Maksoud Plaza

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Maksoud Plaza
Fachada do Hotel
Informações
Inauguração 1979
Arquiteto Paulo Lucio de Brito[1]
Gestor Henry Maksoud Neto
Restaurantes Frank Bar e 150 Maksoud
Quartos 416
Estacionamento 150 veículos, 4 ônibus e 1 heliponto
http://www.maksoud.com.br

Maksoud Plaza é um hotel tradicional da cidade de São Paulo. Está localizado na Rua São Carlos do Pinhal, n° 424, a uma quadra da Avenida Paulista. Está entre os hotéis mais emblemáticos do Brasil, tendo recebido vários governantes e celebridades do mundo inteiro.

Lá aconteceram espetáculos de Frank Sinatra e um grande número de eventos com celebridades mundiais como Michel Legrand, George Shearing, Joe Willians, Billie Eckstine, Julio Iglesias, Sammy Davis Jr., Alberta Hunter, Bobby Short, Buddy Guy, entre outros.

O hotel hospedou personalidades da diplomacia, como os príncipes de Mônaco Ranier III e Albert II, Primeira Ministra da Inglaterra Margareth Tatcher[2], e personalidades do mundo artístico: Mick Jagger, David Bowie, Ray Charles, Diana Ross, Zubin Mehta, dentre tantos outros.

Em 2014, com o falecimento do fundador, Henry Maksoud, o seu neto, Henry Maksoud Neto, assume a gestão do hotel, tornando-se presidente da empresa.[3][4]

A partir de 2014, o hotel começa um processo de modernização mais intenso, e em 2019 implantou uma recepção digital, entre outras inovações.[5]

História[editar | editar código-fonte]

O Maksoud Plaza foi construído na rua São Carlos do Pinhal, onde antes era a Abadia de Santa Maria, primeiro mosteiro beneditino feminino das Américas, que funcionou até meados da década de 1970. Nesse momento, o mosteiro foi transferido para a região do Mandaqui. A rápida urbanização da região fez com que a vida contemplativa e de clausura se tornasse inviável na Abadia, e propostas de compra da área foram feitas, por exemplo, pela família Matarazzo. Atualmente, a Abadia Santa Maria fica na Serra da Cantareira e as monjas ainda possuem relação com o hotel. Elas fazem produção artesanal de bombons de chocolates, recheados de raspas de laranjas cultivadas por elas mesmo, além de outros sabores, que são oferecidos aos hóspedes do hotel. [6] [7]

Surgida a possibilidade de desapropriação pública do local, um grupo de banqueiros comprou e revendeu dois terços do terreno à Construtora Indi e um terço à Hidroservice S.A, de Henry Maksoud. No terço da Hidroservice, onde ficava a estrutura do mosteiro, o prédio foi demolido e, no espaço, foi levantado o Maksoud Plaza.[8]

Desde antes sua inauguração, o Maksoud Plaza prometia, como hotel, ser uma grande novidade. Em julho de 1979, em um anúncio de vagas de emprego, veiculado no Estado de S. Paulo, o Maksoud é descrito como "planejado e executado para ser um dos melhores do mundo".[9]

A inauguração do Maksoud é o início de uma terceira geração hoteleira na cidade de São Paulo, antecedido pelo Othon Palace e o Hilton. Segundo uma nota na Folha de S. Paulo, de janeiro de 1980, o Maksoud foi inaugurado com 416 apartamentos, após uma construção que durou 18 meses em um investimento de 40 milhões de dólares. A proposta do hotel era suprir a falta de acomodações de luxo em São Paulo.[10] Em seu primeiro ano de funcionamento, o Maksoud coloca-se como um novo cartão de visita da cidade de São Paulo, explicitando o objetivo de valorizar o polo cultural e econômico que a cidade representa, exportando o know-how brasileiro e importando elementos culturais sofisticados do exterior. Em uma publicidade do hotel no Estado de S. Paulo, que vangloriza a vinda de Frank Sinatra ao país, o Maksoud é descrito como "feito de capital privado e totalmente nacional numa época em que muitos temem pelo futuro".[11]

Em agosto de 1981, antes da estadia de Frank Sinatra no hotel, foi aberto o 150 Night Club, um bar e casa de jazz, proposto para ser um ambiente sofisticado e moderno.[12]

Em 2011, o prédio onde está o Maksoud Plaza foi arrematado por R$ 70 milhões pelos empresários Fernando Simões e Jussara Elaine Simões, o leilão foi realizado por contas de dívidas trabalhistas da Hidroservice, do mesmo grupo. O Maksoud recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho, alegando ter quitado todas as dívidas anteriormente. [13] Em nota, a direção do Maksoud afirmou que não haveria mudanças na administração e que “as medidas judiciais cabíveis [para suspender a venda] vêm sendo tomadas, valendo ressaltar que todos os encargos trabalhistas sempre foram honrados". [14]

Com o falecimento de Henry Maksoud em 2014, Henry Maksoud Neto assume a presidência do Hotel, que nesse mesmo ano inaugura o PanAm, bar sob o heliponto do prédio, e a reformulação do bar do lobby, que deu lugar ao Frank Bar.[15]

Arquitetura e decoração[editar | editar código-fonte]

O prédio do Maksoud Plaza foi construído em terreno de 8.700m², tem 45.000m² de área construída e 416 apartamentos, de acordo com Paulo Lucio de Brito, que arquitetou o hotel. É atribuído ao atrium do edifício uma marca do lugar, com um jardim suspenso, fonte de espelho d'água e iluminação natural.[16] Em 2009, a fachada do hotel é revitalizada, com a aplicação de placas, revestidas por um desenho colorido e abstrato, em diversos tons, que, segundo Henry Maksoud, é o “efeito Pollock”, em referência ao artista Jackson Pollock. [17]

Desde a inauguração, o hotel tem em sua decoração, considerada luxuosa, peças de artistas brasileiros (ou descendentes) notáveis. Uma estrutura de Yutaka Toyota foi colocada no Hall e obras de Maria Bonomi, Aldemir Martins, Volpi, Marysia Portinari, Tomie Ohtake e Emanoel Araújo decoram ou já decoraram o interior do prédio.[10]

O Maksoud Plaza possui um quarto com 9 cômodos, que propõe uma experiência multisensorial, com sons, aromas e elementos surpresas em um espaço não convencional. O quarto possui 126 metros quadrados e fica no 21º andar. Assinada pelo artista plástico Felipe Morozini, a Suíte Dreams 2117 brinca com signos contemporâneos. Para o artista essa suíte é uma obra que discute a memória afetiva e a reflexão sobre as coisas que recebem um significado mais transcedental do que de coisas.[18]

Maria Bonomi[editar | editar código-fonte]

Em 1979, Maria Bonomi finaliza dois painéis para o saguão do Maksoud Plaza.[19] A obra foi chamada de Arrozal de Benguet: Paisagem e Memória. Nos murais de concreto, Bonomi reproduz as formas dos arrozais filipinos com sulcos de madeira. Um deles representa a própria paisagem enquanto o outro a memória da "experiência dos sulcos" do primeiro painel. A obra se inclui no que Maria Bonomi chama, na tese Arte Pública - sistema Expressivo/Anterioridade, de arte pública inserida. Ou seja, arte criada e idealizada junto da construção de uma obra civil, com função estrutural e estética.[20]

Yutaka Toyota[editar | editar código-fonte]

O artista utiliza-se de materiais concretos e tangíveis como madeira, aço e tinta para fazer suas esculturas, além de ter a tecnologia como aliada em sua criação. Dentre as técnicas que utiliza, está a criação da ilusão de ótica. Sua obra é repleta de paradoxos e junta a dureza ao macio, a espontaneidade à reflexão, o volume à leveza, a geometria estável ao equilíbrio instável. O brasileiro Yutaka Toyota desenvolveu diversas obras para o hotel, incluindo uma escultura,“Espaço Sideral”, em alumínio, de 40 metros de altura, para o atrium do Maksoud Plaza, que desce do teto ao chafariz.[21]

Diego Ortega[editar | editar código-fonte]

Nasceu em Valência, Espanha, em 1937, estudou desenho e Arquitetura em Tânger, Marrocos, mas viveu durante a infância e a adolescência em Málaga, Espanha, e em Marselha, França. Mudou-se para o Brasil em 1957, onde iniciou-se na arte, estudando pintores como Elmer Golner e Friole Janeth, Ernesto Chevalier. Ele é responsável por Reflexos Art Gallery, Hotel Maksoud Plaza. [22] Além disso, fez auma Escultura de bronze, que fica na fonte do lobby, “A Bailarina”, sendo a própria filha do autor a modelo da obra prima.[23]

Música[editar | editar código-fonte]

O hotel hospedou personalidades do mundo da música, promovendo inúmeros shows, de diversos artistas, no 150 Night Club.

Frank Sinatra[editar | editar código-fonte]

Frank Sinatra chega ao país e se hospeda no Maksoud Plaza no dia 12 de agosto de 1981. O cantor fez, no hotel, quatro shows para um total de 2.600 pessoas, com ingressos vendidos a 62 mil cruzeiros.[24] A vinda de Sinatra ilustra a tentativa dos Maksoud de evidenciar São Paulo aos estrangeiros e torná-la um polo cultural e econômico. Para o Estado de S. Paulo, Roberto Maksoud disse que "O fundamental é que os estrangeiros saibam que existe São Paulo e que ela tem muitas coisas. Os únicos que já ouviram falar nela são os homens de negócios. Mas os turistas, um mercado importante, conhecem apenas o Rio e Brasília. Assim, não adianta termos um excelente hotel se não temos uma cidade. Esse é o ponto principal." É com a vinda de Sinatra, segundo Roberto, que a cidade passa a ser relacionada com o hotel: "quando trazemos um Frank Sinatra é para nos tornarmos conhecidos de uma maneira que fiquemos imediatamente associados ao nome da cidade, como era o caso do Copacabana Palace, o antigo cartão de visita do Rio." [25]

Earl Hines[editar | editar código-fonte]

Também em 1981, Earl Hines fez residência de um mês no Maksoud Plaza. Durante o mês de dezembro, o pianista americano fez shows no 150 Night Club de terça à domingo. O show de Hines, segundo Zuza Homem de Mello para o Estado de S. Paulo, "transforma o '150' num clube de Jazz nova-iorquino, onde o ruído normal do ambiente é magicamente eclipsado pela atmosfera musical e espiritual do Jazz e suas criações inesquecíveis que não se repetem".[26]

Teatro Maksoud Plaza[editar | editar código-fonte]

O teatro Maksoud Plaza recebeu peças e musicais, além de realizar produções autorais.[27] Alguns espetáculos que lá estiveram em cartaz foram:

Coraçãonaboca[editar | editar código-fonte]

Com texto de Celso Luiz e direção de Sérgio Mamberti. Em cartaz de março a dezembro de 1983. O espetáculo une quatro peças curtas de Celso Luiz. Em sua crítica para o Estado de S. Paulo, Clóvis Garcia diz que "a projeção de um autor nacional, e um bom dramaturgo, nestes tempos de xerox de espetáculos estrangeiros, com a descaracterização da cultura nacional imposta à televisão e agora trazida para o teatro, diante da inércia e até complacência dos que deveriam estar lutando por uma arte cênica brasileira, é motivo de comemoração", além de elogiar a qualidade do espetáculo[28].

Voz do Brasil - A peça[editar | editar código-fonte]

Texto e direção de Jairo Arco e Flecha. Em cartaz de novembro de 1984 a janeiro de 1986. O espetáculo satiriza acontecimentos da vida política brasileira, "num momento da vida nacional em que se mergulhou num esgoto", como aponta Clóvis Garcia em sua crítica para o Estado de S. Paulo[29].

A Divina Sarah[editar | editar código-fonte]

Texto de John Murrell e direção de João Bethencourt. Em cartaz de março a abril de 1985: Fazem parte do elenco Tônia Carrero e Cecil Thiré. Em uma crítica no Estado de S. Paulo, Ilka Marinho Zanotto indica Cecil como um dos maiores atores do teatro brasileiro e escreve que, apesar de reconhecer os esforços do diretor e figurinista, "sem a garra indiscutível do grande talento de seus protagonistas, 'A Divina Sarah' poderia ter sido mais um esforço honesto do bom teatro convencional, a partir de um texto razoavelmente original".[30]

Louco circo do desejo[editar | editar código-fonte]

Texto de Consuelo de Castro, direção de Vladimir Capela e cenografia de Gianni Ratto. Em cartaz dezembro de 1985 a janeiro de 1986. A peça é o retorno de Consuelo à dramaturgia, após sofrer com a censura nos anos 70. Há uma guinada temática na produção de Consuelo e a peça, em contraste com as anteriores, fala do desejo no relacionamento entre o homem e uma mulher, tirando o interesse principal da dramaturga do seu foco em problemas sociais. Clóvis Garcia, para o Estado de S. Paulo, indica os textos de Consuelo como uns dos mais importantes no teatro brasileiro e diz que Louco circo do desejo tem um "diálogo fluente e brilhante". [31]

Os Amores de Tennessee Willians[editar | editar código-fonte]

Com texto de Paulo Wolf, direção de Kiko Jaess e cenografia de Gianni Ratto. Em cartaz de abril a Junho de 1987.

Emoções que o Tempo não Apaga - Uma Crônica Musical[editar | editar código-fonte]

Henry Maksoud escreveu e dirigiu o musical que canta a história do hotel Maksoud, o qual entoa sucessos nacionais e internacionais sob a regência do maestro Luiz Bonan, o elenco era composto por Fred Silveira, Paula Capovilla e Cláudia Gomes. A história envolve uma viagem desde o saguão, relata as performances de artistas que passaram pelo Hotel. Além disso, a trama apresenta curiosidades diversas dessa história. [32][33][34]

Bares e gastronomia[editar | editar código-fonte]

Na década de 80, o hotel contava com quatro restaurantes principais. Jean Claude Bertinot gerenciava o La Cuisine du Soleil, onde se encontravam opções francesas. O restaurante Vikings, que servia pratos escandinavos, era supervisionado por Vera Jacobson. No Mezzanino, se almoçava informalmente e o Café Brasserie Belavista servia comida brasileira, 24 horas por dia.[35][36][37]

Frank Bar[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2015, é inaugurado o Frank Bar, focado em coquetéis e com Spencer Jr., como Head bartender. O nome do bar surgiu como uma homenagem ao cantor Frank Sinatra, que se apresentou em 1981, no bar 150 Night Club. .[38] [39] Em 2016, o Paladar, caderno de gastronomia do Estadão, noticiou a produção artesanal dos drinques do Frank Bar. Segundo a reportagem, o bar produz cerca de 80% dos seus ingredientes artesanalmente.[40] O Frank Bar recebeu diversos prêmios e figura entre os melhores bares do Brasil e do mundo.[41]

150 Maksoud[editar | editar código-fonte]

Já em 2016, é inaugurado o 150 Maksoud, restaurante que substitui o La Cuisine du Soleil e o Brasserie Bela Vista, com opções variadas para café da manhã, almoço e jantar. O cardápio foi elaborado pelo chef Juca Duarte.[42][43]

PanAm Club[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2015, durante uma reformulação do hotel, agora dirigido por Henry Maksoud Neto, é inaugurado o PanAm Club na cobertura do prédio, uma casa de eventos que mistura bar, lounge e casa de shows. Para o Estado de S. Paulo, o presidente do hotel disse que "O PanAm club é um presente para a cidade, dentro de um hotel que é um símbolo de São Paulo". [44]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www.paulolucio.arq.br/h_maksoud.html
  2. Piquini, Marco (17 de março de 1994). «Thatcher diz que Plano FHC2 está correto». Estado de S. Paulo. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  3. http://www.maksoud.com.br/o-maksoud.html
  4. https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sob-nova-direcao--maksoud-tenta-reviver-glamour,1744823
  5. Okada, Hugo (14 de maio de 2019). «Maksoud Plaza (SP) investe em recepção digital». Revista Hotéis. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  6. https://glamurama.uol.com.br/maksoud-plaza-volta-ao-passado-e-oferece-mimo-feito-por-monjas/
  7. https://cultura.estadao.com.br/blogs/direto-da-fonte/monjas-produzem-chocolates-que-serao-distribuidos-em-hotel-nos-jardins/
  8. ARRUDA, Valdir (2007). Tradição e Renovação - A arquitetura dos mosteiros beneditinos contemporâneos no Brasil. São Paulo: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, USP. pp. 67; 116 
  9. «Anúncio Maksoud Plaza». Estado de S. Paulo. 22 de julho de 1979. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  10. a b Valle, Paulo (27 de janeiro de 1980). «Hotéis de luxo em expansão». Folha de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  11. «São Paulo: descubra por que as pessoas se apaixonam por essa cidade». Estado de S. Paulo. 02 de agosto de 1981. Consultado em 25 de novembro de 2018  Verifique data em: |data= (ajuda)
  12. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Acervo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  13. «Maksoud Plaza é arrematado por R$ 70 milhões». Valor Econômico. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  14. «Maksoud Plaza diz que 'nada mudou' com venda do prédio do hotel». Extra Online. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  15. Scheller, Fernando (15 de agosto de 2015). «Sob nova direção, Maksoud tenta reviver glamour». Folha de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  16. «Hotel maksoud plaza». Consultado em 25 de novembro de 2018 
  17. Silva, Ana Lucia (28 de janeiro de 2009). «Maksoud Plaza (SP) moderniza sua fachada com desenho exclusivo». Hotelier News. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  18. https://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/hotelaria/2016/06/suite-do-maksoud-tem-9-comodos-e-decoracao-exotica_126931.html
  19. «Maria Bonomi - Arte Pública». Consultado em 25 de novembro de 2018 
  20. DE OLIVEIRA, Alecsandra Matias (2008). POÉTICA DA MEMÓRIA - Maria Bonomi e a Epopéia Paulista. São Paulo: [s.n.] pp. 84; 89, 106 
  21. «Acervo Digital - Folha de S.Paulo». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  22. https://www.catalogodasartes.com.br/artista/Diego%20Ortega%20Algarra%20-%20Diego%20Ortega%20(1937)/
  23. https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,596919,Maksoud_Plaza_Uma_obra_de_arte_que_pulsa_no_coracao_da_cidade,596919,5.htm
  24. «Sinatra chega a SP e se esconde». Estado de S. Paulo. 13 de agosto de 1981. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  25. Ielo, Maurício (16 de agosto de 1981). «Prejuízos, os riscos de Maksoud com Sinatra». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  26. DE MELLO, Zuza Homem (4 de dezembro de 1981). «Um mês com o piano de Earl Hines». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  27. MATE, Alexandre Luiz (2008). A produção teatral paulistana dos anos 1980 - R(a)biscando com faca o chão da história: tempo de contar os (pré)juízos em percursos de andança. São Paulo: [s.n.] 
  28. Garcia, Clóvis (12 de maio de 1983). «Peça para ser apreciada e apoiada, por vários motivos». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  29. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Acervo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  30. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Acervo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  31. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Acervo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  32. https://vejasp.abril.com.br/atracao/emocoes-que-tempo-nao-apaga-uma-cronica-musical/
  33. https://arteview.com.br/emocoes-que-o-tempo-nao-apaga-uma-cronica-musical/
  34. http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL314363-9798,00-ESPETACULO+EMOCOES+QUE+O+TEMPO+NAO+APAGA+REESTREIA+EM+SAO+PAULO.html
  35. Petri, Renato (25 de fevereiro de 1983). «Maksoud Plaza: o brilho das estrelas». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  36. Neto, Alberto Luchetti (16 de janeiro de 1987). «Nordestinos passam à cozinha». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  37. «Restaurante de plantão». Estado de S. Paulo. 30 de agosto de 1984. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  38. https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/uma-noite-no-frank-com-spencer-jr/
  39. de Menezes, Maria Eugênia. (1 de maio de 2015). «Drinques no Maksou». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  40. Lima, Isabelle Moreira (18 de agosto de 2016). «Um bar (quase) autossuficiente». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 
  41. https://vejasp.abril.com.br/blog/notas-etilicas/the-worlds-50-best-bars-2019-51-100/
  42. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Acervo. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  43. Lorençato, Arnaldo (13 de dezembro de 2015). «Hotel Maksoud Plaza tem novo chef e restaurante». Consultado em 28 de novembro de 2018 
  44. Reolom, Mônica (22 de janeiro de 2015). «Cobertura do Maksoud terá casa de eventos». Estado de S. Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]