Malwarebytes Anti-Malware

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Malwarebytes Anti-Malware
Programador Malwarebytes Corporation
Plataforma IA-32, x86-64
Versão estável 2.2.1.1043 (Windows), 1.1.3 (OS X) (18 de março de 2016)
Versão em teste [+/-]
Idioma(s) Búlgaro, Catalão, Checo, Danês, Holandês, Inglês, Estónio, Finlandês, Francês, Alemão, Grego, Hebreu, Húngaro, Norueguês, Polaca, Português (Brasil), Português (Portugal), Roménio, Russo, Eslovaco, Esloveno, Castelhano, Sueco, Turco e Vietnamita
Linguagem C/C++, Qt Framework,Assembly
Género(s) Anti-malware
Licença Proprietário
Grátis: Freeware
Premium: Commercial
Empresarial: TBA
Tamanho 21,79 MB
Página oficial https://br.malwarebytes.com/

O Malwarebytes Anti-Malware (MBAM)[1] é uma aplicação para computadores que funciona nos sistemas operativos Microsoft Windows[1][2][3] e em Apple OS X[4] que detecta e elimina malware.[5] É desenvolvido pela Malwarebytes Corporation,[1][6] foi lançado em janeiro de 2008.[6] Está disponível numa versão gratuita,[6] que escaneia e remove malware quando executada manualmente,[2] e uma versão paga,[6] que adicionalmente oferece escaneamentos programados, proteção a tempo real[1] e um escâner de memória flash.[1][3]

Visão geral[editar | editar código-fonte]

O MBAM é primáriamente um escâner que escaneia e remove software malicioso, incluindo software de segurança rogue, adware e spyware. O MBAM escaneia no modo batch, em vez de escanear todos os ficheiros abertos, reduzindo a interferência se algum outro anti-malware estiver a ser executado no computador.[7][8]

O MBAM está disponível em duas versões, uma grátis e outra paga.[5] A versão grátis pode se executada manualmente pelo usuário quando desejado, enquanto a versão paga pode executar escaneamentos programados, automaticamente escaneia ficheiros quando abertos, bloqueia endereços de IP de sítios web maliciosos, e escaneia só aqueles serviços, programas e drivers de dispositivos que estão em uso.[9] A interface do utilizador do MBAM está disponível em 29 línguas.[10]

Receção[editar | editar código-fonte]

  • Preston Gala do PC World escreveu que "Usar Malwarebytes Anti-Malware é simplicidade por si mesmo".[5]
  • O CNET citou em 2008 ao Malwarebytes como sendo útil contra o malware MS Antivirus,[11] e também o premiou em abril de 2009 com o Editor's Choice, juntamente com outras 25 aplicações de computador.[11]
  • Mark Gibbs da Network World deu ao Malwarebytes Anti-Malware uma classificação de quatro estrelas de cinco em janeiro de 2009 e escreveu que "Faz o trabalho e a única falha da explicação detalhada do que foi encontrado separa-o de tirar cinco de cinco".[12]
  • A PC Magazine deu ao Malwarebytes Anti-Malware três estrelas e meia de cinco em maio de 2010, dizendo que mesmo que seja bom a remover malware e scareware, era fraco a remover keyloggers e rootkits.[13] Por outro lado, a versão livre conseguiu quatro estrelas e meia de cinco - e um prémio Editor's Choice - por antivírus livre em 2013-2014.[14]

Disputa com IObit[editar | editar código-fonte]

O 2 de novembro de 2009, a Malwarebytes acusou[15] o seu rival IObit de incorporar a base de dados do Malwarebytes Anti-Malware (e vários produtos de outros vendedores, que não foram nomeados) no seu software de segurança IObit Security 360. A IObit negou a acusação e afirmou que a base de dados é baseada nas informações dos usuários, e que às vezes a mesma assinatura de nomes que estão no Malwarebytes têm lugar nos resultados. Eles disseram que eles não tinham tido tempo para filtrar a assinatura de nomes que são similares ao Malwarebytes. A IObit também afirmou que a Malwarebytes não tinha provas convincente, e disse que as bases de dados não eram roubadas.[16] Depois da declaração da IObit, a Malwarebytes respondeu que eles não estavam convencidos dos argumentos da IObit.[17][18] A Malwarebytes clama que eles violaram o DMCA e a Malwarebytes exigiu à CNET, à Download.com e à MajorGeeks.com dizendo para que retirassem o software da IObit. A IObit disse que a versão 1.3, a sua base de dados tinha sido atualizada para resolver as acusações de roubo de propriedade inteletual feita anteriormente pela Malwarebytes.[19][20]

Resposta frente ao Vonteera[editar | editar código-fonte]

O Vonteera é um adware que usa certificados roubados que desativa a proteção anti-malware e contra vírus, como por exemplo da Malwarebytes.[21] A Malwarebytes publicou uma solução para eliminar este malware.[22]

Vulnerabilidades de segurança[editar | editar código-fonte]

O 2 de fevereiro de 2016, o Project Zero anunciou várias vulnerabilidades que tem o produto estrela da Malwarebytes, incluindo vulnerabilidades do servidor nas suas atualizações e uma fraca encriptação das próprias atualizações.[23] A Malwarebytes não arranjou os problemas no prazo de noventa dias e as vulnerabilidades foram divulgadas sem serem remendadas.[24]

Referências

  1. a b c d e «Malwarebytes Anti-Malware – El refuerzo que todo Antivirus necesita | Herramientas | Tecnología | e-Volution». e-volution.cc. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  2. a b «Malwarebytes | Free Anti-Malware Detection & Removal Software». Malwarebytes. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  3. a b «Malwarebytes | Anti-Malware Premium - Malware Detect & Removal». Malwarebytes. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  4. «Malwarebytes | Free Anti-Malware Detection & Removal Software for Apple Macintosh Computers». Malwarebytes. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  5. a b c «Malwarebytes' Anti-Malware». PCWorld. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  6. a b c d «Malwarebytes Antimalware». PCrisk.es. Consultado em 20 de fevereiro de 2016 
  7. «About Malwarebytes». Malwarebytes. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  8. «Free Virus and Spyware Protection: What's Right for You?». PCMAG. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  9. «Malwarebytes Anti-Malware Free». Download.com. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  10. «Malwarebytes Anti-Malware Premium». Malwarebytes. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  11. a b «Take a 'byte' out of malware». Download.com. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  12. «Malwarebytes finds pesky Trojan». Network World. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  13. «Malwarebytes' Anti-Malware 1.46». PCMAG. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  14. «Malwarebytes Anti-Malware 2.0». PCMAG. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  15. «IOBit Steals Malwarebytes' Intellectual Property - Malwarebytes News». Malwarebytes Forum. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  16. «Declaration from IObit». blog.iobit.com. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  17. «IOBits Denial of Theft Unconvincing - Malwarebytes News». Malwarebytes Forum. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  18. «Malwarebytes accuses rival of software theft». CNET. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  19. «IObit Malware Fighter». Download.com. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  20. «IOBit Theft Conclusion - Malwarebytes News». Malwarebytes Forum. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  21. «Latest Adware Disables Antivirus Software». www.yahoo.com. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  22. «Vonteera Adware Uses Certificates to Disable Anti-Malware». Malwarebytes Labs (em inglês). Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  23. «Google ninjas go public with security holes in Malwarebytes antivirus». Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  24. «Google's Project Zero publicly shames Malwarebytes for poor update security». Digital Trends (em inglês). Consultado em 21 de fevereiro de 2016