Mamute-lanoso

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Como ler uma caixa taxonómicaMamute-lanoso
Mamut lanudo.jpg

Estado de conservação
EX
Extinta
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae
Género: Mammuthus
Espécie
Mammuthus primigenius

O mamute-lanoso (Mammuthus primigenius) foi a última espécie de mamute que se adaptou as regiões mais ao norte do planeta. Em relação a outras espécies do gênero Mammuthus eles eram animais de tamanho modesto com um porte aproximado ao elefante asiático atual.

Descrição[editar | editar código-fonte]

A aparência do mamute lanoso é provavelmente a mais conhecida de qualquer animal pré-histórico, devido aos muitos espécimes congelados com tecido mole e representações preservado por humanos contemporâneos em sua arte[1] . Eram animais adaptados as baixas temperaturas da era glacial com um grosso manto de pelos, além de uma camada de cerca de 8 cm de gordura que ajudavam o animal a isolar seu corpo do frio do ambiente, outro recurso fisiológico da espécie era apresentar glândulas sebáceas (ausentes nos elefantes atuais). Outra característica comum da espécie era possuir presas enormes (até 5 metros de comprimento) foi aventado pelos cientistas que esta era uma adaptação ligada as suas necessidades alimentares onde o animal usaria as longas presas para afastar a neve à procura de brotos de plantas. Viviam em grupos.

Evolução[editar | editar código-fonte]

A análise do genoma do mamute lanoso, em 2015, revelou grandes mudanças genéticas que permitiram que os mamutes se adaptarem à vida no ártico. Os genes de mamute que diferem dos seus homólogos em elefantes desempenharam papéis no desenvolvimento da pele e pelo, metabolismo da gordura, sinalização da insulina e muitas outras características. Genes ligados a traços físicos, como forma do crânio, pequenas orelhas e caudas curtas também foram identificados. Como um teste de função, um gene envolvido na sensação mamute temperatura foi ressuscitado no laboratório[2]

Exploração[editar | editar código-fonte]

Em 2013, uma expedição às Ilhas Lyakhovsky, na costa da Sibéria, encontrou uma carcaça de mamute-lanoso, contendo sangue em estado líquido. Amostras do sangue foram coletadas, alimentando esperanças de clonar o animal.

Referências

  1. Mammoths: Giants of the Ice Age. por Adrian Lister e Paul Bahn, (2007) publicado pela "University of California Press" (DOI: 10.1002/gea.20258)
  2. First comprehensive analysis of the woolly mammoth genome completed na "Science News" em 2 de julho de 2015 (University of Chicago Medical Center) - Elephantid Genomes Reveal the Molecular Bases of Woolly Mammoth Adaptations to the Arctic (DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.celrep.2015.06.027)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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