Mairi

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Mairi
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Mairi
Bandeira
Brasão de armas de Mairi
Brasão de armas
Hino
Gentílico mairiense
Localização
Localização de Mairi na Bahia
Localização de Mairi na Bahia
Mapa de Mairi
Coordenadas 11° 42' 39" S 40° 08' 56" O
País Brasil
Unidade federativa Bahia
Municípios limítrofes Várzea da Roça, Serrolândia, Várzea do Poço, Mundo Novo, Baixa Grande, Pintadas e Capela do Alto Alegre
Distância até a capital 226 km
História
Fundação 5 de agosto de 1897 (124 anos)
Administração
Prefeito(a) José Bonifácio Pereira da Silva[1] (PT, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [2] 905,851 km²
População total (IBGE/2010[3]) 19 335 hab.
Densidade 21,3 hab./km²
Clima Não disponível
Altitude 441 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[4]) 0,572 baixo
PIB (IBGE/2008[5]) R$ 56 653,783 mil
PIB per capita (IBGE/2008[5]) R$ 2 868,26
Sítio mairi.ba.gov.br (Prefeitura)

Mairi é um município brasileiro do estado da Bahia. Localizado entre as cidades de Várzea da Roça e Baixa Grande,[6] na Mesorregião do Centro-Norte Baiano e na Microrregião de Itaberaba. Sua estimativa populacional em 2019 segundo o IBGE, era de 18.676 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1591 a bandeira de Gabriel Soares de Sousa, partiu do rio Jaguaripe para Jacobina, em busca de minas de ouro e de prata. Em 10 de abril de 1655 grande sesmaria concedida a João Peixoto Vieiras pelo Governador D. Jerônimo de Ataíde (6º), Conde. de Atouguia (1654-1657), entre os rios Paraguaçu e Jacuípe até suas nascentes. Em 1795, Foi construída a capela da Santa Cruz, por monges liderados por Frei Apolônio de Todi e os moradores. Em 1808 Saturnino Gomes de Oliveira registra a fazenda Santa Rosa de onde se originou a cidade de Mairi. Em 1822, o segundo proprietário da fazenda Santa Rosa, mudado o nome para Monte Alegre, faz doação de cem braças quadradas para edificação da capela sob a invocação de Nossa Senhora das Dores.

Anos mais tarde, em 1838 a Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre, criada pela Lei Provincial nº 67, de 1 de junho. Em 1857 a Vila de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre, erecta em 31 de dezembro pela Lei Provincial nº 669. Em 1889, a Câmara de Vereadores adere ao regimento republicano em sessão de 30 de novembro, dois anos mais tarde, em 1893 a Instalação da Intendência e Conselho Municipais, em sessão de 7 de janeiro. Em 1897 a vila de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre é elevada à categoria de cidade, em 5 de agosto, pela Lei Estadual nº 196.

Em 1924, a Fundação da Sociedade Lítero-recreativa 7 de setembro, por iniciativa do juiz Álvaro Olympio Pinto de Azevedo, em julho. Dois anos mais tarde, em 26 de junho de 1926 os revoltosos da coluna Prestes invadem a cidade. Em 1937, é lançado a primeira pedra, em 12 de novembro, da torre da Igreja Matriz. O Primeiro serviço de luz elétrica instalado foi instalado em 2 de outubro de 1949.

Em 1956, o Ginásio de Monte Alegre é fundado pelo Dr. José Vieira da Silva. Em 14 de novembro de 1959, é criada a Diocese de Ruy Barbosa, pela bula Mater Eclesiae, pelo Papa João XXIII. Em 30 de dezembro de 1960, é fundada a Rodovia ligando Mairi a Baixa Grande. Em 1970, é Inauguração do Hospital Municipal Nossa senhora das Dores. Em 1971, é criada a Energia hidrelétrica de Paulo Afonso, pela Companhia de Energia hidroelétrica de São Francisco (CHESF). Instalação do serviço telefônico em convênio com a telecomunicação da Bahia S/A: Telebahia. Hoje Telemar. Em 1982 foi inaugurado o serviço de abastecimento de água canalizada à cidade a encargo da Empresa Baiana de Água e Saneamento S/A: Embasa.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Topografia[editar | editar código-fonte]

O município de Mairi (do tupi mair= francês; Mairi = povoação de franceses. Semelhanternente a mariquiquiig = naufrágio de franceses. Naufrágio acontecido ao largo da costa do Rio Vermelho, bairro de Salvador, daí o Largo da Mariquita, corruptela dessa expressão indígena) localiza-se na microrregião homogênea 11 - Itaberaba-, composta por doze comunas (Baixa Grande, Boa Vista do Tupim, Iaçu, Ibiquera, Itaberaba, Lajedinho, Macajuba, Mairi, Mundo Novo, Rui Barbosa, Tapiramutá e Várzea da Roça), e na região econômica 7 - Paraguaçu -, formada esta por quarenta e dois municípios, correspondendo a 6% da área do estado da Bahia, ainda incluído no polígono das secas (área delimitada pela Lei nº 1 348, de 1951), fazendo parte da Bacia Hidrográfica do Rio Paraguaçu e, também da Bacia do rio Jacuípe. De forma botânica de caatinga em maior extensão (caatinga é vocábulo de origem tupi, significando mato branco), de vertentes-esplanadas, maci- ços de morros e de oiteiros com tabuleiros interioranos. Pastagens de capim, onde se desenvolve a pecuária extensiva. O potencial agroclimático do município é de grau regular, com aptidão para as culturas de algodão arbóreo, fumo e sisal (agave): mandioca, batata-doce, feijão, banana e laranja. Limites Municipais O município de Mairi limita-se a oeste com municipalidade de Mundo Novo, ao sul com Baixa Grande, leste com Pintadas e Capela do Alto Alegre e ao norte, Várzea da Roça e Varzea do Poço, com as fronteiras: Mundo Novo - começa na Foz do Riacho do Ouro no Rio Jacuípe, seguindo, em reta, até a localidade Canabrava, na margem do riacho deste nome: Baixa Grande - da localidade Canabrava, na margem do riacho de mesma denominação, daí, em reta, até o marco da localidade Cruzei- ro, seguindo, em reta até o marco no lugar Congonha e daí ainda em reta, até a Foz do Riacho Barão do Rio Cairu, seguindo em reta até o lugar Coração de Jesus, na margem do Rio do Peixe; Capela do Alto Alegre - no marco do lugar Coração de Jesus, na margem do rio do Peixe, sobe por este até o cruzamento da estrada vicinal, que parte de Mairi em direção de Capela do Alto alegre, com rio do Peixe.

Várzea da Roça - limite provisório sujeito à alteração; Varzea do Poço - da Foz do Riacho do Morro, até a foz do Riacho do Ouro, ambos do Rio Jacuípe, que tomamos como ponto de partida.

Clima[editar | editar código-fonte]

O tipo climático do Município é o semi-árido e seco, subtropical e ameno, com perene estiagens e períodos chuvosos, variado entre abril a junho e novembro a janeiro. A precipitação média anual varia entre 600mm a 800mm e a temperatura média é de 23º 6 C (graus centígrados).

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O rio principal é o Jacuípe, que pelo seu talvegue é marco fronteira norte com o município de Serrolândia, e é parte da Bacia Hidrográfica do Paraguaçu. Zona natural homogênea da Sacia do Itapicuru, com patamares do médio Paraguaçu. Possui alguns riachos que afluem para a direita do Rio Jacuípe e outros que derivam para o sul, a exemplo dos riachos Congonhas e Palácio, e os rios Paulista, Imbe e Cairu, este último tem a sua nascente no próprio município. Existem numerosas lagoas rasas e extensas, todas periódicas, isto é, que secam nas estiagens prolongadas: Comprida, do Casquilho, das Duas Irmãs, da Macambira e do Jacaré, além de outras. Ainda o Açude Angico.

Orografia[editar | editar código-fonte]

A topografia é montanhosa, pela presença de ramificações da Serra Preta, e a sua principal elevação é a Montanha Santa Cruz, onde existe uma capela.

Recursos Naturais[editar | editar código-fonte]

A fauna reúne variadas espécies de aves e animais outros silvestres, como sejam, entre muitos, aracuã, codorniz, galinhola, inhambu, juriti, marreco, perdiz, pomba de seca, seriema e zabelê; cágado, camaleão, caititu, cotia, jaguatirica, mico, paca, raposa, tamanduá, tatu, teiú e veado. A flora apresenta pequena reserva de madeira de lei e abundância de madeira de lenha, como ainda plantas alimentícias, aromáticas e medicinais e muito ouricurizeiro. No campo geológico há os granitos. Pré-Cambriano indiferenciado. Complexos de rochas granulíticas, com a inclusão de metatexitos, usados em geral para construções. Depósitos eluvionares e coluvionares, biolita, granitos e sienito.

Política[editar | editar código-fonte]

Política administrativa[editar | editar código-fonte]

O arraial e distrito de paz da freguesia de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre foram elevados à categoria de vila e termo da comarca de Feira de Sant'Ana e constituídos pelas freguesias da vila da Conceição do Gavião, desmembrada da vila de Sant'Ana de Camisão (hoje, Ipirá), e a de Nossa Senhora da Conceição de Mundo Novo, desmembrada da vila de Santo Antônio de Jacobina, por sanção do ato oficial do exmo. Sr. Presidente da Província da Bahia, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, por intermédio da Lei Provincial nº 669 de 31 de dezembro do ano de 1857.

Intendentes e Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Intendentes
  • Tenente-coronel Manuel Alves Belas - (7 de Janeiro de 1899/18 de Novembro de 1901)
  • Nicolau Farani da Silva - (1 de Janeiro de 1902/1903)
  • Dr. José Fernando de Barros - (1 de Janeiro de 1904/12 de Março de 1906)
  • Olegário de Lima Mascarenhas - (17 de Junho de 1906/1907)
  • Alexandre Ferreira Moreira - (1 de Janeiro de 1908/16 de Junho de 1912)
  • José Farani da Silva - (17 de Junho de 1912/1915)
  • Coronel José Farani da Silva - (1 de Janeiro de 1916/julho-1917)
  • Ten-cel. Olegário de Lima Mascarenhas - (Agosto/dezembro-1917)
  • Coronel Alexandre Ferreira Moreira - (1 de Janeiro de 1918/...)
  • Major Nilo da Rocha Rios - (1923)
  • Patrício Francelino da Silva - (1926)
Prefeitos
  • Major Nilo da Rocha Rios - (1930)
  • Hermes Cohim Moreira - (1930)
  • Médico Benedito Antônio Pereira - (1938)
  • Patrício Francelino da Silva - (1940)
  • Oldaque de Lima Mascarenhas - (1945)
  • Reinério de Souza Rocha - (1945/1947)
  • Abelardo Cohim Moreira - (17 de Janeiro de 1948/abril-1951)
  • Médico Manuel Soares Neto - (1951/abril-1955)
  • Alfredo dos Reis Navarro - (7 de Abril de 1955/abril-1959)
  • Carlos de Oliveira Nunes - (7 de Abril de 1959/abril-1963)
  • Carlos Raimundo de Almeida Moreira - (7 de Abril de 1963/abril-1967)
  • Carlos de Oliveira Nunes - (7 de Abril de 1967/janeiro-1971)
  • Raimundo Augusto dos Santos - 1972 e 1973
  • Carlos de Oliveira Nunes - 1974 - 1976
  • Raimundo Augusto dos Santos - (1977/1982)
  • Deraldo Cedraz Carneiro - (1983/1988)
  • Raimundo Augusto dos Santos - (1989/1992)
  • Deraldo Cedraz Carneiro - (1993/1996)
  • Ramon Gonzalez Miranda - (1 de Janeiro de 1997/2000)
  • Raimundo de Almeida Carvalho - (1 de Janeiro de 2001/2008)
  • Antônio Cedraz Carneiro - (2009/2012)
  • Raimundo de Almeida Carvalho - (1 de Janeiro de 2013/2016)
  • José Bonifácio Pereira da Silva - (1 de Janeiro de 2013/2020)

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia do município de Mairi move-se, principalmente, em torno da atividade agropecuária e da prestação de serviços.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

O setor agrícola do Município continua vinculado às características da agricultura tradicional. Assim, o pequeno agricultor rural dedica-se, em grande parte, quase exclusivamente, à economia de subsistência, o que significa dizer, ao cultivo de gêneros alimentícios; feijão e milho associados e mandioca. A cultura mais importante é a mandioca e o produto principal do ramo de transformação, a farinha e derivados. No passado produziu-se algodão, fumo, milho, feijão, batata-doce, aipim, banana, café, laranja e sisal. Nos dias correntes a produção agrícola resume-se em mandioca, milho, feijão, mamona e sisal.

Mais da metade da população do Município encontra-se na zona rural (66,3%), e está ocupada na atividade agropecuária. Incluímos nesse total os moradores de povoados. Com sede ou escritório funcionam na cidade o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mairi, fundado em 14 de agosto de 1971 e reconhecido pelo Ministério do Trabalho, em 15 de agosto de 1974: a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola - FBDA, da Secretaria de Agricultura; Fundação de Agricultura do estado da Bahia - FAEB, onde funciona o Sindicato dos Produtores Rurais de Mairi, juntamente com o Sindicato Patronal, em sede inaugurada em 7 de novembro de 1995. No ano de 1995, estavam cadastradas 990 propriedades rurais.

Pecuária[editar | editar código-fonte]

É o tipo de atividade mais difundida na região. O gado, em particular, bovino figura como elemento principal na combinação agrária de Mairi, ou seja, gado-pequena lavoura. A pecuária bovina é mista na produção de carne e leite, sendo o ramo de corte o maior suporte da economia rural, despontando, timidamente, a avicultura industrial (frango de corte e ovos). Os rebanhos são considerados nessa ordem pelo número de cabeças: bovinos, eqüinos, suínos, ovinos e aves.

Indústria[editar | editar código-fonte]

Na produção extrativa vegetal citam-se lenha, carvão e madeiras para fins diversos.

Na produção extrativa animal, peles e couros curtidos, carne e leite de gado bovino, carne e ovos de galinha.

Na indústria de transformação, os principais destaques são os derivados da mandioca, a farinha de guerra ou de mandioca, beiju, goma, puba e tapioca; manteiga, requeijão, rapadura, doces e café em pó; panificadores e fábricas de móveis, bebidas e têxteis; serrarias e serralherias; artesanato de palha de ouricuri (aios, chapéus, esteiras, peneiras ou urupemas e vassouras).

Comércio[editar | editar código-fonte]

O município de Mairi exporta seus produtos agrícolas para as praças de Feira de Santana, Salvador, São Paulo e a do Rio de Janeiro. Em 1985 havia 90 estabelecimentos comerciais: varejistas e atacadistas. Em 18 de novembro de 1995, foi fundada a Câmara de Diretores Lojistas de Mairi.

A rede bancária é constituída pelo Banco do Brasil S/ A, com prédio próprio e funcionando desde 1976 e pelo recém inaugurado Banco Bradesco. A Caixa Econômica Federal esteve em atividade por mais de dez anos, fechando no ano de 1994. Antes as operações bancárias eram realizadas em Mundo Novo.

Vida social e outros aspectos[editar | editar código-fonte]

O município de Mairi possui uma extensão territorial absoluta de 494 km² e relativa de 0,09% (em confronto com a área do estado da Bahia, que é de 561.026 km²).

O Município faz parte da 17ª Região Administrativa do estado - Mundo Novo. Estão aqui implantados alguns órgãos e corporações: Destacamento de Polícia Militar - 11,1 Batalhão de Polícia Militar/ Itaberaba; Quinta Companhia - 11º BPM/It. 5ª. Cia.; Delegacia de Polícia do Interior - DEPIN; Oitava Divisão Regional de Polícia do lnterior/Ipirá - 8ª DIRPIN/Ip; Posto de Identificação- Carteira de Trabalho - Cadastro de Pessoas Físicas - CPF; Junta de Serviço Militar.

Festas Populares[editar | editar código-fonte]

Das festas católicas, a principal é a da padroeira local, Nossa Senhora das Dores, celebrada a 15 de setembro, com novena, missa solene, pregação sacra e procissão por algumas ruas, nada obstante realizada com rito diferente na forma das novas diretrizes da Igreja Católica, conservando, porém, a parte profana, com a alvorada de foguetes, tocatas, lavagem do adro, e em torno da Praça, barracas com bebidas e comidas, leilões, jogos e muita música, sendo que nos últimos anos, o cortejo passou a ser integrado por cavaleiros de ambos os sexos, bem trajados, em montarias ajaezadas, que dão um colorido mais alegre à festa.

A Semana Santa com as belas cerimônias do seu rito, quando a demonstração de fé se torna evidente na população.

O São João típico e animado e que até a década de 1960 era o mais afamado da região, com quatro dias de folia, quando se promovia a eleição da "Rainha da Cidade", no último dos quais se realizava o "Baile da Saudade". Havia fogueiras diante das residências, muitos fogos e mesas lautas, danças nos dois clubes sociais, além de armazéns. Com o advento da música afro-baiana e sua eletrificação, a festa passou a ser realizada nas ruas e praças públicas, com a sua consequente descaracterização, nada obstante mais popular e democrática.

O Carnaval é realizado apenas com bailes nos clubes sociais. Os festejos natalinos, com muita alegria, na recepção dos rnairienses que voltam a penates e se confraternizam. Houve tempo era hábito da população fazer romarias à Capela da Santa Cruz do Monte Alegre, ao som de hinos religiosos e preces por ocasião das estiagens prolongadas, algumas vezes fazendo trocas de imagens de santos.

Referências

  1. «Candidatos a vereador Mairi-BA». Estadão. Consultado em 14 de maio de 2021 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 16 de agosto de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. «Google Maps». Google Maps. Consultado em 17 de dezembro de 2016