Manoelzinho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Under construction icon-yellow.svg
Este artigo carece de caixa informativa ou a usada não é a mais adequada. Foi sugerido que adicionasse esta.
Ambox important.svg
Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou se(c)ção:

Manoel Monteiro de Arruda, mais conhecido como Manoelzinho, foi um futebolista brasileiro que atuava como goleiro.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Nascido no dia 07 de setembro de 1922 na cidade de Caruaru em Pernambuco.

Faleceu no dia 03 de março de 2005, deixando esposa, dois filhos e quatro netos.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira aos 15 anos no juniores do Central, time pernambucano.

Teve vida difícil quando criança em Caruaru. Dando seus primeiros passos no futebol defendendo as cores do Rosarense, equipe amadora de sua cidade. Para ganhar alguns trocados. Mostrando talento foi levado para o Cruzeiro de Pesqueira, onde em pouco tempo foi descoberto pelos dirigentes do já extinto Great Western, antiga companhia ferroviária comandada por ingleses e que mantinha uma equipe no Campeonato Pernambucano.

Nessa pequena equipe ele passou dois anos, acabando com a alegria dos atacantes dos times adversários. Ficou no time entre 1939 e 1940.

A partir de 1941 foi contratado para defender as cores de um time da capital, o Sport Club do Recife. Pelo Sport ele foi tricampeão pernambucano de 41-42-43, além da célebre excursão ao centro-sul do país, junto com craques como Ademir Menezes (que foi para o Vasco), o argentino Magri (transferiu-se ao América-RJ), bem como Pirombá e Djalma, que posteriormente alinharam no Flamengo.

Um dos jogos que vão ficar sempre na memoria são as vitórias sobre o Atlético Mineiro por 4-2, em Belo Horizonte, onde o Galo havia 22 anos que não perdia para qualquer equipe de fora, e diante do Flamengo e do Vasco, no Rio. Contra os vascaínos, os leões transformaram uma derrota parcial de 3-0 num meritório triunfo por 5-4.

Ao final desta excursão, quando praticamente metade do time ficou por lá, esteve Manoelzinho com um pé no Vasco, que ficou com Ademir. Este chamou-o para ficar em São Januário, em cujas dependências, aliás, o Sport se hospedara, mas como um dirigente não gostou de sua altura - "Um goleiro desse tamanho jogar no Vasco?" - terminou voltando para o Recife. Pouco tempo depois, recebeu um chamado do diretor de futebol do Botafogo, o jornalista João Saldanha, para fazer testes.

O goleiro marcou época no futebol pernambucano, jogando 20 anos em dois dos grandes times, Sport e Náutico. Tendo constantes participações na Seleção Pernambucana, que disputava o extinto Campeonato Brasileiro de Seleções.

Grande mania[editar | editar código-fonte]

Broom icon.svg
Se(c)ções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Ajude a melhorar este artigo, integrando ao corpo do texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.

Uma das maiores mania de Manoelzinho, era na verdade uma superstição que ele tinha. Antes dos jogos mais difíceis, ele tinha a mania de urinar no centro do gramado.

Nessa época ele já defendia a equipe alvirrubra. A mania começou, quando ele entrou em campo para um jogo decisivo, e na hora do papo entre seus companheiros, lhe deu uma vontade de "fazer xixi", como ele não poderia mais voltar ao vestiário para realizar o ato, ele pediu que os parceiros de time o cercassem como uma barreira circular para que ninguém o visse. O Náutico ganhou aquele jogo, o que pra ele foi com a ajuda da urinada. A partir daí todos os jogos mais difíceis ele realizava o mesmo habito.

Referências

  • "Um baixinho que fazia seus milagres no gol", por Lenivaldo Aragão, Jornal do Commercio, 11-1-99