Manchester City Football Club

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Manchester City
Manchester City Football Club.png
Nome Manchester City Football Club
Alcunhas City
Man City
The Citizens
Sky Blues
MCFC
Torcedor/Adepto Citizen
Mascote Moonchester e Moonbeam
Fundação 23 de novembro de 1880 (135 anos), como West Gorton.
Em 16 de abril de 1894, o nome foi mudado para o Manchester City[1]
Estádio Etihad Stadium
Capacidade 55.097 [2]
Localização Manchester, Reino Unido
Presidente =Emirados Árabes Unidos Khaldoon Al Mubarak
Treinador Espanha Pep Guardiola
Patrocinador =Emirados Árabes Unidos Etihad Airways
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Inglaterra Premier League
Inglaterra The FA Cup
Inglaterra Capital One Cup
União Europeia Liga dos Campeões
PL 2016–17
CI 2016–17
CL 2016–17
LC 2016–17
Em disputa
a disputar
Em disputa
Em disputa
Website Site oficial do clube (Inglês)
Site oficial do clube (Portugues)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
titular
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Uniforme
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Uniforme
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Temporada atual
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Manchester City Football Club é um clube de futebol inglês com sede na cidade de Manchester, que disputa atualmente a Premier League. Também conhecido como Manchester City ou simplesmente City. Considerado um dos principais clubes da atualidade. É a base do City Football Group, que administra clubes de futebol, como o New York City F.C., Melbourne City F.C., Yokohama F. Marinos.

O Período de maior sucesso do clube foi no final dos anos 1960 e o início dos anos 1970, quando venceu o Campeonato Inglês, Copa da InglaterraCopa da Liga e Recopa Europeia sob o comando de Joe Mercer e Malcolm Allison. Depois de perder a Copa da Inglaterra de 1981, o clube passou por um período de declínio, culminando no rebaixamento para a terceira divisão do futebol inglês pela única vez em sua história, em 1998. Tendo voltado a Premier League no início de 2002, o clube foi comprado em 2008 por Abu Dhabi United Group e tornou-se um dos clubes mais ricos do mundo. Desde 2011, o clube ganhou seis troféus importantes, incluindo a Premier League em 2012 e 2014.

Em 2014-15, O Manchester City teve a sexta maior receita no mundo do futebol, com € 463,5 milhões[3]. Em 2016, segundo a revista Forbes o City era a quinta marca mais valiosa do mundo do futebol, com o valor de impressionantes US$ 1,38 bilhões [4].

História[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

O City foi fundado nos fundos da Igreja de St. Mark (São Marcos), em Gorgon, área populosa no leste da zona industrial de Manchester, em 1880, por uma paroquiana de nome Anna Connel, em pleno início da Revolução Industrial, quando as difíceis condições de vida geravam uma expectativa média de vida de apenas 17 anos para os homens e o futebol passaria a ser uma referência de lazer e de vida saudável para a população do Norte da Inglaterra, região onde o futebol se desenvolveria com mais pujança durante as primeiras décadas do jogo do que em locais como Londres, por exemplo.[5]

Os citizens ganharam o seu primeiro título oficial na conquista da Segunda Divisão Inglesa em 1899, tornando-se o primeiro clube da cidade a ser promovido para a Primeira Divisão.

O City de 1904.

O segundo viria em 1904, com o título da prestigiada Copa da Inglaterra contra o Bolton Wanderers, time da área metropolitana da Grande Manchester.[6] Na mesma temporada, o City terminou vice-campeão inglês, três pontos atrás do The Wednesday. Duas temporadas depois, entretanto, a equipe seria punida pela Associação Inglesa de Futebol por pagar aos jogadores do time salários superiores ao teto estabelecido pela entidade: dezessete jogadores do elenco acabariam suspensos até o ano novo de 1907.

Alguns deles acabaram acertando com equipe do ex-Newton Heath, que desde 1902 passara a chamar-se Manchester United. Dentre eles, o capitão e maior astro do time, o "bruxo galês" Billy Meredith, autor do gol do título de 1904. Surgia assim o primeiro atrito entre os dois futuros rivais da cidade.

Nova casa e novos títulos[editar | editar código-fonte]

Em decadência, o City ainda viu seu estádio, o Hyde Road, sofrer incêndio em 1920. Ainda assim, um reerguimento viria já no ano seguinte, com o vice-campeonato inglês em 1921 e, dois anos depois, a construção de um novo, o Maine Road, na região sul da cidade. Entretanto, lá já se situava Old Trafford, casa do Manchester United. Revoltados com a falta de seu time, habitantes da região leste de Manchester resolveram criar um novo clube que representasse a região, o que foi feito em 1928, com a fundação da equipe amadora do Manchester Central.

O novo clube (dirigido por Meredith, que voltara ao City em 1921 e nele encerrara a carreira, três anos depois) logo tornou-se candidato a ser o favorito da cidade, uma vez que o United era visto como time decadente, com média de público inferior a 5 mil pessoas, e o City, único representante constante da cidade na elite inglesa (o United fora rebaixado em 1922 e 1931), passava a imagem de que poderia seguir pelo mesmo caminho.[7]

As duas equipes veteranas de Manchester então uniram-se, usando seguidamente seu poder de veto quando o Central requisitou lugar na liga profissional, até o novo time ter de fechar as portas, em 1932.[7] Um ano depois, o City demonstrava força ao chegar à final da Copa da Inglaterra, perdida para o Everton de Dixie Dean, e chegar em quinto no campeonato. No ano seguinte, trinta anos após o primeiro título no torneio, o time voltaria a conquistar a Copa da Inglaterra, batendo o Portsmouth. Os grandes ídolos do time eram o goleiro Frank Swift e o atacante Fred Tilson, autor dos dois gols da vitória por 2 a 1 na final, além do defensor Matt Busby.

A temporada 1936-37 acabaria memorável: com destaque para a vitória no campo adversário sobre o grande time inglês da época, o Arsenal, e a uma arrancada na segunda metade do campeonato, com 15 vitórias e 6 empates nos 21 jogos do returno, o City conquistou seu primeiro título no Campeonato Inglês.[8] Paralelamente, o United terminava na penúltima posição e rebaixado. Entretanto, a temporada seguinte terminaria com uma incrível e melancólica inversão para os Citizens: em um campeonato equilibrado, o time fazia razoável campanha, ocupando o meio da tabela. Entretanto, a duas rodadas do fim, metade dos times estava ameaçado de rebaixamento. O City goleou o Leeds United por 6 a 2.[8]

Não havia sido a primeira goleada que o time impunha no campeonato; vitórias como este fizeram-no ter o maior número de gols naquela edição, 80, com média de quase dois gols por partida.[8] Ainda assim, estava em 17º na última rodada, empatado em pontos com outras cinco equipes: Birmingham City, Grimsby Town, Portsmouth, Stoke City e West Bromwich. Os quatro primeiros jogariam a última rodada em casa, contra clubes desinteressados no campeonato, já o City faria um confronto direto contra o Huddersfield Town, no campo do oponente.[8] Um gol do solitário deu a vitória ao Huddersfield. Incrivelmente, o City tornava-se o primeiro (e, até hoje, o único) time campeão inglês a ser rebaixado na temporada seguinte, juntamente com o West Bromwich. E tendo o melhor ataque da competição e saldo positivo de gols.[8] Na mesma temporada, o United conseguia nova promoção para a primeira divisão.

Anos 1940-60: rivalidade[editar | editar código-fonte]

Estátua do goleiro Bert Trautmann, no museu do City.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os torneios oficiais de futebol foram suspensos, aposentando o veterano Eric Brook, maior artilheiro da história do clube, com 178 gols. Torneios menores foram feitos no período, em que o City conquistou o simbólico troféu da Copa da Liga Norte, em 1943. Outra estrela que deixa a equipe com a guerra é o norte-irlandês Peter Doherty.

Quando o Campeonato Inglês voltou a ser realizado, na temporada 1946-47, os Sky Blues conquistaram a Segunda Divisão, voltando assim à elite, fazendo razoáveis campanhas até 1950, quando foi novamente rebaixado, retornando logo no ano seguinte. Na temporada de reestreia, ficou apenas em 15º, enquanto o United conquistava seu terceiro título inglês após mais de meio século. Na seguinte, o City por pouco não cai novamente, ficando na antepenúltima posição.

Assim como nos anos 1930, no meio dos anos 1950 o time chega seguidamente a duas finais da Copa da Inglaterra, perdendo a primeira (para o Newcastle, em 1955) e vencendo a segunda (contra o Birmingham City, em 1956). O título torna-se lendário pelo desejo do goleiro do time, o alemão Bert Trautmann, em querer continuar a jogar mesmo sabendo que seu pescoço estava quebrado. Em 1956, os Cizitens também voltam a fazer boa campanha no Campeonato Inglês, terminando em quarto. Na seguinte, o time volta a lutar para não cair (ficou em 18º) e o outro é novamente campeão.

A temporada 1957-58 vê o City voltar a ficar entre os primeiros, em quinto, Mas sem alegrias: torcedores do City e United se unem no luto pela morte de oito promissores jogadores do United em um acidente de avião, em Munique. A tragédia matou também, entre outras vítimas, o ex-ídolo Frank Swift, então jornalista do News of the World. O técnico do United, que sobrevive, era outro ex-jogador dos Sky Blues, Matt Busby. Mesmo assim, na temporada seguinte é o dilacerado time vermelho que fica com o vice-campeonato e o City quem quase cai, ficando um ponto à frente do primeiro rebaixado.

Os dois clubes alternam razoáveis campanhas até 1963, quando ambos ficam ameaçados de caírem. Um confronto direto na última rodada define o rebaixado. O United, que na mesma temporada é campeão da Copa da Inglaterra, vence a partida com um gol de Denis Law, ex-jogador do City no início da década, vai a 34 pontos e escapa. O City termina com 31 e, em penúltimo, volta à segunda divisão. A rivalidade entre os dois se acirra a partir dali. O time não consegue voltar na edição seguinte, nem na posterior, no verão de 1965, uma mudança fará os Citizens se reerguerem: Joe Mercer chega ao clube para ser seu técnico.

Joe Mercer e o Título Europeu[editar | editar código-fonte]

Em sua primeira temporada, Mercer ordena a vinda de dois futuros ídolos, Colin Bell e Mike Summerbee. a maior bonança dos Citizens havia acontecido no final da década de 1960. Após vencer a segundona em 1965/66. Na temporada seguinte, com destaque para o reforço Francis Lee, o primeiro grande triunfo naqueles anos áureos veio com o título do Inglês em 1967/68, o segundo da história do clube, superando por dois pontos o United, que fica uma posição e dois pontos atrás. Colin Bell e Lee (artilheiro do Campeonato Inglês) vão à Copa do Mundo de 1970 pelo English Team, tornando-se os dois primeiros jogadores do clube a irem a uma Copa. o clube conquistou todos os títulos possíveis na Inglaterra até 1969/70. em temporadas seguidas, faturou o Campeonato Inglês, depois a Copa da Inglaterra e por último a Copa da Liga Inglesa. Sucesso que se repercutiu nas competições continentais.

Já em sua estreia além das fronteiras, na Copa dos Campeões de 1968/69, o City decepcionou. A equipe caiu logo na primeira fase, diante do Fenerbahçe ao perder por 1 a 2 no placar agregado. No entanto, a redenção aconteceria na Copa da Inglaterra. Deixando pelo caminho Newcastle, Blackburn, TottenhamEverton, os Citizens cruzaram com o Leicester de Peter Shilton em Wembley. Vitória por 1 a 0 dos comandados por Joe Mercer, com gol decisivo do atacante Neil Young. Um alento é a conquista da Copa da Inglaterra, sobre o Leicester City, time que também usa azul. Por isso, na decisão, os Citizens jogaram com outro uniforme, nas cores vermelha e preta, mas não com inspiração no rival United, e sim no Milan.[9] Malcolm Allison, assistente de Mercer, acreditava que um uniforme igual ao da equipe italiana traria maior imponência ao City.[10] Desde então, é usado com certa regularidade como segundo uniforme do time (que costumava usar bordô no uniforme alternativo). O título credencia o clube a seu segundo torneio europeu oficial, a Recopa Europeia.

Mais do que o troféu, a conquista da FA Cup valeu uma vaga na Recopa Europeia em 1969/70. Um torneio para o qual os ingleses demonstravam um gosto especial naquela época, vencendo quatro das primeiras 11 edições. Desta vez, o City consegue passar por seus adversários e é campeão da segunda competição continental de clubes em importância a caminhada do City começou de maneira grandiosa, eliminando o Athletic Club de Bilbao por 6 a 3 no placar agregado. Na sequência, as vítimas seriam o Lierse e a Acadêmica de Coimbra, antes de um novo adversário de peso, o Schalke 04. E a goleada por 5 a 1 em Maine Road ratificou o potencial dos ingleses. Já na decisão, o desafiante era o Górnik Zabrze, importante na formação da forte seleção polonesa dos anos 1970. Nas etapas anteriores, a equipe do leste já havia surpreendido ao eliminar a Roma e o Rangers. Neil Young abriu o placar aos 12 minutos, enquanto Francis Lee ampliou cobrando pênalti aos 43. Apenas na segunda etapa é que o Górnik reagiu, mas o tento de Stanislaw Oslizlo não levou o placar além dos 2 a 1.[11][12] mas não foi o suficiente para evitar que o City levantasse seu primeiro título continental de sua história. Já na temporada seguinte, com o direito de defender a faixa de campeão, os Citizens avançaram até as semifinais, caindo para o Chelsea – que, por sua vez, manteve a hegemonia inglesa ao derrotar o Real Madrid na final.

Joe Mercer resolve sair por discussões com Allison, que é promovido a seu cargo, para o qual ficaria apenas na temporada que se seguiu.

Relativo sucesso nos anos 1970[editar | editar código-fonte]

O time volta a ocupar as primeiras posições na tabela em 1972, quando termina em quarto, mas apenas um ponto atrás do campeão, o Derby County, para em seguida voltar a fazer campanhas razoáveis. 1974 torna-se outro ano memorável para os torcedores: o clube não ganha troféus, sendo o mais perto disso o vice-campeonato na Copa da Liga, e faz campanha mediana no campeonato inglês. Entretanto, o time vinga-se do rebaixamento imposto pelo United onze anos antes: na última rodada, ambos se enfrentam e os vermelhos só escapariam da queda com vitória. Os Citizens, entretanto, os derrotam por 1 a 0, gol de Denis Law, justamente aquele quem rebaixara o City em 1963, atuando pelo rival. O escocês voltara para Maine Road naquela temporada, onde encerraria a carreira.

Em 1976, o time vence pela segunda vez a Copa da Liga. No campeonato nacional, que volta a ter os rivais do United na elite, o City fica apenas em oitavo, na última temporada do meia Alan Oakes, jogador que mais atuou pelos Sky Blues (564 jogos) e no time desde 1959. Em 1977, o clube disputa acirradamente o troféu com a nova potência inglesa da época, o Liverpool, que termina campeão nacional com um ponto de diferença sobre os Citizens, que teriam sua última temporada realmente perto do título. E são os Reds, que naquela mesma temporada igualam-se ao United ao vencerem a Copa dos Campeões da UEFA, quem passam a ter, reciprocamente, maior rivalidade com os Red Devils. Na seguinte, o City chega ao quarto lugar, para nas edições seguintes do campeonato terminar apenas no meio da tabela.

O ano de 1979 marca a despedida do ídolo Colin Bell. Considerado o maior jogador da história do City, foi para os Estados Unidos encerrar a carreira. O ano seguinte, 1980, é o último ano em que o time chega perto de conquistar um troféu, o da Copa da Inglaterra. O City perde a final para o Tottenham Hotspur.

Anos 1980 - início dos 2000: longa decadência[editar | editar código-fonte]

A nova década fraca, veria dois rebaixamentos do City para a Segunda Divisão, em 1983 - na primeira em que termina sem Joe Corrigan, que defendera o gol do time por dezesseis anos - e em 1987. O clube só volta à elite em 1989, como vice-campeão da segundona inglesa. Na reestreia, o grande destaque do City é a goleada de 5 a 1 imposta ao rival United. O time consegue manter-se nas temporadas seguintes, ficando em quinto lugar em 1992. A temporada seguinte marca a reformulação da divisão de elite, que passou a chamar-se Premier League, sendo o City um dos clubes fundadores.

Com o novo formato, os clubes de Manchester passam a ter retrospecto bastante desigual: enquanto o United torna-se a força dominante do país, faturando o título seguidamente, o City segue fazendo apenas campanhas no máximo medianas, até ser novamente rebaixado para a Segunda Divisão, em 1996. Na temporada 1996-97, o City fica apenas em 14º e na segundona, tendo de permanecer nela.

O pior viria logo depois: na de 1997-98, o clube sofre novo rebaixamento, desta vez para a Terceira Divisão. Isso faz com que na Copa do Mundo de 1998, na França seja a primeira Copa sem nenhum jogador do clube desde a de 1970 - embora apenas na de 1982 o clube tenha fornecido jogadores para a Seleção Inglesa (ausente das de 1974, 1978 e 1994), nas demais sempre houve ao menos um jogador do City, mesmo que de outra seleção. O grande ídolo do clube no momento, o meia georgiano Giorgi Kinkladze, acaba saindo, contratado pelo Ajax, da Holanda.

Na temporada posterior, o time volta à segundona, contando com o artilheiro Shaun Goater, que marca na campanha 21 gols. Novo acesso vem em seguida, desta vez para a elite, é logo conseguido na seguinte, novamente contando com a artilharia do bermudense, que dessa vez marca 29 vezes. Entretanto, na década que se passou, quem mais trouxe imagem para o clube não são títulos ou algum jogador especial, mas os irmãos Liam e Noel Gallagher, os líderes da banda Oasis e notórios torcedores fanáticos do clube.

O início do novo século veria o time ser reforçado com ex-jogadores do rival United em final de carreira e outros em igual situação. Destes últimos, George Weah, jogador liberiano eleito Melhor do Mundo em 1995, faz rápida passagem em 2000. O segundo é o russo Andriy Kančelskis, ex-United que chega no decorrer da temporada de volta do clube à Premier League (a de 2000-01) com a função de ajudá-lo a escapar de novo rebaixamento. A equipe não escala da degola e Kančelskis é dispensado. O City é logo campeão da Segunda Divisão na temporada 2001-02, com o ex-jogador e (e também ex-técnico) da Inglaterra Kevin Keegan tendo chegado para ser o novo técnico do time, que consegue manter-se na Premier League desde então.

2002-2007: período de transição[editar | editar código-fonte]

Novo ex-ídolo do rival vem para a reestreia na elite, ninguém menos que o goleiro Peter Schmeichel, que nunca perdera para o City nos nove anos em que passara no United, que não era derrotado pelos Sky Blues havia já onze - justamente desde a goleada de 1 a 5 sofrida na temporada 1989-90, devolvida com um 5 a 0 em 1994. Em sua última temporada como profissional, The Great Dane ajuda seu novo clube (para o qual traz seu filho, Kasper Schmeichel, para jogar nas divisões de base) a quebrar o tabu, vencendo em Maine Road. No outro dérbi da temporada, em Old Trafford, o clube arranca um empate a quatro minutos do fim com um gol de Goater, mesmo sem poder contar com Schmeichel, cujas lesões o impediram de atuar.[13] Entretanto, o United termina o campeonato como campeão. Os Citizens voltam a classificar-se para um campeonato europeu após vinte e quatro anos: o troféu fair play os credencia para a Copa UEFA. Goater deixa o clube com a considerável marca de 103 gols nos cinco anos em que passou no Maine Road.

Stuart Pearce treinador do Manchester City de 2005 a 2007.

Quem chega para substituir Schmeichel no gol é outro famoso jogador do futebol nacional na década anterior, e titular da Seleção Inglesa nas duas Copas do Mundo anteriores: David Seaman, que chega juntamente com o atacante francês Nicolas Anelka, que será a principal referência do time nos três anos seguintes. No elenco, outros veteranos além de Seaman: os também ex-Seleção Inglesa Trevor Sinclair, Steve McManaman e Robbie Fowler, o alemão Michael Tarnat e o neerlandês Paul Bosvelt. A ano também marca a transferência do City para a sua nova casa, o City of Manchester Stadium, que faz o time voltar a mandar jogos na região leste da cidade, e a morte de um ídolo, o meia camaronês Marc-Vivien Foé, que faleceu em campo em jogo de sua seleção na Copa das Confederações. Seu número 23 é logo aposentado.

Continuando a alternar altos e baixos na elite, na temporada seguinte quem assume o gol é outro veterano da Seleção Inglesa, David James. Ela marca também a revelação de Shaun Wright-Phillips, que é chamado para defender a Inglaterra junto com James e, ao seu final, a aposentadoria do técnico Keegan. Wright-Phillips também logo deixa o clube, rendendo 30,5 milhões de euros no cofre do clube, pagos pelo Chelsea. Anelka é outro a sair. É um terceiro ex-United quem chega, o atacante Andy Cole, além de outro também com passagens pela Seleção, Darius Vassell, e do novo técnico, o ex-zagueiro da Inglaterra Stuart Pearce, que encerrara a carreira no City em 2002.

Ano de 2006 marca a saída do ídolo James, que na Copa do Mundo daquele ano tornou-se o primeiro jogador do time a ser convocado para a Seleção Inglesa para um mundial desde o de 1982 (que contou com Trevor Francis e Joe Corrigan); a chegada de outro veterano, o alemão Dietmar Hamann; e as novas revelações Micah Richards e Stephen Ireland. O clube fica apenas em 14º, com menos da metade de pontos do rival United, que termina campeão pela 16ª vez justamente em cima do City, no City of Manchester.

Mesmo com uma temporada sofrível em que o time teve de brigar contra o rebaixamento, tendo chegado a ficar seis meses sem fazer um mísero gol em casa,[14] são os Citizens quem ocupam as manchetes no meio do ano: o time é comprado pelo ex-Primeiro-Ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, que traz o ex-técnico da Inglaterra Sven-Göran Eriksson, o atacante italiano Rolando Bianchi e os primeiros brasileiros no clube, Elano e Geovanni.

Uma nova era[editar | editar código-fonte]

O impacto é imediato: o City torna-se sensação inicial, vencendo os três primeiros jogos, incluindo um dérbi contra o United, e liderando o campeonato. A boa fase, entretanto, dura apenas a primeira metade do campeonato. Bianchi sai logo em janeiro. No mês seguinte, City e United deixam as inimizades de lado no dérbi do returno, que marca as celebrações dos 50 anos do desastre aéreo de Munique. As duas torcidas respeitam o minuto de silêncio em Old Trafford. Com a bola rolando, o City vence por 2 a 1, com gol do estreante reforço zimbabuano Benjani, sendo que era a primeira vez que os Citizens saíram vencedores dos dois dérbis do campeonato desde 1968, quando faturaram o título pela última vez.

Insatisfeito com a campanha no returno, Shinawatra demite Sven Göran Eriksson a dois jogos do fim do campeonato, apesar de reclamações da torcida. Na última partida, o time é vergonhosamente goleado por 1 a 8 para o Middlesbrough.

Para a temporada seguinte, Shinawatra manifesta o desejo de comprar mais um brasileiro, o astro Ronaldinho Gaúcho, que prefere ir para o Milan.[15][16] Em setembro, Shinawatra decide revender o clube para o xeque Sulaiman Al-Fahim, que imediatamente demonstra seu cartão de visitas: no último dia de transferências para o início da nova temporada, que também era o primeiro (e único) dia de Sulaiman Al-Fahim para agir, o bilionário tenta atravessar a negociação de Dimitar Berbatov com o rival Manchester United.[17] Com o dinheiro do xeque, o City também manifesta seu desejo em contratar outros Ronaldos: o Fenômeno e Cristiano, justamente a grande estrela do rival, além de Cesc Fàbregas, do Arsenal.[6][18]

Mesmo sem ter acertado com nenhum dos quatro, ainda assim a grande bomba que sai das transferências é do City: Robinho, que estava acertando sua ida para o Chelsea devido a sua insatisfação no Real Madrid, é contratado por 40 milhões pelo City.[19] Contra o próprio Chelsea, o brasileiro estreia, marcando logo um gol de falta. A partida, entretanto, termina em vitória de virada por 1 a 3 para os londrinos. Outro ex-ídolo do United já havia chegado (para ser técnico), o galês Mark Hughes. Robinho faz uma boa primeira metade individual do campeonato, marcando 12 gols em seus 15 primeiros jogos em meio à campanha abaixo do esperado do City.[20]

Robinho, primeira contratação internacional do City em sua era rica.

Em setembro de 2008 o clube é novamente vendido para o bilionário emiradense xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan[21]. Em janeiro de 2009, o clube tenta conseguir uma contratação ainda mais bombástica, a de um outro brasileiro: Kaká. Seu clube, o Milan, deixa-o livre para negociar sua ida para Manchester, após ser ofertado mais de £100 milhões, pelo melhor jogador do mundo em 2007, que recusou a proposta.[22][23] Outros procurados pelo clube também o recusaram, caso dos espanhois Fernando Torres e David Villa e do paraguaio Roque Santa Cruz, que depois acabaria sendo contratado.[24][25] Quem acertou com o City neste momento foram o goleiro Shay Given e o atacante Craig Bellamy.[26][27]

Carlos Tévez foi uma das grandes estrelas mundiais do City.

Em 13 de julho de 2009, um novo ex-jogador do United chega ao City. Diferentemente dos anteriores, não a vias de se aposentar, mas em plena forma. Por £25 milhões, os Citizens acertaram a contratação do argentino Carlos Tévez, que não teve sua compra efetuada pelo rival, onde atuava por empréstimo junto a MSI.[28] Dias depois, o clube também anunciou a contratação de dois jogadores do Arsenal, o atacante togolês Emmanuel Adebayor, e o zagueiro marfinense Kolo Touré.[29][30]

Outros jogadores como Gareth Barry e contratações mais recentes como Joleon Lescott e Sylvinho, também chegaram para reforçar elenco.[31][32][33] O caso mais recente foi a tentativa de contratação de Lionel Messi, em que o Manchester City teria oferecido um cheque em branco ao argentino.[34]

Roberto Mancini treinador do Manchester City de 2009 a 2013.

Após não conseguir uma boa classificação na Premier League perdendo a última vaga da Champions para o Tottenham, o City se prepara para uma grande temporada, tentando se firmar entre os melhores times da Europa. Para tal objetivo na temporada 2010-11 o Manchester City contratou nada menos que seis grandes jogadores. Yaya Touré, ex Barcelona e irmão de Kolo Touré, foi a primeira contratação. Para melhorar sua linha defensiva, a segunda contratação foi o lateral direito alemão, Jérôme Boateng. A terceira contratação de impacto foi a vinda de David Silva, cuja contratação junto ao Valencia custou aproximadamente 35 milhões de euros sendo a maior contratação para a temporada, a de destaque. Ainda assim foram contratados o lateral-esquerdo Kolarov (que estava na Lazio) e que também era pretendido pelo Real Madrid. A grande aposta do treinador Roberto Mancini, Mario Balotelli contratado por 30 milhões de euros junto à Internazionale de Milão, e por fim, James Milner, numa troca envovendo Stephen Ireland junto ao Aston Villa.

A última contratação do clube foi a do atacante Sergio Aguero, o genro de Diego Maradona. O acerto foi fechado em 27 de julho de 2011, após uma longa negociação que envolveu o interesse de vários clubes, o Manchester City acabou vencendo a disputa pelo astro argentino, pagando 45 milhões de euros pelo jogador, que assinou um contrato de cinco temporadas com os ingleses. A transferência passa a ser a mais cara da história do clube, superando os 37 milhões de euros pagos por Robinho. Em sua apresentação oficial após uma bateria de exames médicos, Agüero recebeu a camisa 16 do City.

Em sua estreia, no dia 15 de agosto de 2011, contra o Swansea City, o jogador entrou aos 15 minutos do segundo tempo. 5 minutos depois marcou o seu primeiro gol com a camisa azul do Manchester City. Ele recebeu passe da direita, de Micah Richards, e, em baixo das traves, só teve o trabalho de empurrar para dentro do gol. Mais tarde, ganhou bola perdida na linha de fundo, e cruzou para trás. David Silva apareceu, e mandou para as redes. No fim do jogo, Kun recebeu a bola na intermediária, e soltou o petardo de pé direito. O quarto da vitória de 4-0 do até então líder do campeonato Manchester City. Depois do apito final, o jogador argentino pediu a bola ao árbitro, e levou a redonda para casa.

No dia 31 de agosto de 2012, o Manchester City assinou a contratação de Javi García do Benfica.

O time também conquistou finalmente o tão esperado titulo, o Manchester City que passou 35 anos sem ganhar nada, foi campeão da FA Cup, passando pelo grande rival Manchester United na semifinal e ganhando do Stoke City, ambas vitórias por 1 a 0 com gols marcados por Yaya Touré. O dia foi festejado em toda a cidade, pois meia hora antes do inicio da final o Manchester United havia ganho a Premier League, causando cenas inusitadas como torcedores dos dois rivais de Manchester comemorando juntos.

2011-12: O terceiro título do Campeonato Inglês[editar | editar código-fonte]

Mancini, Nasri e Agüero.

Além de Agüero, o time trouxe Samir Nasri e Clichy do Arsenal, Stefan Savic, e Hargreaves. Essas contratações fizeram com que a equipe do Manchester City virasse um dos principais concorrentes ao titulo do Campeonato Inglês. Acredita-se que hoje a equipe dos Citizens tem um dos melhores elencos do mundo, podendo brigar de igual para igual com as maiores potências do futebol atual, Barcelona e Real Madrid.

Durante essa campanha memorável, no dia 23 de outubro, os Citizens golearam o rival Manchester United no Old Trafford por um placar de 6 a 1, gols de Agüero, Dzeko (duas vezes), Mario Balotelli (duas vezes) e David Silva para o City e Darren Fletcher diminui pros Red Devils. Com esse resultado, além do City se isolar na liderança, igualou o maior placar da história dos clássicos: também 6 a 1 para o City em 23 de janeiro de 1926.

Invasão da torcida do City após o clube ser campeão depois de 44 anos.

No inicio da temporada o clube recebeu uma proposta do Corinthians pelo ídolo Tévez, recusando-a. Em um jogo contra o Bayern München, válido pela UEFA Champions League, Carlitos brigou com o técnico Roberto Mancini, isso fez seu valor despencar, sendo afastado da equipe e quase deixando os "Citizens" no meio do ano. O Milan chegou a ter interesse em contar com o argentino em janeiro de 2012. No final da temporada Tévez voltou a equipe e ajudou o time na bela campanha do Título do Campeonato Inglês.

Vincent Kompany com taça da Premier League 2011-12.

Nesta Temporada o City venceu o seu Tricampeonato Inglês, e o último jogo, contra o Queens Park Rangers, foi dramático. O City abriu o placar com Zabaleta aos 38 Minutos do Primeiro Tempo, e tudo estava se encaminhando para a vitória do City, mas no começo do 2º Tempo o QPR virou o jogo. Tudo estava "indo por água abaixo", mas nos acréscimos, Dzeko aos 46 e Agüero aos 49, marcaram e ajudaram o City a chegar ao tricampeonato após 44 anos sem chegar ao título máximo da Inglaterra.

Temporada 2012-13: Vice campeão inglês[editar | editar código-fonte]

Para a temporada 2012-13, parecia que o City havia falhado em garantir novos jogadores para reforçar a equipe, apesar de 19 anos, o internacional sérvio Matija Nastasić , vindo da Fiorentina, tornou-se um dos defesas-centrais regulares.

O Manchester City chegou à temporada como campeão da Premier League, e com o status de quem certamente iria brigar ponto a ponto para novamente erguer a taça. Os então comandados de Roberto Mancini até começaram bem, pois venceram seis dos nove primeiros jogos que disputaram, enchendo a torcida de esperança pelo bicampeonato.

Manchester City em 2013

Mas não foi bem isso que se viu dali em diante. A derrota acachapante para o Aston Villa, em casa, pela Capital One Cup, por 4 a 2 fora o primeiro dos quatro fracassos do time. Eliminado de forma precoce e melancólica da Liga dos Campeões, competição na qual acumula dois fracassos consecutivos, com nenhuma vitória e apenas três pontos ganhos. O City então voltava suas atenções para a FA Cup e na Premier League o City penava para vencer alguns jogos em casa, como a vitória sobre o Southampton por 3 a 2, e a diante do Wigan por 1 a 0. Resultados bobos, como a derrota sofrida fora de casa para o Southampton, por 3 a 1, e para o Sunderland por 1 a 0, fizeram com que o Manchester City ficasse 11 pontos atrás do seu rival United na classificação final da Premier League. Para piorar, foi derrotado pelos Red Devils, em casa, por 3 a 2. Mas nada superou a humilhante derrota na decisão da FA Cup, quando foi derrotado pelo Wigan, em Wembley, por 1 a 0, resultado que provocou a demissão de Roberto Mancini.

Temporada 2013-14: novas conquistas[editar | editar código-fonte]

Ao vencer o Sunderland por 3 a 1 no Estádio de Wembley, o City conquistou a Copa da Liga Inglesa em 2 de março, com gols de Yaya Touré e Nasri, descontando Borini para o Sunderland, perante 84.697 espectadores, com o City sendo comandado na Temporada 2013-2014 pelo técnico chileno Manuel Pellegrini.[35]

Na Premier League, o City começou o campeonato muito bem, com uma média de 3 gols por jogo. A liderança foi alternada entre grandes clubes nesta temporada, sendo eles: Arsenal, Tottenham, Chelsea e Liverpool, além do próprio City. Os citizens foram campeões reassumindo a liderança na penúltima rodada, diante do empate do Liverpool frente ao Crystal Palace. Na rodada final, o City venceu o West Ham por 2 a 0, conquistando seu 4º troféu de campeão inglês.

Emblema e as cores do clube[editar | editar código-fonte]

As cores do Manchester City são azul claro e branco os tradicionais kit de cores, que tenham sido marrom ou (de 1960) vermelho e preto; No entanto, nos últimos anos têm sido usadas várias cores diferentes. As origens da cores em casa do clube são claras, mas há evidências de que o clube tem usado azul desde 1892 ou anterior. Um folheto intitulado Famous Football Clubs - Manchester City publicada na década de 1940 indica que o West Gorton (St. Marks) originalmente tocado no vermelho e preto, e relatórios datados de 1884 descrevem a equipe vestindo camisa preta com uma cruz branca, mostrando as origens do clube como um lado da igreja. [43] as cores distância vermelhos e pretos usados ​​raramente ainda recorrentemente vêm de ex-gerente assistente de Malcolm Allison, que acreditava que a adoção das cores do AC Milan iria inspirar City para a glória. [44] a teoria de Allison trabalhou, com City vencendo a FA Cup 1969, Copa da Liga Inglesa 1970, e a Recopa Europeia de 1970 com listras vermelhas e pretas em oposição ao kit em casa do clube azul claro.

Escudo anteriormente ultilizado pelo clube em 1960

O City usou anteriormente três outros emblemas em suas camisas, antes do emblema atual, que foi implementado em 2016. O primeiro, lançado em 1970, foi baseado em projetos que tinham sido usados ​​na documentação oficial do clube desde meados da década de 1960. Ela consistia de um escudo circular, que usou o mesmo emblema atual dentro de um círculo com o nome do clube. Em 1972, este foi substituído por uma variação que substituiu a metade inferior do escudo com a rosa vermelha de Lancashire. Nas ocasiões em que o Manchester City jogou uma grande final da Taça, o emblema de costume não tenha sido utilizado; em vez camisas com um emblema dos braços do City of Manchester são usados, como um símbolo de orgulho em representar a cidade de Manchester em um grande evento. Esta prática se origina de uma época em que a camisas dos jogadores não normalmente suporta um distintivo de qualquer tipo, mas tem continuado ao longo da história do clube. [45] Para a Final da FA Cup de 2011, o City usou o emblema de costume, com uma lenda especial, mas o brasão de armas Manchester foi incluído como um pequeno logotipo monocromático nos números na parte de trás das camisas dos jogadores. [46]

Um novo emblema do clube foi adaptado em 1997, como resultado do emblema anterior sendo excluída do registo como marca. Esta medalha foi baseada nos braços da cidade de Manchester, e consistia em um escudo na frente de uma águia dourada . A águia é um símbolo heráldico de idade da cidade de Manchester; uma águia dourada foi adicionado ao emblema do City em 1958 (mas desde que foi removido), que representa a indústria da aviação em crescimento. O escudo caracteriza um navio na sua metade superior representando o Manchester Ship Canal, e a três listras diagonais na metade inferior simbolizam três rios da cidade - o Irwell, o Irk e o Medlock . A parte inferior do escudo ostenta o lema Superbia em Proelio , que traduzindo como o orgulho em batalha em Latina . Acima da águia e escudo são três estrelas, que são puramente decorativo.

Atual escudo do City

Em 15 de outubro de 2015, depois de anos de críticas dos fãs sobre o design do emblema 1997, o clube anunciou a sua intenção de realizar uma consulta fã sobre a possibilidade de desconsiderar o emblema do clube e instituir um novo design. Após a consulta, o clube anunciou no final de novembro 2015, que o emblema atual clube seria substituída oportunamente por uma nova versão que será projetado no estilo das variantes mais velhos, circulares. um projeto que se apresentou o novo escudo e acidentalmente vazou dois dias mais cedo, antes da inauguração oficial em 26 de dezembro 2015, quando o IPO foi registrado, em 22 de dezembro. o novo projeto foi apresentado oficialmente no jogo em casa do clube em 26 de dezembro contra o Sunderland [36].

Torcida[editar | editar código-fonte]

O Manchester City tem uma grande base de fãs em relação à sua comparativa falta de sucesso em campo. Desde que se mudou para o City of Manchester Stadium, a média do City tem sido entre os seis primeiros na Inglaterra[37], geralmente superior a 40.000. Mesmo no final de 1990, quando o clube foi rebaixado duas vezes em três temporadas para jogar a terceira divisão do futebol Inglês (então Division Two, agora Football League One ), a média do City foi de incríveis 30.000 por jogo, em comparação com a média do campeonato foi de menos de 8.000[38]. Pesquisa realizada pelo Manchester City, em 2005, as estimativa era uma base de tocedores de 886.000 no Reino Unido, com um total de mais de 2 milhões em todo o mundo, embora desde a compra do clube pelo Sheikh Mansour e ganhando troféus, esse número cresceu para muitas vezes esse tamanho [39].

Oficialmente os torcedores do clube é o Manchester City FC Supporters Club (1949), formado a partir de uma fusão de duas organizações existentes em 2010. os defensores oficiais Club (OSC) e os partidários do Centenário Association (CSA). o mais antigo é o Rei do Kippax. A música oficial dos torcedores do City é uma versão de " Blue Moon ", que apesar do seu tema melancólico é cantando com muito entusiasmo pelos torcedores como se fosse um hino heróico. O historiador e escritor Gary Milton James disse que a primeira vez que ouviu o Blue Moon sendo cantado por torcedores do City ocorreu em 1989-90 contra o Liverpool no Anfield, naquele jogo o City perdeu para o Liverpool por 3x1, e dois ou três torcedores começaram a cantar a música de uma forma melancólica saindo do estádio. A música se encaixou muito bem com o City pelos anos em que o clube atravessava, e também pelas cores do clube e hoje faz parte da história do time.

Torcedores do City tendem a acreditar que a imprevisibilidade é uma característica inerente de sua equipe, e chamam resultados inesperados de "Típical City" [40]. os torcedores consideram como o único campeão inglês a ser rebaixado (em 1938), a única equipe a marcar e sofrer mais de 100 gols em uma mesma temporada (1957-1958), ou o exemplo mais recente em que City foi o único a bater o Chelsea na Premier League 2004-05, e na mesma temporada o City foi eliminado da FA Cup pelo Oldham Athletic, uma equipe de duas divisões inferiores.

Em 1987, um torcedor do Manchester City chamado Frank Newton trouxe uma banana inflável para o jogo de abertura da temporada do City pela Division Two contra o Plymouth Argyle. Os torcedores reagiram com muita diversão, e o cântico em louvor ao atacante Imre Varadi se transformou em ‘Imre Banana’. tornou-se uma visão frequente na temporada 1988-89 a mania se espalhou para outros clubes, (peixes infláveis ​​foram vistos na torcida do Grimsby Town), com o fenômeno atingindo o jogo do City contra o Stoke City em 26 de dezembro de 1988, em um jogo declarado como uma festa a fantasia. A visão tinha se espalhado pela mídia, com numerosas reportagens da BBC News durante toda a temporada comentando sobre a moda, elogiando em como “colocar a diversão de novo no futebol”, em uma entrevista com o então secretário do Manchester City, Bernard Halford, dando um ok da diretora. “Colocar a diversão de volta ao jogo… e tirar os hooligans é tudo sobre isso” – Disse Halford, 

Em 2010, torcedores do City adotaram uma dança exuberante, apelidado de The Poznań , criado pelos polacos do Lech Poznań [41] .

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio
Ver artigo principal: City of Manchester Stadium
Vista panorâmica do Etihad Stadium

O City of Manchester Stadium (português: Estádio Cidade de Manchester) ou Etihad Stadium (por questões de patrocínios de nome) é um estádio de futebol localizado em Manchester, na Inglaterra.

Projetado para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2000, perdeu a disputa com Sydney (Austrália), mas foi sede dos Jogos da Commonwealth de 2002, abrigando as provas de atletismo.

Em 10 de agosto de 2003, após reformas, teve a pista de atletismo substituída por 12.000 cadeiras (chegando a 46.990 lugares), o estádio foi reinaugurado com um amistoso entre Manchester City e Barcelona, com vitória inglesa por 2 a 1. Após isso sofreu novas obras de ampliação, chegando a sua capacidade a cerca de 55.000 lugares.

O recorde de público é de 54.331 torcedores, na partida Manchester City 3 a 0 Chelsea, em 16 de agosto de 2015.[42]

Quatro dias depois, a primeira partida de um torneio europeu foi realizada no estádio, o Manchester City bateu o The New Saints FC, de Gales por 5 a 0.

Foi uma das sedes do Campeonato Europeu Feminino de 2005 e é considerado um estádio 4 estrelas pela UEFA.

Sediou a Copa da UEFA de 2008, vencida Pelo FC Zenit sobre o Rangers FC.

Expansão

O Manchester City gastou cerca de 50 milhões de libras na expansão do Etihad Stadium, de 48.000 para 55.000 lugares.

Centro de Treinamento (City Football Academy)

Mais de 800 milhões de reais foram gastos na construção do CFA (City Football Academy) o novo centro de treinamento do Manchester City. A estrutura é incrível possui 320.000 m² espalhados por 16,5 campos de futebol, sendo 12,5 deles destinados ao desenvolvimento dos jovens, além de um estádio com capacidade para 7 mil pessoas, que será utilizado pelas equipes de cima, feminina e comunidade local. Ao todo, mais de 450 jogadores treinarão no novo CT, desde o time sub-6 até, os profissionais. O City Football Academy é muito próximo ao estádio do clube, uma ponte com cerca de 190 metros liga ao Etihad Stadium.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Com o rival Manchester United, o City faz o grande clássico da cidade, o dérbi City vs. United. Em 150 jogos disputados, o retrospecto é favorável ao rival, que tem 61 vitórias contra com 41 do City, além de 49 empates. Contando-se apenas os confrontos do Campeonato Inglês, os Reds também tem retrospecto melhor, em todos os sentidos: considerando-se apenas os resultados, o rival venceu 25 vezes na casa do City e 30 em Old Trafford. Os Sky Blues venceram 23 em casa e 15 na do United. Embora concorrentes, não havia grande animosidade entre, ao menos, as torcidas, até antes da Segunda Guerra Mundial (quando ambos ainda tinham resultados e glórias equilibradas), sendo até então comum os torcedores de um acompanharem também o jogo do outro.

Entre os últimos clássicos, cada um teve vitórias especiais. O United garantiu seu título inglês na temporada 2006-07 ao vencer o City no City of Manchester por 1 a 0, com o goleiro Edwin van der Sar defendendo pênalti de Darius Vassell a dez minutos do fim - se feito o empate, o título teria sido adiado. Já o City venceu por 2 a 1 o clássico de fevereiro de 2008, encarado de maneira extremamente especial pelo rival por marcar a celebração dos 50 anos do desastre aéreo de Munique, que matou oito jogadores do United (mas também o ex-ídolo do City e então jornalista, Frank Swift). Ambos utilizando uniformes especiais para a partida, que teve o ídolo rival Cristiano Ronaldo expulso por ter tocado a bola com a mão. Por ter vencido também o dérbi anterior da temporada, em agosto de 2007, o City finalmente voltava a conseguir vencer os dois clássicos de uma mesma temporada desde a de 1969.

Por terem jogado pelos dois clubes, há dois personagens emblemáticos dos dérbis. O ex-atacante escocês Denis Law jogou no City na temporada 1960-61, tento tido a boa marca de 21 gols em 44 jogos nela, o que atraiu os olhares da equipe italiana do Torino, que o contratou. Entretanto, em 1962 já voltara à cidade, mas contratado pelo United. Na primeira temporada no rival, onde ficaria pelos próximos onze anos, fez o gol do empate que rebaixou o ex-clube para a Segunda Divisão. Na última temporada da carreira, a de 1973-74, retornou ao City. Os dois times encontraram-se novamente na última rodada, com o United ameaçado de rebaixamento.

Em certo momento do dérbi, Law recebeu um passe de Francis Lee (um dos dois maiores artilheiros dos clássicos, com dez gols), e, de costas para o gol, tocou de letra para as redes, marcando o que foi o gol da vitória por 1 a 0 dos Sky Blues. Enquanto os companheiros foram imediatamente até ele celebrar o gol, Law logo tomou consciência de que estava novamente rebaixando um ex-clube, desta vez o United e, cabisbaixo, deixou o campo, sendo substituído. Foi sua última partida na Liga Inglesa.

O outro é o ex-goleiro dinamarquês Peter Schmeichel, que jogou no United de 1991 a 1999, participando ativamente da invencibilidade de onze anos do rival sobre o City. Entretanto, foi para o City jogar sua última temporada, a de 2002-03, quando o time voltava à Primeira Divisão, e ajudou o novo time a quebrar o tabu, com vitória por 3 a 1 em Maine Road em novembro de 2001. Schmeichel conseguiu, dessa forma, sair como invicto no dérbi de Manchester. No outro dérbi daquela temporada, ele não pôde jogar,[13]mas ainda assim os Citizens conseguiram um empate em 1 a 1 no Old Trafford.

Em 23 de outubro de 2011 o City goleou o rival por 6 a 1 jogando fora de casa, no Estádio Old Trafford, igualando a maior goleada da história dos clássicos, também a seu favor, registrada em 23 de janeiro de 1926.

Em um estudo sobre rivalidades realizada em 2003, uma amostra de torcedores do City também apontou o Liverpool como rival, logo após o United. O clube mantém ainda uma rivalidade saudável com o Tottenham Hotspur e o Chelsea, estes, clubes londrinos.

Financeiro[editar | editar código-fonte]

Atualmente, o Manchester City é um dos clubes mais ricos da Premier League e também do mundo, situando-se na 5ª colocação da lista produzida pela Forbes no ano de 2015.[32]

Os laços com United Abu Dhabi, de onde são os compradores do City, estreitaram-se mais com o novo patrocinador do clube, Etihad Airways, companhia aérea local.[43] Ela será a sétima marca a estampar seu logo na camisa do time. A primeira foi a sueca Saab, mais conhecida por fabricar aviões militares, durando de 1982 a 1984. Sua sucessora foi a neerlandesa Philips, de eletrônica, que ficou até 1987. A seguinte foi a que durou mais tempo, doze anos, tendo sido a empresa japonesa Brother, de equipamentos multifuncionais.[44] Desde então, só empresas britânicas: a Eidos, de jogos eletrônicos, ficou de 1999 a 2002, quando foi substituída pela First Advice, de serviços legais e financeiros.[45] A agência de viagens Thomas Cook entrara em seu lugar em 2004, tendo permanecido até o fim de 2009.

A primeira fornecedora de material esportivo do City foi a Umbro, que fez as camisas do clube por mais de vinte anos, de 1976 a 1997, voltando a partir da temporada 2009-10. A Kappa a sucedeu pelas duas temporadas seguintes. A Le Coq Sportif tornou-se a nova produtora em 1999, ficando até 2003, retornando em 2007 - nesse interím, os uniformes foram feitos pela Reebok - e saindo novamente em 2009. Na temporada de 2013-14 a Nike passou a fornecer o material esportivo.[46]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Continentais
Competição Títulos Temporadas
Coppacoppe.png Recopa Europeia 1 1969-70
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Premier league trophy icon.png Campeonato Inglês 4 1936-37, 1967-68, 2011-12 e 2013-14
FA Cup.png Copa da Inglaterra 5 1903-04, 1933-34, 1955-56, 1968-69 e 2010–11
Carling.png Copa da Liga Inglesa 4 1969-70, 1975-76, 2013-14 e 2015-16
CommunityShield.png Supercopa da Inglaterra 4 1937, 1968, 1972 e 2012
Flag of England.svg Segunda Divisão 7 1898-99, 1902-03, 1909-10, 1927-28, 1946-47, 1965-66, 2001-02
Flag of England.svg Terceira Divisão 1 1998-99
Total (Nacionais + Internacionais) 26

O Manchester City na cultura popular inglesa[editar | editar código-fonte]

O City também é conhecido por seus torcedores ilustres, os mais notórios sendo os irmãos Liam e Noel Gallagher. Os ex-líderes do extinto Oasis são tão fanáticos pelo City que já recusaram varias vezes se apresentar no estádio Old Trafford, casa do arquirrival Manchester United. No auge do sucesso, em 1996, tocaram no então estádio de seu time, na primeira etapa da turnê que divulgaria o disco (What's the Story) Morning Glory ?, em show que foi oficialmente gravado e lançado em vídeo com o nome Debut at Maine Road. Na capa, aparecem os Gallagher vestindo as camisas do City.

No dia 2 de janeiro de 2009 aconteceu um fato interessante em Milão, na Itália, durante um show do grupo. Antes de começar a cantar sua famosa música "Don't Look Back in Anger", teria oferecido a música ao brasileiro Kaká, à época ainda no Milan, daquela cidade.[47] O título quer dizer, em português, "não olhe para trás com raiva", e trechos do sua estrofe inicial podem ser traduzidos como "Você não sabe que pode encontrar/Um lugar melhor pra jogar", ficando evidente a intenção de Noel em desejar que o brasileiro Kaká se arrependa futuramente de não ter escolhido o City.[47]

Outros dois cultuados músicos, um já falecido, ambos de outras duas celebradas bandas da cidade, também são lembrados como torcedores do clube: a preferência de Ian Curtis, líder do Joy Division, pelos Sky Blues foi revelada em sua cinebiografia, Control;[48] o outro é Johnny Marr, famoso como ex-guitarrista dos Smiths.[49][50] O City também é o time de outro ex-integrante dos Smiths, o baterista Mike Joyce;[50] dos componentes da banda mancuniana Doves;[50] de Mark E. Smith,[49][50] líder de outro grupo cult da cidade, The Fall; e do tecladista Rick Wakeman,[49][50] consagrado no rock progressivo.

Patrocínio[editar | editar código-fonte]

A equipe do Manchester City, é patrocinada por grandes empresas, de diferentes países, tais como:[51]

Período Material Esportivo Patrocinador
1982–1984 Inglaterra Umbro Suécia Saab
1984–1987 Países Baixos Philips
1987–1999 Japão Brother
1999–2002 França Le Coq Sportif Canadá Eidos
2002–2003 Inglaterra First Advice
2003–2004 Inglaterra Reebok
2004–2007 Inglaterra Thomas Cook
2007–2009 França Le Coq Sportif
2009–2013 Inglaterra Umbro =Emirados Árabes Unidos Etihad
2013–Presente Estados Unidos Nike

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de seus 132 anos o Manchester City colecionou inúmeros ídolos em sua história.

Os mais notáveis são:

Inglaterra Neil Young, atacante habilidoso que jogou mais de 400 partidas com a camisa azul de Manchester.

Inglaterra Colin Bell, (1966-79) o rei. Um meio-campista artilheiro que cobria cada centímetro do campo e sabia também como desarmar. Venceu a Primeira Divisão, a FA Cup, duas Copas da Liga e a Copa da UEFA no seu tempo no clube. participou da época de ouro do clube, entre as décadas de 1960 e 1970, quando o time de Manchester conquistou os mais importantes títulos de sua trajetória. em 2004, uma parte do estádio foi nomeada em sua homenagem após votação popular.

Inglaterra Eric Brook, (1928-1939) maior goleador do clube com 178 gols, o atacante jogou durante 11 anos no clube participou de 494 partidas.

Inglaterra Tommy Johnson, (1919–1930), atuou em 354 partidas pelo clube e marcou 166 gols.

Inglaterra Alan Oakes, (1959–1976), o meia inglês detentor do recorde de maior número de atuações pelo clube (668).

Inglaterra Mike Doyle, (1965-78) uma lenda do City. Jogou 570 vezes pelo clube em 13 anos de carreira e ainda odiava genuinamente o United. Venceu a Primeira Divisão, a Segunda Divisão, a FA Cup, a Copa da Liga e a Copa da UEFA durante o seu período.

Inglaterra Frank Swift, (1933-49) Swift é um dos melhores goleiros da história do City e uma figura revolucionária embaixo das traves: é o pioneiro do lançamento longo. Venceu a primeira e a segunda divisão e também a FA Cup em 1934, quando desmaio em frente ao Rei George V. Morreu no trágico acidente de avião, em Munique em 1958, quando trabalhava como jornalista.

Alemanha Bert Trautmann, (1949-64) foi capturado pelas forças armadas britânicas durante a Segunda Guerra Mundial e levado para um campo de prisioneiros em Lancashire. Foi contratado pelo City depois da guerra sob protesto dos fãs, mas conquistou admiradores com as suas atuações. Também ficou famoso por quebrar o pescoço durante a final da FA Cup de 1956, um grande goleiro com um estilo único, um alemão que influenciou uma geração de grandes goleiros, como Gordon Banks.

Inglaterra Mike Summerbee, (1965-75) um dos jogadores mais influentes da história do City, com quem venceu a Primeira Divisão, a FA Cup e a Copa da Liga entre 1968 e 1970. Summerbee teve mais de 400 partidas jogadas em uma década de clube e continua envolvido com o City até hoje, como embaixador.

Inglaterra Francis Lee, (1967-74) como Summerbee, foi fundamental no sucesso do clube no final dos anos 60. Ficou extremamente popular com a torcida e também ficou conhecido por sua tendência de se jogar com facilidade. Teve uma passagem desastrosa como cartola nos anos 90, mas seu legado como jogador não será esquecido.

Geórgia Giorgi Kinkladze, (1995-98) um herói “cult”, Kinkladze chegou a Maine Road do Dinamo Tbisili em 1995 e iluminou o clube em seus dias mais escuros. Apesar de ter sido rebaixado para a segunda divisão em 1996 e para a terceira em 1998, a habilidade, estilo de jogo e belos gols do georgiano conquistaram fãs no City.

Argentina Pablo Zabaleta, (2008) um ídolo moderno, chegou do futebol espanhol em 2008 e se transformou em peça importante nos anos seguintes. Ainda que provavelmente existam laterais melhores do que ele na história do clube, por conta do icônico papel que teve no recente sucesso do City.

Bélgica Vincent Kompany, (2008) herói moderno do City, foi capitão da equipe em dois títulos da Premier League e também na Copa da Liga e é reconhecido por isso. virou um embaixador do clube e ficará na história como um dos grandes defensores do clube e da Premier League, depois de ser contratado por apenas 6 milhões de libras depois da chegada do novo dono.

Costa do Marfim Yaya Touré, (2010) marcou o gol que levou o City à final da FA Cup em 2011 contra o United, depois marcou na decisão contra o Stoke City, garantindo o primeiro título do clube desde 1976. Foi vital nos dois títulos da Premier League.

Espanha David Silva, (2010) vem sendo condutor na era mais vitoriosa da história do clube. O espanhol chegou como campeão do mundo em 2010 e vem ajudando os seus companheiros a alcançar novos níveis. Silva conquistou popularidade, além de sua inquestionável qualidade e os títulos dentro do campo,

Argentina Carlitos Tevez, (2011) fez mais de 60 gols desde que chegou no clube após ser comprado junto ao rival United. foi importante na primeira conquista durante a Era Mansour. O fato de ter saído do rival United só aumentou a sua popularidade e, será lembrado pelo título da FA Cup em 2011 e do título inglês, no ano seguinte.

Argentina Kun Agüero, (2011) o atacante argentino chegou no verão de 2011, marcou dois belos gols em sua estreia e, no chute mais dramático da temporada, marcou o gol do título nos últimos minutos após 44 anos de jejum. O momento certamente será imortalizado no Etihad Stadium, mas a sua contribuição desde então não diminuiu. O atacante salvou o time em momentos difíceis, seus gols levaram o City a novos níveis.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa celeste com detalhes em branco, calção branco e meias celeste;
  • 2º - Camisa azul marinho com detalhes em turquesa, calção e meias azul marinho com turquesa.
  • 3º - Camisa verde amarelado com detalhes em preto, calção e meias verde amarelado.
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Primeiro Uniforme
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Segundo Uniforme
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Terceiro Uniforme
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Primeira Combinação

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

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Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 31 de agosto de 2016[55]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido


Goleiros
Jogador
1 Chile Claudio Bravo
13 Argentina Willy Caballero
Defensores
Jogador Pos.
4 Bélgica Vincent Kompany Capitão Z
24 Inglaterra John Stones Z
30 Argentina Nicolás Otamendi Z
53 Inglaterra Tosin Adarabioyo Z
3 França Bacary Sagna LD
5 Argentina Pablo Zabaleta LD
11 Sérvia Aleksandar Kolarov LE
22 França Gaël Clichy LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
6 Brasil Fernando V
8 Alemanha İlkay Gündoğan V
18 Inglaterra Fabian Delph V
25 Brasil Fernandinho V
42 Costa do Marfim Yaya Touré Capitão² V
75 Espanha Aleix García V
7 Inglaterra Raheem Sterling M
15 Espanha Jesús Navas M
17 Bélgica Kevin De Bruyne M
19 Alemanha Leroy Sané M
21 Espanha David Silva M
Atacantes
Jogador
9 Espanha Nolito
10 Argentina Sergio Agüero
72 Nigéria Kelechi Iheanacho
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Josep Guardiola T
Espanha Domenec Torrent[56] AS
Espanha Mikel Arteta[57] AS

Transferências 2016–17[editar código-fonte]

Legenda
  • Volta de empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados


Números aposentados[editar | editar código-fonte]

23 Marc-Vivien Foé, Meia (2002-03) - honra póstuma. Camarões

Desde 2003, o Manchester City não usa o número 23. Foi aposentado em memória de Marc-Vivien Foé, que estava emprestado ao clube pelo Lyon, no momento da sua morte no campo de jogo enquanto jogava por Camarões na Copa das Confederações de 2003[75].

Jogadores notáveis[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Club history - MCFC.co.uk». Consultado em 1 de novembro de 2009. 
  2. Transfermarkt. «Etihad Stadium». Consultado em 30 de agosto de 2015. 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]