weekend. O programa substituiu All In às segundas-feiras.[152][153] No mesmo mês, Inside with Jen Psaki passou a ser exibido de terça a sexta-feira no lugar de Alex Wagner Tonight e recebeu o nome The Briefing with Jen Psaki. Wagner permaneceu na MSNBC como correspondente política sênior.[153][154][152]

Também foram anunciadas mudanças no bloco MSNBC Reports. José Díaz-Balart deixou a MSNBC para trabalhar exclusivamente na NBC News e apresentar a edição de sábado do NBC Nightly News. Os blocos de Ana Cabrera, Chris Jansing e Katy Tur passaram a ter duas horas cada. Nos fins de semana, Velshi foi ampliado para três horas.[152] The Weekend foi relançado em maio de 2025 com Jonathan Capehart, Jacqueline Alemany e Eugene Daniels. Daniels foi nomeado correspondente sênior da MSNBC em Washington.[155][156] Uma edição noturna, The Weekend Primetime, foi acrescentada com Ayman Mohyeldin, Catherine Rampell, Antonia Hylton e Elise Jordan.[153]

The Katie Phang Show foi cancelado principalmente porque era produzido em um estúdio de Miami pertencente à divisão Telemundo da NBCUniversal, em vez de Nova Iorque ou Washington. Phang permaneceu na MSNBC como correspondente jurídica convidada.[152][157]

Grande parte da equipe de The Rachel Maddow Show e Alex Wagner Tonight foi dispensada e convidada a concorrer internamente a novos cargos ou receber pacotes de demissão. Maddow criticou no ar as mudanças e a maneira como os funcionários foram tratados. Também disse que a saída de Reid havia sido "um erro grave" e que o cancelamento simultâneo de três programas apresentados por pessoas não brancas, Reid, Wagner e Phang, era "inquietante".[158]

Em abril de 2025, Steve Kornacki deixou a MSNBC pela NBC News e pela NBC Sports.[159] A MSNBC contratou Ken Dilanian, Vaughn Hillyard, David Noriega, Brandy Zadrozny e Jacob Soboroff, que se tornou correspondente sênior nacional e político.[160][161]

Em setembro de 2025, a MSNBC firmou um acordo com a Sky News para usar seus recursos na cobertura de notícias internacionais.[162] A MSNBC começou a separar suas operações editoriais da NBC News em outubro de 2025, e o uso de correspondentes da NBC News foi sendo reduzido ao longo do mês.[161][163]

Em novembro de 2025, a AccuWeather anunciou um acordo para fornecer dados meteorológicos e cobertura à Versant. O acordo previa boletins de previsão durante Morning Joe e a participação de meteorologistas da AccuWeather em notícias sobre eventos meteorológicos. A MSNBC também contratou o ex-repórter da CBS News David Parkinson como analista sênior de dados meteorológicos e eleitorais, além de Moses Small, da KGTV de San Diego, como repórter de clima.[164]

Mudança de nome para MS NOW

[editar | editar código]

Em agosto de 2025, foi anunciado que, como parte da cisão, a MSNBC passaria a se chamar MS NOW, retroacrônimo de My Source [for] News, Opinion, [and the] World, para retirar o uso explícito das marcas da NBC, entre elas o pavão da emissora.[165][166][167] Um nome com "MS", referência à antiga coproprietária Microsoft, foi escolhido para manter o reconhecimento da marca, pois as duas letras já eram usadas como forma abreviada do nome do canal.[168] Com a separação da NBCUniversal, os programas da MS NOW foram retirados do Peacock.

Uma campanha publicitária de US$ 20 milhões intitulada "We the People", com o slogan "Same mission. New name.", "Mesma missão. Novo nome.", foi lançada em novembro de 2025, durante as eleições daquele ano nos Estados Unidos. A campanha continha dois comerciais de televisão com cenas da sociedade estadunidense e profissionais da MS NOW. Um deles trazia Rachel Maddow lendo trechos da Constituição dos Estados Unidos, e o outro usava a leitura feita por Maya Angelou, em 1996, de seu poema "The Human Family" nas Nações Unidas.[169][170][171] A marca "We The People" passou a ser usada em outras áreas do canal. A partir da cobertura das eleições de 2026, a MS NOW chamou sua cobertura eleitoral de We the People (ano), substituindo a marca Decision, herdada da NBC News.[172]

A mudança de nome entrou em vigor em novembro de 2025.[168][163][173] A MS NOW também transferiu seus estúdios de Nova Iorque do 30 Rockefeller Plaza para a sede da Versant, no antigo edifício do New York Times, em 229 West 43rd Street.[174][162][163] O complexo tem três estúdios principais. O Studio 9A, principal, preserva elementos visuais do antigo Studio 3A da MSNBC nos NBC Studios. Há ainda o Studio 9C e um volume de LED de três lados, o Studio 9B. Os novos estúdios foram construídos em três meses e aproveitaram infraestrutura de transmissão instalada por antigos ocupantes, entre eles o BuzzFeed News. O controle mestre e outras operações técnicas são realizados na sede da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia.[163] Com a mudança de nome para MS NOW, o site passou para o domínio ms.now.[175]

Em fevereiro de 2026, a MS NOW anunciou uma parceria com a Crooked Media. O canal passou a exibir Crooked on MS NOW, programa semanal com destaques dos podcasts da empresa, entre eles Pod Save America, nas noites de sábado a partir de 28 de fevereiro.[176]

Em junho de 2026, Ali Velshi substituiu Stephanie Ruhle na apresentação de The 11th Hour. Ruhle voltou à programação diurna com Money, Power, Politics with Stephanie Ruhle, das 9h às 11h. Velshi foi substituído aos fins de semana por Connect with Jacob Soboroff. Alicia Menendez passou para On the Line with Alicia Menendez, das 12h às 14h, e Luke Russert assumiu seu lugar em The Weeknight. Esses programas substituíram Ana Cabrera Reports e Chris Jansing Reports. Katy Tur Reports passou a ser um programa independente chamado The Moment with Katy Tur. Chris Jansing permaneceu no canal como correspondente política chefe, enquanto Ana Cabrera saiu. Kutler afirmou que as mudanças buscavam fortalecer a programação diurna da MS NOW sem abandonar a atenção maior às notícias factuais.[177][178]

Também em junho de 2026, a MS NOW cancelou The Weekend: Primetime, cuja última edição foi transmitida naquele fim de semana. Alex Witt deixou a emissora depois de quase 30 anos. Antonia Hylton assumiu o horário vespertino dos fins de semana, e Joy Fowlin também passou para o novo programa de Hylton. Kutler afirmou que a MS NOW estava reduzindo a programação noturna ao vivo nos fins de semana para priorizar seu futuro serviço direto ao consumidor. O horário passaria a concentrar versões televisivas de podcasts da MS NOW, entre eles The Best People with Nicolle Wallace, e programas adquiridos. A parceria com a Crooked Media foi citada como exemplo da estratégia. Kutler disse ainda que, apesar das reduções, a MS NOW continuaria transmitindo cerca de 20 horas de programação ao vivo por fim de semana.[179][180]

Em agosto de 2026, Peter Alexander lançou o programa State Of Play.[181][182][183][184][185]

Também em agosto de 2026, a MS NOW lançou um serviço de streaming direto ao consumidor.[186] Anunciado como "um centro digital para progressistas", o serviço contém a transmissão ao vivo do canal MS NOW, eventos exclusivos ao vivo e virtuais com profissionais da emissora e recursos comunitários.[187][188]

Demografia

[editar | editar código]

Um estudo do Pew Research Center publicado em 2014 concluiu que o público da MSNBC era mais moderado que o de BuzzFeed, Politico, The Washington Post e The New York Times, mas um pouco mais liberal que o público da CNN.[189]

Uma pesquisa do Pew Research Center de 2019 mostrou que, entre os estadunidenses que apontavam a MSNBC como principal fonte de notícias políticas, 74% tinham 50 anos ou mais e 44% tinham pelo menos 65 anos. Entre os que indicavam a MSNBC como principal fonte de notícias políticas, 95% se identificavam como eleitores do Partido Democrata. Entre as oito fontes mais citadas por adultos dos Estados Unidos para notícias políticas e eleitorais, MSNBC e Fox News tinham os públicos mais partidários.[190]

Questões de distribuição

[editar | editar código]
Antigo estúdio da sede da MSNBC em Nova Jérsia, que passou a abrigar a MLB Network.

Antes de 2010, a MSNBC não estava disponível aos assinantes dos serviços Verizon FiOS e AT&T U-verse em partes de Nova Iorque, do norte de Nova Jérsia e de Connecticut que coincidiam com a área de atendimento da Cablevision. Um dos motivos era um acordo de distribuição exclusiva entre MSNBC e Cablevision que proibia provedores concorrentes por cabo de oferecer a MSNBC. Em 2009, a Verizon apresentou à Comissão Federal de Comunicações uma reclamação formal sobre acesso à programação e pediu o encerramento do acordo. Em apoio à Verizon, o procurador-geral de Connecticut, Richard Blumenthal, argumentou que o acordo poderia ser ilegal.[191] Depois de firmar um novo contrato, o FiOS acrescentou a MSNBC em Nova Iorque e Nova Jérsia em fevereiro de 2010.[192][193][194]

Disponibilidade internacional

[editar | editar código]
Monitores da redação da MSNBC sintonizados em canais de diferentes partes do mundo.

MSNBC Canada, um empreendimento conjunto entre Rogers Communications, Shaw Communications e MSNBC, cada uma com participação de 33,33%, funcionou de setembro de 2001 a 2004. O canal enfrentou dificuldades logísticas devido à exigência da Comissão Canadense de Rádio-televisão e Telecomunicações de que os canais exibissem determinada proporção de conteúdo canadense. Por esse motivo, foi substituído por um sinal direto da MSNBC.[195]

Na Austrália, a MSNBC estreou em novembro de 2019 no serviço de televisão por assinatura online Fetch TV, no canal 171.[196] Assim como no Canadá, trata-se do sinal direto estadunidense da MS NOW, sem atraso. Embora a Fetch TV não ofereça um canal ou serviço próprio de reprises da MS NOW, sua grade eletrônica permite selecionar e assistir programas das 24 horas anteriores. O canal foi acrescentado à operadora Foxtel e ao serviço de streaming Flash em abril de 2023, depois de um acordo de programação entre o Foxtel Group e a NBCUniversal.[197] Em outubro de 2023, também passou a integrar o Binge, outro serviço de streaming da Foxtel.[198][199]

Na Ásia e na Europa, a MS NOW não é transmitida em um canal próprio.

Na Turquia, a NTV-MSNBC era um empreendimento conjunto com a NTV Turkey. O serviço encerrou suas atividades em dezembro de 2014.[200]

Em 2007, a MSNBC chegou à África do Sul depois de firmar um acordo para se tornar a "fornecedora exclusiva de notícias" do serviço de televisão por satélite Free2View TV no sul da África.[201]

Orientação política

[editar | editar código]

Alegações de viés liberal

[editar | editar código]

Em 2024, a programação noturna da MSNBC tinha apresentadores progressistas.[122] Em novembro de 2007, um artigo do The New York Times afirmou que a programação do horário nobre da MSNBC estava se inclinando mais para a esquerda.[202] Desde então, comentaristas têm afirmado que a MSNBC apresenta viés favorável à política liberal e ao Partido Democrata. Howard Kurtz, analista de mídia do The Washington Post, escreveu em 2008 que a programação noturna do canal "claramente gravitou para a esquerda nos últimos anos e muitas vezes parece se considerar a antítese da Fox News".[54] Em 2011, o Politico chamou a MSNBC de "inclinada à esquerda",[203] e Steve Kornacki, do Salon.com, escreveu que "a programação do horário nobre da MSNBC está inundada de política progressista".[204] Sobre as mudanças na programação noturna, Phil Griffin, então vice-presidente sênior da NBC News, afirmou que "aconteceu naturalmente. Não há um dogma que estejamos impondo. Existe um 'vá em frente'".[202]

Na edição de fevereiro de 2008 da revista Men's Journal, um entrevistado da MSNBC citou um executivo sênior que teria dito que o comentarista liberal Keith Olbermann "comanda a MSNBC" e que, "por causa de seu sucesso, ele está no controle" do canal.[205] Em 2007, The New York Times chamou Olbermann de "rosto mais reconhecível" da MSNBC.[202] Em setembro de 2008, a MSNBC anunciou que Olbermann e Chris Matthews deixariam de apresentar eventos políticos ao vivo, e David Gregory assumiria essa função. O canal citou as crescentes críticas de que os dois eram "opinativos demais para serem vistos como neutros no calor da campanha presidencial".[206][62] Countdown, de Olbermann, continuou a ser exibido antes e depois dos debates presidenciais e vice-presidenciais, e Matthews e Olbermann participaram com Gregory da cobertura da noite eleitoral.[207]

Em novembro de 2009, pouco antes do lançamento do livro Going Rogue, de Sarah Palin, Dylan Ratigan exibiu imagens manipuladas digitalmente de Palin no programa Morning Meeting. Ratigan pediu desculpas alguns dias depois.[208]

Em outubro de 2010, a MSNBC começou a usar o slogan "Lean Forward". Alguns veículos, entre eles o msnbc.com, afirmaram que a emissora passava a assumir sua identidade política progressista.[86][209][210]

Em janeiro de 2012, a MSNBC usou Rachel Maddow, Chris Matthews e outros comentaristas em sua cobertura dos caucuses republicanos de Iowa. Nando Di Fino, do Mediaite, afirmou que a MSNBC estava "abandonando a cobertura jornalística direta e, em vez disso, [parecia] tentar criar alguma controvérsia".[211]

Em novembro de 2012, The New York Times chamou a MSNBC de "The Anti-Fox" e citou o ex-presidente Bill Clinton: "Rapaz, ela realmente se tornou a nossa versão da Fox".[212] Com dados de audiência da A.C. Nielsen, o artigo observou que a Fox News Channel tinha público total maior, mas que apenas cerca de 300 mil telespectadores separavam as duas emissoras entre pessoas de 25 a 54 anos, faixa mais procurada pelos anunciantes.[212]

No relatório State of the News Media, publicado pelo Pew Research Center em 2013, a MSNBC foi a emissora jornalística com maior proporção de conteúdo opinativo. O relatório classificou 85% de seu conteúdo como comentário ou opinião e 15% como reportagem factual. Também afirmou que, em 2012, a MSNBC gastou US$ 240 milhões em produção jornalística, ante US$ 682 milhões da CNN e US$ 820 milhões da Fox News Channel.[213]

Em outubro de 2019, a revista socialista estadunidense Jacobin afirmou que "a MSNBC incorpora a política e a sensibilidade do liberalismo da era Trump", mas acrescentou que a MSNBC "nem sempre foi liberal".[214]

Em texto publicado pelo Poynter Institute for Media Studies em fevereiro de 2021, o jornalista Tom Jones argumentou que a principal diferença entre MSNBC e Fox News não era um viés de esquerda contra um de direita. Para ele, grande parte do conteúdo da Fox News, especialmente no horário nobre, não se baseava em fatos verdadeiros.[215]

Sob Cesar Conde, diretor da NBC News, a divisão tomou medidas para incorporar mais pontos de vista, inclusive conservadores, à programação fora da MSNBC, entre eles o Meet the Press. A iniciativa respondia a preocupações de afiliadas da NBC de que o conteúdo partidário da MSNBC pudesse afetar a imagem de toda a divisão. As medidas coincidiram com mudanças na direção da MSNBC, que gradualmente ampliou a programação de opinião e reduziu o compartilhamento de profissionais com as outras operações da NBC News.[122]

Eleição presidencial dos Estados Unidos de 2008

[editar | editar código]

Durante a eleição de 2008, a MSNBC foi acusada de favorecer Barack Obama[216] e de apresentar viés contra sua adversária nas primárias, Hillary Clinton.[217] Durante as convenções partidárias, Matthews e Olbermann tiveram uma discussão acalorada no ar.[218] Como resultado, David Gregory assumiu sozinho a apresentação jornalística dos debates e da noite eleitoral.[219]

No segundo semestre de 2008, a MSNBC adotou o slogan "The Power of Change", "O poder da mudança", que dava destaque à retórica de "mudança" usada por Obama.[220]

Era Obama

[editar | editar código]

Alguns apoiadores do Partido Democrata, entre eles o ex-governador da Pensilvânia Ed Rendell e Lanny Davis, assessor de Bill Clinton,[221] criticaram a MSNBC durante e depois das primárias democratas de 2008, afirmando que o canal tratava Barack Obama de forma mais favorável que Hillary Clinton.[222][223] Em janeiro de 2011, Rendell tornou-se colaborador no ar da MSNBC.[224]

Um estudo do Project for Excellence in Journalism concluiu que a MSNBC apresentou menos cobertura negativa de Obama, 14% das matérias, em comparação com 29% na imprensa em geral, e mais cobertura negativa do candidato republicano John McCain, 73% contra 57% na imprensa em geral.[225] O slogan usado pela MSNBC durante a semana da eleição presidencial de 2008, "The Power of Change", foi criticado por ser semelhante demais ao slogan da campanha de Obama, "Hope and Change".[226] Depois da eleição, o apresentador conservador John Ziegler produziu o documentário Media Malpractice... How Obama Got Elected, muito crítico à atuação da imprensa, em especial da MSNBC, na eleição. Durante a divulgação do documentário, Ziegler discutiu no ar com a apresentadora Contessa Brewer sobre a maneira como a mídia, especialmente a MSNBC, havia retratado Sarah Palin.[227]

Durante a cobertura das primárias do Potomac, Chris Matthews disse: "Tenho que dizer, sabe, faz parte de cobrir este caso, esta eleição, o sentimento que a maioria das pessoas tem quando ouve Barack Obama discursar. Nossa, senti um arrepio subindo pela minha perna. Quero dizer, isso não acontece comigo com frequência". Veículos conservadores usaram o comentário para acusar Matthews e a MSNBC de favorecer Obama.[228]

Documentário Rise of the New Right

[editar | editar código]

Em junho de 2010, a MSNBC exibiu o documentário Rise of the New Right. O programa trazia entrevistas com figuras da direita, entre elas Dick Armey, ex-líder da maioria na Câmara dos Representantes, Orly Taitz, uma das principais integrantes do movimento "birther", e o radialista e teórico da conspiração Alex Jones. Também mostrava um campo de treinamento de sobrevivencialismo da Michigan Militia e acompanhava a campanha do candidato ao Senado pelo Kentucky Rand Paul.[229]

O documentário irritou integrantes do movimento Tea Party e outras figuras da direita. Depois da exibição, a FreedomWorks, presidida por Armey, pediu um boicote à marca Dawn e à Procter & Gamble, que haviam anunciado durante Hardball with Chris Matthews.[230]

Cobertura de Romney na eleição de 2012

[editar | editar código]

Um estudo do Pew Research Center concluiu que a cobertura da MSNBC sobre Mitt Romney na última semana da eleição presidencial de 2012 foi 68% negativa e não teve nenhuma matéria positiva na amostra. O resultado era bem mais negativo que o da imprensa em geral e também pior que a cobertura entre 1 e 28 de outubro, quando 5% das matérias eram positivas e 57% negativas. A cobertura de Barack Obama, por sua vez, melhorou na última semana antes da eleição. Entre 1 e 28 de outubro, 33% das matérias sobre Obama eram positivas e 13% negativas. Na última semana de campanha, 51% das matérias da MSNBC sobre Obama foram positivas e nenhuma das matérias da amostra foi negativa.[231]

Era Trump

[editar | editar código]

A MSNBC recebeu críticas e acusações de viés liberal de Donald Trump e de seus apoiadores. Em publicações nas redes sociais, Trump frequentemente chamou a emissora de "MSDNC", numa acusação de que atuava como braço do Comitê Nacional Democrata. Também classificou o canal como parte da "mídia de notícias falsas" e afirmou que sua audiência estava caindo. Trump criticou diretamente programas e apresentadores da MSNBC. Em 2017, chamou Mika Brzezinski, de Morning Joe, de "Low I.Q. Crazy Mika", e Joe Scarborough de "Psycho Joe" em uma publicação no Twitter.[232] Em maio de 2025, Trump acusou a MSNBC de cometer uma "grave violação de campanha" depois que apresentadores do canal fizeram declarações críticas às tarifas anunciadas por seu governo no chamado "Liberation Day".[233] Em agosto de 2025, Trump chamou Nicolle Wallace, apresentadora de Deadline: White House, de "perdedora" e previu que ela seria demitida do canal.[234]

Alegações de viés conservador

[editar | editar código]

Outros críticos afirmaram que a MSNBC apresenta viés contra a política progressista. O programa de Phil Donahue foi cancelado em 2003 em meio à oposição do apresentador à Guerra do Iraque. Donahue afirmou mais tarde que a direção da MSNBC exigia que "tivéssemos dois [convidados] conservadores para cada liberal. Eu era contado como dois liberais".[235]

Cenk Uygur, depois de deixar a MSNBC em 2011, afirmou que a direção havia dito que "pessoas em Washington" estavam "preocupadas com [seu] tom"[236] e que "não queria trabalhar em um lugar que não desafiasse o poder".[237]

Também foi argumentado que apresentadores da MSNBC tendem a ser conservadores ou centristas e ricos.[238]

Em 2000, Joe Scarborough recebeu nota 95 da American Conservative Union e defendia políticas contrárias ao aborto quando era deputado federal. Stephanie Ruhle, ex-gestora de fundo de hedge, declarou: "Não tenho ideais políticos aos quais esteja presa". Chris Matthews, ex-apresentador da MSNBC, definia-se como "liberal", mas votou em George W. Bush em 2000. Nicolle Wallace, republicana registrada, trabalhou para Bush e Sarah Palin.[238]

Falta de diversidade de opiniões

[editar | editar código]

Maria Bustillos escreveu em 2019 que "a respeitabilidade insípida e equidistante da MSNBC é sustentada por uma cuidadosa representação de diversidade, tanto 'ideológica' quanto demográfica", e que "a emissora desencoraja ativamente a consideração das convicções pessoais de seus apresentadores", preferindo "personalidades de televisão intercambiáveis", "comprimidas na identidade da emissora e subordinadas a ela".[238] Também se argumentou que a MSNBC, assim como outros canais por assinatura, "simplesmente não tem incentivo para informar" e transforma seus "telespectadores em dependentes partidários que não mudam de canal porque precisam de uma dose que lhes diga que estão certos sobre tudo, e que o outro lado está errado".[239] Em 2014, Jason Linkins afirmou que a MSNBC preferia "a produção incessante de ideias de iniciados" ao "serviço à confiança pública de maneira honesta e equitativa".[240]

Comentários de Melissa Harris-Perry sobre o neto negro de Romney

[editar | editar código]

A comentarista política Melissa Harris-Perry e seus convidados exibiram, em um segmento retrospectivo de 2013 de seu programa, uma fotografia do ex-candidato presidencial republicano Mitt Romney com sua família. Romney segurava no colo seu neto adotivo Kieran Romney, que é afro-americano. Harris-Perry e os convidados, entre eles a atriz Pia Glenn e o comediante Dean Obeidallah, fizeram piadas enquanto sugeriam legendas para a fotografia. Glenn cantou "Uma dessas coisas não é como as outras, uma dessas coisas simplesmente não é igual". Obeidallah disse: "Isso resume a diversidade do Partido Republicano e do Comitê Nacional Republicano, em que eles fazem uma convenção inteira e encontram uma pessoa negra". Harris-Perry pediu desculpas no ar e também publicou uma série de pedidos de desculpas no Twitter.[241][242]

Cobertura das primárias democratas de 2020

[editar | editar código]

Em fevereiro de 2019, a NBC publicou uma reportagem sobre a candidata presidencial Tulsi Gabbard, afirmando que sua campanha estava recebendo atenção da mídia estatal russa. A reportagem dizia que Gabbard havia sido mencionada duas vezes mais no RT, Sputnik News e Russia Insider que os então favoritos Bernie Sanders e Joe Biden.[243]

Em março de 2019, Yashar Ali, colaborador do HuffPost, acusou Dafna Linzer, editora administrativa da MSNBC, de ceder controle editorial ao Comitê Nacional Democrata. Ali pretendia anunciar com antecedência os locais dos debates partidários e recebeu uma ligação que tentava dissuadi-lo, com a frase "deixe que eles façam alguns telefonemas", em referência à direção do partido.[244]

Andrew Yang e seus apoiadores criticaram a cobertura da MSNBC sobre sua campanha presidencial e o tempo de fala destinado a Yang em um debate das primárias realizado pela emissora em novembro de 2019.[245][246][247][248][249]

Em dezembro de 2019, In These Times analisou a cobertura das primárias presidenciais democratas de 2020 feita pela MSNBC entre agosto e setembro daquele ano.[250][251] A análise afirmou que "a MSNBC falou de Biden duas vezes mais que de Warren e três vezes mais que de Sanders", e que Sanders era o candidato mencionado negativamente com maior frequência entre os três.[252]

Chris Matthews comparou Sanders a George McGovern em termos de viabilidade eleitoral em 3 de fevereiro e criticou Sanders por adotar o rótulo de "socialista democrático" em 7 de fevereiro.[253][254] Em referência aos elogios de Sanders a alguns aspectos da Cuba de Fidel Castro, Matthews disse no ar em Hardball: "Acredito que, se Castro e os comunistas tivessem vencido a Guerra Fria, teria havido execuções no Central Park, e eu poderia ter sido uma das pessoas executadas". Em seguida, questionou o que Sanders queria dizer com o termo "socialismo".[255][256] Na semana seguinte, Chuck Todd criticou a retórica de apoiadores de Sanders ao citar um artigo conservador que os comparava às camisas-pardas nazistas.[257][258] Durante os caucuses democratas de Nevada de 2020, Matthews usou "a queda da França" diante dos nazistas em 1940 como metáfora para a aparente vitória de Sanders no estado.[259] As analogias foram criticadas pela campanha de Sanders e por outros comentaristas, que lembraram que integrantes da família de Sanders haviam sido mortos no Holocausto. Matthews pediu desculpas a Sanders e a seus apoiadores no ar.[260]

Jason Johnson, colaborador da MSNBC, foi suspenso temporariamente em fevereiro de 2020 depois de críticas por ter acusado apoiadores de Bernie Sanders de afastar minorias e por ter se referido a funcionárias e representantes afro-americanas da campanha de Sanders como "a ilha das garotas negras desajustadas que vocês apresentam regularmente para defendê-lo".[261] Ele voltou ao canal em julho de 2020.[262]

Cobertura do conflito israelo-palestino

[editar | editar código]

Ayman Mohyeldin foi acusado de apresentar viés anti-Israel em suas reportagens.[263] Em 2015, durante uma transmissão ao vivo de Gaza, Mohyeldin disse ter testemunhado um palestino desarmado ser baleado pela polícia israelense no Portão de Damasco. Posteriormente verificou-se que o homem portava uma faca grande.[264]

Depois do início da guerra em Gaza, o site Semafor informou que apresentadores muçulmanos, entre eles Mehdi Hasan, Mohyeldin e Ali Velshi, haviam sido afastados de parte da cobertura.[265]

Suspensões e demissões de apresentadores

[editar | editar código]

Michael Savage

[editar | editar código]

Michael Savage apresentou brevemente um programa de entrevistas aos fins de semana em 2003. Em julho, respondeu a um telefonema de trote chamando o interlocutor de "porco" e "sodomita" e dizendo que ele "deveria pegar AIDS e morrer". O programa de Savage foi cancelado e ele foi demitido da MSNBC pouco depois.[266]

O programa de rádio de Don Imus, Imus in the Morning, foi transmitido simultaneamente pela MSNBC por mais de dez anos. Em 2007, Imus referiu-se às integrantes da equipe feminina de basquete Rutgers Scarlet Knights com uma expressão considerada racista e sexista, "some nappy-headed hoes". A declaração causou forte reação pública. Quando anunciantes começaram a retirar seus comerciais, a MSNBC cancelou a transmissão simultânea. Imus e a NBC News pediram desculpas à equipe de basquete de Rutgers.[267]

Breve suspensão de Joe Scarborough por doações políticas

[editar | editar código]

Em novembro de 2010, Joe Scarborough, apresentador de Morning Joe, foi suspenso brevemente depois de doar US$ 4 mil a candidatos republicanos na Flórida.[268]

Suspensão e saída de Keith Olbermann

[editar | editar código]

Em novembro de 2010, Keith Olbermann, apresentador do programa de notícias e opinião de alta audiência Countdown with Keith Olbermann, foi suspenso sem remuneração por ter doado US$ 2,4 mil, o limite máximo de doação pessoal, a cada um de três candidatos do Partido Democrata antes das eleições de 2010.[269] A política da NBC News proibia doações a campanhas políticas sem autorização prévia da empresa. Olbermann voltou ao ar alguns dias depois.[270]

Em janeiro de 2011, Olbermann deixou a MSNBC.[271] Antes de ler o conto "The Scottie Who Knew Too Much", de James Thurber, agradeceu aos telespectadores, produtores e técnicos pelo sucesso do programa ao longo de oito anos. Não agradeceu nem mencionou Griffin ou o presidente da NBC News, Steve Capus. Olbermann não informou o motivo de sua saída. A MSNBC limitou-se a dizer que as duas partes haviam encerrado o contrato de quatro anos do comentarista. Muitos blogueiros e comentaristas liberais responsabilizaram a Comcast pela saída repentina de Olbermann e acusaram a empresa de silenciá-lo por motivos políticos poucos dias depois da aquisição da NBCUniversal em 18 de janeiro.[272][273] A MSNBC e a Comcast negaram a acusação. Howard Kurtz, então crítico de mídia do Daily Beast, o ex-apresentador da MSNBC David Shuster e um executivo anônimo da NBC[274] disseram que a suspensão anterior de Olbermann e seus conflitos posteriores com a direção eram uma explicação mais provável para o fim de Countdown.

No mês seguinte, Olbermann relançou o programa na Current TV. Também criou o blog FOKNewsChannel.com, site de comentários que parodiava a Fox News e publicava textos e artigos baseados em antigos segmentos de Countdown.[275]

Martin Bashir

[editar | editar código]

Em novembro de 2013, Martin Bashir criticou Sarah Palin por comparar a dívida federal à escravidão. A controvérsia levou à sua demissão.[276] Bashir mencionou punições cruéis impostas a pessoas escravizadas pelo supervisor de escravos Thomas Thistlewood, em especial a chamada "Derby's dose", na qual uma pessoa escravizada era obrigada a defecar ou urinar na boca de outra. Bashir então afirmou: "Quando a sra. Palin invoca a escravidão, ela não demonstra apenas sua profunda ignorância. Ela confirma que, se alguém realmente se qualificasse para uma dose de disciplina de Thomas Thistlewood, ela seria a candidata perfeita".[277][278]

Alec Baldwin

[editar | editar código]

O programa Up Late with Alec Baldwin, apresentado por Alec Baldwin em 2013, foi suspenso depois de cinco episódios devido a um insulto homofóbico que Baldwin dirigiu a um fotógrafo em Nova Iorque.[279]

Acusações de racismo

[editar | editar código]

Em maio de 2014, o programa Way Too Early apresentou um segmento sobre os antecedentes históricos do Cinco de Mayo. Louis Burgdorf apareceu dançando pelo estúdio com um sombrero, chacoalhando maracas e bebendo tequila, chamada pelo apresentador Thomas Roberts de "go-go juice". O segmento foi criticado por ridicularizar a herança mexicana e usar estereótipos falsos.[280] A MSNBC pediu desculpas no dia seguinte e afirmou que não pretendia ser desrespeitosa. Os objetos haviam sido planejados, mas Roberts e Burgdorf teriam agido daquela maneira por decisão própria. Os dois apresentadores também se desculparam, embora tenham atribuído parte da responsabilidade aos produtores por permitirem o segmento.[281]

Em janeiro de 2020, durante a cobertura da morte de Kobe Bryant, Alison Morris referiu-se rapidamente ao antigo time de Bryant, o Los Angeles Lakers, de uma forma que soou como o insulto racista em inglês "nigger", corrigindo-se imediatamente para "Los Angeles Lakers".[282] Morris afirmou que havia tropeçado nas palavras e dito "Los Angeles Nakers", combinando por engano "Knicks" e "Lakers", e não o insulto racial.[283] Muitas pessoas a acusaram de racismo, o que Morris negou imediatamente.[284][285][282] Uma petição pedindo sua demissão foi assinada por mais de 184 mil pessoas.[286][287]

Profissionais de destaque

[editar | editar código]

Âncoras e apresentadores

[editar | editar código]
  • Jacqueline Alemany, coapresentadora da edição matutina de The Weekend.[288]
  • Mika Brzezinski, coapresentadora de Morning Joe, desde 2007.
  • Ana Cabrera, apresentadora de Ana Cabrera Reports, desde 2023.[289]
  • Jonathan Capehart, coapresentador da edição matutina de The Weekend.
  • Eugene Daniels, coapresentador da edição matutina de The Weekend.
  • Willie Geist, apresentador de Sunday Today desde 2016, coapresentador de Morning Joe desde 2007 e correspondente da NBC News desde 2005.
  • Chris Hayes, apresentador de All in with Chris Hayes desde 2013 e integrante da MS NOW desde 2010.
  • Antonia Hylton, coapresentadora de The Weekend: Primetime desde 2025 e correspondente desde 2020.[290]
  • Chris Jansing, apresentadora de Chris Jansing Reports desde 2022 e correspondente nacional sênior da MS NOW desde 1998.[291]
  • Elise Jordan, coapresentadora de The Weekend: Primetime.[292]
  • Jonathan Lemire, coapresentador de Morning Joe desde 2025 e analista político desde 2017.[293]
  • Rachel Maddow, apresentadora de The Rachel Maddow Show desde 2008 e analista política sênior da MS NOW desde 2005.
  • Ari Melber, apresentador de The Beat with Ari Melber desde 2017 e correspondente jurídico chefe desde 2015.[294]
  • Alicia Menendez, coapresentadora de The Weeknight, integrante da emissora desde 2019.[295]
  • Ayman Mohyeldin, coapresentador de The Weekend: Primetime, integrante da emissora entre 2001 e 2002 e novamente desde 2011.[296]
  • Lawrence O'Donnell, apresentador de The Last Word na MS NOW, integrante da emissora entre 1996 e 1999 e novamente desde 2010.
  • Jen Psaki, apresentadora de The Briefing with Jen Psaki desde 2023 e integrante da MS NOW desde 2022.[297]
  • Catherine Rampell, coapresentadora de The Weekend Primetime desde 2025.[298]
  • Stephanie Ruhle, apresentadora de The 11th Hour desde 2022 e analista de negócios sênior desde 2016.[299]
  • Luke Russert, apresentador de MS NOW Live e diretor de serviços criativos, de 2008 a 2016 e desde 2023.
  • Symone Sanders-Townsend, coapresentadora de The Weeknight desde 2024 e analista política desde 2022.[300]
  • Joe Scarborough, coapresentador de Morning Joe desde 2007 e analista político sênior da MS NOW desde 2003.
  • Al Sharpton, apresentador de PoliticsNation e colaborador de Morning Joe desde 2011.
  • Michael Steele, coapresentador de The Weeknight desde 2024 e analista político da MS NOW desde 2011.[301]
  • Katy Tur, apresentadora de Katy Tur Reports, integrante da emissora desde 2012.
  • Ali Velshi, apresentador de Velshi e correspondente desde 2016.
  • Ali Vitali, apresentadora de Way Too Early desde 2025 e correspondente do Congresso desde 2010.[302]
  • Nicolle Wallace, apresentadora de Deadline: White House desde 2017 e analista política sênior da MS NOW desde 2015.
  • Alex Witt, apresentadora de Alex Witt Reports desde 1999.[303]

Correspondentes e repórteres nos Estados Unidos

[editar | editar código]
  • Ken Dilanian, correspondente de justiça e inteligência desde 2015.[304]
  • Vaughn Hillyard, correspondente da Casa Branca desde 2013.[305]
  • Carol Leonnig, correspondente investigativa sênior desde 2025.
  • David Rohde, repórter sênior de segurança nacional desde 2023.[306]
  • Jacob Soboroff, correspondente sênior nacional e político desde 2015.[307]
  • Brandy Zadrozny, repórter sênior de projetos especiais desde 2018.[308]

Colaboradores e analistas

[editar | editar código]
  • Peter Baker, analista político.
  • Mike Barnicle, colaborador de Morning Joe desde 2007.
  • Cornell Belcher, analista político.
  • John Heilemann, analista de assuntos nacionais.
  • David Ignatius, analista de Morning Joe.
  • Jason Johnson, colaborador político.
  • Molly Jong-Fast, analista política.
  • Neal Katyal, analista jurídico.
  • Katty Kay, colaboradora de Morning Joe.
  • Barry McCaffrey, analista militar.
  • Mary B. McCord, colaboradora de assuntos jurídicos e segurança nacional.
  • Barbara McQuade, analista jurídica.
  • Jon Meacham, historiador presidencial.
  • Tim Miller, analista político.
  • Melissa Murray, analista jurídica.
  • Michele Norris, editora colaboradora sênior e analista.
  • Ashley Parker, analista política sênior.
  • Paola Ramos, colaboradora.
  • Steven Rattner, analista econômico de Morning Joe.
  • Eugene Robinson, analista político chefe.
  • Andrew Ross Sorkin, colaborador e analista.
  • Al Sharpton, colaborador de Morning Joe e apresentador de PoliticsNation desde 2011.
  • Bret Stephens, colaborador político sênior.
  • Charlie Sykes, colunista e colaborador.
  • Joyce Vance, analista jurídica.
  • Alex Wagner, analista política sênior entre 2011 e 2015 e novamente desde 2022.
  • Andrew Weissmann, analista jurídico.

Ver também

[editar | editar código]
  • Televisão nos Estados Unidos, sistema televisivo do país em que a MS NOW opera
  • NBC News, antiga divisão jornalística irmã e parceira editorial da MSNBC
  • CNN, canal concorrente de notícias por assinatura nos Estados Unidos
  • Fox News Channel, canal concorrente de notícias por assinatura nos Estados Unidos

Referências

  1. Mwachiro, Mark (31 de julho de 2026). «Here Are the Cable News Ratings for July 2026» (em inglês). Adweek
  2. «MS NOW» (em inglês). SiriusXM
  3. «MS NOW Free Internet Radio» (em inglês). TuneIn
  4. Morris, Chris. «More people watch YouTube than NBCUniversal or Paramount as the internet keeps crushing traditional TV» (em inglês). Fortune. Consultado em 29 de setembro de 2024
  5. «Tom Rogers, JD '79» (em inglês). Columbia Business School
  6. Huhn, Mary (13 de janeiro de 1999). «MSNBC.com Nets Cyber Pioneer As Head» (em inglês). New York Post. Consultado em 12 de março de 2019. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2019
  7. Lesly, Elizabeth; Rebello, Kathy (15 de julho de 1996). «Network Meets Net» (em inglês). Bloomberg News
  8. Ariens, Chris (15 de julho de 2012). «Happy Sweet 16 MSNBC!» (em inglês). Adweek
  9. Garber, Megan (16 de julho de 2012). «'The Revolution Begins Here': MSNBC's First Broadcast, July 1996» (em inglês). The Atlantic
  10. Collins, Scott (2004). Crazy Like A Fox: The Inside Story of How Fox News Beat CNN (em inglês). [S.l.]: Portfolio. ISBN 978-1-59184-029-9. OCLC 53887528
  11. Stelter, Brian (6 de outubro de 2010). «MSNBC on the Web May Change Its Name» (em inglês). The New York Times. Consultado em 22 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2017
  12. Rosenberg, Howard (19 de julho de 1996). «THE CRASH OF FLIGHT 800 : Crash Coverage Turned Into Disaster for MSNBC» (em inglês). Los Angeles Times
  13. Zoglin, Richard (28 de julho de 1996). «NEW NEWS BREAKS IN» (em inglês). Time
  14. Gerard, Jeremy (17 de julho de 1996). «The Site» (em inglês). Variety
  15. Brian (16 de julho de 2006). «MSNBC At 10: What Could Have Been» (em inglês). Adweek
  16. Battaglio, Stephen (21 de novembro de 2024). «What the Comcast cable network spinoff means for MSNBC and NBC News» (em inglês). Los Angeles Times
  17. Goodman, Walter (23 de julho de 1996). «CRITIC'S NOTEBOOK;New and Familiar Faces In News Channel Debut» (em inglês). The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 26 de setembro de 2022. Cópia arquivada em 10 de novembro de 2012
  18. Wolcott, James (9 de setembro de 1996). «ONLY DISCONNECT» (em inglês). The New Yorker. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2020
  19. «MSNBC Goes on the Air and Over the Web» (em inglês). Los Angeles Times. 16 de julho de 1996
  20. «AFFILIATES BRISTLE AT NBC'S PROMOTION OF CABLE SHOW» (em inglês). Deseret News. 20 de junho de 1996
  21. «Imus to begin broadcasting from MSNBC» (em inglês). MSNBC. 1 de fevereiro de 2005
  22. «MSNBC Turns to Don Imus for a Little Edge in Morning» (em inglês). Los Angeles Times. 18 de julho de 1996
  23. Calem, Robert E. (7 de abril de 1997). «'Fully Digital' Studios Are Debuted by MSNBC» (em inglês). The New York Times
  24. Gough, Paul J. (15 de fevereiro de 2007). «Olbermann to re-up at MSNBC» (em inglês). The Hollywood Reporter. Associated Press
  25. Stewart, Larry (19 de junho de 1997). «Olbermann to Leave ESPN at End of June» (em inglês). Los Angeles Times
  26. Mifflin, Lawrie (12 de julho de 1999). «Too Few Viewers for 'Hockenberry'.» (em inglês). The New York Times
  27. Herman, Barbara (10 de outubro de 2014). «Keith Olbermann Apologized To President Bill Clinton For Monica Lewinsky Coverage, Told Cornell It Gave Him 'Dry Heaves'» (em inglês). International Business Times
  28. «HOCKENBERRY TAKES SLOT AT MSNBC» (em inglês). The Washington Post. Associated Press. 16 de novembro de 1998
  29. Mitchell, Dan (15 de setembro de 1997). «MSNBC Cancels The Site» (em inglês). Wired
  30. «Headliners and Legends with Matt Lauer» (em inglês). NBC News
  31. Roeper, Richard (19 de maio de 2023). «'Deep Impact,' 'Armageddon': How two '98 movies tackled doom from above» (em inglês). Chicago Sun-Times
  32. Maslin, Janet (8 de maio de 1998). «'Deep Impact': How Do You Reroute a Comet? Carefully» (em inglês). The New York Times
  33. Steinberg, Brian (2 de março de 2020). «Chris Matthews Departs MSNBC's 'Hardball' Amid Controversy» (em inglês). Variety
  34. Starr, Michael (26 de junho de 2001). «Starr Report - MSNBC scrapes off Barnicle» (em inglês). New York Post. Consultado em 26 de setembro de 2022. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2021
  35. Bernstein, Paula (22 de janeiro de 2001). «MSNBC opens mic for Albom talkshow» (em inglês). Variety
  36. Bernstein, Paula (16 de julho de 2001). «Sorenson soars at MSNBC» (em inglês). Variety
  37. Rutenberg, Jim (29 de outubro de 2001). «At MSNBC, a Young Anchor for Younger Viewers» (em inglês). The New York Times
  38. Gough, Paul J. (11 de setembro de 2006). «Five years later, memories of a trying task» (em inglês). Today. Cópia arquivada em 27 de abril de 2017
  39. «The Afghan War's Media Magnet» (em inglês). The Washington Post. 5 de dezembro de 2001
  40. Dana, Rebecca (25 de março de 2013). «Slyer Than Fox» (em inglês). The New Republic. Consultado em 21 de abril de 2017. Cópia arquivada em 28 de abril de 2019
  41. Stempel III, Guido H.; Hargrove, Thomas K. (14 de dezembro de 2015). The 21st-Century Voter: Who Votes, How They Vote, and Why They Vote [2 volumes] (em inglês). [S.l.]: ABC-CLIO. ISBN 9781610692281. Consultado em 26 de abril de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2020
  42. «On Top Of the News» (em inglês). The Washington Post. 15 de julho de 2002
  43. Learmonth, Michael (23 de dezembro de 2005). «Peacock plucks MSNBC» (em inglês). Variety. Consultado em 26 de abril de 2017. Cópia arquivada em 27 de abril de 2017
  44. 1 2 Finke, Nikki (15 de julho de 2012). «NBCUniversal Buys Microsoft's 50% Stake in MSNBC.com For $300M; Now NBCNews.com» (em inglês). Deadline Hollywood
  45. Stelter, Brian (7 de junho de 2006). «Rick Kaplan Exits: Effective Immediately, President Of MSNBC Steps Down» (em inglês). Adweek
  46. «MSNBC names Abrams as new general manager» (em inglês). NBC News. Associated Press. 13 de junho de 2006
  47. «MSNBC's Prime Change: Abrams' Memo» (em inglês). Adweek. 29 de junho de 2006
  48. Carter, Bill (30 de junho de 2006). «MSNBC Drops Talk Shows in Late Time Slots» (em inglês). The New York Times
  49. Stelter, Brian (22 de agosto de 2008). «Seeking More Viewers, MSNBC Turns Left» (em inglês). The New York Times
  50. Kurtz, Howard (25 de setembro de 2007). «MSNBC's Abrams Quits His Day Job» (em inglês). The Washington Post. Cópia arquivada em 11 de setembro de 2008
  51. Ariens, Chris (11 de outubro de 2007). «NBC News to Begin Broadcasting from New World Headquarters» (em inglês). Adweek
  52. Moss, Linda (11 de outubro de 2007). «MSNBC to Move to New York City Studio» (em inglês). Multichannel News. Consultado em 6 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  53. Hill, Michael P. (20 de outubro de 2008). «MLB Network taking over former MSNBC HQ» (em inglês). NewscastStudio. Consultado em 6 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  54. 1 2 3 Kurtz, Howard (28 de maio de 2008). «MSNBC, Leaning Left And Getting Flak From Both Sides» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 28 de agosto de 2008. Cópia arquivada em 9 de abril de 2012
  55. Steinberg, Jacques (10 de março de 2008). «MSNBC Cancels Tucker Carlson Show» (em inglês). The New York Times
  56. Kapsinow, Steve (15 de dezembro de 2008). «Shuster To Be Named Permanent Anchor of "1600"» (em inglês). Adweek
  57. Littleton, Cynthia (5 de novembro de 2008). «Post-election shuffle hits networks» (em inglês). Variety
  58. 1 2 Dana, Rebecca (28 de agosto de 2008). «MSNBC Anchors' Fights Go Live» (em inglês). The Wall Street Journal. Cópia arquivada em 9 de agosto de 2017
  59. «With Tim Russert's Death, NBC News Must Replace a Man of Many Roles» (em inglês). The New York Times. 16 de junho de 2008
  60. Gough, Paul (16 de julho de 2008). «Phil Griffin named president of MSNBC» (em inglês). Associated Press
  61. 1 2 3 Friedman, Jon (24 de novembro de 2008). «At MSNBC, The 'M' Is For (Rachel) Maddow» (em inglês). CBS News. Consultado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2010
  62. 1 2 3 Stelter, Brian (7 de setembro de 2008). «MSNBC Takes Incendiary Hosts From Anchor Seat» (em inglês). The New York Times. Consultado em 30 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 17 de abril de 2009
  63. Carter, Bill (15 de novembro de 2008). «Election's Over, So What's Next for the Cable News Channels?» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2010. Cópia arquivada em 10 de abril de 2009
  64. Carter, Bill (20 de agosto de 2008). «MSNBC Changes Prime-Time Lineup» (em inglês). The New York Times
  65. Gold, Matea (29 de setembro de 2008). «MSNBC's new liberal spark plug Rachel Maddow, political junkie and TV rookie, launches to surprising ratings» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 11 de março de 2010
  66. Goodwin, Christopher (28 de setembro de 2008). «Gay TV host is liberal queen of US news» (em inglês). Londres: The Guardian. Consultado em 11 de março de 2010
  67. Stanley, Alessandra (25 de setembro de 2008). «A Fresh Female Face Amid Cable Schoolboys» (em inglês). The New York Times. Consultado em 11 de março de 2010
  68. Baird, Julia (21 de novembro de 2008). «Rachel Maddow Comes Out on Top» (em inglês). Newsweek
  69. «Rachel Maddow Continues Ratings Lead Over Larry King» (em inglês). The Advocate. 24 de setembro de 2008
  70. Calderone, Michael (31 de março de 2009). «For first time, MSNBC tops CNN in primetime» (em inglês). Politico. Consultado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2010
  71. «CNN in third place in prime time for first time» (em inglês). Japan Today. Associated Press. 30 de março de 2009
  72. Gillette, Felix (24 de março de 2009). «MSNBC's Latest Acquisition, Ed Shultz, Is Roiling Rustic on Populist Mission» (em inglês). The New York Observer. Cópia arquivada em 27 de março de 2009
  73. Gillette, Felix (2 de abril de 2009). «MSNBC Makes it Official: Ed Schultz Joins Network, Will Anchor 6 p.m. Hour» (em inglês). The New York Observer
  74. Patten, Dominic (13 de março de 2013). «MSNBC's Ed Schultz Leaving Primetime For Weekends; No Replacement Named Yet» (em inglês). Deadline Hollywood
  75. «MSNBC goes high definition» (em inglês). NBC News. 2 de abril de 2009
  76. Gillette, Felix (17 de julho de 2009). «MSNBC's Dylan Ratigan and Dr. Nancy Snyderman Struggle to Catch on With Younger Viewers» (em inglês). The New York Observer
  77. «New lineup for msnbc dayside in 2010» (em inglês). NBC News. 14 de dezembro de 2009
  78. 1 2 Kevin (30 de março de 2010). «Q1 2010 Ratings: MSNBC Down Double Digits; Tops CNN in Prime» (em inglês). Adweek
  79. 1 2 Grynbaum, Michael M. (5 de junho de 2017). «Led by Rachel Maddow, MSNBC Surges to Unfamiliar Spot: No. 1 in Prime Time» (em inglês). The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 14 de junho de 2017. Cópia arquivada em 9 de junho de 2017
  80. 1 2 «MSNBC Beats CNN in Total Day in 3Q Among A25-54, First Time Since 2Q 2001» (em inglês). NBC News. 28 de setembro de 2010
  81. «MSNBC LAUNCHES ON SIRIUS XM RADIO» (em inglês). NBC News. 8 de abril de 2010
  82. Stelter, Brian (7 de abril de 2010). «MSNBC Returns to Satellite Radio» (em inglês). The New York Times
  83. «XM and MSNBC Part Ways» (em inglês). Orbitcast. 21 de agosto de 2006. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2011
  84. «Lawrence O'Donnell Gets His Own MSNBC Show» (em inglês). The New York Times. 15 de junho de 2010
  85. Weprin, Alex (10 de outubro de 2010). «Phil Griffin: 'Lean Forward' Campaign 'Is Going to Define Us As MSNBC'» (em inglês). Adweek
  86. 1 2 «Msnbc to 'lean forward' in two-year brand campaign» (em inglês). NBC News. 5 de outubro de 2010. Consultado em 13 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 22 de julho de 2013
  87. Schwartz, Carly; Mirkinson, Jack (21 de janeiro de 2011). «Keith Olbermann And MSNBC Announce They Are Parting Ways» (em inglês). HuffPost. Cópia arquivada em 10 de maio de 2022
  88. «Keith Olbermann Leaving MSNBC, Ends 'Countdown'» (em inglês). CBS News. Associated Press. 21 de janeiro de 2011
  89. Carter, Bill (21 de janeiro de 2011). «Olbermann Leaves 'Countdown' on MSNBC» (em inglês). The New York Times. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2022
  90. «Olbermann Announces Departure from MSNBC» (em inglês). Fox News. Associated Press. 21 de janeiro de 2011. Consultado em 21 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 7 de março de 2012
  91. Carter, Bill; Stelter, Brian (7 de fevereiro de 2011). «Olbermann Said to Be Going to Current TV» (em inglês). The New York Times. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2011
  92. Stelter, Brian (6 de outubro de 2010). «MSNBC on the Web May Change Its Name» (em inglês). The New York Times. Consultado em 22 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2017
  93. Shapiro, Rebecca (15 de outubro de 2012). «MSNBC Website Debuts New Look (PHOTO)» (em inglês). HuffPost
  94. Lieberman, David (19 de julho de 2012). «Pat Fili-Krushel To Oversee NBCUniversal News Group» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 23 de julho de 2012
  95. Kissell, Rick (31 de dezembro de 2014). «Fox News Dominates Cable News Ratings In 2014; MSNBC Tumbles» (em inglês). HuffPost. Reuters. Cópia arquivada em 14 de abril de 2019
  96. Munson, Ben (21 de fevereiro de 2018). «Editor's Corner—Fox Nation, Entertainment Tonight and the incoming news streaming wars» (em inglês). Stream TV Insider
  97. Battaglio, Stephen (16 de dezembro de 2014). «MSNBC targets young viewers with streaming video service Shift» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 19 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 5 de março de 2020
  98. Koblin, John (31 de julho de 2015). «MSNBC Reshuffles Its Daytime Lineup Ahead of Brian Williams's Debut» (em inglês). The New York Times. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2015
  99. Rutenberg, Jim; Grynbaum, Michael M. (15 de maio de 2024). «How MSNBC's Leftward Tilt Delivers Ratings, and Complications» (em inglês). The New York Times. ISSN 0362-4331
  100. Steinberg, Brian (26 de fevereiro de 2015). «'MSNBC Live' To Replace Ronan Farrow, Joy Reid Starting Monday» (em inglês). Variety
  101. Reaney, Patricia (18 de junho de 2015). «Brian Williams dropped from NBC's 'Nightly News,' will join MSNBC» (em inglês). Reuters. Cópia arquivada em 16 de outubro de 2015
  102. Ariens, Chris (15 de agosto de 2015). «MSNBC Rolls Out New On-Air Look» (em inglês). Adweek
  103. «Kate Snow appointment to complete MSNBC transformation» (em inglês). Chattanooga Times Free Press. Associated Press. 17 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2022
  104. Freedman, Liz (29 de junho de 2016). «Dateline Extra with Tamron Hall on MSNBC weekends» (em inglês). MS NOW
  105. de Moraes, Lisa (1 de setembro de 2016). «'11th Hour With Brian Williams' Debut Date Set On MSNBC» (em inglês). Deadline Hollywood
  106. de Moraes, Lisa (5 de janeiro de 2017). «Greta Van Susteren To Host 'For The Record' On MSNBC Replacing 'With All Due Respect' At 6 PM» (em inglês). Deadline Hollywood
  107. Ali, Yashar (29 de junho de 2017). «At MSNBC, Greta Van Susteren's Fox News Past Hampered Her Chance Of Success» (em inglês). HuffPost
  108. Barr, Jeremy (21 de julho de 2017). «Ari Melber's New MSNBC Show Gets Name and Launch Date» (em inglês). The Hollywood Reporter
  109. Wilkens, Kathryn (14 de setembro de 2024). «'He's Not The Same': MSNBC's Ari Melber On Trump's Debate and How He'll Cover The 2024 Election» (em inglês). Mediaite
  110. Steinberg, Brian (23 de março de 2017). «MSNBC Programs Start Giving More Space to NBC News Logos» (em inglês). Variety. Consultado em 29 de março de 2021. Cópia arquivada em 24 de março de 2017
  111. Katz, A. J. (8 de março de 2017). «MSNBC Launches New Ads With 'This Is Who We Are' Tagline» (em inglês). Adweek
  112. Petski, Denise (28 de abril de 2017). «Nicolle Wallace To Host New 4 PM Weekday Show On MSNBC» (em inglês). Deadline Hollywood. Cópia arquivada em 29 de abril de 2017
  113. Otterson, Joe (22 de maio de 2017). «MSNBC Reaches No. 1 for First Time in Weekly Primetime Ratings, Fox News Drops to Third» (em inglês). Variety. Consultado em 23 de maio de 2017. Cópia arquivada em 22 de maio de 2017
  114. Steinberg, Brian (16 de abril de 2018). «MSNBC Says On-Screen News Ticker Will No Longer Scroll» (em inglês). Variety. Consultado em 18 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de abril de 2018
  115. Barr, Jeremy (2 de março de 2020). «Chris Matthews to Retire From MSNBC» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 3 de março de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  116. Ryu, Jenna (9 de julho de 2020). «Joy Reid takes over Chris Matthews' MSNBC time slot to host nightly news show» (em inglês). USA Today. Consultado em 9 de julho de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  117. Barr, Jeremy (7 de dezembro de 2020). «Rashida Jones, replacing Phil Griffin at MSNBC, will be first Black woman to run a cable news network» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 8 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  118. Johnson, Ted (1 de fevereiro de 2021). «New MSNBC president aims to distinguish between breaking news and analysis» (em inglês). Deadline Hollywood. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2021
  119. Baker, Sinéad (12 de janeiro de 2021). «Fox News ratings fell below both CNN and MSNBC for the first time since 2000 in the wake of the attack on the US Capitol» (em inglês). Business Insider. Consultado em 12 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2021
  120. Hill, Michael P. (29 de março de 2021). «MSNBC gets new logo» (em inglês). NewscastStudio. Consultado em 31 de março de 2021. Cópia arquivada em 27 de julho de 2021
  121. Hill, Michael P. (29 de março de 2021). «MSNBC rebranding 'Live' blocks to emphasize journalists, hard news focus» (em inglês). NewscastStudio. Consultado em 31 de março de 2021. Cópia arquivada em 27 de julho de 2021
  122. 1 2 3 4 Steinberg, Brian (4 de novembro de 2022). «MSNBC Cuts Ties Unexpectedly With Weekend Host Tiffany Cross» (em inglês). Variety. Consultado em 4 de novembro de 2022
  123. Steinberg, Brian (5 de abril de 2022). «Streaming Pressures Push MSNBC to Cut Back on Hard News» (em inglês). Variety. Consultado em 18 de maio de 2024
  124. Weprin, Alex (15 de julho de 2021). «MSNBC Plans Peacock Push With New Programming Slate Including 'Morning Mika' (Exclusive)» (em inglês). The Hollywood Reporter
  125. Nieto, Phillip (3 de outubro de 2020). «Peacock's News Channel Announces Primetime Shows For Mehdi Hasan and Zerlina Maxwell» (em inglês). Mediaite. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2021
  126. «Peacock Adds Choice Channel To Enhance Political Coverage» (em inglês). MediaPost. Consultado em 25 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2021
  127. «MSNBC rebrands Peacock streaming channel The Choice (though the new name isn't all that different)» (em inglês). NewscastStudio. 15 de julho de 2021. Consultado em 15 de julho de 2021. Cópia arquivada em 15 de julho de 2021
  128. Johnson, Ted (10 de março de 2022). «MSNBC To Boost Peacock Streaming Content With On-Demand Offering Of Cable Network Shows And Specials» (em inglês). Deadline Hollywood
  129. Stelter, Brian (10 de novembro de 2021). «Anchor Brian Williams is leaving MSNBC and NBC News» (em inglês). CNN. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2021
  130. Stelter, Brian (8 de dezembro de 2021). «Brian Williams' final MSNBC broadcast will be on Thursday» (em inglês). CNN. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2021
  131. «Brian Williams to leave NBC News at year's end» (em inglês). Politico. 10 de novembro de 2021. Consultado em 10 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2021
  132. Steinberg, Brian (9 de novembro de 2021). «Brian Williams to Part Ways With MSNBC by Year's End» (em inglês). Variety. Consultado em 10 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 10 de novembro de 2021
  133. Johnson, Ted (27 de janeiro de 2022). «Stephanie Ruhle To Succeed Brian Williams As Host Of 11 PM Slot On MSNBC, 'Morning Joe' Expands To Four Hours – Update» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 10 de novembro de 2025
  134. Steinberg, Brian (9 de fevereiro de 2022). «MSNBC Plans April 4 Debut for Expanded 'Morning Joe'» (em inglês). Variety. Consultado em 31 de outubro de 2022
  135. Atkinson, Claire (31 de janeiro de 2022). «Rachel Maddow to take temporary break from her MSNBC show to work on movie and podcast projects» (em inglês). Business Insider. Consultado em 31 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2022
  136. Bauder, David (11 de abril de 2022). «Rachel Maddow returns to MSNBC, will switch to once a week» (em inglês). Associated Press News. Cópia arquivada em 12 de abril de 2022
  137. Hipes, Patrick (27 de junho de 2022). «Alex Wagner To Take Over Rachel Maddow's Time Slot At MSNBC» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 27 de junho de 2022. Cópia arquivada em 27 de junho de 2022
  138. Katz, A. J. (2 de agosto de 2022). «Alex Wagner's New MSNBC Show Will Be Titled Alex Wagner Tonight» (em inglês). Adweek. Consultado em 5 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2022
  139. Hill, Michael P. (14 de outubro de 2022). «MSNBC, Fox, Telemundo offering specials ahead of midterms» (em inglês). NewscastStudio
  140. Weprin, Alex (21 de fevereiro de 2023). «MSNBC Sets Jen Psaki Weekly Series, Says Streaming and Social Shows in the Works» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 22 de fevereiro de 2023
  141. Johnson, Ted (7 de setembro de 2023). «'Inside With Jen Psaki' Expanding To Mondays On MSNBC» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 7 de setembro de 2023
  142. Johnson, Ted (30 de novembro de 2023). «MSNBC To Drop Mehdi Hasan's Show, Launch 'The Weekend' As Part Of Overhaul Of Saturday And Sunday Lineup» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 4 de dezembro de 2023
  143. Weprin, Alex (30 de novembro de 2023). «MSNBC Shakes Up Schedule With New Panel Show 'The Weekend'» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 4 de dezembro de 2023
  144. «How MSNBC is repackaging weekday content for weekend shows» (em inglês). NewscastStudio. 1 de março de 2024. Consultado em 3 de março de 2024
  145. «Comcast announces plan to spin off cable channels, including MSNBC, CNBC and USA» (em inglês). NBC News. 20 de novembro de 2024. Consultado em 20 de novembro de 2024
  146. Steinberg, Brian (20 de novembro de 2024). «MSNBC Faces Potential for Big Changes in Comcast Cable Spin-Off» (em inglês). Variety. Consultado em 20 de novembro de 2024
  147. Steinberg, Brian (13 de janeiro de 2025). «MSNBC Ups Rachel Maddow to Five Nights, Sends Alex Wagner Into Field for Trump's First 100 Days» (em inglês). Variety. Consultado em 13 de janeiro de 2025
  148. Johnson, Ted (14 de janeiro de 2025). «Rashida Jones Steps Down As MSNBC President; Rebecca Kutler To Serve As Interim Leader» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 8 de fevereiro de 2025
  149. Johnson, Ted (14 de janeiro de 2025). «MSNBC Will Retain Its Name After Comcast Spinoff» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 8 de fevereiro de 2025
  150. Johnson, Ted (12 de fevereiro de 2025). «Rebecca Kutler Named President Of MSNBC After Serving In Interim Role» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 13 de fevereiro de 2025
  151. Johnson, Ted (25 de fevereiro de 2025). «Joy Reid Devotes Final MSNBC Show To Ways To Resist During Donald Trump's Presidency: "Fascism Isn't Just Coming, It's Already Here"» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  152. 1 2 3 4 Steinberg, Brian (23 de fevereiro de 2025). «Joy Reid and Alex Wagner Axed From MSNBC Lineup in Major Network Shakeup» (em inglês). Variety. Consultado em 23 de fevereiro de 2025
  153. 1 2 3 Mwachiro, Mark (23 de abril de 2025). «MSNBC Announces Premiere Dates for New Primetime Shows» (em inglês). Adweek. Consultado em 23 de abril de 2025
  154. Weprin, Alex (24 de fevereiro de 2025). «MSNBC's New Lineup Revealed: Joy Reid Out, Jen Psaki Promoted and 'Weekend' Hosts On the Move» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 6 de abril de 2025
  155. «MSNBC's post-Joy Reid era begins with hiring of Politico veteran Eugene Daniels» (em inglês). Los Angeles Times. 3 de março de 2025. Consultado em 4 de março de 2025
  156. Steinberg, Brian (4 de março de 2025). «MSNBC Taps Washington Post's Jackie Alemany as 'Weekend' Co-Host» (em inglês). Variety. Consultado em 6 de março de 2025
  157. Weprin, Alex (24 de fevereiro de 2025). «MSNBC's New Lineup Revealed: Joy Reid Out, Jen Psaki Promoted and 'Weekend' Hosts On the Move» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 24 de fevereiro de 2025
  158. Betts, Anna (25 de fevereiro de 2025). «Rachel Maddow staff to be let go as part of MSNBC overhaul» (em inglês). The Guardian. ISSN 0261-3077. Consultado em 24 de março de 2025
  159. Steinberg, Brian (1 de abril de 2025). «Steve Kornacki Exits MSNBC for NBC News, Sports as Spin-Off Nears» (em inglês). Variety. Consultado em 3 de maio de 2025
  160. Johnson, Ted (4 de agosto de 2025). «Jacob Soboroff To Join MSNBC As It Builds News Division In Advance Of Comcast Split» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 19 de março de 2026
  161. 1 2 Steinberg, Brian (17 de setembro de 2025). «The Big MSNBC-NBC News Split Starts Oct. 6» (em inglês). Variety. Consultado em 26 de setembro de 2025
  162. 1 2 Steinberg, Brian (24 de setembro de 2025). «MSNBC, Sky News Strike Deal to Bring Global Reporting to U.S. Audiences» (em inglês). Variety. Consultado em 26 de setembro de 2025
  163. 1 2 3 4 «MS NOW studio design mixes architecture with unique LED arrays» (em inglês). NewscastStudio. Consultado em 20 de novembro de 2025
  164. Weprin, Alex (10 de novembro de 2025). «MS NOW Gets Into the Weather Business, Inks Deal With AccuWeather (Exclusive)» (em inglês). The Hollywood Reporter
  165. Barr, Jeremy (14 de novembro de 2025). «What's in a name? MS NOW – formerly MSNBC – will soon find out» (em inglês). The Guardian. ISSN 0261-3077. Consultado em 4 de janeiro de 2026
  166. «MSNBC's name is being replaced, but its leaders insist that its mission will remain the same» (em inglês). AP News. 12 de novembro de 2025. Consultado em 4 de janeiro de 2026
  167. Barr, Jeremy (18 de agosto de 2025). «MSNBC is becoming MS Now: My Source for News, Opinion, and the World» (em inglês). The Washington Post. ISSN 0190-8286. Consultado em 19 de agosto de 2025
  168. 1 2 Barr, Jeremy (14 de novembro de 2025). «What's in a name? MS NOW – formerly MSNBC – will soon find out» (em inglês). The Guardian. ISSN 0261-3077. Consultado em 17 de novembro de 2025
  169. Grynbaum, Michael M. (4 de novembro de 2025). «MS ... NOW? As MSNBC Rebrands, a $20 Million Effort to Avoid Confusion.» (em inglês). The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 5 de novembro de 2025
  170. Johnson, Ted (4 de novembro de 2025). «MSNBC's Election Coverage To Feature Debut Of Ad Campaign To Introduce New Name MS NOW» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 5 de novembro de 2025
  171. Weprin, Alex (4 de novembro de 2025). «MSNBC Launches "We the People" Ad Campaign to Debut MS NOW Brand Name» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 5 de novembro de 2025
  172. «MS NOW puts 'We the People' at the center of its election night brand» (em inglês). NewscastStudio. Consultado em 18 de maio de 2026
  173. Johnson, Ted (15 de novembro de 2025). «MSNBC Makes The Shift To MS NOW As Part Of Split From Comcast» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 20 de novembro de 2025
  174. «MSNBC Identifies Its Temporary Office Space Ahead of Versant Spin-Off» (em inglês). Adweek. 3 de junho de 2025. Consultado em 26 de setembro de 2025
  175. Bonifield, Stevie (17 de novembro de 2025). «MSNBC's website is now MS.NOW» (em inglês). The Verge. Consultado em 19 de novembro de 2025
  176. Johnson, Ted (17 de fevereiro de 2026). «MS NOW Signs Deal With Crooked Media For Weekly Compilation Show» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 17 de fevereiro de 2026
  177. Johnson, Ted (13 de maio de 2026). «MS NOW Announces Debut Dates, Show Titles For New Lineup» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 14 de maio de 2026
  178. Johnson, Ted (18 de março de 2026). «MS NOW Overhauls Schedule: Alicia Menendez, Stephanie Ruhle Move To Daytime» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 19 de março de 2026
  179. Weprin, Alex (26 de junho de 2026). «MS NOW Shaking Up Weekend Lineup in Shift Toward Podcasts and Partnerships» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 1 de julho de 2026
  180. Battaglio, Stephan (26 de junho de 2026). «MS NOW anchor Alex Witt to exit as network reduces live weekend programming» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 1 de julho de 2026
  181. Joyella, Mark (10 de agosto de 2026). «Peter Alexander Launches New Show, 'State Of Play,' On MS NOW» (em inglês). Forbes
  182. Mwachiro, Mark (3 de agosto de 2026). «MS NOW Completes Schedule Revamp With Peter Alexander's Debut» (em inglês). Adweek
  183. Steinberg, Brian (3 de agosto de 2026). «MS NOW Launches Peter Alexander's 'State of Play' August 10» (em inglês). Variety
  184. Johnson, Ted (3 de agosto de 2026). «MS NOW Sets Debut For Peter Alexander's Weekday Show» (em inglês). Deadline Hollywood
  185. «MS NOW Confirms Peter Alexander Will Join Network» (em inglês). Deadline Hollywood. 30 de março de 2026. Consultado em 30 de março de 2026
  186. «MS NOW will launch direct-to-consumer streaming service ...» (em inglês). Los Angeles Times. 19 de agosto de 2026
  187. Johnson, Ted; Goldsmith, Jill (4 de dezembro de 2025). «New MS NOW Direct-To-Consumer Offering Will Have 24/7 Access To Linear Channel, But Will Not Be "Your Typical Streaming Service"» (em inglês). Deadline Hollywood. Consultado em 5 de dezembro de 2025
  188. Weprin, Alex (4 de dezembro de 2025). «MS NOW to Launch Direct-to-Consumer Offering Next Summer» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 5 de dezembro de 2025
  189. Blake, Aaron (21 de outubro de 2014). «Ranking the media from liberal to conservative, based on their audiences» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 5 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 1 de junho de 2016
  190. Grieco, Elizabeth (1 de abril de 2020). «Americans' main sources for political news vary by party and age» (em inglês). Pew Research Center. Consultado em 3 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  191. Powderly II, Henry E. (9 de julho de 2009). «Blumenthal goes after Cablevision's MSNBC hold» (em inglês). Long Island Business News. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2021
  192. «Verizon lands MSNBC for FiOS» (em inglês). Long Island Business News. 28 de janeiro de 2010
  193. «Verizon to Launch MSNBC on FiOS TV Throughout the New York Metro Area» (em inglês). PR Newswire. 28 de janeiro de 2010
  194. Ariens, Chris (28 de janeiro de 2010). «FiOS TV to Add MSNBC to Lineup» (em inglês). Adweek
  195. «Broadcasting Public Notice CRTC 2004-71» (em inglês). Canadian Radio-television and Telecommunications Commission. 16 de setembro de 2004
  196. «MSNBC to launch on NBCUniversal International Networks Australia and Fetch TV» (em inglês). Fetch TV. 29 de outubro de 2019
  197. Perry, Kevin (4 de abril de 2023). «FOXTEL confirms Wednesday launch date for MSNBC News Channel» (em inglês). TV Blackbox
  198. Knox, David (5 de outubro de 2023). «Binge adds 4K streaming plus news channels» (em inglês). TV Tonight. Consultado em 1 de março de 2025
  199. «BINGE announces global news channels and 4K availability on the platform» (em inglês). Mediaweek. 5 de outubro de 2023. Consultado em 1 de março de 2025
  200. Kara, Merve (22 de dezembro de 2014). «ntvmsnbc.com haber sitesi yenilenen kimliğiyle artık NTV.com.tr'de» (em turco). Webrazzi
  201. Ariens, Chris (15 de novembro de 2007). «MSNBC Expands to South Africa» (em inglês). Adweek
  202. 1 2 3 Steinberg, Jacques (6 de novembro de 2007). «Cable Channel Nods to Ratings and Leans Left» (em inglês). The New York Times. Consultado em 24 de agosto de 2008. Cópia arquivada em 3 de maio de 2022
  203. Barr, Andy (5 de abril de 2011). «MSNBC host coaxes Ron to run» (em inglês). Politico. Cópia arquivada em 8 de abril de 2011
  204. Kornacki, Steve (22 de janeiro de 2011). «Is Olbermann the victim of his own success?» (em inglês). Salon.com. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2013
  205. Krakauer, Steve (10 de janeiro de 2008). «Olbermann Talks Office Politics, Other Politics» (em inglês). Adweek
  206. Kurtz, Howard (8 de setembro de 2008). «MSNBC Drops Olbermann, Matthews as News Anchors» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 30 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2011
  207. «'Countdown with Keith Olbermann' for September 25, 2008» (em inglês). NBC News. 26 de setembro de 2008. Consultado em 3 de junho de 2026
  208. Kevin (16 de novembro de 2009). «Ratigan Apologizes for Photoshopped Palin Photos» (em inglês). Adweek
  209. «MSNBC's new slogan: What doesn't it even mean?» (em inglês). The Week. 6 de outubro de 2010. Consultado em 11 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2010
  210. Stelter, Brian (4 de outubro de 2010). «With Tagline, MSNBC Embraces a Political Identity» (em inglês). The New York Times. Consultado em 11 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2010
  211. Di Fino, Nando (3 de janeiro de 2012). «MSNBC Hosting Lineup For Iowa Caucus Exchanges Neutral Journalism For Partisanship... And Fun» (em inglês). Mediaite. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2012
  212. 1 2 Stelter, Brian (11 de novembro de 2012). «The Anti-Fox Gains Ground» (em inglês). The New York Times. Consultado em 2 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 25 de março de 2014
  213. Bercovici, Jeff (18 de março de 2013). «Pew Study Finds MSNBC the Most Opinionated Cable News Channel By Far» (em inglês). Forbes. Consultado em 17 de julho de 2013. Cópia arquivada em 29 de julho de 2013
  214. Arria, Michael (outubro de 2019). «The Anatomy of MSNBC» (em inglês). Jacobin. Consultado em 23 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 23 de agosto de 2022
  215. Jones, Tom (1 de fevereiro de 2021). «No, Fox News and MSNBC are not the same thing» (em inglês). Poynter Institute for Media Studies. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2021
  216. Shea, Danny (13 de fevereiro de 2008). «Chris Matthews: "I Felt This Thrill Going Up My Leg" As Obama Spoke» (em inglês). HuffPost
  217. «Media Sexism Doomed Hillary's 2008 Bid» (em inglês). U.S. News & World Report. 23 de dezembro de 2011
  218. «MSNBC: Keith Olbermann, Chris Matthews won't anchor politics» (em inglês). New York Daily News. Associated Press. 8 de agosto de 2008
  219. Stelter, Brian (8 de setembro de 2008). «MSNBC Takes Incendiary Hosts From Anchor Seat» (em inglês). The New York Times
  220. «MSNBC Under Fire For New Obama-Like "The Power Of Change" Slogan» (em inglês). HuffPost. 10 de novembro de 2008
  221. Rothstein, Betsy (5 de maio de 2008). «Clinton confidant dismisses MSNBC as no longer fair and balanced» (em inglês). The Hill. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2008
  222. Calderone, Michael (24 de agosto de 2008). «Rendell: Obama coverage was embarrassing» (em inglês). Politico. Consultado em 24 de agosto de 2008. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2008
  223. Chotiner, Isaac (27 de maio de 2008). «Dangerous Liaison» (em inglês). The New Republic
  224. Guthrie, Marisa (25 de janeiro de 2011). «NBC News Hires Former Governor Ed Rendell» (em inglês). The Hollywood Reporter
  225. «The Color of News» (em inglês). Pew Research Center. 29 de outubro de 2008
  226. Stelter, Brian (10 de novembro de 2008). «MSNBC's Tag for Now: 'The Power of Change'» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de novembro de 2008. Cópia arquivada em 17 de abril de 2009
  227. Barrett, Annie (27 de julho de 2009). «Letterman's 'Top Ten Things Overheard at Sarah Palin's Farewell Party'» (em inglês). Entertainment Weekly
  228. Noyes, Rich (9 de janeiro de 2017). «Farewell to a Decade of Media Drooling Over Barack Obama» (em inglês). Media Research Center
  229. «'Rise of the New Right: A Hardball Documentary' for Wednesday, June 16th, 2010» (em inglês). NBC News. 17 de junho de 2010
  230. Montopoli, Brian (17 de junho de 2010). «Tea Party Groups Lash Out at MSNBC Over Special» (em inglês). CBS News. Consultado em 20 de junho de 2010. Cópia arquivada em 20 de junho de 2010
  231. «Coverage of the Candidates by Media Sector and Cable Outlet» (em inglês). Pew Research Center. 1 de novembro de 2012
  232. Pramuk, Jacob (29 de junho de 2017). «Trump lashes out at media again with personal attacks on 'Morning Joe' anchors» (em inglês). CNBC. Consultado em 19 de agosto de 2025
  233. Baragona, Justin (9 de maio de 2025). «Trump rages at 'highly neurotic' MSNBC host over tariffs, claims network committed 'Major Campaign Violation'» (em inglês). Yahoo News. Consultado em 19 de agosto de 2025
  234. Holmes, Martin (18 de agosto de 2025). «Trump Claims That MSNBC Host Nicolle Wallace 'Will Be Fired Soon'» (em inglês). Yahoo News. Consultado em 19 de agosto de 2025
  235. Poniewozik, James. "Watching the Not-Watchdogs". Time, 26 de abril de 2007. Arquivado em 3 de janeiro de 2020.
  236. "Cenk Uygur Leaves MSNBC After Being Told to 'Act Like an Insider'". Democracy Now!, 22 de julho de 2011. Arquivado em 17 de outubro de 2014.
  237. Martel, Frances. "Cenk Uygur Out at MSNBC". Mediaite, 21 de julho de 2011. Arquivado em 17 de setembro de 2018. Acesso em 17 de setembro de 2018.
  238. 1 2 3 Bustillos, Maria. "MSNBC public editor: Who exactly are these people?". Columbia Journalism Review, 15 de novembro de 2019. Arquivado em 15 de novembro de 2019. Acesso em 18 de janeiro de 2021.
  239. Shephard, Alex. "The Problem With MSNBC Isn't That It's Too Liberal". The New Republic, 6 de agosto de 2020. Arquivado em 26 de junho de 2022. Acesso em 18 de janeiro de 2021.
  240. Linkins, Jason. "Noise from Nowhere". The Baffler, n.º 25, 7 de julho de 2014. Arquivado em 25 de agosto de 2022. Acesso em 18 de janeiro de 2021.
  241. Grier, Peter. "Melissa Harris-Perry apologizes for Romney grandchild jokes: Sincere?". The Christian Science Monitor, 31 de dezembro de 2013. Arquivado em 4 de janeiro de 2014. Acesso em 5 de janeiro de 2014.
  242. Day, Patrick. "Melissa Harris-Perry apologizes for Mitt Romney grandchild comments". Los Angeles Times, 31 de dezembro de 2013. Arquivado em 4 de janeiro de 2014. Acesso em 4 de janeiro de 2014.
  243. Windrem, Robert e Ben Popken. "Russia's propaganda machine discovers 2020 Democratic candidate Tulsi Gabbard". NBC News, 2 de fevereiro de 2019. Arquivado em 19 de novembro de 2019. Acesso em 19 de novembro de 2019.
  244. Levine, Jon. "HuffPost Contributor Accuses NBC News Managing Editor of 'Unethical' Call About DNC Debates". TheWrap, 29 de março de 2019. Arquivado em 28 de abril de 2019. Acesso em 7 de maio de 2019.
  245. Pitofsky, Marina. "Yang calls out CNN, MSNBC for leaving him off of fundraising graphics". The Hill, 4 de outubro de 2019. Arquivado em 5 de outubro de 2019. Acesso em 4 de outubro de 2019.
  246. Wulfsohn, Joseph. "Yang campaign rips MSNBC's apology after network snubbed him from polling graphic 'for the 15th time'". Fox News, 18 de novembro de 2019. Arquivado em 18 de novembro de 2019. Acesso em 19 de novembro de 2019.
  247. Dorman, Sam. "Andrew Yang accuses MSNBC of 'hypocrisy' after latest Democratic debate". Fox News, 21 de novembro de 2019. Arquivado em 22 de novembro de 2019. Acesso em 23 de novembro de 2019.
  248. Wulfsohn, Joseph. "Andrew Yang supporters gathered outside MSNBC debate blasting network's treatment of candidate". Fox News, 21 de novembro de 2019. Arquivado em 22 de novembro de 2019. Acesso em 23 de novembro de 2019.
  249. Dorman, Sam. "Andrew Yang won't return to MSNBC until they apologize 'on-air' to his campaign". Fox News, 23 de novembro de 2019. Arquivado em 23 de novembro de 2019. Acesso em 23 de novembro de 2019.
  250. Aleem, Zeeshan. "Sanders is hot in the polls, and still treated like a second-tier candidate". Vice, 20 de dezembro de 2019. Arquivado em 25 de março de 2022. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  251. Savage, Luke. "The Corporate Media's War Against Bernie Sanders Is Very Real". Jacobin, 20 de novembro de 2019. Arquivado em 7 de julho de 2022.
  252. Chang, Clio. "The media can take Bernie Sanders a little seriously, as a treat". Esquire, 20 de dezembro de 2019. Arquivado em 24 de dezembro de 2019. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  253. Concha, Joe. "Chris Matthews expresses worries: Democrats 'need to find' candidate who can beat Trump". The Hill, 3 de fevereiro de 2020. Arquivado em 3 de fevereiro de 2020. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  254. Woodward, Alex. "MSNBC host Chris Matthews gets emotional and says he's 'not happy' with any of the Democratic candidates". The Independent, 3 de fevereiro de 2020. Arquivado em 4 de fevereiro de 2020. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  255. Perrett, Connor. "When discussing a possible Bernie Sanders presidency, MSNBC's Chris Matthews ranted about hypothetical executions in Central Park under Castro". Business Insider, 8 de fevereiro de 2020. Arquivado em 25 de abril de 2020. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  256. Graham, David A. "Bernie Sanders is winning because he's popular". The Atlantic, 12 de fevereiro de 2020. Arquivado em 13 de fevereiro de 2020. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  257. Sommer, Allison Kaplan. "'Meet the Press' host rapped for comparing Sanders supporters to Nazi 'brownshirts'". Haaretz, 11 de fevereiro de 2020. Arquivado em 26 de setembro de 2022. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  258. Johnson, Jake. "MSNBC's Chuck Todd under fire for reciting quote comparing Sanders supporters to Nazis". Salon, 12 de fevereiro de 2020. Arquivado em 12 de fevereiro de 2020. Acesso em 14 de fevereiro de 2020.
  259. Arciga, Julia. "Chris Matthews Likens Bernie's Strong Nevada Showing to France Falling to Nazi Germany in WWII". The Daily Beast, 22 de fevereiro de 2020. Arquivado em 18 de julho de 2022. Acesso em 22 de fevereiro de 2020.
  260. Grynbaum, Michael. "Chris Matthews Apologizes to Bernie Sanders for Remarks on Nevada Win; An on-air comparison to Nazis angered Sanders aides, who privately complained to executives at MSNBC". The New York Times, 24 de fevereiro de 2020. Arquivado em 25 de fevereiro de 2020. Acesso em 24 de fevereiro de 2020.
  261. Baragona, Justin e Maxwell Tani. "MSNBC Benches Contributor Who Smeared Bernie Sanders Staffers". The Daily Beast, 26 de fevereiro de 2020. Arquivado em 26 de julho de 2022. Acesso em 16 de janeiro de 2021.
  262. Baragona, Justin. "Jason Johnson Returns to MSNBC After Months-Long Benching for Smearing Bernie Sanders Staffers". The Daily Beast, 15 de julho de 2020. Arquivado em 21 de junho de 2022. Acesso em 16 de janeiro de 2021.
  263. "NBC News Reporter Blames U.S. For Not Recognizing Hamas And Not 'Reining In' Israel". Mediaite, 20 de novembro de 2012.
  264. "MSNBC's Ayman Mohyeldin Corrected On-Air After Suggesting Dead Palestinian Terrorist Wasn't Armed". Mediaite, 15 de outubro de 2015.
  265. Tani, Max. "Inside MSNBC's Middle East conflict". Semafor, 13 de outubro de 2023. Acesso em 15 de outubro de 2023.
  266. Lowry, Brian. "Savage gets the boot after on-air anti-gay outburst". Los Angeles Times, 8 de julho de 2003, p. E1. Arquivado em 29 de setembro de 2020.
  267. "MSNBC drops simulcast of Don Imus show". Today, 11 de abril de 2007. Arquivado em 14 de janeiro de 2021.
  268. Schechner, Sam. "MSNBC Suspends 'Morning Joe' Host Scarborough for Political Donations". The Wall Street Journal, 19 de novembro de 2010.
  269. Aujla, Simmi. "Keith Olbermann suspended after donating to Democrats". Politico, 5 de novembro de 2010. Arquivado em 6 de novembro de 2010.
  270. Dolak, Kevin e Russell Goldman. "Olbermann to Be Back on the Air Tuesday". ABC News, 7 de novembro de 2010. Arquivado em 18 de janeiro de 2012. Acesso em 5 de novembro de 2011.
  271. Adams, Richard. "Keith Olbermann dropped by NBC". The Guardian, 22 de janeiro de 2011.
  272. "Critics see Comcast's hand in Olbermann departure from MSNBC". The Hill, 22 de janeiro de 2011.
  273. "Olbermann Fired Because of Comcast via TMZ - Stance on Net Neutrality To Blame?". Daily Kos, 21 de janeiro de 2011.
  274. "Olbermann and MSNBC: a failing relationship". Fox News, Associated Press, 22 de janeiro de 2011.
  275. Carter, Bill. "Olbermann Relaunches 'Countdown' On Current TV". The New York Times, 26 de abril de 2011.
  276. Christopher, Tommy. "Martin Bashir Resigns From MSNBC". Mediaite, 4 de dezembro de 2013. Arquivado em 19 de fevereiro de 2014.
  277. Williams, Rob. "Martin Bashir says Sarah Palin is an 'idiot' and suggests someone". The Independent, 18 de novembro de 2013. Arquivado em 6 de outubro de 2017. Acesso em 26 de setembro de 2022.
  278. Millstein, Seth. "MSNBC's Martin Bashir Resigns Over Sarah Palin Slavery Comments". Bustle, 4 de dezembro de 2013. Arquivado em 8 de julho de 2017. Acesso em 25 de agosto de 2017.
  279. "Alec Baldwin Ends MSNBC Show Amid Controversy Over Anti-Gay Slur". Variety, 26 de novembro de 2013.
  280. "MSNBC Celebrates Cinco De Mayo In Worst Possible Way". HuffPost, 6 de maio de 2014.
  281. Gold, Hadas. "MSNBC apologizes for 'ill-advised' Cinco de Mayo segment". Politico, 6 de maio de 2014.
  282. 1 2 "MSNBC Anchor Denies Saying Slur During Kobe Bryant Clip". HuffPost, 26 de janeiro de 2020.
  283. Cruse, Ellena. "MSNBC anchor Alison Morris denies using racial slur after mispronouncing Kobe Bryant's team 'Lakers'". Evening Standard, 27 de janeiro de 2020. Arquivado em 27 de janeiro de 2020.
  284. "MSNBC Anchor Denies Using Racial Slur During Kobe Bryant Reporting". Essence, 6 de dezembro de 2020.
  285. Toone, Stephanie. "To many, it sounded like MSNBC reporter covering tragic Kobe Bryant helicopter crash used racial slur". The Atlanta Journal-Constitution.
  286. Heldman, Breanne. "MSNBC's Alison Morris Denies Using Racial Slur During Kobe Bryant Segment, Claims She Said 'Nakers'". Yahoo Entertainment, via People, 27 de janeiro de 2020.
  287. Mahbubani, Rhea. "News outlets like the Washington Post, BBC and MSNBC drew anger for their coverage of NBA star Kobe Bryant's death". Business Insider, 27 de janeiro de 2020.
  288. "MSNBC names Jackie Alemany new co-host of 'The Weekend' with Eugene Daniels and Jonathan Capehart". Barrett Media, 4 de março de 2025.
  289. Manfredi, Lucas. "Ana Cabrera joins MSNBC to anchor morning news hour after CNN exit". The Wrap, 5 de abril de 2023.
  290. Burch, Sean. "MSNBC taps Antonia Hylton, Elise Jordan to co-host 'The Weekend: Primetime'". TheWrap, 1 de abril de 2025.
  291. Kurtz, Judy. "Chris Jansing pledges 'the straight story' with new MSNBC anchor gig". The Hill, 25 de maio de 2022.
  292. "MSNBC adds Antonia Hylton, Elise Jordan to cast of primetime edition of 'The Weekend'". Barrett Media, 1 de abril de 2025.
  293. Allen, Mike. "Scoop: Jonathan Lemire to be named a 'Morning Joe' co-host". Axios, 30 de outubro de 2024.
  294. Steinberg, Brian. "MSNBC to launch 'The Beat with Ari Melber' on Monday". Variety, 21 de julho de 2017.
  295. Benveniste, Alexis. "How MSNBC's Alicia Menendez gets it done". The Cut, 28 de abril de 2025.
  296. Steinberg, Brian. "MSNBC's new weekend primetime quartet has already started a conversation". Variety, 3 de abril de 2025.
  297. O'Toole, Scarlett. "Jen Psaki promoted to primetime in MSNBC shakeup slot". Daily Mirror, 25 de fevereiro de 2025.
  298. Joyella, Mark. "Catherine Rampell joins MSNBC as co-host of 'The Weekend'". Forbes, 11 de março de 2025.
  299. Li, David K. "Stephanie Ruhle set to take 'The 11th Hour' slot, while Morning Joe is expanding". NBC News.
  300. Korach, Natalie. "The hosts of MSNBC's 'The Weeknight' say they'll cover they'll cover Trump 2.0 'without fear, without favor'". Vanity Fair, 23 de abril de 2025.
  301. Cassie, Ron. "Former Lt. Gov. Michael Steele talks politics and new MSNBC show". Baltimore, 5 de maio de 2025.
  302. "MSNBC names Ali Vitali new host of 'Way Too Early'". Barrett Media, 13 de dezembro de 2024.
  303. Johnson, Ted. "MSNBC rebrands Daytime 'Live' shows with 'Reports' title". Deadline Hollywood, 29 de março de 2021.
  304. Johnson, Ted. "Ken Dilanian to serve as MSNBC's Justice Correspondent and Erielle Reshef to join network as national correspondent". Deadline Hollywood, 27 de maio de 2025.
  305. Johnson, Ted. "Vaughn Hillyard to join MSNBC in advance of split from Comcast". Deadline Hollywood, 1 de julho de 2025.
  306. Steinberg, Brian. "David Rohde Will Jump to MSNBC From NBC News". Variety, 20 de outubro de 2025. Acesso em 20 de outubro de 2025.
  307. Weprin, Alex. "Jacob Soboroff leaves NBC News to join MSNBC as correspondent". The Hollywood Reporter, 4 de agosto de 2025.
  308. Mwachiro, Mark. "Brandy Zadrozny joins MSNBC as senior enterprise reporter". Adweek, 2 de julho de 2025.

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre MS NOW