Manchester City Football Club

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Manchester City
Manchester City Football Club.png
Nome Manchester City Football Club
Alcunhas City
Man City
The Citizens
Sky Blues
MCFC
Torcedor/Adepto Citizens
Mascote Moonchester e Moonbeam
Fundação 23 de novembro de 1880 (136 anos), como West Gorton.
Em 16 de abril de 1894, o nome foi mudado para o Manchester City[1]
Estádio Etihad Stadium
Capacidade 55.097 [2]
Localização Manchester, Reino Unido
Presidente =Emirados Árabes Unidos Khaldoon Al Mubarak
Treinador Espanha Pep Guardiola
Patrocinador =Emirados Árabes Unidos Etihad Airways
Material (d)esportivo Estados Unidos Nike
Competição Inglaterra Premier League
Inglaterra The FA Cup
Inglaterra Capital One Cup
União Europeia Liga dos Campeões
PL 2016–17
CI 2016–17
CL 2016–17
LC 2016–17
Em disputa
Em disputa
Oitavas-de-final
Oitavas-de-final
Website Site oficial do clube (Inglês)
Site oficial do clube (Português)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Manchester City Football Club é um clube de futebol inglês, que disputa atualmente a Premier League. Foi fundado em 1880 sob o nome de São Marcos (em West Gordon), foi então renomeado Ardwick Association Football Club e finalmente, no dia 16 de abril de 1894, se tornou o Manchester City Football Club. Conhecido como Manchester City ou simplesmente City, o clube manda seus jogos no Etihad Stadium (por questões de patrocínios de nome) desde 2003, antes chamado de City of Manchester Stadium (português: Estádio Cidade de Manchester), depois de ter jogado em seu antigo estádio Maine Road desde 1923. É considerado um dos principais clubes da atualidade. É a base do City Football Group, que administra clubes de futebol, como o New York City F.C., Melbourne City F.C., Yokohama F. Marinos.

O City é um dos clubes mais antigos e tradicionais da Inglaterra, passou a maior parte de sua história na Primeira Divisão do futebol inglês, com mais de 88 participações, a primeira delas sendo na temporada 1899–1900.[3] Já na Premier League essa é sua vigésima temporada na principal divisão do futebol inglês, desde a criação da Liga (1992-93). No Ranking de pontos conquistados na história do Campeonato Inglês o City é o sétimo.[4] O período de maior sucesso do clube foi no final dos anos 1960 e o início dos anos 1970, quando venceu o Campeonato Inglês, Copa da InglaterraCopa da Liga e a UEFA Cup Winners' Cup de 1969-70 (este seria o primeiro título do City a nível europeu), e sob o comando de Joe Mercer e Malcolm Allison, tornou-se então o segundo clube inglês a ganhar um título internacional e um nacional na mesma temporada, fazendo o City um clube muito mais promissor que o rival United naquela época.

Nos anos 90 o City passou por períodos de declínio, culminando em um rebaixamento duplo em três temporadas, o clube entrou em uma grave crise financeira tendo dificuldades para se estabilizar na elite, e acabou caindo para divisões inferiores, jogou a Terceira Divisão Inglesa em 1998 pela primeira e única vez em sua história, a queda do City também seria crucial para reordenar a divisão de forças em Manchester enquanto United se tornaria uma das equipes mais fortes do país. A temporada 2002-03 foi o último a ser jogado em Maine Road, que incluiu uma vitória por 3 a 1 sobre o rival United, acabando assim com um tabu de 13 anos sem ganhar dos Red Devils. Nessa mesma temporada o City qualificou-se para competições europeias após 25 anos através do Ranking UEFA Fair Play. Voltou a Premier League em 2003-04, e o clube mudou-se para o City of Manchester Stadium, inaugurado em um amistoso contra o Barcelona vencido pelo City por 2 a 1.

Em 2008 o clube foi comprado pelo Abu Dhabi United Group para o Desenvolvimento e investimento, um grupo dos Emirados Árabes Unidos e tornou-se um dos clubes mais ricos do mundo. Desde 2011, o clube ganhou seis troféus importantes, incluindo a Premier League das temporadas 2011–12 e 2013–14. O City tem um dos maiores públicos da história do futebol inglês considerando jogos em seus próprios estádios – em 1934 no Maine Road registrando 84.569 torcedores contra o Stoke City público recorde até hoje para jogos de clubes ingleses fora de Wembley. O City também foi um dos membros fundadores da Premier League em 1992.

Mantém uma forte rivalidade com o vizinho Manchester United, com quem joga o Manchester derby ou City vs. United. Ao fim da temporada 2014–15, o Manchester City teve a sexta maior receita no mundo do futebol, com € 463,5 milhões.[5] Em 2016, segundo a revista Forbes, o City era a quinta marca mais valiosa do mundo do futebol, 1,3 bilhões de dólares.[6] Em 2015 o jornal britânico Daily Mail publicou um estudo sobre os 50 maiores clubes da Inglaterra, a publicação utilizou seis critérios principais: títulos, média de posições no Campeonato Inglês desde a temporada 1988/1989, média de público, estrelas (contando selecionáveis e jogadores que participaram de Copas do Mundo), popularidade internacional e dinheiro, o Manchester City ficou na quinta colocação.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Início da fundação à primeira taça (1880-1904)[editar | editar código-fonte]

O City foi fundado nos fundos da Igreja de St. Mark (São Marcos), em Gorgon, área populosa no leste da zona industrial de Manchester, em 1880, por uma paroquiana de nome Anna Connel  e Thomas Goodbehere, William Beastow, Arthur Connelle em pleno início da Revolução Industrial, quando as difíceis condições de vida geravam uma expectativa média de vida de apenas 17 anos para os homens e o futebol passaria a ser uma referência de lazer e de vida saudável para a população do Norte da Inglaterra, região onde o futebol se desenvolveria com mais pujança durante as primeiras décadas do jogo do que em locais como Londres, por exemplo.[8]

Os Citizens ganharam o seu primeiro título oficial na conquista da Segunda Divisão Inglesa em 1899, tornando-se o primeiro clube da cidade a ser promovido para a Primeira Divisão.

A equipe do City, que ganhou a Copa da Inglaterra de 1904.

O segundo viria em 1904, com o título da prestigiada Copa da Inglaterra contra o Bolton Wanderers, time da área metropolitana da Grande Manchester.[9] Na mesma temporada, o clube foi-se tornando mais popular e a sua equipe mais forte, o City terminou na terceira posição três pontos atrás do Newcastle. Duas temporadas depois, entretanto, a equipe seria punida pela Associação Inglesa de Futebol por pagar aos jogadores do time salários superiores ao teto estabelecido pela entidade: dezessete jogadores do elenco acabariam suspensos até o ano seguinte em 1907. alguns deles acabaram acertando com a equipe do ex-Newton Heath, que desde 1902 passaria a chamar-se Manchester United. Dentre eles, o capitão e maior astro do time, o "bruxo galês" Billy Meredith, autor do gol do título de 1904. Surgia assim o primeiro atrito entre os dois futuros rivais da cidade.

Equipe P W D L GF GC Pts
1 Newcastle 34 23 2 9 72 33 48
2 Everton 34 21 5 8 63 36 47
3 Manchester City 34 20 6 8 66 37 46
4 Aston Villa 34 19 4 11 63 43 42
5 Sunderland 34 16 8 10 60 44 40

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; Pts = Pontos

Nova casa e novos títulos[editar | editar código-fonte]

Em decadência, o City ainda viu seu estádio, o Hyde Road, sofrer incêndio em 1920. Ainda assim, um reerguimento viria já no ano seguinte, em 1921 e, dois anos depois, a construção de um novo, o Maine Road, na região sul da cidade. Entretanto, lá já se situava Old Trafford, casa do Manchester United. Revoltados com a falta de seu time, habitantes da região leste de Manchester resolveram criar um novo clube que representasse a região, o que foi feito em 1928, com a fundação da equipe amadora do Manchester Central.

O novo clube (dirigido por Meredith, que voltara ao City em 1921 e nele encerrara a carreira, três anos depois) logo tornou-se candidato a ser o favorito do City, uma vez que o United era visto como time decadente, com média de público inferior a 5 mil pessoas, e o City, único representante constante da cidade na elite inglesa (o United foi rebaixado em 1922 e 1931), e passava a imagem de que poderia seguir pelo mesmo caminho.[10]

As duas equipes veteranas de Manchester então uniram-se, usando seguidamente seu poder de veto quando o Manchester Central requisitou lugar na liga profissional, até o novo time ter de fechar as portas, em 1932.[10] Um ano depois, o City demonstrava força ao chegar à final da Copa da Inglaterra, perdida para o Everton de Dixie Dean, e chegar em 5º lugar no campeonato. No ano seguinte, trinta anos após o primeiro título no torneio, o time voltaria a conquistar a Copa da Inglaterra, batendo o Portsmouth. Os grandes ídolos do time eram o goleiro Frank Swift e o atacante Fred Tilson, autor dos dois gols da vitória por 2 a 1 na final, além do defensor Matt Busby.

Durante a temporada de 1934 o City bateu o recorde de maior público da história do futebol inglês considerando jogos em seus próprios estádios, 84,569 mil torcedores numa partida da FA Cup contra o Stoke City em Maine Road, um recorde que se mantém até hoje.

A temporada 1936-37 acabaria memorável: com destaque para a vitória no campo adversário sobre o grande time inglês da época, o Arsenal, e a uma arrancada na segunda metade do campeonato, com 15 vitórias e 6 empates nos 21 jogos do returno, o City conquistou seu primeiro título no Campeonato Inglês.[11] Paralelamente, o United terminava na penúltima posição e rebaixado.

Equipe P W D L GF GC pts
1 Manchester City (C) 42 15 6 1 56 22 57
2 Charlton Athletic 42 15 5 1 37 13 54
3 Arsenal 42 10 10 1 43 20 52
4 Derby County 42 13 3 5 58 39 49
5 Wolverhampton Wanderers 42 16 2 3 63 24 47
6 Brentford 42 14 5 2 58 32 46
7 Middlesbrough 42 14 6 1 49 22 46

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; Pts = Pontos

Entretanto, a temporada seguinte terminaria com uma incrível e melancólica inversão para os Citizens: em um campeonato equilibrado, o time fazia razoável campanha, ocupando o meio da tabela. Entretanto, a duas rodadas do fim, metade dos times estava ameaçado de rebaixamento. O City goleou o Leeds United por 6 a 2, não havia sido a primeira goleada que o time impunha no campeonato; vitórias como este fizeram-no ter o maior número de gols naquela edição, 80, com média de quase dois gols por partida. Ainda assim, estava em 17º na última rodada, empatado em pontos com outras cinco equipes: Birmingham City, Grimsby Town, Portsmouth, Stoke City e West Bromwich os quatro primeiros jogariam a última rodada em casa, contra clubes desinteressados no campeonato, já o City faria um confronto direto contra o Huddersfield Town, no campo do oponente. Um gol do solitário deu a vitória ao Huddersfield. Incrivelmente, o City tornava-se o primeiro (e, até hoje, o único) time campeão inglês a ser rebaixado na temporada seguinte, juntamente com o West Bromwich. E tendo o melhor ataque da competição e saldo positivo de gols. Na mesma temporada, o United conseguia nova promoção para a primeira divisão.

Pos Equipes P W D L GF GC Pts
15 Huddersfield Town 42 17 5 20 55 68 39
16 Leicester City 42 14 11 17 54 75 39
17 Stoke City 42 13 12 17 58 59 38
18 Birmingham City 42 10 18 14 58 62 38
19 Portsmouth 42 13 12 17 62 68 38
20 Grimsby Town 42 13 12 17 51 68 38
21 Manchester City (R) 42 14 8 20 80 77 36
22 West Bromwich Albion (R) 42 14 8 20 74 91 36

R = Rebaixados

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; Pts = Pontos

Anos 1940-60: rivalidade[editar | editar código-fonte]

Estátua do goleiro Bert Trautmann, no museu do City.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os torneios oficiais de futebol foram suspensos, aposentando o veterano Eric Brook, maior artilheiro da história do clube, com 178 gols. Torneios menores foram feitos no período, em que o City conquistou o simbólico troféu da Copa da Liga Norte, em 1943. Outra estrela que deixa a equipe com a guerra é o norte-irlandês Peter Doherty.

Quando o Campeonato Inglês voltou a ser realizado, na temporada 1946-47, os Sky Blues conquistaram a Segunda Divisão, voltando assim à elite, fazendo razoáveis campanhas até 1950, quando foi novamente rebaixado, retornando logo no ano seguinte. Na temporada de reestreia, ficou apenas em 15º lugar, enquanto o United conquistava seu terceiro título inglês após mais de meio século. No ano seguinte, o City por pouco não cai novamente, ficando na antepenúltima posição.

Assim como nos anos 1930, no meio dos anos 1950 o time chega seguidamente a duas finais da Copa da Inglaterra, perdendo a primeira (para o Newcastle, em 1955) e vencendo a segunda (contra o Birmingham City, em 1956). O título torna-se lendário pelo desejo do goleiro do time, o alemão Bert Trautmann, em querer continuar a jogar mesmo sabendo que seu pescoço estava quebrado.

Final da Copa da Inglaterra 1955-56:

Equipe Placar Equipe
Manchester City (C) 3 - 1 Birmingham City

C = Campeão

Em 1956, os Citizens também voltam a fazer boa campanha no Campeonato Inglês, terminando em quarto. Na seguinte, o time volta a lutar para não cair ficando em 18º lugar.

Na temporada 1957/58, o City marcou 104 gols e sofreu 100 gols com o Leslie McDowall como técnico. o City voltar a ficar entre os primeiros em 5º lugar, Mas sem alegrias: torcedores do City e United se unem no luto pela morte de oito promissores jogadores do United em um acidente de avião, em Munique. A tragédia matou também, entre outras vítimas, o ex-ídolo Frank Swift, então jornalista do News of the World. O técnico do United, que sobrevive, era outro ex-jogador dos Sky Blues, Matt Busby. Mesmo assim, na temporada seguinte é o dilacerado time vermelho que fica com o vice-campeonato e o City fica um ponto à frente do primeiro rebaixado.

Os dois clubes alternam razoáveis campanhas até 1963, quando ambos ficam ameaçados de caírem. Um confronto direto na última rodada define o rebaixado. O United, que na mesma temporada é campeão da Copa da Inglaterra, vence a partida com um gol de Denis Law, ex-jogador do City no início da década, vai a 34 pontos e escapa. O City termina com 31 e, em penúltimo, volta à segunda divisão. A rivalidade entre os dois se acirra a partir dali. O time não consegue voltar na edição seguinte, nem na posterior, no verão de 1965, uma mudança fará os Citizens se reerguerem para a glória: Joe Mercer chega ao clube para ser seu técnico.

Os anos de glórias e o primeiro título europeu[editar | editar código-fonte]

Em sua primeira temporada, Joe Mercer ordena a vinda de dois futuros ídolos, Colin Bell e Mike Summerbee. a maior bonança dos Citizens havia acontecido no final da década de 1960. Após vencer a segundona em 1965/66. Na temporada seguinte, veio indiscutivelmente o momento decisivo do City na temporada. O clube adquiriu com destaque o reforço de £ 60.000 Francis Lee um recorde do clube na época, o primeiro grande triunfo naqueles anos áureos veio com o título do Inglês em 1967/68, o segundo da história do clube, superando por dois pontos o United, que fica uma posição e dois pontos atrás. Colin Bell e Lee (artilheiro do Campeonato Inglês) vão à Copa do Mundo de 1970 pelo English Team, tornando-se os dois primeiros jogadores do clube a irem a uma Copa. o clube conquistou todos os títulos possíveis na Inglaterra até 1969/70. em temporadas seguidas, faturou o Campeonato Inglês, depois a Copa da Inglaterra e por último a Copa da Liga Inglesa.

Classificação do Campeonato Inglês de 1967/68:

Equipe  P   W   D   L  GF GC pts Competições
1 Manchester City (C) 42 26 6 10 86 43 58 Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1968–69
2 Manchester United 42 24 8 10 89 55 56 Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1968–69
3 Liverpool 42 22 11 9 71 40 55 Participated Inter-Cities Fairs Cup 1967-68
4 Leeds United 42 22 9 11 71 41 53 Vencedor da Taça das Cidades com Feiras 1967/68
5 Everton 42 23 6 13 67 40 52

C = Campeão

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; Pts = Pontos

O City viajou para a Europa em pré-temporada, jogando amistosos contra Eintracht Braunschweig e Standard Liège. depois de voltar para a Inglaterra jogou contra o Portsmouth em Fratton Park, vencendo por 2-0, e terminou a preparação com uma vitória em casa contra o Borussia Dortmund.

Já em sua estreia além das fronteiras, na Copa dos Campeões de 1968/69, o City decepcionou. A equipe caiu logo na primeira fase, diante do Fenerbahçe ao perder por 2-1 no placar agregado.

1ª Fase Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1968–69:

Equipe Placar Equipe 1º jogo 2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 2 Turquia Fenerbahçe 0-0 1-2

No entanto, a redenção aconteceria na Copa da Inglaterra. Deixando pelo caminho Newcastle, Blackburn, TottenhamEverton, os Citizens cruzaram com o Leicester de Peter Shilton em Wembley. Vitória por 1 a 0 dos comandados de Joe Mercer, com gol decisivo do atacante Neil Young. Um alento é a conquista da Copa da Inglaterra, sobre o Leicester City, time que também usa azul. Por isso, na decisão, os Citizens jogaram com outro uniforme, nas cores vermelha e preta, mas não com inspiração no rival United, e sim no Milan.[12] Malcolm Allison, assistente de Mercer, acreditava que um uniforme igual ao da equipe italiana traria maior imponência ao City.[13] Desde então, é usado com certa regularidade como segundo uniforme do time (que costumava usar bordô no uniforme alternativo).

Competição Time Placar Adversário
1º Fase Manchester City 1–0 Luton Town
2º Fase Manchester City 0–0 Newcastle United
Replay da 2º Fase Manchester City 2–0 Newcastle United
Oitavas de final Manchester City 4–1 Blackburn Rovers
Quartas de final Manchester City 1–0 Tottenham
Semi-final Manchester City 1–0 Everton
Final Manchester City (C) 1–0 Leicester City

(c) = Campeão

Mais do que o troféu, a conquista da FA Cup valeu uma vaga na Recopa Europeia em 1969/70. Um torneio para o qual os ingleses demonstravam um gosto especial naquela época, desta vez, o City conseguiu passar por seus adversários e é campeão da segunda competição continental de clubes, a caminhada do City começou de maneira grandiosa, eliminando o Athletic Club de Bilbao por 6 a 3 no placar agregado. Na sequência, as vítimas seriam o modesto Lierse Sportkring, Académica de Coimbra, antes de um novo adversário de peso, o Schalke 04. E a goleada por 5 a 1 em Maine Road ratificou o potencial do City de ser campeão. Já na decisão, o desafiante era o Górnik Zabrze, importante na formação da forte seleção polonesa dos anos 1970. Nas etapas anteriores, a equipe do leste já havia surpreendido ao eliminar a Roma e o Rangers. Neil Young abriu o placar aos 12 minutos, enquanto Francis Lee ampliou cobrando pênalti aos 43. Apenas na segunda etapa é que o Górnik reagiu, mas o tento de Stanislaw Oslizlo não levou o placar além dos 2 a 1 em Viena [14][15] e não foi o suficiente para evitar que o City levantasse seu primeiro título continental de sua história.

Final da Recopa Europeia 1969-70

Equipe Placar Equipe
Inglaterra Manchester City (C) 2 - 1 Polónia Górnik Zabrze

(C) = Campeão

Novamente na Taça das Taças de 1971 com o direito de defender a faixa de campeão, o City alcançou as semi-finais, antes disso nas quartas de finais, o City enfrentou o mesmo adversário da final anterior, o Górnik Zabrze que no jogo de ida venceu o City por 2-0 na primeira rodada com uma multidão eufórica de 100.000 Poloneses, no jogo de volta o City venceu por 2-0 em Maine Road para garantir um replay em campo neutro em Copenhagen, o City fez uma viagem para a Dinamarca para derrotar o Górnik Zabrze por 3-1. Com a vitória o City garantiu um lugar na semi-final contra outro time Inglês, o Chelsea. No entanto as chances do City avançar para a segunda final consecutiva foram severamente prejudicada, antes do jogo Alan Oakes, Colin Bell, Mike DoyleGlyn Pardoe e Mike Summerbee todos estavam indisponíveis devido a lesões antes da primeira partida, sem nenhuma surpresa o City perdeu o jogo de ida no Stamford Bridge por 1-0 e o goleiro do City Joe Corrigan se machucou para o jogo de volta em Maine Road, e o City perdeu novamente por 1-0 dando adeus as chances de conquistar o bicampeonato. No fim da temporada o técnico Joe Mercer resolve sair por discussões com Malcolm Allison, que é promovido a seu cargo, para o qual ficaria apenas na temporada que se seguiu, e até hoje Joe Mercer é considerado pelos torcedores do City como o maior técnico do clube.

Semi-Final Recopa Europeia 1970-71

Equipe Placar Equipe 1º jogo 2º jogo
Inglaterra Chelsea 2 - 0 Inglaterra Manchester City 1-0 1-0

Sucesso continua nos anos 1970[editar | editar código-fonte]

O time volta a ocupar as primeiras posições na tabela em 1971-72, quando termina em quarto, mas apenas um ponto atrás do campeão, o Derby County, com isso o City novamente se classifica para competições europeias, mas não consegue passar da primeira fase caindo para o Valencia, com isso o City disputa competições europeias por quatro temporadas consecutivas.

Equipe P W D L GF GC Pts
1 Derby County 42 24 10 8 69 33 58
2 Leeds United 42 24 9 9 73 31 57
3 Liverpool 42 24 9 9 64 30 57
4 Manchester City 42 23 11 8 77 45 57

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

1ª Fase Copa da UEFA de 1972–73:

Equipe   Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 3 - 4 Espanha Valencia 2-2 1-2

Na temporada de 1974 torna-se outro ano memorável para os torcedores: o clube não ganha troféus, sendo o mais perto disso o vice-campeonato na Copa da Liga, e faz campanha mediana no campeonato inglês. Entretanto, o time vinga-se do rebaixamento imposto pelo United onze anos antes: na última rodada, ambos se enfrentam e os vermelhos só escapariam da queda com vitória. Os Citizens, entretanto, os derrotam por 1 a 0, gol de Denis Law, justamente aquele quem rebaixaria o City em 1963, atuando pelo rival. O escocês voltara para Maine Road naquela temporada, onde encerraria a carreira.

Em 1975-76, o time vence pela segunda vez a Copa da Liga Inglesa ao bater o Newcastle por 2-1, com isso ganha vaga para competições europeias, mais como na temporada 72-73 o City cai novamente na primeira fase para a Juventus, que se tornaria o campeão.

1ª Fase Copa da UEFA de 1976–77:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 2 Itália Juventus 1-0 0-2

Ainda no Campeonato Inglês de 76-77 o City disputa acirradamente o troféu com a nova potência inglesa da época, o Liverpool, que termina campeão nacional com um ponto de diferença sobre os Citizens, que teriam sua última temporada realmente perto do título.

Equipe P W D L GF GC S Pts
1 Liverpool 42 23 11 8 62 33 +29 57
2 Manchester City 42 21 14 7 60 34 +26 56

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

O City se classifica para a Copa da UEFA mais como nas fases anteriores não passa sequer da primeira fase.

1ª Fase Copa da UEFA de 1977–78:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 2 - 2(gf) Polónia Widzew Lodz 2-2 0-0

Na temporada 77-78 o City disputa a Copa da Inglaterra vence o Leeds United na primeira fase, mas cai logo depois para o Nottingham Forest, que justamente se tornaria o campeão do Campeonato Inglês, o City luta muito e consegue um quarto lugar que o classifica para a Copa UEFA pela segunda vez consecutiva, mas como no anos anteriores o City decepciona mais uma vez e cai novamente na primeira fase.

Equipe P W D L GF GA S Pts
1 Nottingham Forest 42 25 14 3 69 24 +45 64
2 Liverpool 42 24 9 9 65 34 +31 57
3 Everton 42 22 11 9 76 45 +31 55
4 Manchester City 42 20 12 10 74 51 +23 52

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

O City disputa pela terceira temporada consecutiva a Copa da UEFA, e surpreende ao eliminar o poderoso Milan, chegando até as quartas de finais e parando naquele que seria o campeão o Borussia Mönchengladbach.

Copa da UEFA de 1978–79:

Primeira fase:

Equipe Placar Equipe 1ª Jogo 2ª Jogo
Inglaterra Manchester City 4 - 3 Países Baixos Twente 1-1 3-2

Segunda fase:

Equipe Placar Equipe 1ª Jogo 2ª Jogo
Inglaterra Manchester City 4 - 2 Bélgica Standard Liège 4-0 0-2

Terceira fase:

Equipe Placar Equipe 1ª Jogo 2ª Jogo
Inglaterra Manchester City 5 - 2 Itália Milan  2-2 3-0

Quartas de Final

Equipe Placar Equipe 1ª Jogo 2ª Jogo
Inglaterra Manchester City 2 - 4 Alemanha Borussia Mönchengladbach 1-1 1–3

No campeonato nacional , o City faz uma campanha muito irregular e fica em 15ª posição, é também última temporada do meia Alan Oakes, jogador que mais atuou pelos Sky Blues (676 jogos) se aposenta do time tendo ficado desde 1959.

Na temporada seguinte 1979-80, o City faz uma péssima campanha e termina na 17ª posição, o ano de 1979 marca a despedida do ídolo Colin Bell. Considerado o maior jogador da história do City, foi para os Estados Unidos encerrar a carreira. O ano seguinte, 1980-81 o City faz um campeonato melhor do que nos anos anteriores e termina em 12ª, é o último ano em que o time chega perto de conquistar um troféu, o da Copa da Inglaterra o City perde a final para o Tottenham Hotspur.

Anos 1980-início dos 2000: longa decadência[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Inglês 1981-82 o City começa muito bem, briga pelas competições europeias, mas cai muito de rendimento no segundo turno e termina em 10ª lugar. Na temporada seguinte, veria dois rebaixamentos do City para a Segunda Divisão, em 1983 - na primeira em que termina sem Joe Corrigan, que defendera o gol do time por dezesseis anos - e em 1987. na Segunda Divisão de 1983-84 o City briga para voltar para a elite mais perde a última vaga para o Newcastle. mais o clube volta à elite na temporada seguinte em 1985, com a última vaga e empatado em número de pontos com o Portsmouth. na reestreia, o grande destaque do City é a goleada de 5 a 1 imposta ao rival United. O time consegue manter-se na elite ficando em 15ª, mais na temporada seguinte o City termina na vice lanterna e rebaixamento para a Segunda Divisão. na temporada 87-88 o clube passa muito longe de voltar para a Primeira Divisão e termina em 9ª lugar tendo que permanecer mais uma temporada na segundona. na temporada seguinte em 88-89, consegue voltar a elite como vice campeão. na elite no ano seguinte o City faz uma campanha razoável e termina em 14ª lugar com o mesmo número de pontos do rival United que termina em 13ª.

Equipe P W D L GF GC S Pts
13 Manchester United 38 13 9 16 46 47 −1 48
14 Manchester City 38 12 12 14 43 52 -9 48
15 Crystal Palace 38 13 9 16 42 66 −24 48

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo; Pts = Pontos

Em 1990-91 o City faz ótima campanha e termina em 5ª lugar, na temporada seguinte outra ótima campanha e mais um 5ª lugar. mais a temporada 1992-93 marca a reformulação da divisão de elite, que passou a chamar-se Premier League, sendo o City um dos clubes fundadores.

Já na primeira temporada da Premier League em 1992 -93 o City termina em 9ª.

E com o novo formato, os rivais de Manchester passam a ter retrospecto bastante desigual: enquanto o United torna-se a força dominante do país, o City segue fazendo campanhas medianas, até ser rebaixado para a Segunda Divisão, em 1996.

Equipe P W D L GF GC S Pts
18 Manchester City (R) 38 9 11 18 33 58 -25 38
19 Queens Park Rangers (R) 38 9 6 23 38 57 -19 33
20 Bolton (R) 38 8 5 25 39 71 -32 29

R = Rebaixados

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo; Pts = Pontos

Na temporada 1996-97, o City fica apenas em 14º e na segundona, tendo de permanecer nela. o pior viria logo depois: na temporada 1997-98, o clube sofre novo rebaixamento, desta vez para a Terceira Divisão, o primeiro de sua história. Isso faz com que na Copa do Mundo de 1998, na França seja a primeira Copa sem nenhum jogador do clube desde a de 1970 - embora apenas em 1982 o clube tenha fornecido jogadores para a Seleção Inglesa (ausente das de 1974, 1978 e 1994), nas demais sempre houve ao menos um jogador do City, mesmo que de outra seleção. O grande ídolo do clube no momento, o meia georgiano Giorgi Kinkladze, acaba saindo, contratado pelo Ajax, da Holanda.

Emoção e drama na Terceira Divisão (1998-99):

Em 30 de maio de 1999 no playoff final da Division Two ( terceira divisão 1992–2004) o City enfrentou o Gillingham no Estádio de Wembley para determinar a terceira e última equipe a ganhar a promoção para a Segunda Divisão, num jogo dramático e emocionante o gillingham abriu 2 a 0, no entanto, Kevin Horlock diminuiu para o City, o gol de empate marcado por Paul Dickov nos acréscimos levou o jogo para a prorrogação que permaneceu sem gols levando a partida para os pênaltis em que City venceu por 3 a 1. o gol de Dickov é sem dúvida um dos gols mais importantes da história do Manchester City, se não tivesse voltando a Segunda Divisão e consequentemente para a Premier League o City poderia ir para as profundezas do futebol Inglês e ficado por lá por muitos anos.

Dada a importância do jogo como uma final para determinar a promoção para a Segunda Divisão e a reviravolta altamente improvável nos minutos finais, o jogo tem sido considerado como um dos mais emocionantes da história do futebol Inglês. Os fãs do Manchester City consideram o jogo como um primeiro passo crucial na revitalização do clube da Terceira Divisão do futebol Inglês ao seu status atual como o candidato anual para a título da Premier League.

Na temporada 1999-2000 da Division One, o City passou a temporada inteira tentando a promoção automática, e conseguiu isso no último dia da temporada, terminando vice-campeão na divisão.

Posição final do City na Football League First Division de 1999–2000:

Equipe Pts J V E D GP GS SG
1 Charlton Athletic 91 46 27 10 9 79 45 +34
2 Manchester City 89 46 26 11 9 78 40 +38
3 Ipswich Town 87 46 25 12 9 71 42 +29
4 Barnsley 82 46 24 10 12 88 67 +19

Pts – pontos; J – jogos disputados; V - vitórias; D - derrotas; E – empates; GP – gols próprios; GS - gols sofridos; SG – saldo de gols

Na temporada 2000-01 desta vez de volta a elite, o artilheiro Shaun Goater marca 29 vezes. Entretanto, na década que se passou, quem mais trouxe imagem para o clube são os irmãos Liam e Noel Gallagher, os líderes da banda Oasis e notórios torcedores fanáticos do clube, no campeonato o City se reforça com ex-jogadores do rival United em final de carreira e outros em igual situação. Destes últimos, George Weah, jogador liberiano eleito Melhor do Mundo em 1995, faz rápida passagem em 2000. O segundo é o russo Andriy Kančelskis, ex-United que chega no decorrer da temporada de volta do clube à Premier League (a de 2000-01) com a função de ajudá-lo a escapar de novo rebaixamento, e o City não escapa da degola terminando na 18ª posição e rebaixado novamente, Kančelskis é dispensado.

Posição final do City na Premier League de 2000–01:

Equipe P W D L GF GC S Pts
18 Manchester City 38 8 10 20 41 65 -24 34
19 Coventry City 38 8 10 20 36 63 -27 34
20 Bradford City 38 5 11 22 30 70 -40 26

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo; Pts = Pontos

O City é logo campeão da Segunda Divisão na temporada 2001-02, com o ex-jogador e (e também ex-técnico) da Inglaterra Kevin Keegan tendo chegado para ser o novo técnico do time.

Posição final do City na Football League First Division de 2001–02:

Equipe Pts J V E D GP GS SG
1 Manchester City 99 46 31 6 9 108 52 +56
2 West Bromwich Albion 89 46 27 8 11 61 29 +32
3 Wolverhampton Wanderers 86 46 25 11 10 76 43 +33
4 Millwall 77 46 22 11 13 69 48 +21

Pts – pontos; J – jogos disputados; V - vitórias; D - derrotas; E – empates; GP – gols próprios; GS - gols sofridos; SG – saldo de gols

2002-2007: período de transição e estabilidade na Premier League[editar | editar código-fonte]

De volta a Premier League o City não faz uma boa campanha e termina na 16º posição. mais os Citizens voltam a se classificar para um campeonato europeu após vinte e quatro anos: o troféu fair play os credencia para a Copa UEFA. Goater deixa o clube com a considerável marca de 103 gols nos cinco anos em que passou no Maine Road.

Posição final do City na Premier League de 2003–04:

Equipe P W D L GF GC S Pts
14 Tottenham 38 13 6 19 47 57 −10 45
15 Blackburn 38 12 8 18 51 59 −8 44
16 Manchester City 38 9 14 15 55 54 +1 41
17 Everton 38 9 12 17 45 57 −12 39
18 Leicester City 38 6 15 17 48 65 −17 33

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Novo ex-ídolo do rival vem para a reestreia na elite, ninguém menos que o goleiro Peter Schmeichel, que nunca perdera para o City nos nove anos em que passara no United, que não era derrotado pelos Sky Blues havia já onze - justamente desde a goleada de 1 a 5 sofrida na temporada 1989-90, devolvida com um 5 a 0 em 1994. Em sua última temporada como profissional, The Great Dane ajuda seu novo clube (para o qual traz seu filho, Kasper Schmeichel, para jogar nas divisões de base) a quebrar o tabu, vencendo em Maine Road. No outro dérbi da temporada, em Old Trafford, o clube arranca um empate a quatro minutos do fim com um gol de Goater, mesmo sem poder contar com Schmeichel, cujas lesões o impediram de atuar.[16]

Stuart Pearce treinador do Manchester City de 2005 a 2007.

Na Copa da UEFA de 2003–04 o City passa da fase de qualificação e da primeira fase caindo na segunda fase do torneio para o Dyskobolia Grodzisk da polônia.

Fase de Qualificação:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 7 - 0 País de Gales The New Saints 5-0 2-0

Primeira fase:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 4 - 2 Bélgica Lokeren 3-2 1-0

Segunda fase:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 1(gf) Polónia Dyskobolia Grodzisk 1-1 0-0

Quem chega para substituir Schmeichel no gol é outro famoso jogador do futebol nacional na década anterior, e titular da Seleção Inglesa nas duas Copas do Mundo anteriores: David Seaman, que chega juntamente com o atacante francês Nicolas Anelka, que será a principal referência do time nos três anos seguintes. No elenco, outros veteranos além de Seaman: os também ex-Seleção Inglesa Trevor Sinclair, Steve McManaman e Robbie Fowler, o alemão Michael Tarnat e o neerlandês Paul Bosvelt. A ano também marca a transferência do City para a sua nova casa, o City of Manchester Stadium, que faz o time voltar a mandar jogos na região leste da cidade, e a morte de um ídolo, o meia camaronês Marc-Vivien Foé, que faleceu em campo em jogo de sua seleção na Copa das Confederações. Seu número 23 é logo aposentado.

Na temporada seguinte quem assume o gol é outro veterano da Seleção Inglesa, David James. Ela marca também a revelação de Shaun Wright-Phillips, que é chamado para defender a Inglaterra junto com James e, ao seu final, a aposentadoria do técnico Keegan. Wright-Phillips também logo deixa o clube, rendendo 30,5 milhões de euros no cofre do clube, pagos pelo Chelsea. Anelka é outro a sair. É um terceiro ex-United quem chega, o atacante Andy Cole, além de outro também com passagens pela Seleção, Darius Vassell, e do novo técnico, o ex-zagueiro da Inglaterra Stuart Pearce, que encerrara a carreira no City em 2002.

A temporada 2004–05 foi a terceira temporada consecutiva do City na Premier League, e sua oitava temporada desde que a Premier League foi criada pela primeira vez, com o clube sendo um dos seus 22 membros fundadores. No geral, foi a 113ª temporada que o City joga a principal divisão do futebol inglês. o City terminou na 8ª colocação com o mesmo número de pontos do Middlesbrough, os dois times jogaram na última rodada da Premier League, quem vencesse se classificava para a Copa da UEFA de 2005–06, o City perdeu por 1-0 no Etihad Stadium e o Boro se classificou.

Posição final do City na Premier League de 2004–05

Equipe P W D L GF GC S Pts
6 Bolton Wanderers 38 16 10 12 49 44 +5 58
7 Middlesbrough 38 14 13 11 53 46 +7 55
8 Manchester City 38 13 13 12 47 39 +8 52
9 Tottenham 38 14 10 14 47 41 +6 52
10 Aston Villa 38 12 11 15 45 52 -7 47

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Ano de 2006 marca a saída do ídolo James, que na Copa do Mundo daquele ano tornou-se o primeiro jogador do time a ser convocado para a Seleção Inglesa para um mundial desde o de 1982 (que contou com Trevor Francis e Joe Corrigan); a chegada de outro veterano, o alemão Dietmar Hamann; e as novas revelações Micah Richards e Stephen Ireland. O clube fica apenas em 14º, com menos da metade de pontos do rival United, que termina campeão pela 16ª vez justamente em cima do City, no City of Manchester.

Mesmo com uma temporada sofrível em que o time teve de brigar contra o rebaixamento, tendo chegado a ficar seis meses sem fazer um mísero gol em casa,[17] são os Citizens quem ocupam as manchetes no meio do ano: o time é comprado pelo ex-Primeiro-Ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, que traz o ex-técnico da Inglaterra Sven-Göran Eriksson, o atacante italiano Rolando Bianchi e os primeiros brasileiros no clube, Elano e Geovanni.

Uma nova Era[editar | editar código-fonte]

O impacto é imediato: o City torna-se sensação inicial, vencendo os três primeiros jogos, incluindo um dérbi contra o United, e liderando o campeonato. A boa fase, entretanto, dura apenas a primeira metade do campeonato. Bianchi sai logo em janeiro. No mês seguinte, City e United deixam as inimizades de lado no dérbi do returno, que marca as celebrações dos 50 anos do desastre aéreo de Munique. As duas torcidas respeitam o minuto de silêncio em Old Trafford. Com a bola rolando, o City vence por 2 a 1, com gol do estreante reforço zimbabuano Benjani, sendo que era a primeira vez que os Citizens saíram vencedores dos dois dérbis do campeonato desde 1968, quando faturaram o título pela última vez. insatisfeito com a campanha no returno, Shinawatra demite Sven Göran Eriksson a dois jogos do fim do campeonato, apesar de reclamações da torcida. Na última partida, o time é vergonhosamente goleado por 1 a 8 para o Middlesbrough.

Esta temporada também viu o Manchester City ganhar a entrada na competição da próxima Taça UEFA, terminando em sexto lugar no ranking dos times ingleses no troféu "Fair Play" (com as cinco equipes classificadas acima do City já qualificados para a competições europeias).

Posição final do City na Premier League de 2007–08

Equipe P W D L GF GC S Pts
6 Aston Villa 38 17 13 8 66 61 +5 64
7 Blackburn 38 15 13 10 50 48 +2 58
8 Portsmouth 38 16 9 13 48 40 +8 57
9 Manchester City 38 15 10 13 45 53 -8 55
10 West Ham 38 13 10 15 42 50 -8 49

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Para a temporada seguinte, Shinawatra manifesta o desejo de comprar mais um brasileiro, o astro Ronaldinho Gaúcho, que prefere ir para o Milan.[18][19] Em setembro, Shinawatra decide revender o clube para o xeque Sulaiman Al-Fahim, que imediatamente demonstra seu cartão de visitas: no último dia de transferências para o início da nova temporada, que também era o primeiro (e único) dia de Sulaiman Al-Fahim para agir, o bilionário tenta atravessar a negociação de Dimitar Berbatov com o rival Manchester United.[20] Com o dinheiro do xeque, o City também manifesta seu desejo em contratar outros Ronaldos: o Fenômeno e Cristiano, justamente a grande estrela do rival, além de Cesc Fàbregas, do Arsenal.[9][21]

Mesmo sem ter acertado com nenhum dos quatro, ainda assim a grande bomba que sai das transferências é do City: Robinho, que estava acertando sua ida para o Chelsea devido a sua insatisfação no Real Madrid, é contratado por 40 milhões pelo City.[22] Contra o próprio Chelsea, o brasileiro estreia, marcando logo um gol de falta. A partida, entretanto, termina em vitória de virada por 1 a 3 para os londrinos. Outro ex-ídolo do United já havia chegado (para ser técnico), o galês Mark Hughes. Robinho faz uma boa primeira metade individual do campeonato, marcando 12 gols em seus 15 primeiros jogos em meio à campanha abaixo do esperado do City.[23]

Posição final do City na Premier League de 2008–09

Equipe P W D L GF GC S Pts
8 Tottenham Hotspur 38 14 9 15 45 45 0 51
9 West Ham 38 14 9 15 42 45 −3 51
10 Manchester City 38 15 5 18 58 50 +8 50
11 Wigan Athletic 38 12 9 17 34 45 −11 45
12 Stoke City 38 12 9 17 38 55 −17 45

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Robinho, primeira contratação internacional do City em sua era rica.

Em setembro de 2008 o clube é novamente vendido para o bilionário emiradense xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan[24]. Em janeiro de 2009, o clube tenta conseguir uma contratação ainda mais bombástica, a de um outro brasileiro: Kaká. Seu clube, o Milan, deixa-o livre para negociar sua ida para Manchester, após ser ofertado mais de £100 milhões, pelo melhor jogador do mundo em 2007, que recusou a proposta.[25][26] Outros procurados pelo clube também o recusaram, caso dos espanhois Fernando Torres e David Villa e do paraguaio Roque Santa Cruz, que depois acabaria sendo contratado.[27][28] Quem acertou com o City neste momento foram o goleiro Shay Given e o atacante Craig Bellamy.[29][30]

City na Copa da UEFA de 2008–09:

Equipe J W D L GF GA S Pts
Inglaterra Manchester City 4 2 1 1 6 5 +1 7
Países Baixos Twente 4 2 0 2 5 8 −3 6
França PSG 4 1 2 1 7 5 +2 5
Espanha Racing Santander 4 1 2 1 6 5 +1 5
Alemanha Schalke 04 4 1 1 2 5 6 −1 4
Equipe MC PSG RdS S04 FCT
Manchester City 0-0 3-2
Paris Saint-Germain 2-2 4-0
Racing Santander 1-3 1-1
Schalke 04 0-2 3-1
FC Twente 1-0 2-1

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados;

L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GA = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

2ª fase:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 4- 3 Dinamarca Copenhagen  2-2 2-1

Oitavas de final:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 2-2

(4-3 p)

Dinamarca AaB Aalborg 2-0 0-2

Quartas de final:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Alemanha Hamburg 4 - 3 Inglaterra Manchester City 3-1 1-2
Carlos Tévez foi uma das grandes estrelas mundiais do City.

Temporada 2009-10: sem a vaga na Champions League[editar | editar código-fonte]

Em 13 de julho de 2009, um novo ex-jogador do United chega ao City. Diferentemente dos anteriores, não a vias de se aposentar, mas em plena forma. Por £25 milhões, os Citizens acertaram a contratação do argentino Carlos Tévez, que não teve sua compra efetuada pelo rival, onde atuava por empréstimo junto a MSI.[31] Após ficar na 5º colocação da Premier League e perder a última vaga da Champions para o Tottenham no último jogo, foi considerado por muitos observadores como momento de definição do clube de Manchester na temporada quebrando o domínio estabelecido dos " Big Four ", e era uma das ambições dos proprietários do clube. No entanto, um dos aspectos positivos da campanha na temporada foi que o clube alcançou sua primeira grande semi-final desde 1981 antes de perder para o rival United.  A equipe do City também conseguiu algumas vitórias dos outros candidatos "Top Four", Chelsea e Arsenal. pela Copa da Inglaterra na terceira fase o City passou pelo Middlesbrough por 1-0, na quarta fase o City passou pelo Scunthorpe United por 4-2, parando na quinta fase para o Stoke City.

Roberto Mancini treinador do Manchester City de 2009 a 2013.

Posição final do City na Premier League de 2009–10:

Equipe P W D L GF GC S pts
3 Arsenal 38 23 6 9 83 41 +42 75
4 Tottenham 38 21 7 10 67 41 +26 70
5 Manchester City 38 18 13 7 73 45 +28 67
6 Aston Villa 38 17 13 8 52 39 +13 64
7 Liverpool 38 25 9 11 61 35 +26 84

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados;

L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Temporada 2010-11: depois de 35 anos, fim do jejum[editar | editar código-fonte]

Na temporada 2010-11 o City se prepara para uma grande temporada, tentando se firmar entre os melhores times da Europa, o clube contratou nada menos que seis grandes jogadores. Yaya Touré, ex Barcelona e irmão de Kolo Touré, foi a primeira contratação. Para melhorar sua linha defensiva, a segunda contratação foi o lateral direito alemão, Jérôme Boateng. A terceira contratação de impacto foi a vinda de David Silva, cuja contratação junto ao Valencia custou aproximadamente 35 milhões de euros sendo a maior contratação para a temporada, a de destaque, a grande aposta do treinador Roberto Mancini, foi Mario Balotelli vindo da Internazionale de Milão, e por fim, James Milner, numa troca envolvendo Stephen Ireland junto ao Aston Villa.

A última contratação do clube foi a do atacante Sergio Aguero, o City pagou 45 milhões de euros pelo jogador, que assinou um contrato de cinco temporadas com os ingleses. A transferência passa a ser a mais cara da história do clube, superando os 37 milhões de euros pagos por Robinho em 2008. Aguero recebeu a camisa 16 do City.

Em sua estreia, no dia 15 de agosto de 2011, contra o Swansea, o jogador entrou aos 15 minutos do segundo tempo. 5 minutos depois marcou o seu primeiro gol com a camisa azul do City, mais tarde ganhou bola perdida na linha de fundo, e cruzou para trás. David Silva apareceu, e mandou para as redes. No fim do jogo, Kun recebeu a bola na intermediária, e soltou o petardo de pé direito. O quarto da vitória de 4-0 do até então líder do campeonato Manchester City. Depois do apito final, o jogador argentino pediu a bola ao árbitro, e levou a redonda para casa.

Na Premier League o City terminou em quinto lugar na temporada anterior, qualificando assim para competir na Liga Europa da UEFA de 2010–11, no playoff o City passou pelo Timisoara da roménia e entrou no grupo A.

Equipe J V E D GF GC SG Pts
Inglaterra Manchester City 6 3 2 1 11 6 +5 11
Polónia Lech Poznan 6 3 2 1 11 8 +3 11
Itália Juventus 6 0 6 0 7 7 0 6
Áustria Red Bull Salzburg 6 0 2 4 1 9 -8 2
  JUV MAN RBS LEC
Juventus 1–1 0–0 3–3
Manchester City 1–1 3–0 3–1
Red Bull Salzburg 1–1 0–2 0–1
Lech Poznan 1–1 3–1 2–0

J = Jogos; V = Vitórias; E = Empates;

D = Derrotas; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

Já na fase de 16 avos de final o City passou pelo Aris da grécia.

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Grécia Aris 0 - 3 Inglaterra Manchester City 0-0 0-3

Nas oitavas de final o City parou no Dínamo Kiev.

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 2 Ucrânia Dínamo Kiev 0-2 1-0

Na Premier League o City faz uma ótima campanha e termina em terceiro lugar, classificando o time para jogar a UEFA Champions League pela segunda vez, e pela primeira vez desde a Taça dos Campeões Europeus de 1968-69. Carlos Tévez fez uma ótima temporada terminando como artilheiro junto com Berbatov do rival United, com 20 gols cada.

Posição final do City na Premier League de 2010–11:

Equipe P W D L GF GC S Pts
1 Manchester United 38 23 11 4 78 37 +41 80
2 Chelsea 38 21 8 9 69 33 +36 71
3 Manchester City 38 21 8 9 60 33 +27 71
4 Arsenal 38 19 11 8 72 43 +29 68
5 Tottenham Hotspur 38 16 14 8 55 46 +9 62

P = Partidas disputadas; W = Jogos ganhos; D = Jogos empatados; L = Jogos perdidos; GF = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols; Pts = Pontos

O time também conquistou finalmente o tão esperado titulo, o Manchester City que passou 35 anos sem ganhar, foi campeão da Copa da Inglaterra, passando pelo grande rival Manchester United na semifinal e ganhando do Stoke City, ambas vitórias por 1 a 0 com gols marcados por Yaya Touré. O dia foi festejado em toda a cidade, pois meia hora antes do inicio da final o rival United havia ganho a Premier League, causando cenas inusitadas como torcedores dos dois rivais de Manchester comemorando juntos.

Leicester City 2–2 Manchester City
Replay Manchester City 4–2 Leicester City
Notts County 1–1 Manchester City
Replay Manchester City 5–0 Notts County
Manchester City 3–0 Aston Villa
Quartas-de-final Manchester City 1–0 Reading
Semi-final Manchester City 1–0 Manchester United
Final Manchester City (C) 1–0 Stoke City

(C) = Campeão

2011-12: o terceiro título do Campeonato Inglês[editar | editar código-fonte]

Mancini, Nasri e Agüero com taça da Premier League.

Além de Agüero, o time trouxe Samir Nasri e Clichy do Arsenal, Stefan Savic, e Hargreaves. Essas contratações fizeram com que a equipe do Manchester City virasse um dos principais concorrentes ao titulo do Campeonato Inglês. Acredita-se que hoje a equipe dos Citizens tem um dos melhores elencos do mundo, podendo brigar de igual para igual com as maiores potências do futebol atual, Barcelona e Real Madrid.

O City começa a temporada perdendo a Supercopa da Inglaterra para o maior rival United por 3-2.

Já na disputa da UEFA Champions League o City cai no grupo A, com Bayern de Munique, Napoli e Villarreal, mais o clube não consegue a vaga no mata-mata, no jogo contra o Bayern, Tévez não quis entrar e campo e brigou com o técnico Roberto Mancini, isso fez seu valor despencar, sendo afastado da equipe e quase deixando os Citizens no meio do ano, mais ficou no clube e ajudou o clube a ser campeão inglês, na Champions League o City fica em terceiro lugar e vai para a Liga Europa da UEFA, na fase 16 avos de final o City passa pelo Porto, na fase seguinte o City pega outro time português o Sporting mais para nas oitavas de final.

Liga dos Campeões da UEFA de 2011–12:

Equipe Pts J V E D GP GC SG
Alemanha Bayern de Munique 13 6 4 1 1 11 6 +5
Itália Napoli 11 6 3 2 1 10 6 +4
Inglaterra Manchester City 10 6 3 1 2 9 6 +3
Espanha Villarreal 0 6 0 0 6 2 14 -12
  BAY MCI NAP VIL
Bayern de Munique 2-0 3-2 3-1
Manchester City 2-0 1-1 2-1
Napoli 1-1 2-1 2-0
Villarreal 0-2 0-3 0-2

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Liga Europa da UEFA de 2011–12:

16 Avos de final:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Portugal Porto  1 - 6 InglaterraManchester City 1 - 2 0 - 4

Oitavas de Final:

Equipe Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Portugal Sporting CP  3 - 3(gf) Inglaterra Manchester City 1 - 0 2 - 3

Na Premier League um jogo memorável, no dia 23 de outubro, os Citizens golearam o rival United por 6-1 no Old Trafford com esse resultado, além do City se isolar na liderança, igualou o maior placar da história dos clássicos: também 6 a 1 para o City em 23 de janeiro de 1926, no último jogo contra o Queens Park Rangers, foi dramático. O City abriu o placar com Zabaleta aos 38 Minutos do primeiro tempo, e tudo estava se encaminhando para a vitória do City, mas no começo do 2º Tempo o QPR virou o jogo mas nos acréscimos, Dzeko aos 46 e Agüero aos 49, marcaram e ajudaram o City a chegar ao tricampeonato após 44 anos sem chegar ao título máximo da Inglaterra, marca também o primeiro título inglês do City desde 1968, é também o primeiro título da Premier League a ser decidido sobre a diferença de gols, e o gol da vitória do City sobre o QPR aconteceu 15 segundos depois que o rival da cidade, o Manchester United, derrotava o Sunderland por 1-0.

Posição final do City na Premier League de 2011–12:

Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Manchester City (C) 89 38 28 5 5 93 29 +64
2 Manchester United 89 38 28 5 5 89 33 +56
3 Arsenal 70 38 21 7 10 74 49 +25
4 Tottenham 69 38 20 9 9 66 41 +25
5 Newcastle United 65 38 19 8 11 56 51 +5

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Temporada 2012-13: vice campeão inglês[editar | editar código-fonte]

O City abriu a temporada ganhando o título da Supercopa da Inglaterra de 2012 contra o Chelsea por 3 a 2 conquistando assim seu 4º título.

O City chegou à temporada como campeão da Premier League 11-12, e com o status de quem certamente iria brigar ponto a ponto para novamente erguer a taça. Os então comandados de Roberto Mancini até começaram bem, pois venceram seis dos nove primeiros jogos que disputaram, enchendo a torcida de esperança pelo bicampeonato. mais o City fracassa em vencer alguns jogos em casa, como a vitória diante do Wigan por 1 a 0. Resultados bobos, como a derrota sofrida fora de casa para o Southampton, por 3 a 1, e para o Sunderland por 1 a 0, fizeram com que o City ficasse 11 pontos atrás do seu rival United na classificação final da Premier League e ficando com o vice campeonato.

Manchester City em 2013

Posição final do City na Premier League de 2012–13:

Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Manchester United 89 38 28 5 5 86 43 +43
2 Manchester City 78 38 23 9 6 66 34 +32
3 Chelsea 75 38 22 9 7 75 39 +36
4 Arsenal 73 38 21 10 7 72 37 +35
5 Tottenham 72 38 21 9 8 66 46 +20

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Na Liga dos Campeões, o City cai no grupo D ao lado de Real Madrid, Borussia Dortmund e Ajax, mais fica na lanterna do grupo com nenhuma vitória e apenas três pontos ganhos.

Equipe Pts J V E D GP GC SG
Alemanha Borussia Dortmund 14 6 4 2 0 11 5 +6
Espanha Real Madrid 11 6 3 2 1 15 9 +6
Países Baixos Ajax 4 6 1 1 4 8 16 –8
Inglaterra Manchester City 3 6 0 3 3 7 11 –4
  RMA MCI AJA BDO
Real Madrid 3–2 4–1 2–2
Manchester City 1–1 2–2 1–1
Ajax 1–4 3–1 1–4
B. Dortmund 2–1 1–0 1–0

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

O City então voltava suas atenções para a semi final da Copa da Inglaterra, o time pega o Chelsea e vence por 2-1 e vai a final. Mas a humilhante derrota para o Wigan por 1-0, em Wembley, faz com que o clube demita o treinador Roberto Mancini.

Temporada 2013-14: novas conquistas[editar | editar código-fonte]

A temporada começou com uma notável performances de gol do City. Em 18 de janeiro contra o Cardiff City, o City tornou-se o clube mais rápido da história da Premier League a marcar 100 gols em todas as competições e o primeiro a completar este feito antes do final de janeiro. o City marcou 156 gols em todas as competições, quebrando o recorde de 143 gols estabelecidas pelo United em 1956-1957. o gol número 100º na Premier League da temporada foi marcado na vitória por 4-0 sobre o Aston Villa em 7 de Maio de 2014. Esta foi a primeira vez que o City marcou mais de 100 gols na primeira divisão do futebol Inglês em uma mesma temporada desde 1957-58.

Ao vencer o Sunderland por 3 a 1 no Estádio de Wembley, o City conquistou a Copa da Liga Inglesa em 2 de março, com gols de Yaya Touré e Nasri, perante 84.697 espectadores, com o City sendo comandado na Temporada 2013-2014 pelo técnico chileno Manuel Pellegrini.[32]

Final da Copa da Liga Inglesa 2013-14:

Equipe Placar Equipe
Manchester City (C) 3 - 1 Sunderland

(C) = Campeão

Na UEFA Champions League o City fica no grupo D com Bayern de Munique, Viktoria Plzeň, CSKA Moscou. em fim o clube consegue passar da fase de grupos pela primeira vez, mais para nas oitavas-de-final diante do Barcelona (0-2 no Etihad Stadium e 2-1 no Camp Nou).

Equipe Pts J V E D GP GC SG
Alemanha Bayern de Munique 15 6 5 0 1 17 5 +12
Inglaterra Manchester City 15 6 5 0 1 18 10 +8
Tchecoslováquia Viktoria Plzeň 3 6 1 0 5 6 17 –11
Rússia CSKA Moscou 3 6 1 0 5 8 17 –9
  BAY MCI VKP CSKA
Bayern de Munique 2–3 5–0 3–0
Manchester City 1–3 4–2 5–2
Viktoria Plzeň 0–1 1–3 2–1
CSKA Moscou 1–3 1–2 3–2

Oitavas de final Liga dos Campeões da UEFA de 2013–14:

Equipe   Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 4 Espanha Barcelona 0-2 1-2

Premier League, o City começou o campeonato muito bem, com uma média de 3 gols por jogo. A liderança foi alternada entre grandes clubes nesta temporada, sendo eles: Arsenal, Tottenham, Chelsea e Liverpool, além do próprio City. mais os Citizens foram campeões reassumindo a liderança na penúltima rodada, diante do empate do Liverpool frente ao Crystal Palace. Na rodada final, o City venceu o West Ham por 2 a 0, conquistando seu 4º troféu de campeão inglês. foi a primeira vez que o City ganhou dois grandes troféus em uma temporada desde a temporada 1969-70, quando ganhou a Copa da Liga Inglesa e a Recopa Europeia, e concluiu uma das melhores temporadas da história do clube.

Posição final do City na Premier League de 2013–14:

Equipe Pts J V E D GP GC S
1 Manchester City (C) 86 38 27 5 6 102 37 +65
2 Liverpool 84 38 26 6 6 101 50 +51
3 Chelsea 82 38 25 7 6 71 27 +44
4 Arsenal 79 38 24 7 7 68 41 +27

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Temporada 2014-15: avançando na Champions League[editar | editar código-fonte]

A temporada começou com uma derrota na Supercopa da Inglaterra contra o Arsenal 3-0. 

Na UEFA Champions League o City ficou no grupo E, e como na temporada passada o City fica no mesmo grupo do Bayern de Munique e CSKA Moscou os dois clubes do grupo passado, completando o grupo a Roma. o City não fez uma boa campanha, 2 vitórias, 2 empates e 2 derrotas e chegou na última rodada precisando vencer a Roma para se classificar, e a vitória veio fora de casa por 2-0. o City qualificou-se para a fase final da principal competição europeia pela segunda vez em sua história; na segunda rodada, no entanto, a equipe de Pellegrini é novamente eliminado pelo Barcelona (1-2 no Etihad Stadium e 0-1 no Camp Nou ). 

Equipe Pts J V E D GP GC SG
Alemanha Bayern de Munique 15 6 5 0 1 16 4 +12
Inglaterra Manchester City 8 6 2 2 2 9 8 +1
Itália Roma 5 6 1 2 3 8 14 –6
Rússia CSKA Moscou 5 6 1 2 3 6 13 –7
  BAY MCI CSKA ROM
 Bayern de Munique 1–0 2–0 2–0
Manchester City 3–2 1–2 1–1
CSKA Moscou 0–1 2–2 1–1
Roma 1–7 0–2 5–1

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Oitavas de final Liga dos Campeões da UEFA de 2014–15:

Equipe   Placar Equipe   1º jogo   2º jogo
Inglaterra Manchester City 1 - 3 Espanha Barcelona 1-2 0-1

Na Copa da Inglaterra o City perde em casa e é eliminado nas quartas-de-final para o modesto Wigan, em seguida o City dá outro vexame pela Copa da Liga Inglesa e perde novamente no Etihad para o Newcastle parando nas oitavas de final.

Na Premier League o City alcança o 2º lugar na classificação com 79 pontos, oito a menos que o Chelsea, terminando assim a péssima temporada sem ganhar qualquer troféu pela primeira vez em cinco anos. o atacante Sergio Agüero foi o artilheiro do campeonato com 26 gols marcados.

Posição final do City na Premier League de 2014–15:

Equipe Pts J V E D GF GC S
1 Chelsea 87 38 26 9 3 73 32 41
2 Manchester City 79 38 24 7 7 83 38 45
3 Arsenal 75 38 22 9 7 71 36 35
4 Manchester United 70 38 20 10 8 62 37 25
5 Tottenham 64 38 19 7 12 58 53 5

Pts = Pontos; J = Jogos; V = Vitórias; E = empates; D = Derrotas; GP = Gols feitos; GC = Gols contra; S = Saldo de Gols;

Temporada 2015-16: mais um troféu[editar | editar código-fonte]

A temporada 15-16 é ótima para o City pelo fato de ganhar mais uma Copa da Liga Inglesa no espaço de três anos, derrotando na final o Liverpool no pênaltis após um empate de 1-1, Nem a humilhante derrota de 5 a 1 para o Chelsea nas oitavas de finais da Copa da Inglaterra tirou o brilho da ótima temporada do City, alcançou as semifinais da UEFA Champions League (melhor resultado do clube na competição), depois de ser eliminado pelo Real Madrid. No entanto, na Premier League, depois de um início promissor, a equipe perde muito jogos e fica em quarto lugar, pior colocação no campeonato nos últimos seis anos. Influente no desempenho da equipe também veio o anúncio no meio da temporada a mudança de treinador para a próxima temporada: saindo Manuel Pellegrini e entrando Pep Guardiola,

Escudo e cores do clube[editar | editar código-fonte]

As cores do Manchester City são azul claro e branco. As cores do segundo uniforme eram, tradicionalmente, marrom ou (desde 1960) vermelho e preto; no entanto, várias cores diferentes têm sido usadas nos últimos anos. As origens da cores do primeiro uniforme do clube são incertas, mas há evidências de que o clube tem usado azul desde 1892 ou antes. Um folheto intitulado Famous Football Clubs - Manchester City, publicado na década de 1940, indica que o West Gorton (St. Marks) originalmente jogava vestindo vermelho e preto e relatos datados de 1884 descrevem a equipe vestindo camisa preta com uma cruz branca, mostrando a proximidade do clube com a Igreja em suas origens. [43] O uso infrequente, mas recorrente, do vermelho e preto no segundo uniforme vem do ex-gerente assistente Malcolm Allison, que acreditava que a adoção das cores do AC Milan iria inspirar o City para a glória. [44] A teoria de Allison funcionou, com o City vencendo a FA Cup 1969, a Copa da Liga Inglesa 1970, e a Recopa Europeia de 1970 com listras vermelhas e pretas ao invés do azul claro do primeiro uniforme do clube.

O City já usou três outros escudos em suas camisas, antes do escudo atual, que foi implementado em 2016. O primeiro, lançado em 1970, foi baseado em projetos que tinham sido usados ​​na documentação oficial do clube desde meados da década de 1960. Ele consistia de um escudo circular, que usava o mesmo escudo atual dentro de um círculo com o nome do clube. Em 1972, este escudo foi substituído por uma variação que substituiu a metade inferior do escudo pela rosa vermelha de Lancashire. Nas ocasiões em que o Manchester City joga uma grande final de campeonato, o escudo de costume não costuma ser utilizado; ao invés dele, são usadas camisas com o brasão de armas da Cidade de Manchester, como um símbolo de orgulho em representar a cidade de Manchester em um grande evento. Esta prática se origina de uma época em que as camisas dos jogadores normalmente não possuíam nenhum escudo, mas tem continuado ao longo da história do clube. [45] Para a Final da FA Cup de 2011, o City usou o escudo de costume, com uma legenda especial, mas o brasão de armas de Manchester foi incluído como um pequeno logotipo monocromático nos números na parte de trás das camisas dos jogadores. [46] Um novo escudo foi adotado em 1997, devido à impossibilidade de registrar o anterior como marca registrada. Esse escudo foi baseado nas armas da cidade de Manchester, e consistia em um escudo na frente de uma águia dourada. A águia é um antigo símbolo heráldico da cidade de Manchester; uma águia dourada foi adicionado ao brasão da cidade em 1958 (mas já foi removido desde então), representando a crescente indústria da aviação. O escudo possui um navio na sua metade superior representando o Manchester Ship Canal, e as três listras diagonais na metade inferior simbolizam os três rios da cidade - o Irwell, o Irk e o Medlock . A parte inferior do escudo ostenta o lema Superbia em Proelio , que significa o orgulho em batalha em Latim. Acima da águia e do escudo, há três estrelas, que são puramente decorativas.

Em 15 de outubro de 2015, depois de anos de críticas dos fãs sobre o design do escudo de 1997, o clube anunciou a sua intenção de realizar uma consulta com os fãs sobre a possibilidade de abandonar o escudo do clube e instituir um novo design[33]. Após a consulta, o clube anunciou no final de novembro 2015, que o escudo do clube seria substituído por uma nova versão, que seria projetada no estilo das antigas versões. Um design que supostamente seria do novo escudo acidentalmente vazou dois dias antes da inauguração oficial, marcada para 26 de dezembro 2015, pelo Escritório de Propriedade Intelectual, onde o design foi registrado em 22 de dezembro. O novo escudo foi apresentado oficialmente em 26 de dezembro, no jogo em casa contra o Sunderland [34].

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcida do City no Etihad Stadium

O Manchester City tem uma das torcidas mais apaixonadas e fanáticas da inglaterra, provou sua extraordinária lealdade ao clube durante os anos mais difíceis, mesmo após queda em duas temporadas consecutivas no final dos anos 90, quando o clube foi rebaixado duas vezes em três temporadas para jogar a terceira divisão do futebol Inglês (então Division Two, agora Football League One ), a média do City foi de incríveis 30.000 por jogo, em comparação com a média do campeonato que foi de menos de 8.000[35]. Desde que se mudou para o City of Manchester Stadium, a média do City tem sido entre os seis primeiros na Inglaterra[36], geralmente superior a 40.000. Em uma pesquisa realizada pelo Manchester City, em 2005, as estimativas era uma base de torcedores de 886.000 no Reino Unido, com um total de mais de 2 milhões em todo o mundo, embora desde a compra do clube pelo Sheikh Mansour esse número cresceu para muitas vezes esse tamanho [37].

A música oficial dos torcedores do City é uma versão de "Blue Moon", que apesar do seu tema melancólico é cantando com muito entusiasmo pelos torcedores como se fosse um hino heróico. O historiador e escritor Gary Milton James disse que a primeira vez que ouviu o Blue Moon sendo cantado por torcedores do City ocorreu em 1989-90 contra o Liverpool no Anfield, naquele jogo o City perdeu para o Liverpool por 3 a 1, e dois ou três torcedores começaram a cantar a música de uma forma melancólica saindo do estádio. A música se encaixou muito bem com o City pelos anos em que o clube atravessava, e também pelas cores do clube e hoje faz parte da história do time.

Torcedores do City tendem a acreditar que a imprevisibilidade é uma característica inerente de sua equipe, e chamam resultados inesperados de "Typical City" [38]. os torcedores consideram como o único campeão inglês a ser rebaixado (em 1938), a única equipe a marcar e sofrer mais de 100 gols em uma mesma temporada (1957-1958), ou o exemplo mais recente em que City foi o único a bater o Chelsea na Premier League 2004-05, e na mesma temporada o City foi eliminado da FA Cup pelo Oldham Athletic, uma equipe de duas divisões inferiores.

Em 1987, um torcedor do Manchester City chamado Frank Newton trouxe uma banana inflável para o jogo de abertura da temporada do City pela Division Two contra o Plymouth Argyle. Os torcedores reagiram com muita diversão, e o cântico em louvor ao atacante Imre Varadi se transformou em ‘Imre Banana’. tornou-se uma visão frequente na temporada 1988-89 a mania se espalhou para outros clubes, (peixes infláveis ​​foram vistos na torcida do Grimsby Town), com o fenômeno atingindo o jogo do City contra o Stoke City em 26 de dezembro de 1988, em um jogo declarado como uma festa a fantasia. A visão tinha se espalhado pela mídia, com numerosas reportagens da BBC News durante toda a temporada comentando sobre a moda, elogiando em como “colocar a diversão de novo no futebol”, em uma entrevista com o então secretário do Manchester City, Bernard Halford, dando um 'ok' da diretora. “Colocar a diversão de volta ao jogo… e tirar os hooligans é tudo sobre isso” – Disse Halford, 

Em 2010, torcedores do City adotaram uma dança exuberante, apelidado de The Poznań , criado pelos polacos do Lech Poznań [39] .

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio
Ver artigo principal: City of Manchester Stadium
Vista panorâmica do Etihad Stadium

O Etihad Stadium (por questões de patrocínios de nome) ou City of Manchester Stadium ( emportuguês: Estádio Cidade de Manchester) é um estádio de futebol localizado em Manchester, na Inglaterra.

Projetado para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2000, perdeu a disputa com Sydney (Austrália), mas foi sede dos Jogos da Commonwealth de 2002, abrigando as provas de atletismo.

Em 10 de agosto de 2003, após reformas, teve a pista de atletismo substituída por 12.000 cadeiras (chegando a 46.990 lugares), o estádio foi reinaugurado com um amistoso entre Manchester City e Barcelona, com vitória inglesa por 2 a 1. Após isso sofreu novas obras de ampliação, chegando a sua capacidade a cerca de 55.000 lugares.

O recorde de público é de 54.331 torcedores, na partida Manchester City 3 a 0 Chelsea, em 16 de agosto de 2015.[40]

Quatro dias depois, a primeira partida de um torneio europeu foi realizada no estádio, o Manchester City bateu o The New Saints FC, de Gales por 5 a 0.

Foi uma das sedes do Campeonato Europeu Feminino de 2005 e é considerado um estádio 4 estrelas pela UEFA.

Cerca de 55.000 lotam o Etihad em dias de jogos

Sediou a Copa da UEFA de 2008, vencida Pelo FC Zenit sobre o Rangers FC.

Expansão

O Manchester City gastou cerca de 50 milhões de libras na expansão do Etihad Stadium, de 48.000 para 55.000 lugares.

Centro de Treinamento (City Football Academy)

Mais de 800 milhões de reais foram gastos na construção do CFA (City Football Academy) o novo centro de treinamento do Manchester City. A estrutura é incrível possui 320.000 m² espalhados por 16,5 campos de futebol, sendo 12,5 deles destinados ao desenvolvimento dos jovens, além de um estádio com capacidade para 7 mil pessoas, que será utilizado pelas equipes de cima, feminina e comunidade local. Ao todo, mais de 450 jogadores treinarão no novo CT, desde o time sub-6 até, os profissionais. O City Football Academy é muito próximo ao estádio do clube, uma ponte com cerca de 190 metros liga ao Etihad Stadium.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Com o rival Manchester United, o City faz o grande clássico da cidade, o dérbi City vs. United. Em 150 jogos disputados, o retrospecto é favorável ao rival, que tem 71 vitórias contra 50 do City, além de 51 empates. Contando-se apenas os confrontos do Campeonato Inglês, os Reds também tem retrospecto melhor: considerando-se apenas os resultados, o rival venceu 25 vezes na casa do City e 30 em Old Trafford. Os Sky Blues venceram 23 em casa e 15 na do United. Embora concorrentes, não havia grande animosidade entre, ao menos, as torcidas, até antes da Segunda Guerra Mundial (quando ambos ainda tinham resultados e glórias equilibradas), sendo até então comum os torcedores de um acompanharem também o jogo do outro.

Entre os últimos clássicos, cada um teve vitórias especiais. O United garantiu seu título inglês na temporada 2006-07 ao vencer o City no City of Manchester por 1 a 0, com o goleiro Edwin van der Sar defendendo pênalti de Darius Vassell a dez minutos do fim - se feito o empate, o título teria sido adiado. Já o City venceu por 2 a 1 o clássico de fevereiro de 2008, encarado de maneira extremamente especial pelo rival por marcar a celebração dos 50 anos do desastre aéreo de Munique, que matou oito jogadores do United (mas também o ex-ídolo do City e então jornalista, Frank Swift). Ambos utilizando uniformes especiais para a partida, que teve o ídolo rival Cristiano Ronaldo expulso por ter tocado a bola com a mão. Por ter vencido também o dérbi anterior da temporada, em agosto de 2007, o City finalmente voltava a conseguir vencer os dois clássicos de uma mesma temporada desde a de 1969.

Por terem jogado pelos dois clubes, há dois personagens emblemáticos dos dérbis. O ex-atacante escocês Denis Law jogou no City na temporada 1960-61, tento tido a boa marca de 21 gols em 44 jogos nela, o que atraiu os olhares da equipe italiana do Torino, que o contratou. Entretanto, em 1962 já voltara à cidade, mas contratado pelo United. Na primeira temporada no rival, onde ficaria pelos próximos onze anos, fez o gol do empate que rebaixou o ex-clube para a Segunda Divisão. Na última temporada da carreira, a de 1973-74, retornou ao City. Os dois times encontraram-se novamente na última rodada, com o United ameaçado de rebaixamento.

Em certo momento do dérbi, Law recebeu um passe de Francis Lee (um dos dois maiores artilheiros dos clássicos, com dez gols), e, de costas para o gol, tocou de letra para as redes, marcando o que foi o gol da vitória por 1 a 0 dos Sky Blues. Enquanto os companheiros foram imediatamente até ele celebrar o gol, Law logo tomou consciência de que estava novamente rebaixando um ex-clube, desta vez o United e, cabisbaixo, deixou o campo, sendo substituído. Foi sua última partida na Liga Inglesa.

O outro é o ex-goleiro dinamarquês Peter Schmeichel, que jogou no United de 1991 a 1999, participando ativamente da invencibilidade de onze anos do rival sobre o City. Entretanto, foi para o City jogar sua última temporada, a de 2002-03, quando o time voltava à Primeira Divisão, e ajudou o novo time a quebrar o tabu, com vitória por 3 a 1 em Maine Road em novembro de 2001. Schmeichel conseguiu, dessa forma, sair como invicto no dérbi de Manchester. No outro dérbi daquela temporada, ele não pôde jogar,[16]mas ainda assim os Citizens conseguiram um empate em 1 a 1 no Old Trafford.

Em 23 de outubro de 2011 o City goleou o rival por 6 a 1 jogando fora de casa, no Estádio Old Trafford, igualando a maior goleada da história dos clássicos, também a seu favor, registrada em 23 de janeiro de 1926.

Em um estudo sobre rivalidades realizada em 2003, uma amostra de torcedores do City também apontou o Liverpool como rival, logo após o United.

Outras Rivalidades

Uma pesquisa feita sobre rivalidades no futebol inglês, realizada em 2003 mostra que alguns dos fãs do City vê o Liverpool Football Club e Bolton Wanderers como rivais. A pesquisa também mostra que os fãs de Oldham AthleticStockport County , Bolton Wanderers e Manchester United colocou o City em seus 3 principais rivais. Durante sua história, o clube também tem mantido uma rivalidade saudável com o Tottenham Hotspur, um clube de um nível semelhante ao City, especialmente nas últimas temporadas, onde ambos os clubes tiveram de lutar para ganhar uma vaga na Liga dos Campeões. Esta rivalidade produziu vários jogos memoráveis no passado, tais como a vitória do City por 4 a 3 na FA Cup, e a final da Copa da Inglaterra em 1981 perdida para o Tottenham a partida foi apelidada de "ballet no gelo", os fãs do City consideram um dos melhores desempenho do seu clube.

Financeiro[editar | editar código-fonte]

Atualmente, o Manchester City é um dos clubes mais ricos da Premier League e também do mundo, situando-se na 5ª colocação da lista produzida pela Forbes no ano de 2015.[32]

Os laços com United Abu Dhabi, de onde são os compradores do City, estreitaram-se mais com o novo patrocinador do clube, Etihad Airways, companhia aérea local.[41] Ela será a sétima marca a estampar seu logo na camisa do time. A primeira foi a sueca Saab, mais conhecida por fabricar aviões militares, durando de 1982 a 1984. Sua sucessora foi a neerlandesa Philips, de eletrônica, que ficou até 1987. A seguinte foi a que durou mais tempo, doze anos, tendo sido a empresa japonesa Brother, de equipamentos multifuncionais.[42] Desde então, só empresas britânicas: a Eidos, de jogos eletrônicos, ficou de 1999 a 2002, quando foi substituída pela First Advice, de serviços legais e financeiros.[43] A agência de viagens Thomas Cook entrara em seu lugar em 2004, tendo permanecido até o fim de 2009.

A primeira fornecedora de material esportivo do City foi a Umbro, que fez as camisas do clube por mais de vinte anos, de 1976 a 1997, voltando a partir da temporada 2009-10. A Kappa a sucedeu pelas duas temporadas seguintes. A Le Coq Sportif tornou-se a nova produtora em 1999, ficando até 2003, retornando em 2007 - nesse interím, os uniformes foram feitos pela Reebok - e saindo novamente em 2009. Na temporada de 2013-14 a Nike passou a fornecer o material esportivo.[44]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Continentais
Competição Títulos Temporadas
Coppacoppe.png Recopa Europeia 1 196970
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Premier league trophy icon.png Campeonato Inglês 4 193637, 196768, 2011–12 e 2013–14
FA Cup.png Copa da Inglaterra 5 190304, 193334, 195556, 196869 e 2010–11
Carling.png Copa da Liga Inglesa 4 196970, 197576, 201314 e 201516
CommunityShield.png Supercopa da Inglaterra 4 1937, 1968, 1972 e 2012
Flag of England.svg Campeonato Inglês - 2ª Divisão 7 1898-99, 190203, 190910, 192728, 194647, 196566, 200102
Flag of England.svg Campeonato Inglês - 3ª Divisão 1 199899
Manchester City Football Club.png
Total (Nacionais + Internacionais) 26

Doublets [editar | editar código-fonte]

Torneios de destaque[editar | editar código-fonte]

Espanha Troféu Joan Gamper: 1 (2009)
República da Irlanda Dublin Super Cup: 1 (2011)
Hong Kong Troféu Premier League Ásia: 1 (2013)

Joan Gamper

O City por duas vezes disputou o Troféu Joan Gamper, a primeira delas sendo em 1982, foi a 17ª edição do torneio que contou também com a participação do Barcelona,  Internacional e Colônia. O Internacional, de Porto Alegre, foi o campeão após ganhar de 3 a 1 do City na final.

A segunda participação do City foi em 2009, quando se sagrou campeão ao vencer o Barcelona no Camp Nou por 1 a 0, com gol de Martin Petrov.

O Manchester City na cultura popular inglesa[editar | editar código-fonte]

O City também é conhecido por seus torcedores ilustres, os mais notórios sendo os irmãos Liam e Noel Gallagher. Os ex-líderes do extinto Oasis são tão fanáticos pelo City que já recusaram varias vezes se apresentar no estádio Old Trafford, casa do arquirrival Manchester United. No auge do sucesso, em 1996, tocaram no então estádio de seu time, na primeira etapa da turnê que divulgaria o disco (What's the Story) Morning Glory ?, em show que foi oficialmente gravado e lançado em vídeo com o nome Debut at Maine Road. Na capa, aparecem os Gallagher vestindo as camisas do City.

No dia 2 de janeiro de 2009 aconteceu um fato interessante em Milão, na Itália, durante um show do grupo. Antes de começar a cantar sua famosa música "Don't Look Back in Anger", teria oferecido a música ao brasileiro Kaká, à época ainda no Milan, daquela cidade.[45] O título quer dizer, em português, "não olhe para trás com raiva", e trechos do sua estrofe inicial podem ser traduzidos como "Você não sabe que pode encontrar/Um lugar melhor pra jogar", ficando evidente a intenção de Noel em desejar que o brasileiro Kaká se arrependa futuramente de não ter escolhido o City.[45]

Outros dois cultuados músicos, um já falecido, ambos de outras duas celebradas bandas da cidade, também são lembrados como torcedores do clube: a preferência de Ian Curtis, líder do Joy Division, pelos Sky Blues foi revelada em sua cinebiografia, Control;[46] o outro é Johnny Marr, famoso como ex-guitarrista dos Smiths.[47][48] O City também é o time de outro ex-integrante dos Smiths, o baterista Mike Joyce;[48] dos componentes da banda mancuniana Doves;[48] de Mark E. Smith,[47][48] líder de outro grupo cult da cidade, The Fall; e do tecladista Rick Wakeman,[47][48] consagrado no rock progressivo.

Outros fãs ilustres do clube são o ator Timothy Dalton, ex-operador de derivativos e Barings Bank - Bankrotteur Nick Leeson, o empresário Michael O'Leary, o ex-jogador de rugby da Inglaterra Will Greenwood, o ex-vice-diretor do Banco da Inglaterra Sir Howard Davies, o jogador de críquete Inglês Andrew Flintoff, o tenista inglês Liam Broady, Senior Menelik Watson (Oakland Raiders), e o jogador inglês de snooker Nigel Bond.

O ex-boxeador Ricky "The Hitman" Hatton é também um grande fã do City; seu pai era jogador do clube antigamente. Em sua lutas de boxe Hatton costuma entrar no ringue com a canção do clube Blue Moon.

Patrocínio[editar | editar código-fonte]

A equipe do Manchester City, é patrocinada por grandes empresas, de diferentes países, tais como:[49]

Período Material Esportivo Patrocinador
1982–1984 Inglaterra Umbro Suécia Saab
1984–1987 Países Baixos Philips
1987–1999 Japão Brother
1999–2002 França Le Coq Sportif Canadá Eidos
2002–2003 Inglaterra First Advice
2003–2004 Inglaterra Reebok
2004–2007 Inglaterra Thomas Cook
2007–2009 França Le Coq Sportif
2009–2013 Inglaterra Umbro =Emirados Árabes Unidos Etihad
2013–Presente Estados Unidos Nike

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de seus 136 anos o Manchester City colecionou inúmeros ídolos em sua história.

Os mais notáveis são:

Inglaterra Neil Young, atacante habilidoso que jogou mais de 400 partidas com a camisa azul de Manchester.

Inglaterra Colin Bell, (1966-79) O Rei. Um meio-campista artilheiro que cobria cada centímetro do campo e sabia também como desarmar. Venceu a Primeira Divisão, a FA Cup, duas Copas da Liga e a Copa da UEFA no seu tempo no clube. participou da época de ouro do clube, entre as décadas de 1960 e 1970, quando o time de Manchester conquistou os mais importantes títulos de sua trajetória. em 2004, uma parte do estádio foi nomeada em sua homenagem após votação popular.

Inglaterra Joe Corrigan, O "Big Joe" jogou em mais de 500 jogos com a camisa do City, durante seus 16 anos no clube, ganhou a taça da UEFA e a Copa da Liga em 1970.

Inglaterra Eric Brook, (1928-1939) maior goleador do clube com 178 gols em 494 aparições, o atacante jogou durante 11 anos no clube.

Inglaterra Tommy Johnson, (1919–1930), atuou em 354 partidas pelo clube e marcou 166 gols.

Inglaterra Alan Oakes, (1959–1976), o meia inglês detentor do recorde de maior número de atuações pelo clube (668).

Inglaterra Mike Doyle, (1965-78) uma lenda do City. Jogou 448 vezes pelo clube em 13 anos de carreira e ainda odiava genuinamente o United. Venceu a Primeira Divisão, a Segunda Divisão, a FA Cup, a Copa da Liga e a Copa da UEFA durante o seu período.

Inglaterra Frank Swift, (1933-49) Um dos maiores nomes da história do clube na posição, um dos melhores goleiros da história do City e uma figura revolucionária embaixo das traves: é o pioneiro do lançamento longo. Venceu a primeira e a segunda divisão e também a FA Cup em 1934, quando desmaio em frente ao Rei George V. Morreu no trágico acidente de avião, em Munique em 1958, quando trabalhava como jornalista.

Alemanha Bert Trautmann, (1949-64) foi capturado pelas forças armadas britânicas durante a Segunda Guerra Mundial e levado para um campo de prisioneiros em Lancashire. Foi contratado pelo City depois da guerra sob protesto dos fãs, mas conquistou admiradores com as suas atuações. Também ficou famoso por quebrar o pescoço durante a final da FA Cup de 1956, um grande goleiro com um estilo único, um alemão que influenciou uma geração de grandes goleiros, como Gordon Banks.

Inglaterra Mike Summerbee, (1965-75) um dos jogadores mais influentes da história do City, venceu a Primeira Divisão, a FA Cup e a Copa da Liga entre 1968 e 1970. Summerbee teve mais de 400 partidas jogadas em uma década de clube e continua envolvido com o City até hoje, como embaixador.

Inglaterra Tony Book, (1966-73) Book jogou em times amadores até os seus 31 anos, quando chegou ao City, mas se transformou no capitão mais vitorioso do clube, vencendo quatro títulos entre 1968 e 1971.

Inglaterra Francis Lee, (1967-74) como Summerbee, foi fundamental no sucesso do clube no final dos anos 60. Ficou extremamente popular com a torcida e também ficou conhecido por sua tendência de se jogar com facilidade. Teve uma passagem desastrosa como cartola nos anos 90, mas seu legado como jogador não será esquecido.

Geórgia Giorgi Kinkladze, (1995-98) um herói “cult”, Kinkladze chegou a Maine Road do Dinamo Tbisili em 1995 e iluminou o clube em seus dias mais escuros. Apesar de ter sido rebaixado para a segunda divisão em 1996 e para a terceira em 1998, a habilidade, estilo de jogo e belos gols do georgiano conquistaram fãs no City.

Inglaterra Joe Hart, (2006-2016) Super Hart como é conhecido pela torcida, chegou ao City com apenas 19 anos tendo custado a bagatela de 600 mil libras pagas ao Shrewsbury Town, se transformou em um dos pilares da nova fase do time, jogou mais de 11 anos no clube com mais de 347 jogos, um grande ídolo do City.

Argentina Pablo Zabaleta, (2008) um ídolo moderno, chegou do futebol espanhol em 2008 e se transformou em peça importante nos anos seguintes. Ainda que provavelmente existam laterais melhores do que ele na história do clube, por conta do icônico papel que teve no recente sucesso do City.

Bélgica Vincent Kompany, (2008) herói moderno do City, foi capitão da equipe em dois títulos da Premier League e também na Copa da Liga e é reconhecido por isso. virou um embaixador do clube e ficará na história como um dos grandes defensores do clube e da Premier League, depois de ser contratado por apenas 6 milhões de libras depois da chegada do novo dono.

Argentina Carlitos Tevez, (2009–2013) fez mais de 148 jogos desde que chegou no clube após ser comprado junto ao rival United, foi importante na primeira conquista durante a Era Mansour. O fato de ter saído do rival United só aumentou a sua popularidade e será lembrado pelo título da FA Cup em 2011 e do título inglês no ano seguinte, e sua enorme dedicação em campo com a camisa do City conquistaram o torcedor.

Costa do Marfim Yaya Touré, (2010) marcou o gol que levou o City à final da FA Cup em 2011 contra o United, depois marcou na decisão contra o Stoke City, garantindo o primeiro título do clube desde 1976. Foi vital nos dois títulos da Premier League.

Espanha David Silva, (2010) vem sendo condutor na era mais vitoriosa da história do clube. O espanhol chegou como campeão do mundo em 2010 e vem ajudando os seus companheiros a alcançar novos níveis. Silva conquistou popularidade, além de sua inquestionável qualidade e os títulos dentro do campo,

Argentina Kun Agüero, (2011) o atacante argentino chegou no verão de 2011 e no chute mais dramático da temporada, marcou o gol do título da Premier League nos últimos minutos após 44 anos de jejum. O momento certamente será imortalizado no Etihad Stadium. O atacante salvou o time em momentos difíceis, e seus gols levaram o City à novos níveis, é amado e idolatrado pela torcida e é considerado um dos maiores ídolos do City. É também um dos maiores artilheiros da história do clube está no top-3 de maiores artilheiros do City.

Hall da fama[editar | editar código-fonte]

Os seguintes jogadores estão no hall da fama do clube desde 2004: 

Malcolm AllisonKen Barnes, Colin Bell, Tony Book, Eric BrookRoy ClarkeJoe Corrigan, Sam Cowan, Peter Doherty, Mike DoyleShaun Goater, Johnny Hart, Tommy Johnson, Paul Lake, Francis LeeJoe MercerBilly MeredithAlan Oakes, Roy Paul, Niall QuinnUwe RöslerMike SummerbeeFrank SwiftFred TilsonErnie ToselandBert Trautmann, Alex Williams,  Neil Young.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceira Combinação

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
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Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido


Goleiros
Jogador
1 Chile Claudio Bravo
13 Argentina Willy Caballero
54 Inglaterra Angus Gunn
Defensores
Jogador Pos.
4 Bélgica Vincent Kompany Capitão Z
24 Inglaterra John Stones Z
30 Argentina Nicolás Otamendi Z
3 França Bacary Sagna LD
5 Argentina Pablo Zabaleta LD
11 Sérvia Aleksandar Kolarov LE
22 França Gaël Clichy LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
6 Brasil Fernando V
18 Inglaterra Fabian Delph V
25 Brasil Fernandinho V
42 Costa do Marfim Yaya Touré V
15 Espanha Jesús Navas M
17 Bélgica Kevin De Bruyne M
19 Alemanha Leroy Sané M
21 Espanha David Silva M
75 Espanha Aleix García M
Atacantes
Jogador
7 Inglaterra Raheem Sterling
9 Espanha Nolito
10 Argentina Sergio Agüero
33 Brasil Gabriel Jesus
72 Nigéria Kelechi Iheanacho
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Josep Guardiola T
Espanha Domenec Torrent AS
Espanha Mikel Arteta AS

Transferências 2016–17[editar código-fonte]

Legenda
  • Volta de empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados


Curiosidade:[editar | editar código-fonte]

O jogador mais jovem que atuou pelo City foi Glyn Pardoe, que tinha 15 anos e 314 dias (contra o Birmingham City, Primeira Divisão em 1962).

Números aposentados[editar | editar código-fonte]

23 Camarões Marc-Vivien Foé, Meia (2002-03) - honra póstuma.

Desde 2003, o Manchester City não usa o número 23. Foi aposentado em memória de Marc-Vivien Foé, que estava emprestado ao clube pelo Lyon, no momento da sua morte no campo de jogo enquanto jogava por Camarões na Copa das Confederações de 2003[70].

Jogador do Ano[editar | editar código-fonte]

Ano Vencedor
1985–86 Inglaterra Kenny Clements
1986–87 Escócia Neil McNab
1987–88 Inglaterra Steve Redmond
1988–89 Escócia Neil McNab
1989–90 Escócia Colin Hendry
1990–91 República da Irlanda Niall Quinn
1991–92 Inglaterra Tony Coton
1992–93 Inglaterra Garry Flitcroft
1993–94 Inglaterra Tony Coton
1994–95 Alemanha Uwe Rösler
Ano Vencedor
1995–96 Geórgia Giorgi Kinkladze
1996–97 Geórgia Giorgi Kinkladze
1997–98 Inglaterra Michael Brown
1998–99 Países Baixos Gerard Wiekens
1999–2000 Bermudas Shaun Goater
2000–01 Austrália Danny Tiatto
2001–02 Argélia Ali Benarbia
2002–03 França Sylvain Distin
2003–04 Inglaterra Shaun Wright-Phillips
2004–05 República da Irlanda Richard Dunne
Ano Vencedor
2005–06 República da Irlanda Richard Dunne
2006–07 República da Irlanda Richard Dunne
2007–08 República da Irlanda Richard Dunne
2008–09 República da Irlanda Stephen Ireland
2009–10 Argentina Carlos Tevez
2010–11 Bélgica Vincent Kompany
2011–12 Argentina Sergio Agüero
2012–13 Argentina Pablo Zabaleta
2013–14 Costa do Marfim Yaya Touré
2014–15 Argentina Sergio Agüero
Ano Vencedor
2015–16 Bélgica Kevin De Bruyne

Estatísticas e recordes[editar | editar código-fonte]

Jogadores que mais atuaram
Inglaterra Alan Oakes
676
Alemanha Bert Trautmann
508
Inglaterra Eric Brook
493
Inglaterra Tommy Booth
487
Inglaterra Joe Corrigan
476
Inglaterra Mike Doyle
448
Inglaterra Paul Power
437
Escócia Willie Donachie
433
Inglaterra Colin Bell
394
10°
Inglaterra Mike Summerbee
357
Maiores goleadores
Inglaterra Eric Brook
178
Inglaterra Tommy Johnson
166
Argentina Sergio Agüero 165
Inglaterra Colin Bell
153
Inglaterra Joe Hayes
152
País de Gales Billy Meredith
152
Inglaterra Francis Lee
148
Inglaterra Tommy Browell
139
Escócia Billie Gillespie
132
10°
Inglaterra Fred Tilson
132

Treinadores[editar | editar código-fonte]

  • 1880-1882 - InglaterraFrederick Hopkinson
  • 1882-1884 --
  • 1884-1887 - Inglaterra Edward Kitchen
  • 1887-1889 - Inglaterra Walter Chew
  • 1889-1893 - Inglaterra Lawrence Furniss
  • 1893-1895 - Inglaterra Joshua Parlby
  • 1895-1902 - Inglaterra Sam Omerod
  • 1902-1906 - Inglaterra Tom Maley
  • 1906-1912 - Inglaterra Harry Newbould
  • 1912-1924 - Inglaterra Ernest Mangnall
  • 1924-1925 - Inglaterra David Ashworth
  • 1925-1926 - Inglaterra Albert Alexander
  • 1926-1932 - Escócia Peter Hodge
  • 1932-1946 - Inglaterra Wilf Wild
  • 1946-1947 - Inglaterra Sam Cowan
  • 1947 - Inglaterra Wilf Wild
  • 1947-1950 - Escócia Jock Thomson
  • 1950-1963 - Escócia Les McDowall
  • 1963-1965 - Inglaterra George Poyser
  • 1965-1971 - Inglaterra Joe Mercer
  • 1971-1973 - Inglaterra Malcolm Allison
  • 1973 - Inglaterra Johnny Hart
  • 1973 - Inglaterra Tony Book
  • 1973-1974 - Inglaterra Ron Saunders
  • 1974-1979 - Inglaterra Tony Book

Registros do clube[editar | editar código-fonte]

Maior vitória:

Maior goleada na FA Cup:

  • 12-0 no Liverpool Stanley (4 de outubro de 1890).

Maior derrota na FA Cup:

  • Maior público em casa: 84.569 (3 de março de 1934) contra o Stoke City. ( recorde de público até hoje para jogos de clubes ingleses)
  • Jogador com mais partidas em todas as competições: Alan Oakes entre 1958–1976 (676 aparições pelo clube)
  • Maior artilheiro: 178 gols, Eric Brook entre 1928-1939 maior goleador do clube.
  • Maior número de gols marcados em uma temporada: 38 gols, de Tommy Johnson entre 1928–29.

Jogadores notáveis[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. Transfermarkt. «Etihad Stadium». Consultado em 30 de agosto de 2015 
  3. http://www.statto.com/football/teams/manchester-city/history
  4. http://www.rsssf.com/tablese/engalltime.html
  5. http://www2.deloitte.com/pt/pt/pages/consumer-business/articles/deloitte-football-money-league-press.html#
  6. http://www.forbes.com.br/listas/2015/05/os-20-clubes-de-futebol-mais-valiosos-do-mundo/
  7. http://www.dailymail.co.uk/sport/football/article-3011776/Are-Manchester-United-Liverpool-Arsenal-Chelsea-biggest-club-Sportsmail-s-study-finally-settles-football-s-great-debate.html
  8. Revista Fut!, edição de outubro de 2011, página 42, reportagem À sombra das fábricas negras, por Celso Miranda
  9. a b Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Trivela_32
  10. a b «Balípodo.com.br: "O Manchester que assustou United e City", Ubiratan Leal» 
  11. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome CMCCB
  12. «Times Online: "The top 50 football kits", Nick Szczepanik» 
  13. «Guardian.co.uk: "Nicking the shirts off their backs", Georgina Turner and James Dart» 
  14. http://espnfc.espn.uol.com.br/manchester-city/manchester-connection/7714-uefa-cup-winners-cup-o-titulo-europeu-do-city
  15. http://portugues.mcfc.com/The-Club/Club-History
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  21. «Ronaldo aceitou proposta do Manchester City, diz jornal - O Globo Online». Consultado em 15 de setembro de 2008 
  22. «Com a cabeça no Chelsea, Robinho fecha com o City - Gazeta do Povo». Consultado em 2 de setembro de 2008 
  23. «Noel Gallagher escolhe campeões das peladas - Fantastico». Consultado em 30 de agosto de 2009 
  24. «Sheikh Mansour: The richest man in football» 
  25. "Livre da tentação", Arnaldo Ribeiro, Placar número 1327, fevereiro de 2009, Editora Abril, pág. 22
  26. «Kaká avisa: 'Vou envelhecer no Milan, meu objetivo é ficar' - Estadão.com.br». Consultado em 14 de janeiro de 2009 
  27. "Pacientes ingleses", Jonas Oliveira, Placar número 1328, março de 2009, Editora Abril, págs. 87-88
  28. «Roque Santa Cruz é o novo reforço do Manchester City - Gazeta do Povo». Consultado em 22 de junho de 2009 
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  35. http://www.footballeconomy.com/stats/stats_att_01.htm
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  37. https://web.archive.org/web/20051125201443/http://h20219.www2.hp.com/services/cache/78471-0-0-225-121.html
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  71. «The 50 greatest Manchester City players - Time Online». Consultado em 25 de fevereiro de 2009 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]