Manaus

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Município de Manaus
"Paris dos Trópicos"[1]
"Porto de Lenha"
"Metrópole da Amazônia"
Do topo, em sentido horário: Encontro das Águas; Teatro Amazonas; vista geral da cidade; Arena da Amazônia e Ponte Rio Negro.

Do topo, em sentido horário: Encontro das Águas; Teatro Amazonas; vista geral da cidade; Arena da Amazônia e Ponte Rio Negro.
Bandeira de Manaus
Brasão de Manaus
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 24 de outubro de 1669 (347 anos)
Gentílico manauense; manauara
Lema Nap dlise or armozen
"A metrópole da Amazônia"
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição[2]
Prefeito(a) Arthur Virgílio Neto (PSDB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Manaus
Localização de Manaus no Amazonas
Manaus está localizado em: Brasil
Manaus
Localização de Manaus no Brasil
3° 6' 0" S 60° 01' 0" O3° 6' 0" S 60° 01' 0" O
Unidade federativa  Amazonas
Mesorregião Centro Amazonense IBGE/2013[3]
Microrregião Manaus IBGE/2013[4]
Região metropolitana Manaus
Municípios limítrofes Norte: Presidente Figueiredo;
Sul: Careiro e Iranduba;
Leste: Rio Preto da Eva e Itacoatiara;
Oeste: Novo Airão.
Distância até a capital 3 490 km[5]
Características geográficas
Área 11 401,092 km² [6]
População 2 094 391 hab. (AM: 1º; BR: 7º) –  estimativa populacional - IBGE/2016[7]
Densidade 183,7 hab./km²
Altitude 92 m[8]
Clima Tropical Am[9]
Fuso horário UTC-4
Indicadores
IDH-M 0,737 (AM: 1º) – alto PNUD/2010[10]
PIB R$ Aumento67 572 523 mil (BR: 6º) – IBGE/2014[11]
PIB per capita R$ 33 446,76 IBGE/2014[11]
Página oficial
Prefeitura www.manaus.am.gov.br
Câmara www.cmm.am.gov.br

Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte do Brasil. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo.[12] Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões,[13] sendo uma das cidades brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial turístico e pelo ecoturismo, o que faz de Manaus o décimo maior destino de turistas no Brasil.[14] Pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima, e destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com notáveis museus, teatros, templos, palácios e bibliotecas. Está localizada no extremo norte do país, a 3 490 quilômetros da capital nacional, Brasília.[5]

É a cidade mais populosa do Amazonas e da Amazônia, com uma população de quase 2,1 milhões de habitantes, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016.[7] Em nível nacional, se coloca como a sétima mais populosa do Brasil,[15] além da 131ª mais populosa do mundo. É sede da Região Metropolitana de Manaus, a mais populosa da Região Norte do país e a décima-primeira mais populosa do Brasil, com 2 568 817 habitantes, representando 1,22% da população total brasileira.[16] Apesar de registrar uma das maiores economias do país e ser um de seus municípios mais populosos, Manaus possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as capitais brasileiras, com 0,737 pontos (considerado alto), o que a coloca na 23ª colocação entre as capitais estaduais do país, à frente somente de outras quatro capitais. Em sua região metropolitana, o índice é ainda mais baixo, com 0,720 pontos, o menor resultado entre as 16 principais regiões metropolitanas brasileiras.[17]

Originalmente fundada em 1669 pelos portugueses com o forte de São José do Rio Negro,[12] foi elevada à vila em 1832 com o nome de Manaos, em homenagem à nação indígena dos manaós,[1] sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual.[12] Ficou conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha, atraindo investimentos estrangeiros e imigrantes de algumas partes do mundo, sobretudo franceses. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta".[12] Atualmente seu principal motor econômico é a Zona Franca de Manaus.

Com a sexta maior economia do Brasil, a cidade aumentou gradativamente a sua participação na composição da setor econômico brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,2% da economia brasileira.[18] No ranking da revista América Economía, Manaus aparece como uma das 30 melhores cidades no ramo de negócios da América Latina,[19] ficando à frente de capitais de países sul-americanos como Caracas, Assunção e Quito.[19] A capital foi uma das doze cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014, assim como uma das cinco sub-sedes das Olimpíadas Rio 2016.

Etimologia

Manaus (IPA[mɐ̃ˈnaʊ̯s] ou IPA[maˈnaʊ̯s]) foi fundada em 1669 a partir do forte de São José da Barra do Rio Negro,[20] a sede da Capitania e a sede da Província foi estabelecida na margem esquerda do rio Negro.

A origem do nome da cidade provém da tribo dos manaós,[12] habitante da região dos rios Negro e Solimões. A grafia antiga da cidade preservava o "O" e acentuava a vogal precedente: "Manáos".[21] Na língua indígena, Manaus é a variação de Manaos, que significa Mãe dos Deuses. No século XIX a cidade chamava-se Barra do Rio Negro.

Ainda no passado, a palavra Manau era atribuída a uma das muitas tribos que habitaram o rio Negro. Os etnólogos afirmam que os índios Manaos são de origem aruaque. Outras formas de se escrever o nome da cidade também foram utilizadas. Em 1862, na edição da tipografia escrita por Francisco José da Silva Ramos, o nome da cidade aparece com a grafia Manáus (acentuando a letra A e substituindo a letra O por U). Porém, na última página da tipografia, está grafado Manaos, nome comumente usado pelos habitantes da cidade e historiadores. Em uma manchete denominada Notizie Interessanti sulla Província delle Amazzoni – nel nord Del Brasile ("Notícias interessantes sobre a Província das Amazonas - no norte do Brasil"), editada em Roma, em 1882, o nome da cidade está grafado Manaos repetidas vezes. O nome atual da cidade, Manaus, só foi grafado pela primeira vez em 1908, na tipografia do escritor Bertino de Miranda.[21]

História

Ver artigo principal: História de Manaus

Antes de os europeus chegarem à Amazônia, no século XVI, eram numerosos os povos indígenas que habitavam a região. Estes dividiam-se em diferentes etnias, que se diferenciavam por suas línguas e costumes e dedicavam-se à pesca e à cultura da mandioca, promovendo um intenso comércio intertribal. Suas habitações eram amplas e arejadas, feitas de troncos de árvores e cobertas de palha. Dentre os povos que habitavam a região do atual rio Negro, três se destacavam pelo elevado número populacional e influência ante os conquistadores: os Manáos, os Barés e os Tarumãs. Os Manáos constituíam o grupo étnico indígena mais importante da região, onde habitavam as duas margens do rio Negro e possuindo população de cerca de 10 mil índios no século XVII, número avaliado após os primeiros violentos conflitos travados com os portugueses colonizadores.[22]

Colonização europeia

Mapa de 1562 da região do rio Amazonas.

A região onde atualmente se encontra o estado do Amazonas era parte integrante da Espanha, à época do descobrimento do Brasil pelos portugueses, entretanto foi ocupada e colonizada por Portugal. O período de povoação europeia na Amazônia inicia-se entre os anos de 1580 e 1640, época em que Portugal e Espanha permaneceram sob uma só coroa, não havendo desrespeito oficial aos interesses espanhóis por parte dos portugueses quando penetraram na região amazônica.[23] A ocupação do lugar onde se encontra hoje Manaus foi demorada devido aos interesses comerciais portugueses, que não viam na região a facilidade em obter grandes lucros a curto prazo, pois era de difícil acesso e era desconhecida a existência de riquezas (ouro e prata).[23][24] Entre 1637 e 1639, o explorador português Pedro Teixeira partiu com uma expedição de Cametá até a cidade de Iquitos, no Peru, com a finalidade de tomar posse da região em nome do Império Português.[23]

A primeira tentativa de ocupação da região de Manaus ocorreu em 1657, quando tropas de resgate comandadas pelo cabo Bento Miguel Parente saíram de São Luís acompanhadas de dois padres: Francisco Veloso e Manuel Pires. Durante algum tempo, a tropa fixou-se na foz do rio Tarumã, onde foi fincada uma cruz e, como de costume, rezada uma missa. Em 1658, outra tropa de resgate oriunda também do Maranhão chegou à região, procurando além dos nativos, as chamadas "drogas do sertão". Os nativos tinham suas aldeias saqueadas pelos exploradores e os rebeldes que recusavam-se a serem escravizados eram mortos. O interesse em construir um forte na localidade surgiu apenas em 1668, quando o capitão Pedro da Costa Favela, caçador de índios, ao retornar ao Pará, convenceu o governador Antônio Albuquerque Coelho de Carvalho da necessidade tática de se guarnecer a região contra o assédio dos holandeses e espanhóis. A missão de construir um simulacro de fortaleza foi dada a Francisco da Mota Falcão, que recebeu o auxílio de Manuel da Mota Siqueira.[23]

Assim sendo, a colonização europeia na região de Manaus começou em 1669, com uma fortaleza em pedra e barro, com quatro canhões. O Forte de São José da Barra do Rio Negro foi construído para garantir o domínio da coroa de Portugal na região, principalmente contra a invasão de holandeses, na época aquartelados onde hoje é o Suriname. O Forte situava-se próximo a foz do rio Negro e desempenhou sua missão durante 114 anos, sendo o capitão Angélico de Barros o seu primeiro comandante.[12]

Em 3 de junho de 1542 o rio Negro foi descoberto por Francisco de Orellana, que lhe pôs o nome. A região onde se encontrava o Forte de São José da Barra do Rio Negro foi habitada primeiramente pelas tribos manaós, barés, banibas e passés, as quais ajudaram na construção do forte e passaram a morar em palhoças humildes nas proximidades do mesmo.[12] A tribo dos "manáos" (na grafia antiga, atualmente mais conhecido como manaós),[25] considerada orgulhosa pelos portugueses, negava-se a ser dominada e servir de mão de obra escrava e entrou em confronto com os colonizadores do forte.[12] As lutas só cessaram quando os militares portugueses começaram a ligar-se aos manaós através de casamentos com as filhas dos tuxauas, iniciando assim, à intensa miscigenação na região e dando origem aos caboclos. Um dos líderes da tribo dos manaós foi o indígena Ajuricaba, forte opositor da colonização dos portugueses e que apoiava, no entanto, os holandeses. A morte de Ajuricaba foi um grande mistério: Foi aprisionado e enviado ao Pará, tendo morrido no percurso da viagem.[26]

Busto de Francisco de Orellana, o descobridor europeu do rio Negro.

Devido à colonização portuguesa, foi efetuado um trabalho de esquecimento ou tentativa de apagar os traços e obras históricas dos povos indígenas. Pode-se notar isso pela destruição do cemitério indígena, onde se encontra atualmente, a Praça Dom Pedro e o Palácio Rio Branco. Quando o governador Eduardo Gonçalves Ribeiro remodelou a praça e mandou nivelar as ruas que a contornavam, grande números de igaçabas foi encontrado e atualmente não existe nenhum marco indicando a sua existência.[27][28]

A população cresceu tanto que, para ajudar no catecismo, em 1695 os missionários (carmelitas, jesuítas e franciscanos) resolveram erguer uma capela próxima ao forte de Nossa Senhora da Conceição, a padroeira da cidade.[29] A Carta Régia de 3 de março de 1755 criou a Capitania de São José do Rio Negro, com sede em Mariuá (atual Barcelos), mas o governador Lobo D'Almada, temendo invasões espanholas, passou a sede novamente para o Lugar da Barra em 1791, por se localizar na confluência dos rios Negro e Solimões, que era um ponto estratégico.[30] O Lugar da Barra perdeu seu status político-administrativo sob influência de D. Francisco de Souza Coutinho, capitão-geral do Grão Pará, que iniciou campanha contra a mudança de sede, o que levou a ser desfeito o ato através da Carta Régia de 22 de agosto de 1798 e, em maio de 1799, a sede voltou a Barcelos. Em consequência da perda de seu status, tornou-se inevitável a decadência do Lugar da Barra.[30] Em outubro de 1807, o governador da Capitania, José Joaquim Victório da Costa, deixou Barcelos, transferindo a administração da Capitania definitivamente ao Lugar da Barra.[30]

Elevação à vila

A partir de 29 de março de 1808, o Lugar da Barra voltaria a ser sede da Capitania de São José do Rio Negro, após proposta de dom Marcos de Noronha Brito ao penúltimo governador capitão de mar-e-guerra, José Joaquim Victório da Costa.[30] Através do decreto de 13 de novembro de 1832, o Lugar da Barra passou à categoria de vila, já com a denominação de Vila de Manaus, nome que manteria até o dia 24 de outubro de 1848. Com a Lei nº 145, da Assembleia Provincial Paraense, adquiriu o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Em vista de a vila ter assumido foros de cidade, passou a ser chamada de Cidade de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. A 5 de setembro de 1850, foi criada a Província do Amazonas pela Lei Imperial nº 1.592, tornando-se a Vila da Barra do Rio Negro. Seu primeiro presidente foi João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha, nomeado em 27 de julho de 1851, que instalou oficialmente a nova unidade provincial a 1 de janeiro de 1852, com o que sua situação de atraso melhorou bastante.[31] Foi criada a Biblioteca Pública e o primeiro jornal foi fundado em 5 de setembro, chamando-se A Província do Amazonas.[32] Outro periódico de destaque na cidade foi o Estrela do Amazonas, de propriedade do cidadão Manuel da Silva Ramos.[32] Tornaram-se, ambos, as bases do desenvolvimento da cultura local, junto ao teatro e escolas profissionais.[33]

Em 4 de setembro de 1856, pela Lei 68, já no decurso do segundo governo de Herculano Ferreira Pena, a Assembleia Provincial Amazonense deu-lhe o nome de Cidade de Manaus, em homenagem à nação indígena manaós.[31]

Cabanagem

Fotografia da Avenida Eduardo Ribeiro em 1901.
Ver artigo principal: Cabanagem

A Cabanagem foi um movimento político e um conflito social ocorrido entre 1835 e 1840 no Pará, envolvendo homens livres e pobres, sobretudo indígenas e mestiços que se insurgiram contra a elite política local e tomaram o poder. A entrada da Comarca do Alto Amazonas (hoje Manaus, a qual foi o berço do manifesto na Amazônia Ocidental) na Cabanagem foi fundamental para o nascimento do atual estado do Amazonas.[34] Durante o período da revolução, os cabanos da Comarca do Alto Amazonas desbravaram todo o espaço do estado onde houvesse um povoado, para assim conseguir um número maior de adeptos ao movimento, ocorrendo com isso uma integração das populações circunvizinhas e formando assim o estado.[35]

Período áureo da borracha

Ver artigos principais: Ciclo da borracha e Bonde em Manaus
Teatro Amazonas, um dos luxuosos edifícios construídos com as fortunas da borracha.

No Rio de Janeiro, a República Federativa do Brasil foi proclamada em 15 de novembro de 1889, extinguindo-se o Império. A província do Amazonas passou a ser o estado do Amazonas, tendo como capital a Cidade de Manáos.[33] A borracha, matéria-prima das indústrias mundiais, era cada vez mais requisitada, e o Amazonas, como um dos principais produtores mundiais, orientou sua economia para atender à crescente demanda.[36] Intensificou-se o processo de migração para Manaus de brasileiros de outras regiões, sobretudo nordestinos. De acordo com o censo de 1872, 2 199 estrangeiros imigraram para o Amazonas, atraídos pela produção da borracha, sendo que a maioria destes passou a viver em Manaus.[37] Os imigrantes eram, principalmente, portugueses, ingleses, franceses, italianos e de outras regiões da América,[37] gerando um crescimento demográfico que obrigou a cidade a passar por mudanças significativas.[38] Naquela época, o Nordeste brasileiro foi atingido pela "Grande Seca de 1877-1878", que causou mais de um milhão de mortes, além de uma grande epidemia de cólera. Muitos nordestinos vieram para Manaus fugidos deste fenômeno, chegando ao local em grandes massas.[39] Apesar do declínio da borracha no início do século XX, a cidade continuou a receber um notável número de imigrantes. O censo de 1920 registrou 9 963 habitantes estrangeiros no Amazonas, com a maior parte destes vivendo em Manaus. Japoneses, turcos e alemães foram registrados neste censo.[37]

Centro Histórico de Manaus.

Em 1892, iniciou-se o governo de Eduardo Ribeiro, que teve um papel importante na transformação da cidade, através da elaboração e execução de um plano para coordenar o seu crescimento.[38] Esse período (1890-1910) é conhecido como fase áurea da borracha.[36] A cidade ganhou o serviço de transporte coletivo de bondes elétricos, telefonia, eletricidade e água encanada, além de um porto flutuante, que passou a receber navios dos mais variados calados e de diversas bandeiras. A metrópole da borracha iniciou os anos de 1900 com uma população acima de 50 mil habitantes[40], com ruas retas e longas, calçadas com granito e pedras de liós importadas de Portugal, praças e jardins bem cuidados, belas fontes e monumentos, um teatro suntuoso, hotéis, estabelecimentos bancários, palacetes e todos os requintes de uma cidade moderna.[38][41] Na fase áurea da borracha, a cidade foi referência internacional das discussões sobre doenças tropicais, saneamento e saúde pública. O período áureo promoveu inúmeras ações nesta área, como a parceria com cientistas internacionais que culminou na erradicação da febre amarela, em 1913.[42] No início do século XX, as ações de saneamento estiveram praticamente restritas a Manaus.[43] A situação mudou após a criação do Serviço de Saneamento e Profilaxia Rural, que levou o saneamento para outras partes do Amazonas.[33] A infraestrutura da época abrangia bases fixas de operação nas calhas dos principais rios e embarcações que percorriam as comunidades ribeirinhas. O auge do ciclo econômico levou à cidade as mesmas benfeitorias que chegavam ao Rio de Janeiro, a então capital federal.[38] O desenvolvimento econômico proporcionou também grande circulação de ideias e permitiu o surgimento de um núcleo de médicos que estava a par das discussões científicas mais avançadas a respeito do combate às doenças tropicais. Escolas de medicina tropical recém-criadas, como as de Londres e Liverpool, na Inglaterra, enviaram missões frequentes para Manaus.[43]

Em 1910, Manáos ainda vivia a euforia dos preços altos da borracha, quando foi surpreendida pela fortíssima concorrência da borracha natural plantada e extraída dos seringais da Ásia, que invadiu vertiginosamente os mercados internacionais. Era o fim do domínio da exportação do produto dos seringais naturais da Amazônia (quase que exclusivamente gerada no Amazonas), deflagrando o início de uma lenta agonia econômica para a região. O desempenho do comércio manauense tornou-se crítico e as importações de artigos de luxo e supérfluos caíram rapidamente. Manáos, abandonada por aqueles que podiam partir, mergulhou em profundo marasmo. Os edifícios e os diferentes serviços públicos entraram em estado de abandono.[44]

Vista panorâmica do Palacete Provincial, um dos símbolos gerados pela riqueza da borracha na cidade de Manaus. Localizado no centro, é um imóvel centenário impregnado de importantes fatos ligados à vida social e política do povo amazonense.[45]

Período contemporâneo

Região portuária de Manaus em 1993.

Com a implantação da Zona Franca de Manaus na década de 1960, a cidade novamente ocupou lugar de destaque entre as principais do Brasil e da América Latina.[19][46] Ao lado de Cuiabá, capital de Mato Grosso, é a capital que mais cresceu economicamente nos últimos quarenta anos, fato explicado principalmente pela implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus,[47] que também atraiu milhares de migrantes que ocuparam de forma desordenada a periferia da cidade.[48]

O Regime Militar no Brasil tinha como proposta ocupar uma região até então pouco povoada, com a justificativa de criar condições de rentabilidade econômica.[49] A grandíssima expansão urbana e demográfica de Manaus na década de 1970 trouxe consequências positivas e negativas para o município, que viu-se obrigado a abrigar cada vez mais migrantes vindos de diversas regiões brasileiras e do interior do estado, atraídos por uma melhor qualidade de vida.[50] Na questão ambiental, Manaus sofreu diversas ocupações irregulares em suas áreas verdes entre as décadas de 1970 e 1980, que originaram, por sua vez, grande parte dos bairros periféricos da zona urbana.[51] Em 2006, verificou-se que o município já havia desmatado 22% de sua área urbana.[51] Até meados da década de 1970, a população manauense concentrava-se, sobretudo, nas regiões sul, centro-sul, oeste e centro-oeste do município, havendo uma densa população vivendo às margens de igarapés.[52] Como medida para desvirtuar as grandes ocupações irregulares de lotes em Manaus, o governo passou a criar loteamentos de terra regulares voltados para os migrantes que chegavam à cidade. Bairros como Cidade Nova, São José Operário e Armando Mendes surgiram desta iniciativa. Neste período, acentuaram-se as degradações ambientais, principalmente nas zonas leste e norte,[52] uma vez que essas regiões da cidade sofreram os maiores impactos ambientais, poluição de rios e perda de biodiversidade e mata nativa nos últimos anos.[52]

Cruzamento entre as avenidas Ephigênio Salles, André Araújo, General Rodrigo Otávio e Cosme Ferreira[53]

Em 1991, o município atingiu o total de um milhão de habitantes, sendo que 23 anos depois, em 2014, ultrapassou os dois milhões de habitantes.[54][55] Configura-se atualmente na vigésima sexta cidade mais populosa da América e na sétima mais populosa do Brasil, abrigando mais da metade da população do Amazonas.[56] Na questão econômica e educacional, está entre os cinco municípios brasileiros com participação acima de 0,5% no PIB do país que mais crescem economicamente,[57] e abriga a universidade mais antiga do país, a Universidade Federal do Amazonas, fundada em 1909.[58] Entretanto, apesar do crescimento de qualidade de vida registrado, a Região Metropolitana de Manaus (RMM), do qual o município é sede, possui o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as 16 principais metrópoles do Brasil, com 0,720 pontos, superior apenas à Região Metropolitana de São Luís.[59]

Em 30 de maio de 2007, foi criada a Região Metropolitana de Manaus, através da Lei Estadual nº 52. com vistas à organização, ao planejamento e à execução de funções públicas e serviços de interesse metropolitano ou comuns.[60] Conforme a lei, Manaus foi definida como sede da região metropolitana, que passou a ser formada por outros sete municípios: Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva. Em 2009, foram incluídos os municípios de Autazes, Careiro, Itapiranga, Manaquiri e Silves, totalizando 13 municípios na região metropolitana.[61][62] Com 2 568 817 habitantes em 2016, segundo estimativa do IBGE, é a região metropolitana mais populosa da Região Norte e a décima primeira do país.[7]

Geografia

Ver artigo principal: Geografia de Manaus
Imagem de satélite da área urbana de Manaus.

Manaus localiza-se na microrregião homônima e na Mesorregião do Centro Amazonense, na margem esquerda do Rio Negro,[63] com uma área de 11.401,058 km² e uma densidade de 183,7 hab./km²,[64] sendo a segunda maior capital estadual no Brasil em área territorial. Ilhas, arquipélagos e áreas ecológicas são encontrados próximos à cidade, com destaque para o arquipélago de Anavilhanas, situado nos limites com Novo Airão,[65] e o Encontro das Águas, famoso cartão-postal da cidade.[66] Limita-se com os municípios de Presidente Figueiredo, Careiro, Iranduba, Rio Preto da Eva, Itacoatiara e Novo Airão.[67] A área urbanizada de Manaus passou de 266,53 km², em 2005, para 377 km² até o fim da década. É a maior área urbana por município das regiões Norte e Nordeste.[68][69]

O relevo é caracterizado por planícies, baixos planaltos e terras firmes, com uma altitude média inferior a 100 metros. As planícies são constituídas por sedimentos recentes da Era Antropozóica; tornam-se bastante visíveis nas proximidades dos rios. As elevações são encontradas nos limites com Roraima e Venezuela, onde encontramos as serras de Itapirapecó, Imeri, Urucuzeiro e Cupim.[70]

Os rios que passam por Manaus são o Negro e o Solimões e, ao se encontrarem, formam o grande rio Amazonas. O rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas, o mais extenso rio de água negra do mundo e o segundo maior em volume de água — atrás somente do Amazonas. Tem sua origem entre as bacias do rio Orinoco e Amazônica e também conecta-se com o Orinoco através do Canal do Cassiquiare. Na Colômbia, onde tem a sua nascente, é chamado de rio Guainia. Seus principais afluentes são o Rio Branco e o rio Vaupés, que disputa ser o começo do rio Orinoco junto com o rio Guaviare, drena a região leste dos Andes na Colômbia. Após passar por Manaus, une-se ao rio Solimões e passa a chamar-se rio Amazonas.[71] O rio Solimões começa no Peru e, ao entrar no Brasil, no município de Tabatinga, recebe o nome de Solimões.[72] O rio Amazonas é o maior rio da Terra, tanto em volume d'água quanto em comprimento (6.992,06 km de extensão). Tem sua origem na nascente do rio Apurímac (alto da parte ocidental da cordilheira dos Andes), no sul do Peru, e deságua no oceano Atlântico, junto ao rio Tocantins.[73]

Clima

Região de floresta amazônica próxima de Manaus.

O clima de Manaus é considerado tropical úmido de monções (tipo Am segundo Köppen),[9] com temperatura média compensada anual de 26,7 °C[74] e umidade do ar relativamente elevada durante o ano, com médias mensais entre 79% e 88%.[75] O índice pluviométrico é elevado, em torno de 2 300 milímetros (mm) anuais, sendo março o mês de maior precipitação (335 mm) e agosto o de menor (47 mm).[76] As estações do ano são relativamente bem definidas no que diz respeito à chuva: o inverno é relativamente seco, e o verão chuvoso.[77] Já houve ocorrências pontuais de chuva de granizo na cidade.[78]

Devido à proximidade da Linha do equador, o calor é constante do clima local. São inexistentes os dias de frio no inverno, e raramente massas de ar polar muito intensas no centro-sul do país e sudoeste amazônico têm algum efeito sobre a cidade, como ocorreu em agosto de 1955, mas apesar de raras, todos os anos influenciam no clima, fazendo com que a temperatura possa cair para 18 °C.[79] A proximidade com a floresta normalmente evita extremos de calor e torna a cidade úmida.[77]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas registrados
em Manaus por meses (INMET, 1961-presente)[80]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 155 mm 15/01/1996 Julho 61,6 mm 26/07/1975
Fevereiro 145,6 mm 28/02/1988 Agosto 79,8 mm 01/08/2000
Março 168,3 mm 08/03/1968 Setembro 97,5 mm 29/09/2000
Abril 180,8 mm 08/04/1967 Outubro 135,2 mm 21/10/1979
Maio 113,7 mm 13/05/1961 Novembro 131,8 mm 01/11/1986
Junho 66,5 mm 04/06/1966 Dezembro 132,5 mm 21/12/2010

No dia 26 de novembro de 2009, foi registrado um caso de chuva ácida em Manaus. A poluição do ar, causada em grande parte pelo acúmulo de fumaça de queimadas, associada ao dióxido de carbono emitido por carros, foi a causa deste fenômeno. Apesar de a incidência de chuva ácida ser comum em algumas capitais brasileiras onde há grande concentração de carros, em Manaus e em outras cidade do Amazonas a situação se agrava com o período prolongado de estiagem com a fumaça das queimadas.[81]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1961 a menor temperatura registrada em Manaus foi de 12,1 °C em 9 de julho de 1989,[82] e a maior atingiu 39 °C em 21 de setembro de 2015.[83] O maior acumulado de precipitação (chuva) em 24 horas foi de 180,8 mm em 8 de abril de 1967. Alguns outros grandes acumulados foram 168,3 mm em 8 de março de 1968, 155 mm em 15 de janeiro de 1996, 154,4 mm em 20 de abril de 2000, 151 mm em 20 de março de 1983 e 150,8 mm em 8 de março de 1978.[80] O índice mais baixo de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de em 4 de outubro de 2015, de 32%.[84]

Dados climatológicos para Manaus
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 36,4 36,1 36,2 35,1 34,7 34,9 35,7 37,6 39 38,7 38,2 37,3 39
Temperatura máxima média (°C) 30,5 30,4 30,6 30,7 30,6 31 31,3 32,6 32,9 32,8 32,1 31,3 31,4
Temperatura média compensada (°C) 26,1 25,9 26 26,2 26,2 26,4 26,5 27,3 27,7 27,7 27,2 26,6 26,7
Temperatura mínima média (°C) 23,1 23,1 23,2 23,3 23,3 23 22,7 23 23,5 23,7 23,7 23,5 23,3
Temperatura mínima absoluta (°C) 18,5 18 19 18,5 19,5 17 12,1 18 20 19,4 18,3 19 12,1
Precipitação (mm) 264,2 289,5 335,4 311,2 279,3 115,4 85,4 47,3 73,7 112,6 173,8 219,6 2 307,4
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 19 18 20 18 17 11 8 6 6 9 12 16 160
Umidade relativa compensada (%) 86 87 88 87 87 83 80 77 77 79 81 85 83,1
Horas de sol 114,3 87,7 98,5 111,9 148,6 184,8 214,2 225 200,5 171,2 140,9 130,9 1 828,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;[74][85][86][76][87][88][75] recordes de temperatura: 1961-presente).[82][83]

Meio ambiente

Vitória-régia, a maior flor aquática do mundo.

A vegetação da capital é densa, e tipicamente coberta pela floresta Amazônica. Com uma flora diversificada, abriga vários tipos de plantas, além da vitória-régia, uma espécie aquática ornamental. Existem plantas bem próximas umas das outras, o que torna a vegetação úmida e impenetrável. Há espécies com folhas permanentes, encarregadas de deixar a floresta com um verde intenso o ano todo.[70] Manaus é tida como a "Capital Ambiental do Brasil", pelo seu notável recurso natural. Cerca de 98 % dos 11.401,058 km² da área rural do município está intacta.[89] No entanto, cerca de 9,6 mil hectares de área verde, nos limites urbanos do município, estão desmatados ou em estado de degradação ambiental, correspondendo a 22% da área urbana manauense, segundo pesquisas do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).[51]

Toda a fauna da floresta tropical úmida presente na Amazônia também se encontra na cidade. Nas áreas rurais do município, há inúmeras espécies de plantas e pássaros, inúmeros anfíbios e milhões de insetos.[90]

Os grandes mamíferos da água, como o Peixe-boi e o Boto, são encontrados principalmente em regiões sem muita movimentação do rio Negro, em lagos encontrados no bairro Tarumã e também em alguns reservatórios da cidade, como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Algumas árvores de origem amazônica, como a Andiroba e Mafumeira (também conhecida como Sumaúma), são cultivadas em parques da cidade, como o Parque do Mindú e o Parque Estadual Sumaúma.[91] Este último recebe este nome em razão da grande quantidade de árvores mafumeiras que possui e é atualmente um parque estadual.[92] Répteis como tartarugas, caimões e víboras também ali habitam. Há pássaros e peixes de todas as espécies, plumagens e peles. Em algumas regiões ao longo do rio Amazonas, floresce a planta Vitória-régia, cujas folhas circulares chegam a mais de um metro de diâmetro.[93]

Parques e espaços públicos

A Praia da Ponta Negra é conhecida por abrigar grandes eventos em seu anfiteatro, como a Fan Fest da Copa do Mundo FIFA de 2014.[94]
Parque Jefferson Peres.
Praça São Sebastião.

Há importantes parques, reservas ecológicas e espaços públicos no município, com boa parte deles sendo administrada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS), Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (SDS). Alguns destes espaços são o Parque Municipal do Mindu, o Parque Estadual Sumaúma, o Parque Ponte dos Bilhares, o Jardim Botânico Adolpho Ducke (o maior jardim botânico do mundo),[95] o Parque Senador Jefferson Péres,[96][97] Parque Lagoa do Japiim,[98] entre outros.[99][100]

Os três principais parques municipais são o Parque Municipal do Mindu, o Parque Ponte dos Bilhares e o Jardim Botânico Adolpho Ducke. O Parque do Mindu está situado no bairro Parque 10 de Novembro, tendo sido criado em 1993, por meio da Lei Municipal nº 219 de 11 de novembro. Possui 40,8 hectares e abriga uma considerável população de Soim-de-coleira - um pequeno símio existente apenas na região de Manaus - além de um orquidário, um canteiro de ervas com propriedades terapêuticas e aromáticas e trilhas suspensas.[101][102] O Bilhares é um parque de menor tamanho, estando localizado no bairro da Chapada.[103] O Jardim Botânico Adolpho Ducke, situado na zona norte, é caracterizado por mais de três quilômetros de trilhas, além de inúmeras espécies de animais em extinção, como araras, tucanos, tatus e onças-pintadas, distribuídas em 100 km².[104]

O Parque Estadual Sumaúma, regulamentado pelo Decreto nº 23.721 de 5 de setembro de 2003, é a única Unidade de Conservação (UC) de caráter estadual situada na área urbana do município de Manaus.[105] Localiza-se no bairro Cidade nova e caracteriza-se por ser o menor parque estadual do Amazonas em área, com pouco mais de 52 hectares.[105]

Poluição ambiental

A poluição atmosférica do ar na cidade é intensa, devido principalmente à enorme quantidade de automóveis que circulam diariamente na cidade e às indústrias pertencentes ao Polo Industrial de Manaus.[106]

Um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), realizado em 2008 e que analisou 20 áreas em Manaus, ressaltou que a região do Eldorado é a que apresenta o maior índice de poluição do ar, com alta concentração de dióxido de nitrogênio. O mesmo estudo apontou as regiões da Marina Tauá, no bairro Tarumã, e Colônia Japonesa, na zona norte, como detentoras de índice zero de poluição, considerando-as as de menor nível de poluição nos limites urbanos do município. O mesmo estudo afirmou que a poluição em Manaus se dá de forma mais densa nos meses de agosto e setembro, e nos horários de maior tráfego de veículos.[107][108] Outro estudo, realizado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), afirma que os córregos de Manaus poderão desaparecer devido a poluição crescente, advinda da irregularidade do sistema de esgoto dos domicílios da cidade e do processo de recuperação dos córregos.[109][110] Partes dos rios Negro e Solimões também encontram-se em estado de poluição.[111]

O problema do abastecimento equilibrado de água para a cidade também se configura como questão de défict. Apesar de possuir muitas fontes de água em seu próprio perímetro, Manaus apresenta deficiência no tratamento e distribuição de água para parte de sua população, especialmente nas zonas leste e norte. O problema da poluição, falta de tratamento e de distribuição da água também é agravado pela ocupação irregular das áreas de mananciais, ocasionada pela expansão urbana.[112]

Demografia

Crescimento populacional
Censo Pop.
1872 29 334
1890 38 720 32,0%
1900 50 300 29,9%
1920 75 704 50,5%
1940 106 399 40,5%
1950 139 620 31,2%
1960 175 343 25,6%
1970 314 197 79,2%
1980 642 492 104,5%
1991 1 010 544 57,3%
2000 1 403 796 38,9%
2010 1 802 014 28,4%
Est. 2016 2 094 391 [7] 49,2%
Censos demográficos do IBGE (1872-2010).[113]

A população de Manaus é de 2 094 391 habitantes, conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, o que a coloca na posição de sétima cidade mais populosa brasileira, após São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte. Destes, 48,82% são homens e 51,18% são mulheres; e 99,49% vivem em área urbana e 0,51 % em área rural. Entre as capitais estaduais brasileiras, foi Manaus quem registrou o maior crescimento populacional nas últimas décadas, de 22,24%, ultrapassando Recife e Curitiba.[114] A taxa de fecundidade era de 2,1 filhos por mulher em 2010, e mais da metade da população (67,69%) tinha entre 15 e 64 anos de idade.[115] Em 2008, 97,63% de sua população era alfabetizada e, em 2010, 3,75% viviam em situação de extrema pobreza.[115][116]

A maior parte da população encontra-se nas zonas norte e leste da cidade, sendo a Cidade Nova o bairro mais populoso, com 121 135 habitantes.[117] Com o início da industrialização na cidade, após a instalação do Polo Industrial de Manaus em 1967, o crescimento demográfico e populacional aumentou significativamente na cidade. Segundo os resultados dos últimos censos, a população da cidade elevou-se de 240.000 habitantes, em 1960, para 344.000 habitantes em 1970.[118] Daí até 1990 a população cresceu para 1.025.979 habitantes, elevando sua densidade para 90,0 hab./km².[118] Em termos percentuais, o aumento populacional entre 1960 e 1970 foi de 20% enquanto que de 1970 a 1980 foi de 50%.[118]

A cidade apresenta bons índices, constituindo-se um ótimo lugar para concentração de investimentos.[19] O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,737, de acordo com dados de 2010, e a esperança de vida é de 74,5 anos, um aumento de 8,6 anos desde 1991, quando o município registrou 65,9 anos em esperança de vida.[115] A esperança de vida é maior nas zonas sul, centro-sul e centro-oeste, comparando com as demais regiões da área urbana.[115] 99,63% dos domicílios são atendidos pela rede de distribuição de energia elétrica, 89,65% pela rede de esgoto e água encanada e 98,29% são atendidos pela coleta de lixo, conforme dados de 2010 do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.[115]

Expansão demográfica

Vista parcial de Manaus durante a noite.
Vista aérea da cidade de Manaus em 2011.

Até meados da década de 1970, os espaços urbanos e aglomerados estavam limitados às zonas administrativas sul, centro-sul, oeste e centro-oeste. A área portuária da cidade era intensamente povoada, com pouca densidade nas regiões norte e leste.[119][120] Após a criação da Zona Franca de Manaus, a cidade recebeu forte migração, e outras áreas e novos bairros na cidade foram surgindo, sendo que alguns através de ocupações irregulares, como é o caso do bairro Coroado, que ocupou parte da área verde pertencente à Universidade Federal do Amazonas.[121]

No início da década de 1980 iniciou-se um intenso processo de ocupação das áreas periféricas da cidade. A expansão para as zonas administrativas leste e norte, seja por ocupações regulares ou irregulares, marcaram o início do uso do solo estratificado e as novas ocupações que foram se formando na cidade já surgiram bem mais marcadas pelo nível de renda dos seus habitantes. Muitos dos maiores bairros que existem atualmente na cidade surgiram nessa década. Entre eles, os bairros de São José Operário, Zumbi dos Palmares, Jorge Teixeira e Santa Etelvina. A grande concentração populacional nas zonas leste e norte são, em parte, responsáveis pelo agravamento de problemas relacionados à ocupação desordenada do solo, destruições da cobertura vegetal, poluição dos corpos d'água e deficiência do saneamento básico.[122]

O crescimento urbano de Manaus foi o maior da região Norte. Nos últimos dez anos, a cidade apresentou uma das maiores taxas média geométrica de crescimento anual. A taxa de crescimento urbano tem sido maior que a taxa nacional, apesar de ter sofrido uma queda no último censo. A intensa urbanização da cidade, muitas vezes de forma desordenada, ao longo das décadas de 1980 e 1990, contribuíram para que sua área urbana perdesse cerca de 65% de cobertura vegetal. Entre 1986 e 2004, foram degradadas 20% da vegetação da zona urbana do município.[122] O atual crescimento urbano de Manaus concentra-se, sobretudo, na zona norte da cidade. As zonas sul, centro-sul e centro-oeste estão consolidadas enquanto espaço urbano em toda sua extensão. A zona leste, apesar de possuir uma imensa área ainda não ocupada efetivamente, não dispõe mais de espaços, pois a área que pertence à Zona Franca de Manaus representa 45% do total da área da região.[122] Um relatório da fundação City Mayors, que estudou os principais centros urbanos do mundo entre 2006 e 2014, colocou Manaus como a 62ª área urbana que mais cresce em população no mundo, com 2,83% de taxa média de crescimento anual.[123]

Composição étnica e migração

A cidade vista a partir do rio.

Manaus é uma cidade marcada pelos traços culturais, políticos e econômicos herdados dos colonizadores europeus e dos indígenas.[124][125] Os indígenas iniciaram a ocupação humana na Amazônia, e seus descendentes, os caboclos, desenvolveram-se em contato íntimo com o meio ambiente, adaptando-se às peculiaridades regionais e oportunidades oferecidas pela floresta.[124]

Na sua formação histórica, a demografia de Manaus é o resultado da miscigenação das três etnias básicas que compõem a população brasileira: o indígena, o europeu e o negro, formando, assim, os mestiços da região (caboclos). Mais tarde, com a chegada de outros imigrantes vindos da Europa e de outras regiões do mundo, como japoneses, árabes e marroquinos, formou-se uma cultura de característica singular, vista nos valores e modo de vida dos habitantes da cidade.[126][127]

Segundo dados do censo de 2010 do IBGE, a população de Manaus está composta por: pardos (67,83 % ou 1 222 337 habitantes), brancos (26,59% ou 479 171 habitantes), pretos (4,20% ou 75 762 habitantes), amarelos (1,15% ou 20 680 habitantes) e indígenas (0,22% ou 4 040 habitantes).[128][129] Há ainda, 4 pessoas que não declararam suas etnias.[128] Segundo um estudo genético de 2013, a ancestralidade dos habitantes de Manaus é 45,9% europeia, 37,8% indígena e 16,3% africana.[130]

A migração direcionada a Manaus dá-se principalmente entre os nordestinos, sobretudo cearenses e maranhenses. Há uma numerosa migração de pessoas naturais da própria região norte, como do Oeste do Pará e dos estados do Acre, Roraima e Rondônia. Naturais dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul também fazem-se bastante presentes.[126] A migração nordestina ocorreu especialmente no auge da borracha e da instalação da Zona Franca de Manaus, entre o séculos XIX e a década de 1960.[131] Conforme dados do censo de 2010, do total de habitantes residentes em Manaus, 563 008 destes (31,24%) não haviam nascido no município.[132] Entre os habitantes naturais de outras unidades da federação, o Pará era o estado com maior presença, com 125 936 pessoas (6,99%), seguido do Maranhão, com 26 226 residentes (1,46%), e Ceará, com 24 421 habitantes residentes no município (1,36%).[133]

Religião

Tratando sobre as religiões, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. Embora tenha se desenvolvido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração é possível encontrar atualmente dezenas de denominações protestantes diferentes, assim como a prática do candomblé, do Islão, do judaísmo, do espiritismo, entre outras. Nos últimos anos, o budismo, o mormonismo e as religiões orientais têm crescido bastante na cidade. Estima-se que há mais de mil seguidores budistas, seichonoitas e hinduístas.[134][135][136]

De acordo com dados do censo de 2010 do IBGE, a população de Manaus está composta por: católicos (53,68%); protestantes (35,56%); pessoas sem religião (6,82 %); espíritas (0,74 %); budistas (0,08%); e judeus (0,07%). Entre as igrejas protestantes, destacam-se a Assembleia de Deus (11,59%), Igreja Batista (3,18%) e Igreja Universal do Reino de Deus (1,97%). Entre as denominações cristãs restauracionistas, as que possuem maior número de adeptos são as Testemunhas de Jeová (0,72%) e A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (0,41%). Entre as novas religiões orientais, destaca-se a Igreja Messiânica Mundial (0,03%). A Umbanda e o Candomblé representam juntas 0,07% da população religiosa. Tradições esotéricas são realizadas por 0,03% da população, e as religiões indígenas e tribais são seguidas por 0,01% dos religiosos.[135]

Protestantes

A cidade possui os mais diversos credos protestantes ou reformados, como a Igreja Presbiteriana, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Metodista, a Igreja de Deus Pentecostal do Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Igreja Batista, o Ministério Internacional da Restauração, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Universal do Reino de Deus, as Testemunhas de Jeová dentre outras. Há um considerável avanço dessas igrejas.[135]

Há em Manaus um Templo mórmon, de propriedade de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O templo é o único da denominação religiosa na Amazônia e o sexto construído no Brasil.[136] O templo é visitado pelos fiéis da igreja que vivem nos estados de Rondônia, Roraima, Acre, Amapá e Pará, e possui um centro de visitantes aberto aos não-membros. No país, além de Manaus, há templos mórmons apenas em São Paulo, Recife, Campinas, Porto Alegre, Curitiba e Fortaleza.[136][137]

Governo e política

Tribunal de Justiça do Amazonas.
Palácio Rio Negro, antiga sede do governo do Amazonas.

O poder executivo do município de Manaus é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários municipais, seguindo o modelo proposto pela Constituição Federal. A contar de 1890, Manaus já possuiu 93 governantes majoritários, 76 destes nomeados e dezessete prefeitos eleitos por votação direta (voto popular). É notável ainda, o número de prefeitos que renunciaram ao cargo: ao todo, foram sete prefeitos.[138] O prefeito atual de Manaus é Arthur Virgílio Neto, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), eleito em 1988, exercendo o cargo de 1989 até 1993, novamente eleito em 2012[139], exercendo o cargo de 2013 a 2017 e eleito pela terceira vez em 2016, para exercer o cargo de 2017 a 2021.

O poder legislativo é representado pela câmara municipal, composta por 41 vereadores eleitos para cargos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição, que disciplina um número mínimo de 33 e máximo de 41 para municípios entre um milhão e cinco milhões de habitantes).[140] O presidente atual da câmara municipal é o vereador Wilker Barreto, do Partido Humanista da Solidariedade (PHS).[141] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o Orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[142]

A atual lei orgânica de Manaus, que rege o município, foi promulgada em 5 de abril de 1990.[142] O município é sede de uma comarca do Poder Judiciário do Amazonas.[143] Por ser a capital do estado, no município também se encontram as sedes dos poderes executivo, legislativo e judiciário estaduais, sediando a Assembleia Legislativa do Amazonas, entre outros órgão amazonenses. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Manaus possuía, em janeiro de 2015, 1 249 124 eleitores, o que representa 55,864 % do eleitorado amazonense.[144]

Relações internacionais

A cidade possui a representação de diversos consulados. Entre os países da América do Sul, fazem-se presentes os consulados do Chile,[145] Colômbia,[146] Equador,[147] Peru,[148] e Venezuela.[149] Dois dos três países da América do Norte possuem representação no município, sendo estes Estados Unidos e México.[150][151]

Países asiáticos como Japão e Filipinas também mantém consulados no município, além da Síria.[152][153][154] O continente europeu é o de maior representação, com 18 países mantendo consulados na cidade. Alguns destes são Alemanha,[155] Espanha,[156] França,[157] Grécia,[158] Itália,[159] Noruega,[160] Países Baixos,[161] Portugal,[162] Reino Unido,[163] República Checa,[164] Roménia,[165] e Suíça.[166] Manaus não possui representações de países da África, da Oceania e da América Central.

Manaus adotou outras iniciativas no âmbito das relações internacionais, tais como a geminação de cidades, uma iniciativa do Núcleo das Relações Internacionais que busca a integração entre a cidade e demais municípios nacionais e estrangeiros. A integração entre os municípios é firmada por meio de convênios de cooperação, que têm o objetivo de assegurar a manutenção da paz entre os povos, baseada na fraternidade, felicidade, amizade e respeito recíproco entre as nações. O município de Manaus possui, ao todo, quinze cidades irmãs:[167]

Subdivisões

Mapa da área urbana de Manaus, com seus bairros oficiais divididos em suas respectivas regiões.

O município de Manaus encontra-se dividido em sete zonas geográficas, que são as seguintes: Norte, Sul, Centro-Sul, Leste, Oeste, Centro-Oeste e Rural-Ribeirinha. Os dados do censo de 2010 apontam a zona norte como a mais populosa, com 501 055 habitantes. Entretanto, é a zona leste que possui a maior área territorial, com 15.568,39 hectares.[176][177]

Até 1991, os bairros pertencentes às zonas sul e oeste concentravam a maior parte dos domicílios da cidade, especialmente nos bairros Educandos, Nossa Senhora Aparecida, Colônia Oliveira Machado, Crespo, São Lázaro, Betânia, Compensa, São Raimundo, Santo Antônio e Glória, sendo que estas duas regiões são as de ocupação mais antiga em Manaus.[178] A partir de meados dos anos 1980, outras zonas passaram a ser ocupadas e consolidadas, diminuindo a concentração populacional na área central. Neste mesmo período, a zona norte registrou crescimento populacional de 183%, enquanto a zona sul obteve apenas 9,34%.[178]

Subdivisões de Manaus[179]
Localização População Nº de bairros
Zona est. de 2010 Bairros (somente oficiais)
Norte' 501 055 10
Sul' 286 488 18
Centro-Sul 152 753 7
Oeste 253 589 12
Centro-Oeste 148 333 5
Leste 555.649 11

O primeiro bairro criado em Manaus foi o Centro. Somente a partir daí as demais áreas da cidade foram sendo ocupadas e novos bairros foram surgindo, em especial na zona sul.[178] A cidade possui o maior bairro da região norte brasileira, a Cidade Nova, que possui 121 135 habitantes. A população do bairro chega a ultrapassar a população de qualquer município do interior do Amazonas. Com a instalação da Zona Franca de Manaus e a intensa migração, inúmeros bairros foram surgindo em sua área urbana, muitos a partir de ocupações irregulares de terra.[180]

Com a publicação da Lei municipal n° 1.401, de 14 de janeiro de 2010, alterou-se o número e a delimitação dos bairros oficiais, resultando na divisão dos três maiores bairros da cidade em extensão territorial. O primeiro bairro criado através da lei foi o Distrito Industrial II, dividindo-se do bairro Distrito Industrial.[181] O Distrito Industrial II passou a integrar a zona leste. Outro bairro criado a partir da lei é o Tarumã-Açu, originário da divisão do bairro Tarumã, que até então era o maior bairro da cidade em área.[181] Com a modificação, o Tarumã passou a ser o quarto maior bairro em questão de território.[181] O bairro Cidade Nova também foi dividido e originou dois novos bairros: o Nova Cidade, que ainda não era reconhecido como bairro oficial, e o Novo Aleixo. Também criou-se o bairro Gilberto Mestrinho, desmembrado do São José Operário, que recebeu o status de bairro oficial.[181] Por fim, a comunidade Lago Azul, também foi reconhecida como bairro oficial através da supracitada lei.[181] Com todas essas alterações, o número de bairros oficiais em Manaus passou para 63.[181]

Economia

Atividades econômicas em Manaus em 2012.[182]
O Polo Industrial de Manaus é um dos mais modernos da América Latina, reunindo aproximadamente 600 indústrias de alta tecnologia nos segmentos de eletroeletrônica, veículos de duas rodas, produtos ópticos, de informática e química.[183]

Manaus possui o 6º maior PIB dentre os municípios brasileiros. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014 seu Produto Interno Bruto foi de R$ 67 572 523 000.[184] No mesmo ano, a renda per capita foi de R$ 33.446,76, sendo a capital com o maior PIB per capita na região Norte.[185] A cidade possui o maior PIB entre todos os municípios do estado do Amazonas e das regiões Norte/Nordeste, e a segunda maior renda per capita entre os municípios amazonenses, superado apenas por Coari, com seus R$ 37.667,32. Manaus contribui com 77,7% do PIB estadual do Amazonas, a maior taxa de dependência verificada no Brasil, segundo o IBGE.[186] Na atualidade, o município possui um PIB ao menos três vezes maior que antes da implantação do modelo econômico da Zona Franca.[187]

Vista parcial da cidade.

O desenvolvimento rápido de Manaus para uma cidade de grande porte deu-se principalmente através da dispersão das indústrias na cidade, o que resulta numa grande importância deste setor para a sua economia. Apesar de o setor secundário responder por grande parte do PIB manauense, há registros de uma significativa diminuição de sua concentração nos últimos anos, haja visto o crescimento da participação econômica de outros setores, como a construção civil, ecoturismo, desporto e serviços.[188]

Nos limites territoriais do município, está a refinaria Isaac Sabbá, pertencente à Petrobras. Possui capacidade instalada para 46 mil barris/dia. Com o nome de Companhia de Petróleo da Amazônia, a refinaria foi instalada às margens do rio Negro por Isaac Benaion Sabbá em 6 de setembro de 1956, porém a sua inauguração oficial ocorreu apenas em 3 de janeiro de 1957, tendo sido inaugurada por Juscelino Kubitschek, visando estimular a região que ainda sentia os efeitos negativos da crise da época da borracha. Em 1971, a Petrobras assumiu o controle acionário da companhia, que passou a se chamar Refinaria de Manaus (Reman) e, em 1997, renomeada para Refinaria Isaac Sabbá. Seus principais produtos e distribuídos são gás de cozinha, gasolina, querosene de aviação, diesel, óleos combustíveis, asfaltos e álcool.[189]

Setor primário

O setor primário é o de menor expressividade na economia de Manaus, com boa parte da atividade de agricultura e agropecuária se concentrando ao longo das principais rodovias.[190] De todo o produto interno bruto da cidade, 206 milhões de reais é o valor adicionado bruto da agropecuária.[191] Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2014, o município contava com cerca de 6 178 bovinos, 605 caprinos, 218 equinos, 4 899 ovinos e 3 126 suínos, 1 525 vacas foram ordenhadas, das quais foram produzidos 588 mil litros de leite. Também foram produzidos 3 000 quilos de mel-de-abelha e 48 800 mil dúzias de ovos de galinha.[192] Na lavoura temporária, são produzidos principalmente o milho (10 toneladas), a melancia (1 000 toneladas) e a mandioca (3 360 toneladas).[193]

Área portuária de Manaus.
Edifícios empresariais no bairro Adrianópolis.

Na lavoura permanente, o município destacou-se, em 2014, na produção de laranja (2 800 toneladas), banana (570 toneladas) e maracujá (490 toneladas). Foram produzidos também o mamão (426 toneladas) e o limão e coco, com 80 toneladas e 880 mil frutos, respectivamente.[194] Na aquicultura, 1 150 150 quilos de peixes foram produzidos, com maior produção do tambaqui e matrinxã.[190]

Setor secundário

O secundário é o segundo setor de maior contribuição para a economia do município, estando no mesmo nível de importância do setor terciário, uma vez que a diferença econômica entre os dois é relativamente pequena. Em 2014, o valor bruto da indústria a preços correntes foi de 21,6 bilhões de reais.[191]

A Zona Franca de Manaus, principal objeto econômico do setor secundário, é um dos principais centros industriais do Brasil,[195][196] abrigando importantes indústrias das áreas de transportes e comunicações.[195] Trata-se de um projeto de modelo econômico com características de isenção fiscal, implantado pelo governo brasileiro em 1967, através do Decreto-Lei nº 291, objetivando desenvolver economicamente a Amazônia - ao mesmo tempo que estimula a preservação da biodiversidade e meio ambiente - integrá-la ao resto do país e garantir a soberania nacional sobre suas fronteiras com os países Andinos.[195][197][198] Apesar de a maioria de suas indústrias estarem sediadas em Manaus, a Zona Franca abrange também os estados do Acre, Rondônia e Roraima e, mais recentemente, o Amapá.[198][199] O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Zona Franca é de 12%, enquanto nas outras regiões do país é de apenas 4%.[200] o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/PASEP e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) é de 0% e o imposto de renda é 75% menor que nas demais partes do Brasil.[201] É administrada pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), uma autarquia da administração pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior criada e regulamentada pelo Decreto-lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967.[202]

A maior parte das exportações provenientes da Zona Franca de Manaus tem como destino a Argentina, com 168.011.039 produtos sendo exportados para esse país em 2010. Venezuela, Colômbia e México são outros dos países que mais importam produtos do centro industrial. Em 2010, Índia, Hungria, Alemanha e Países Baixos foram os países fora do continente americano que mais registraram importações de produtos fabricados na Zona Franca de Manaus.[203]

Setor terciário

O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do produto interno bruto de Manaus. Em 2014, a prestação de serviços rendeu 24,2 bilhões à economia do município, destacando-se principalmente na área de serviços públicos.[191]

Há um total de 10 shoppings centers em Manaus registrados na Associação Brasileira de Shopping Centers - Abrasce.[204] Os maiores da Região Norte estão localizados na cidade, entre eles, o Amazonas Shopping (o primeiro no município, inaugurado em 1991), o Shopping Manaus Via Norte (maior da Região Norte com 52.639 m² de ABL), o Manauara Shopping, o Shopping Ponta Negra e Sumaúma Park Shopping. Outros shoppings centers são o Millennium Shopping, o Manaus Plaza Shopping, o Shopping Grande Circular, o Studio 5 Festival Mall e Uai Shopping São José. Os 10 shoppings possuem, juntos, 326.785 m² de área bruta locável.[205] Há também o Shopping Cidade Leste, inaugurado em julho de 2013, que não é registrado na Abrasce.[206]

O comércio também é realizado em espaços populares, como mercados e feiras, que são administradas pela Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (SEMPAB) - denominada Secretaria Municipal de Mercados e Feiras até 2009.[207] O Departamento de Comércio Informal (DECIN), da prefeitura, é a organização que trata da supervisão e controle do comércio informal no município, de acordo com a Lei n° 674 de 2002. Um total de 7 084 vendedores ambulantes possuem cadastro na prefeitura da cidade, com a maioria deles atuando no Centro, na Praia da Ponta Negra e nos cinco terminais de ônibus.[208] Conforme dados da Secretaria de Produção e Abastecimento, Manaus possui 34 feiras, 8 mercados populares e 2 feiras volantes. As principais feiras na cidade são a Feira do Produtor,[209] da Panair,[210] do Mutirão,[211] da Banana, do Coroado, da Manaus-Moderna e da Compensa.[212]

Vista do Manaus Plaza Shopping, situado no bairro da Chapada, na zona Centro-Sul da cidade.
Millennium Shopping
Manauara Shopping, um dos principais shoppings de Manaus.

Turismo

Ver artigo principal: Turismo em Manaus

O município é o maior destino de turistas na Amazônia e foi o 8º destino brasileiro mais visitado pelos estrangeiros em 2013.[213] Há um significativo número de hotéis de selva em sua região metropolitana, que funcionam também como atrativos turísticos.[214] Uma das principais atrações turísticas é o Teatro Amazonas, símbolo arquitetônico e cultural datado de 1896 - época áurea da borracha - e Patrimônio Artístico Cultural do estado do Amazonas.[215]

A região recebeu o prêmio de melhor destino verde da América Latina, concedido em votação feita pelo mercado mundial de turismo, durante a World Travel Market, ocorrido em Londres em 2009.[216] Em 2010, em uma pesquisa feita entre os visitantes, o turismo foi avaliado como satisfatório por 92,4% dos turistas nacionais e 94% entre os turistas estrangeiros.[217]

Durante todo o ano, recebe grandes quantidades de navios de cruzeiro, pois há acesso para transatlânticos através do rio Amazonas. As visitas de cruzeiros à cidade ocorrem por temporadas, em geral, entre os meses de outubro e abril de cada ano. Em média, Manaus recebe 23 navios por temporada. Os europeus são os que mais visitam a cidade pelos navios de cruzeiro, com destaque aos alemães. Os norte-americanos também respondem por uma parcela significativa dos turistas de navios de cruzeiro.[218] O ecoturismo, também chamado de turismo de natureza, é notadamente explorado.[14] Entre as atrações naturais da cidade, destacam-se: O Encontro das Águas, um fenômeno natural causado pelo encontro das águas barrentas do rio Solimões com as águas escuras do rio Negro, as quais percorrem cerca de seis quilômetros sem se misturarem.[66] Esse fenômeno acontece em decorrência da temperatura e densidade das àguas, e, ainda a velocidade de suas correntezas;[66] Praia da Ponta Negra, uma praia fluvial às margens do rio Negro, localizada a 13 km do Centro. Apresenta-se em melhores condições durante a vazante do rio no mês de setembro;[219] Praia da Lua, localizada à margem esquerda do rio Negro, distante 23 quilômetros de Manaus por via fluvial. Tem o formato de uma lua em quarto crescente e uma vegetação de rara beleza natural com uma extensão de areia branca e banhada pelas águas negras do rio Negro, límpidas;[219] Praia do Tupé, situada a 23 quilômetros da cidade, envolta pelo rio Negro;[219] Praia Dourada, na zona rural de Manaus, distante 20 quilômetros do centro da cidade, sendo banhada pelo igarapé do Tarumã e o rio Negro; e a Cachoeira do Paricatuba, situada na margem direita do rio Negro, num pequeno afluente. A cachoeira é formada por rochas sedimentares e cercada por vegetação abundante e o acesso é feito por via fluvial.[219]

Infraestrutura

Ver artigo principal: Infraestrutura de Manaus

Saúde

Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

Manaus dispõe de um total de 299 estabelecimentos de saúde básica de caráter público, sendo 237 municipais, 13 federais e 49 estaduais. 201 estabelecimentos de saúde básica são privados, sendo 196 com fins lucrativos e 5 sem fins lucrativos. Em 2009, havia cerca de 4.083 leitos na capital[220] e a rede conta com 333 postos de saúde, 121 deambulatórios e 150 estabelecimentos com atendimento odontológico.[221] A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) divide o município em cinco administrações de saúde pública: Distrito de Saúde Norte, Distrito de Saúde Sul, Distrito de Saúde Oeste, Distrito de Saúde Leste e Distrito de Saúde Fluvial.[222]

Em 2013, 97% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[223] Em 2012, foram registrados 41 169 nascidos vivos, sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 15,8 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos vivos, uma redução de 67,6% desde 1995.[223] Em 2010, 4,39% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos, sendo a taxa de atividade em meninas entre 10 e 14 anos de 6,20%.[115] Do total de crianças menores de dois anos pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2013, 0,5% apresentavam desnutrição.[224] O índice de mortalidade infantil era de 14,24 a cada mil crianças nascidas vivas, em 2012.[115]

Educação

O relatório do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), de 2013, apresenta Manaus com um resultado de 4,8 pontos para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), e 3,7 pontos para os anos finais do ensino fundamental - 6º ao 9º ano.[225] O município obteve a 14ª colocação entre as capitais brasileiras no que tange às notas dos anos iniciais no IDEB, e nos anos finais, a nota do exame do município alcançou a 16ª colocação. Houve um aumento no índice registrado pelo município desde a primeira avaliação, em 2005, até a última, em 2013, mas se comparada com as demais capitais da Região Norte, Manaus é superada por Palmas, Rio Branco e Boa Vista. A Escola Municipal Professora Léa Alencar Antony foi a que apresentou melhor resultado no IDEB, com 7,1 pontos totais.[225]

Em 2012, em nível municipal, eram mantidas 723 escolas de ensino básico, sendo 362 de caráter municipal, 192 de caráter estadual, 1 sob administração federal e 168 privadas.[226] Sedia um dos doze Colégios Militares do Brasil, o Colégio Militar de Manaus, único do gênero na Região Norte, além do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), voltado especificamente para o ensino técnico e superior. Ainda conforme dados do IBGE, em 2012 o município possuía 15 290 docentes, com 11 755 destes sendo do ensino fundamental e 3 535 do ensino médio, além de um número de matrículas totais de 458 545.[226] Entre a população com 25 anos ou mais de idade, 10,97% havia completado o nível superior, 49,86% possuía o ensino médio completo, 65,76% tinha o ensino fundamental completo e 4,76% era analfabeta. A expectativa de anos de estudo no município era de 9,51 anos, pouco acima da média estadual.[115]

Há duas universidades públicas presentes na cidade: A Universidade Federal do Amazonas, a única de caráter federal no estado, criada em 17 de janeiro de 1909 com o nome de Escola Universitária Livre de Manáos, sendo portanto a universidade mais antiga do país,[58][227][228] e a Universidade do Estado do Amazonas, criada pela lei estadual n.º 2.637 de 12 de janeiro de 2001.[229] Desde 2008, o Instituto Federal do Amazonas também atua como unidade pública de ensino superior, através da Lei nº 11.892, possuindo campis nos bairros do Centro, Distrito Industrial e São José Operário.[230]

Outras instituições de ensino superior de caráter privado também são encontradas na cidade. Entre elas, há a Universidade Luterana do Brasil, Universidade Paulista, Centro Universitário Nilton Lins, Faculdade Metropolitana de Manaus, Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas, Faculdades Marta Falcão, Faculdades Táhiri, Faculdades La Salle, Instituto de Tecnologia da Amazônia, Faculdade Salesiana Dom Bosco e o Centro Universitário do Norte.[231][232][233]

Comunicações

Segundo dados da ANATEL, em outubro de 2015 Manaus possuía 226.065 telefones fixos (referentes apenas às concessionárias da Telemar).[234] O índice por área de discagem direta a distância (DDD) da cidade é de 092.[235] A capital amazonense foi a primeira da Região Norte do país a receber a tecnologia 4G, em julho de 2013.[236] A cidade de Manaus possui cobertura 2G, 3G e 4G das operadoras Claro, Nextel, Oi, TIM e Vivo.[237] Desde 2011 a cidade conta com serviços de internet banda larga fixa por fibra ótica da operadora Oi. A rede de fibra ótica interliga Manaus a Santa Helena, na fronteira com a Venezuela.[238] Em 2013, a operadora TIM concluiu a instalação de sua rede de fibra ótica no trecho entre Manaus e Tucuruí.[239]

Manaus recebe sinais de televisão aberta de várias emissoras brasileiras, além de ser sede da Rede Amazônica, sendo afiliada da Rede Globo. Foi fundada em 30 de setembro de 1968, sendo a mais antiga emissora afiliada da Região Norte do Brasil.[240]

A cidade também possui a Rede Calderaro de Comunicação, que veicula a TV A Crítica (afiliada da RecordTV) a RedeTV! Manaus (afiliada a RedeTV!), a TV Bandeirantes Amazonas (emissora própria da Rede Bandeirantes), a TV Em Tempo (afiliada do SBT), TV Cultura do Amazonas (afiliada à TV Brasil), TV Tiradentes (afiliada do Esporte Interativo), a TV Diário (afiliada a Record News), a Boas Novas Manaus (emissora própria da Boas Novas), o canal independente Amazon Sat (pertencente a Rede Amazônica), a Local TV (afiliada a TV Cultura), e várias retransmissoras de TV.[241][242]

Também há diversas estações de rádio em Manaus, como a Rádio Difusora do Amazonas, CBN Amazônia, A Crítica, Amazonas FM, Rádio Cidade, Tiradentes FM, Mix FM, Jovem Pan Manaus, Rádio Boas Novas FM e muitas outras.[243]

Os principais jornais impressos são o Jornal A Crítica, Amazonas Em Tempo, Jornal do Commercio, Diário do Amazonas, Dez Minutos, Jornal Agora e Maskate. O Jornal do Commercio é um dos mais antigos ainda em circulação no Brasil, por ter sido fundado em 2 de janeiro de 1904.[32]


Segurança pública e criminalidade

Polícia Militar do Amazonas

A Polícia Militar do Amazonas (PMAM) integra o sistema de segurança pública e defesa social do Brasil, com a função primordial de policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública estadual; além de outras atribuições previstas na legislação federal e estadual. Seus integrantes são denominados militares dos Estados,[244] e a corporação é força auxiliar e reserva militar do Exército Brasileiro.[245]

Polícia Civil do Estado do Amazonas

A Polícia Civil do Estado do Amazonas, é uma das polícias do Amazonas, Brasil, órgão do sistema de segurança pública ao qual compete, nos termos do artigo 144, § 4º, da Constituição Federal e ressalvada competência específica da União, as funções de polícia judiciária e de apuração das infrações penais, exceto as de natureza militar.[246]

Por força da Constituição Federal do Brasil, a Guarda Municipal de Manaus possui a função de proteger os bens, serviços e instalações públicas. Ainda, atendendo o interesse público e no exercício do seu poder de polícia, atua na prevenção e repressão de alguns crimes, especialmente contra bens e serviços públicos, podendo inclusive prender em flagrante delito os infratores e conduzi-los até a presença de um delegado de polícia, de acordo com o disposto na lei processual penal.[247]

Manaus ocupa a 31ª posição entre as cidades mais violentas do mundo, de acordo com uma pesquisa feita pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública, sendo a 12ª mais violenta do país e a segunda maior taxa de homicídios na região norte do Brasil, abaixo apenas de Belém. A média de homicídios na cidade é de 42,53 para cada grupo de 100 mil habitantes.[248][249] Em 2011, a cidade ocupava a 26ª posição no ranking das mais violentas em nível mundial, em uma pesquisa promovida pela mesma ONG, e a 5ª posição entre as cidades do Brasil.[250]

O Exército Brasileiro, desde 1949, conta com aproximadamente 1000 homens no então Comando de Elementos de Fronteira.[251] Dispõe, hoje, no atual Comando Militar da Amazônia, criado em 1969[251] e desde então sediado em Manaus,[251] de um efetivo aproximado de 22 mil homens que têm como missão principal guarnecer o arco amazônico de fronteiras, com 11.248 quilômetros, acrescidos de 1.670 quilômetros de litoral.[251] Além das operações militares propriamente ditas, cabe ao Exército, na Amazônia, cooperar no desenvolvimento de núcleos populacionais mais carentes, na faixa de fronteira. Assim é que, em todos os pelotões de fronteira, funcionam normalmente escolas de primeiro grau e subordinadas ao Comando Militar da Amazônia temos escolas de primeiro e segundo graus.[251]

Transportes

Rodoviário

Ver artigos principais: AM-010, AM-070, BR-174, BR-319 e Ponte Rio Negro
Ponte Rio Negro, a maior ponte estaiada do Brasil com 3,6 km de extensão.
Rodovia Manoel Urbano na saída do município de Iranduba, sentido Manaus, via Ponte Rio Negro.
Avenida Torquato Tapajós, uma importante via da capital que dá acesso às rodovias AM-010 e BR-174.

A cidade de Manaus é um dos mais importantes entrepostos rodoviários do Brasil. Suas principais rodovias são a BR-174, que liga Manaus à Presidente Figueiredo, Boa Vista e Venezuela, a BR-319, indo à Porto Velho e municípios do sul do Amazonas, AM-010, que faz a ligação com os municípios de Rio Preto da Eva e Itacoatiara, e rodovia Manoel Urbano (AM-070), trecho que liga a capital aos municípios de Iranduba e Manacapuru.[252]

A frota de Manaus é a maior da Região Norte do país, composta por 650 650 veículos, sendo 340 477 automóveis, 147 481 motocicletas, 71 690 camionetes, 24 873 camionetas, 16 634 caminhões, 14 409 motonetas, 7 816 ônibus, 3 042 micro-ônibus e 2 766 caminhões-trator, além de 16 787 outros tipos de veículo (IBGE/2015).[253] O congestionamento de veículos na cidade é recorrente, principalmente, mas não restrito, aos horários de pico. Em 30 de março de 2012, regulamentou-se o projeto Zona Azul.[254]

A utilização de bicicletas como meio de transporte na cidade é bastante reduzida, sendo utilizada por apenas 3% da população, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2013.[255] Manaus apresenta 3,1 quilômetros de ciclovias, representando 0,04% da malha viária da cidade, fazendo desta a última capital do país em ciclovias por malha viária e por habitante, com 27 mil viagens de bicicleta diariamente.[255] O modelo de ciclovias é adotado por completo em alguns pontos da área urbana, como as avenidas Nathan Xavier, das Torres, Boulevard Álvaro Maia e a Praia da Ponta Negra. Entretanto, a maior parte da zona urbana apresenta ausência das ciclovias.[256]

O transporte coletivo ainda representa um papel fundamental no dia a dia da metrópole, por possuir uma grande estrutura de linhas de ônibus itinerários e coletivos.[257] Para facilitar o transporte na cidade, a prefeitura permite a atuação de micro-ônibus, vans e lotações nas zonas norte e leste.[257] O transporte coletivo de passageiros em vans ou peruas é proibido, sendo que o transporte terceirizado é permitido em alguns bairros da zona leste, no Distrito Industrial, e nos bairros Cidade de Deus e Nova Cidade.[258][259] O valor da passagem do transporte coletivo em Manaus custa R$ 3,30, o sexto maior valor em comparação com as demais capitais brasileiras.[260][261] Cerca de 900 mil pessoas utilizam o transporte coletivo diariamente na cidade, que possuía uma frota de 1.701 ônibus em 2013, com centenas de linhas itinerárias exploradas por várias empresas.[262]

De acordo com o estudo "Espacialidade Urbana", feito pelas Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 50% da população manauense utiliza o transporte público, enquanto 30% utilizam o veículo particular e o restante faz uso da bicicleta e da caminhada para locomoção na cidade. Em contrapartida, 81% do espaço viário são ocupados por carros, contra 13% ocupados por ônibus.[263][264]

A prefeitura de Manaus anunciou a implantação de um BRT nos próximos anos. Trata-se de um sistema de transporte rápido com ônibus.[265] Como medidas para solucionar os problemas no transporte municipal, foram executadas a criação de corredores exclusivos para ônibus,[266] o alargamento das avenidas Torquato Tapajós, Max Teixeira e Cosme Ferreira,[267][268] e a construção de viadutos e avenidas, como o Complexo Viário Gilberto Mestrinho, que interliga as zonas leste, sul e centro-sul,[268], o complexo viário do São José,[269] as avenidas das Torres e das Flores.[270][271] Também estuda-se a construção do monotrilho.[272][273]

Hidroviário

Ver artigo principal: Porto de Manaus

O transporte fluvial na cidade é muito comum. Manaus possui o maior porto flutuante do mundo, o Porto de Manaus. Trata-se de um grande e movimentado porto localizado à margem esquerda do Rio Negro distante 13 km da confluência com o rio Solimões.[274] O porto atende aos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Acre e áreas do norte de Mato Grosso, sendo administrado pela Sociedade de Navegação, Portos e Hidrovias do Estado do Amazonas (SNPH) desde 1997.[275][276][277]É capaz de operar com quatro navios simultaneamente em qualquer período do ano e mais três navios durante a cheia do Rio Negro.[278]

Manaus também conta com um grande porto cargueiro. O Porto Chibatão dispõe de um cais flutuante de 710 metros de comprimento por 240 metros de boca e tem como finalidade o embarque e desembarque de navios para movimentação de cargas de projetos, cargas gerais e containers.[279]

Aeroviário

A cidade de Manaus possui três aeroportos. Um grande e moderno aeroporto internacional administrado pela Infraero, um aeroporto militar e um aeroclube.

Aeronaves em reabastecimento na Base Aérea de Manaus.
  • Base Aérea de Manaus, localizada na Zona Sul, é uma base da Força Aérea Brasileira que se destaca no cenário nacional por seu desempenho na região amazônica. Também conhecido como Aeroporto Ponta Pelada, foi o principal aeroporto da cidade de Manaus durante 22 anos. Inaugurado em 1954, serviu como porta de entrada para a capital amazonense até a inauguração do Aeroporto Internacional de Manaus, em 1976.[288] Tem papel fundamental em defesa, logística e organização da Força Aérea Brasileira na Amazônia Ocidental. Também serve como alternativa caso o Aeroporto Internacional de Manaus seja fechado.[289][290][291]
  • Aeroclube do Amazonas, localizado no bairro de Flores, foi criado no ano de 1940 com o nome de “Aéro Clube do Amazonas” (ACA). Destina-se, sobretudo, a voos particulares e regionais com aeronaves de pequeno porte. Operam no aeródromo várias empresas de táxi aéreo e, principalmente, os paraquedistas.[292][293]

Cultura e sociedade

Teatro Amazonas, o principal símbolo cultural da capital amazonense.

O setor de cultura de Manaus é administrado pela Fundação de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), que passou a ser a organização oficial de regulamentação da cultura no município através da Lei nº 25 de 31 de julho de 2013. As ações da ManausCult são voltadas para a coordenação, planejamento e promoção da política cultural manauense, sendo esta responsável pela administração direta do patrimônio histórico, artístico e arqueológico do município de Manaus. A ManausCult possui, entre suas subordinações, o Conselho Municipal de Cultura, Conselho Gestor do Fundo Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e o Centro de Atendimento ao Turista (CAT).[294]

Os aspectos históricos e geográficos contribuem em boa parte para a formação cultural de sua população. A presença dos indígenas - povos nativos da região - pode ser verificada em muitos dos costumes locais, como a culinária, a linguagem e o artesanato.[295] O domínio europeu também é verificado, precisamente em sua arquitetura, bem como a influência de povos de outras partes do Brasil, como os nordestinos, onde sua marca dá-se notadamente na música, com ritmos como o forró. A partir do fim do século XIX e início do século XX, quando a cidade viveu o apogeu da borracha, muitos de seus edifícios culturais vistos hoje foram construídos, entre eles o Teatro Amazonas e o Palácio da Justiça, principais representações deste período da história da cidade.[296] Manaus sediou a 1ª Feira Mundial de Artesanato, em 2012, e a 2ª Feira Mundial de Artesanato, em 2013,[297][298] uma iniciativa de produção e exposição do artesanato cultural de 16 países.[299]

Literatura e teatro

Vista interna do Teatro Amazonas.

Em Manaus, nasceram alguns escritores, compositores e poetas conhecidos no Brasil, como Aníbal Beça (1946-2009), autor dos livros Filhos da Várzea e Folhas da Selva; Milton Hatoum (1952), conhecido por abordar parte da história de Manaus em suas obras e vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura por três vezes, com os livros Relato de um certo Oriente (1990), Cinzas do Norte (2005) e Dois Irmãos, sendo que este último foi adaptado por Luiz Fernando Carvalho e transformado em minissérie pela Rede Globo;[301][302] Astrid Cabral (1936), vencedora dos prêmios Olavo Bilac (1987), Prêmio Nacional de Poesia Helena Kolody (1998) e Prêmio Nacional de Poesia da Academia Brasileira de Letras (2004);[303] e o escritor e autor de telenovelas Antônio Calmon.[304]

A cidade sedia desde 2003 o Festival de Teatro da Amazônia, composto por apresentações de espetáculos nacionais de caráter adulto e infantil. Os espetáculos são de ordem competitiva, apresentados no Teatro Amazonas, em três ou quatro dias do mês de outubro, contando também com oficinas culturais de teatro, arte musical e expressão corporal.[305][306] Há o Festival Breves Cenas de Teatro e o Amazonas Film Festival, um festival de cinema internacional que apresenta filmes, atuações e trabalhos relacionados em todas as suas manifestações, dando uma atenção maior aqueles cujas produções tenham a Amazônia como cenário.[307]

O Liceu de Artes e Ofício Cláudio Santoro, o Casarão de Ideias, a Federação de Teatro do Amazonas (FETAM) e o Serviço Social do Comércio (Sesc) são algumas das instituições que oferecem estudo na área artística.[308]

Música

Assim como outros setores da arte, a ManausCult e o Conselho Municipal de Cultura são responsáveis pela implementação de políticas no setor musical. Várias das ações também são de inciativa da Secretaria de Estado da Cultura, entre as quais os festivais que a cidade sedia.[294]

cidade possui também a Orquestra Barroca do Amazonas (OBA), criada em 2009 pela Universidade do Estado do Amazonas e com seu repertório luso-brasileiro voltado ao período colonial,[309] além da Orquestra Amazonas Filarmônica, a orquestra oficial do Festival Amazonas de Ópera, tendo sido criada por Júlio Medaglia em 26 de setembro de 1997.[310] A Secretaria de Estado da Cultura mantém o Festival Amazonas de Ópera (FAO)[311] e o Festival Amazonas de Jazz.[312] Outros eventos musicais, como o Festival do Mestiço[313][314], o Festival Folclórico do Amazonas[315], e o Boi Manaus, também estão presentes, sendo que este último é realizado próximo à data de aniversário do município[316], em 24 de outubro.[317][318]Todos os anos, também ocorre o tradicional Carnaval de Manaus, com destaque ao desfile das escolas de samba, realizado no Sambódromo (o maior do país em capacidade de público). Alguns artistas musicais conhecidos no Brasil nasceram em Manaus, como a cantora de MPB Eliana Printes, e a cantora de música pop eletrônica Lorena Simpson.[319][320]

Museus e bibliotecas

Museu de Ciências Naturais da Amazônia: um dos marcos da imigração japonesa no Amazonas.

Diversos museus são encontrados na cidade, entre eles o Museu do Índio (com três mil peças e utensílios de grupos indígenas da Amazônia), Museu do Homem do Norte (hoje em dia fechado, o museu apresentava o estilo de vida dos habitantes desta região do país), Museu Amazônico (dedicado à pesquisa da Amazônia e suas culturas), Museu de Ciências Naturais da Amazônia (com exposição de animais e espécies de peixes da floresta amazônica empalhados), Museu de Numismática do Amazonas (com exposição de coleções de moedas, cédulas e documentos históricos), Museu do Porto (dedicado à história da navegação e comércio no período da borracha), Museu Tiradentes (dedicado à história da Polícia Militar do Amazonas), Museu de Imagem e do Som do Amazonas (dedicado ao cinema), Pinacoteca do Estado do Amazonas (com um acervo de mil obras de artistas brasileiros e estrangeiros dos séculos XIX e XX), além de outros museus.[321][322] Todas as obras e exposições existentes nos museus foram adquiridas primeiramente pelo poder público, com exceção das exibidas no Museu de Numismática do Amazonas, que foi adquirida através do acervo pessoal do do humanista pernambucano Cícero Peregrino Dias, e comprada pelo Governo do Amazonas em 1899, através da Lei nº 296.[323]

A Biblioteca Pública Estadual do Amazonas, a maior do estado, está sediada em Manaus, com mais de 80.000 títulos de obras, sendo que algumas datam do século XVII. Foi fundada em 1870 e reformada entre 2007 e 2012.[324] A Biblioteca do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) também é uma das principais, com obras dedicadas aos períodos da história da Amazônia. Existem ainda outras bibliotecas, como a Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista, a do Museu Amazônico, do Parque Municipal do Mindu, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e a Biblioteca Arthur César Ferreira Reis.[325][326]

Futebol e outros esportes

Vista aérea da Arena da Amazônia, uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014.

O Nacional Futebol Clube é um dos principais clubes de futebol da cidade, fundado em 13 de janeiro de 1913,[327] a equipe detém a maior quantidade de títulos estaduais.[328] Também há outros clubes de futebol, como o Atlético Rio Negro Clube (também fundado em 1913), o São Raimundo Esporte Clube (fundado em 18 de novembro de 1918)[329] - o único que possui estádio próprio, o Estádio Ismael Benigno (da Colina)[330], o Nacional Fast Clube (fundado em 8 de julho de 1930)[331], o Manaus Futebol Clube (fundado em 5 de maio de 2013), o Sul América Esporte Clube (fundado em 1 de maio de 1932), dentre outros.

Alguns eventos desportivos já foram sediados na cidade, e há alguns espaços nesta dedicados a eventos de esportes. O maior deles é a Arena da Amazônia, inaugurado em 2014 e sede da Copa do Mundo de 2014, construído onde antes era o Estádio Vivaldo Lima, demolido em julho de 2010.[332]

Outros espaços desportivos de grande e médio porte são a Vila Olímpica Danilo Duarte de Mattos Areosa[333], a Arena Amadeu Teixeira e o Estádio Ismael Benigno, conhecido como Estádio da Colina. São encontrados, ainda, praças esportivas de menor porte, como o Estádio Roberto Simonsen, conhecido como Estádio do SESI, e o Estádio Carlos Zamith, conhecido como Zamithão[334]. Manaus é uma das únicas cidades no Brasil a realizar a Copa Indígena, evento esportivo que tem como alvo os povos indígenas do Amazonas.[335] A Copa Indígena consiste na disputa de clubes de futebol formado apenas por etnias indígenas que disputam entre si, sendo realizado na cidade desde 2009.[336]

Ao menos seis atletas olímpicos nasceram em Manaus: Lígia Silva, Daynara de Paula, Gilmar Popoca, Humberto, Sandro Viana e Rtvelo.[337]

Feriados locais

Além dos feriados nacionais, o município reconhece outras três datas anuais como sendo feriado decretado: o dia 5 de setembro, em virtude da comemoração da elevação do Amazonas à categoria de província; 24 de outubro, por ser a data de aniversário do município;[338][nota 1] e o dia 8 de dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição (padroeira do estado do Amazonas).[339]

Ver também

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Notas

  1. Considera-se o dia 24 de outubro como data de fundação de Manaus, mesmo o município tendo sido elevado à categoria de vila em 29 de março de 1856.

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Bibliográficas

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  • MELO, J.M de. Estudos de jornalismo comparado. São Paulo: Pioneira, 1972.

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